Singular
A vida é um conceito singular que todos nós compartilhamos e experimentamos de maneiras únicas. É o ponto comum que nos une e nos torna iguais, independentemente de nossas diferenças pessoais. A vida é uma jornada que começa com o nascimento e termina com a morte, e durante todo o caminho, somos confrontados com desafios, oportunidades e experiências que moldam quem somos e quem nos tornamos.
Embora cada pessoa tenha sua própria jornada, estamos todos conectados por nossa humanidade compartilhada e nossa busca pela felicidade, realização e significado. A vida é uma oportunidade para aprender, crescer, amar e fazer a diferença, e cabe a cada um de nós decidir como aproveitar ao máximo essa oportunidade. Para mim, a vida é o que fazemos dela. Podemos escolher viver com propósito e paixão, ou podemos simplesmente passar por ela sem sentido ou direção. Independentemente das escolhas que fazemos, a vida continua a ser o ponto de encontro comum que todos nós compartilhamos.
Errar por eu mesmo, é, incorretamente aceitável, já errar por a segunda pessoa do singular e várias vezes, é um erro maior.
o amor é simples e singular,porem é uma aproximação entre duas pessoas muitas vezes sentimentos mutuos
Jornalismo é uma profissão especial que exige uma disposição singular para a solidão mesmo quando se anda em grupo.
Num molejo natural e singular,
Dominava o ambiente ao se mover;
Pois ela não andava simplesmente, Marulhava ao navegar pelos espaços.
Caos é singular. Só há um caos, e somos também o caos, a entropia e a maravilha de ser sem ser.
Queria não dizer nada e nem ousar sentir o que sinto agora neste singular vazio desenhado pela sua ausência. Abraço-me ao resto de mim sem você para findar esta noite.
Sempre singular comigo...
Eis que ressurge...
Saindo de mim feito enxurrada...
Tanto erro passado...
O que nunca foi perdido...
Mas que sempre é reencontrado...
A vida não explica...
Nem sob medida...
Queria não ser um perigo...
Fazer nada escondido...
Do pecado que cometi...
Ser o alvo escolhido...
Quem não me conhece...
Que me procure...
Que me encontre...
Que me espere...
Talvez não tenha acabado...
Talvez esteja só começando...
As coisas lá do céu...
Sandro Paschoal Nogueira
Vivemos em uma era singular, muitas vezes rotulada como a “Geração Floco de Neve”. Testemunhamos uma revolução global atípica, onde a menor das contrariedades parece nos ferir profundamente, fragmentando nossa resiliência emocional. Lágrimas são derramadas por trivialidades, como um suflê que não cresceu como esperado. Além disso, as amizades que cultivamos tendem a ser cada vez mais digitais e efêmeras, levantando questionamentos sobre sua autenticidade. A incerteza se faz presente: esses laços virtuais representam conexões verdadeiras?
Inadvertidamente, caímos em armadilhas de autossabotagem, infligindo danos a nós mesmos. Experimentamos uma solidão palpável no mundo concreto, onde o calor humano dos abraços e a contemplação de um pôr do sol sublime se tornam experiências raras. Quando olhamos para trás, somos tomados pelo arrependimento de não ter valorizado cada momento ao lado daqueles que amamos.
Meu coração singular desagua em meus sentimentos, vontades e desejos de viver os seus sonhos no plural; deixando a solidão de lado, ele se entrega a magia da paixão de estar com você, saindo da unidade de ser sozinho, para se tornar em um par com o seu coração.
Perdão
Desci o singular caminho
Auspicioso cambalear de idéias
Na mente opaca e necessitada
Não era uma estrada, nem uma condição.
Verti do mais fundo da alma
O âmago capaz de simplificar a história
Rompendo em gloria, o certo pesar.
Vagas lembranças decerto irão ficar
Mas sem a dor da mente
Incrustado na inércia mediana das torrentes
Romper correntes, libertar.
Do foco bendito apurado
Numa mente sanada ou não
Rabiscada e moldada
Num gesto de perdão
Plural.
A gramática se apaixonou
coloquio era singular
dessa união nasceu
a literatura popular
pois foi de tanto se condenar
que a gramática enfim se conformou
não conseguia mudar coloquio e aceitou
o que de fato era fruto de um grande amor
pois sem ela e coloquio
literatura popular não existiria
impasse resolvido sem obsessão
tudo colocado na conta da paixão
No meu singular eu só enxergo você que se faz meu céu, meu mar e todo o meu horizonte;
Mas além de meu porto seguro lhe tenho como minha companheira, cúmplice do meu romantismo;
Por você me transformo no seu caçador e ao mesmo tempo seu protetor de sua matilha;
Porém nem todas as palavras, nem mesmo em todas as línguas te revelaria com tantas certezas que meu coração gostaria de gritar a você;
Que eu te amo mas que o brilho das estrelas, pois você é a razão que me faz tão real;
Falam dos sentimentos em uma forma singular, mas esquecem que o amor transpassa barreiras que possam inibir um coração desacreditado;
Porem se somos programados para não entrelaçarmos com o amor a hipocrisia desvanece com a força do amor;
Minha autoestima não constrange minha coragem que não luta em um singular, mas clama no plural para amedrontar a hipocrisia;
Mantenho minhas certezas que desfazem as atribulações que fortalece o descaso com angústia na fome que transparece na favela;
Não sou programado para falar com o meu coração, não deixo que me censure porque o proceder é justo.
Essa é a última... É a última vez que diz a frase no singular, "Eu vou... Eu faço... Eu pego;
Pois agora por diante se diz no plural...
"Nós vamos... Nós fazemos... Nós pegamos;
Não vou cansar de repetir... Que o amor não se cansa, não esmorece, não é individualista... Mas sim é paciente, é coletivo, se importa e é generoso! Somos um só coração a bater na mesma melodia... Com trejeitos diferentes, porém com um querer imensurável;
As minhas capacidades estão sempre no singular
Você dúvida o que posso fazer?
Mas eu não tenho que te provar!
Aí você me pergunta
Como posso acreditar?
Que você está apto pro trabalho executar?
Nunca pedi pra ninguém que viesse acreditar
Sou PCD, eu sei! E sou capaz das minhas dificuldades superar;
Eu me sinto como uma frase interminável
Um coletivo no singular
Ou um certo com positivismo de uma forma inaceitável
Sinto-me o profundo no raso
Ou o infinito alcançado
No início acabado
Na verdade, me sinto como um todo seu
Por que se eu não me sentisse
De certo não seria eu!
"De valor singular"
Pedra preciosa és tu
Quem com alegria inaugura
minhas manhãs
Pedra preciosa tu és
Quem não me deixa sentir ao revés.
Vem com a energia
Com a que inicia o dia
Trazendo a raridade infinita
Desde a sua tenra idade
Com exuberante beleza
Exibe a sua maestreza
Que não se deixa perder
A sua dureza é fortaleza
Da mais valiosa pureza
Refletindo um brilho sem igual
E me fazes esquecer que sou
mortal
Não preciso lapidar
Porque teu valor é singular
E nada quero perder
Pra toda sua luz receber
Se pode parecer egoísmo
É na verdade altruísmo
De quem sabe ser recíproco
Este caro amor que não troco
Quem quiser ter o teu que lute
E que esta Plenitude desfrute
Porque o presente que tu ganhas
não se dá
Não se troca ou compartilha
Se tem um valor singular
esta preciosidade que não sei
nomear
Poema publicado no e-book "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"
Sol para refletir.
A luz é singular e plural
A luz é esperança de encontrar…
A luz é o guia da nossa caminhada
A luz é abundância de virtudes
A luz é para ser refletida, brilhe!
A luz é enfim: sol para refletir.
Ney Paula B.
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