So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Aliviar o stress
Quero um chinelo ao invés de um par de sapatos que só me calejam os pés
E desse modo a vida se fez de louca
Desdenhou da realidade com um doce na boca
IMPOSTO EMBUTIDO NAS CALCINHAS
Juvenal era um cara que só trabalhava duro. O coitado tinha mulher, quatro filhos, um cachorro e um papagaio. O dinheiro não dava para nada. Para complicar tinha o raio do imposto no meio do caminho. Era como um pedregulho! Tomava o café da manhã já pagando imposto. Já não passava manteiga no pão. Pra quê? Vinha recheado de imposto!
Um dia a mulher falou:
- Preciso comprar umas calcinhas, as minhas estão puro trapos. Não dá para viver assim homem!
Ele respondeu:
- Mulher, calcinhas pra quê? Anda sem calcinhas! Andar sem elas não paga imposto, agora se você comprá-las elas virão etiquetadas com impostos, e você nem vai perceber. Não aguento mais pagar impostos. Comida tem imposto, diversão tem imposto, assistir televisão tem imposto... Para onde vai esse bendito imposto. Já sei. Vai para o Senhor Impostor! Ele deve ser o mais rico do mundo. O Senhor Impostor pega todos os impostos e ri da cara da gente! Ele come pão recheado de caviar.
E continuou o homem a falar:
- Já estou pensando até no imposto da funerária quando você morrer.
A mulher olhou espantada para o marido! Ela iria completar cinquenta anos, mas ainda era jovem e vistosa. Como pensar em morte? Gozava de boa saúde. O raio de homem! Estava doido! Só porque precisava de umas míseras calcinhas?
Pensou:
Juvenal está ficando maluco! Ou quer que eu morra. Vou ter que andar sem calcinhas só para economizar impostos para pagar o meu funeral? O homem enlouqueceu de vez!
Muito braba chamou o marido e falou:
- Escuta aqui Juvenal, que história doida é essa? Quer que eu morra logo? Assim paga logo o imposto do funeral e fica livre?
O homem respondeu:
- Mulher pare de falar e pense. Na vida são impostos para tudo! Tudo vai para o Senhor Impostor. Dizem que ele faz melhorias para a população, mas é mentira! Fica com tudo para ele. Eu já não uso cuecas e qualquer dia vou andar nu. Assim, não pago o imposto embutido na roupa. Que mal tem andar sem calcinhas? Ninguém vai saber. Só se contar.
O homem estava tão revoltado de dar dinheiro para o Senhor Impostor que havia uma completa recessão em casa. Todos estavam tendo que se abster de algo. Agora chegou a vez das calcinhas, ora!
Gritava com todos:
- Economizem água, economizem luz, comam menos, não comprem roupas novas, nada de celular aqui, só duas horas de televisão por dia, nada de ventilador ligado!
Juvenal estava tão estressado que teve um piripaque.
Foi parar em um hospital público, é claro, não tinha plano saúde. Será que o Senhor Impostor fazia alguma melhoria no hospital? Que nada!
Juvenal morreu por falta de medicação! E a mulher teve que se virar para pagar o funeral. Lá foi o imposto embutido no que tanto o homem já estava preocupado.
E assim, a mulher teve que se virar com uma magra pensão. Os cortes em casa pioraram ainda mais.
Coitada! Passou a andar sem calcinhas.
Há muitas maneiras de ver a beleza de uma alma. As minhas preferidas são aquelas que se mostram, sobretudo quando estou de olhos fechados. São estas as que mais me tocam o coração.
A realidade é tão decepcionante, que criamos coisas extraordinárias só para fugir dela, mesmo sendo mentira...
E ainda há quem diga que a mulher é o sexo-frágil. Pode até ser que seja, mas só na cabeça e na visão de quem é extremamente machista. A mulher: É, sempre foi e sempre será o exemplo de força e talento. Jamais subestime, despreze, desdenhe, desvalorize, minimize, desconsidere, desmereça, deprecie ou aja com desdém diante de quem recebeu de DEUS, o poder de gerar vidas. Elas podem tudo...!
Deixa eu te provar que é só você que eu sei amar, e que ninguém vai roubar o seu lugar, deixa eu te provar que eu te amo de verdade, que eu quero bem mais do que sua amizade.
As vezes tudo o que eu queria era um aconchego nosso
Aquele sem ócio, só com brilhos do teu olhar
Que me apega, que me aperta, que me cega
Mas um dia eu te tenha quem sabe eu
Te lembro que a vida é feita de transtornos imediatos
De sopros falsos
Que nos levam ao sul
E se lembra: a gente ia pro norte
Pra que eu ter um par de asas
Se eu posso voar com os pés no chão
Eu te digo outra vez que tudo o que eu queria era um aconchego nosso.
Um ponto.
Só isso.
Um ponto final ou de continuação.
Nada além de um ponto, somos.
A vida é a folha temporária em branco,
e com o passar do tempo, nós vagamos pelo texto que está representado nos sorrisos,
nas frustrações, nas lembranças, nas emoções, nos relacionamentos, nos desentendimentos,
nas conquistas, nos fracassos, na fé, na ausência de fé...
Oscilações de experiências nos envolvem diariamente,
e nós nos questionamos, encontramos respostas,
exploramos dúvidas, colecionamos incertezas...
No final, lá estamos nós, novamente, como um ponto.
No fim da vida, é ponto final, mas na transição dela, deve ser de continuação,
na finalidade de crescer, reaprender, adaptar-se e vencer.
Lutar e fazer a vida valer a pena deve ser o nosso lema,
e quando chegar o dia de sermos "ponto final",
alguém inspire-se em nosso legado.
Quantas noites chorei em claro, madrugadas sem dormir, sem nenhuma palavra, só as lágrimas caido em pó.
Quanta dor sentia em mei coração,
para todos mostrando um sorriso, mas só Deus sábia obqie estava em meu coração.
Á dores que não sabemos explicar,
nem podemos definila
