Silêncio
Antes de dormir, feche teus olhos
E deixe o silêncio do teu quarto falar o quanto tô fazendo falta, abraçar teu travesseiro que ainda está com o cheiro da nossa última noite. E, se chorar, chora baixinho. Não deixe teu ego perceber que não estava certo quando achou que eu não era significativo em tua vida, então chora baixinho.
" Na roda dos rejeitados"
Na roda dos rejeitados não há vozes só o silêncio omissor e almas com corações dilacerados,vivendo com o mínimo de esperança em um ciclo de danças sem felicidade a buscar por uma rota onde o caminho direcione a viver uma vida que os traga a ressureição.
São como flores sem beleza e rejeitadas pelo tempo ficam sempre na espectativa de algo que as faça florescer ,nesse ciclo giratório a musica toca sem ser percebida e sentida.
Mas no girar da roda há movimentos e o tempo não parece párar há um esforço e a vontade de mudar,Na roda dos rejeitados, a resiliência e um estranho invisivel fogo na escuridão
E um dia poderá ser , nas muitas voltas ,a sorte chegar .
No silêncio da alma, desperta o clarão, O despertar da consciência, um novo refrão. Entre sombras escuras, luz a raiar, A mente desperta, pronta a transformar.
Em cada suspiro, ecoa a verdade, A consciência desperta, rompendo a idade. Das ilusões se despe, como folhas de outono, Desvenda mistérios, num caminho sem abandono.
Nas dobras do tempo, a percepção se alarga, A consciência desperta, como uma chama que embarga. As correntes que prendem se desfazem no vento, A mente se liberta, voando em novo intento.
Desperta, oh consciência, dos sonhos adormecidos, Renasce em sabedoria, em mares nunca vistos. Desperta para a empatia, a compaixão que sara, Um despertar que transcende, como luz que dispara.
No eco dos pensamentos, a reflexão se faz arte, A consciência desperta, rasgando qualquer parte. Como flores que desabrocham na primavera, O despertar da consciência, uma jornada sincera.
Desvenda-se o véu, revelando o ser interior, A consciência desperta, dança em novo labor. Conecta-se à essência, à vastidão do ser, O despertar da consciência, um eterno renascer.
Assim, na jornada da existência, o despertar persiste, A consciência floresce, como luz que insiste. Num diálogo com o universo, num eco sem fim, O despertar da consciência, um sublime jardim.
Amar à sombra do impossível é uma arte, Entre risos e lágrimas, a vida parte. No eco do silêncio, o coração reparte, Um amor impossível, na poesia a se retratar.
Em meio a toda a monotonia restou apenas o silêncio
Findou-se o ecoar de seus passos solitários
E o vazio eterno parecia consumir a noite
As estrelas já não brilhavam, e não se sentia o vento na pele
Ele deixou seu olhar navegar pela escuridão
Ali vagou procurando por algo, sem saber ao certo o quê ou por quê
E quando nada mais importava, despido de sua humanidade
A confluência do indefinível, o silêncio e o vazio que tudo consumia
Nas estrelas que não brilhavam e no vento que não se achava, ali se encontrava ele
Em meio a forma mais pura da escuridão, vagando rumo a lugar nenhum
Ao fim de tudo nem osilêncio, o vazio, a eterna escuridão e o destino incerto
Nenhum desses obstáculos mudaria coisa alguma
Um exercício de epifania bom sem sair de casa. É só ouvir e esperar o silêncio, apreciando a quietude, assim desmascare o mundo.
Normalizem o silêncio e o processo de afastamento. Desapegue, seja de amigos, familiares e até mesmo de lugares que não vibram na mesma frequência que você. Solte os laços, fique apenas com as memórias, pois tudo e todos mudam. Não insista com pessoas que tem uma energia diferente da sua, que agem de modo contradictorio aos seus princípios e os desrespeitam (mesmo que inconsciente). Não ande com quem você não seria, os habitos alheios podem nos corromper e até adoecer.
Queria uma voz,
uma canção,
um verso,
um silêncio,
um grito.
Queria nós.
E o silêncio e
a plenitude que antecedia
teu beijo.
Queria novamente
teu sorriso.
Esse amor
para além da vida
e do tempo.
Queria a eternidade
e o infinito.
A sabedoria do silêncio é como um rio tranquilo, que flui serenamente levando consigo a paz interior.
morte sem vestígios
parti em silêncio incontáveis vezes,
ninguém notou a minha partida,
nenhuma gota de sangue escorreu,
apenas um dilúvio de lágrimas vertidas.
parece denso, eu sei. proponho deixar para trás.
-
pois a vida, fugaz e breve,
merece ser abraçada intensamente,
cada instante, um tesouro,
como se fosse o derradeiro presente.
e, assim, convido, proponho evoluir.
-
vamos sorrir,
vamos nutrir o amor,
e vivenciar intensamente,
cada batida do coração, fervor.
viver! proponho a felicidade eterna.
-
pois a vida é uma preciosidade,
que merece nossa reverência,
cada segundo é um tesouro,
que merece toda nossa consciência
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