Si Mesmo
Dê-Me O Silencio
Dê-me o silencio
Não posso suspira
por mim mesmo.
Manchas de sangue
em bolhas de sabão.
Eu só queria está
sozinho sem um
coração nas mãos.
Ele não era como
eles, não era como
os outros.
Dê-me o silencio
para que eu possa
suspira.
Trate bem os inimigos.
Mais um dia de aula.
Sem férias eternas.
Almas dissimuladas.
Deixe-me sangrar.
Posso acreditar
no que você não
falar.
Escorre pelas cortinas
brancas.
Destranque o cadeado.
Liberte o pássaro.
Detesto o que amo em
mim mesmo.
Corvos no entardecer
dormindo ao amanhecer.
Dê-me o silencio ao
tratar a queimadura.
Não sou como eles
mas podia simular
os insimuláveis.
"Para de brincar com
a navalha." disse ele.
Andy preciso de você.
Me congele para que
eu não possa voltar.
Morrer na liberdade
da escuridão explicitar.
Vivo por mundo e o
mundo vive pra mim.
Não tenho alma tenho
Chamas, por isso
a liberdade me chama.
Permito a mim mesmo, mais esta noite na escuridão do meu quarto. Ela parece se fundir com escuridão interna que abita meu ser. No lugar de um gole de whisky que desce rápido anestesiando corpo e mente, permito apenas as lágrimas que descem lentamente enquanto a saudade castiga meu ser. Escondo-me na luz do dia, me escondo na multidão, ninguém percebe o tamanho da solidão. O medo de errar precisa ser grande o suficiente para você se cuidar, mas pequeno o bastante para a coragem prevalecer. Me- vejo agora já acostumado com sua falta, e minha razão dizendo bem baixinho a mim mesmo desista criança, nada será como antes. Vista sua mascara saia e encare o mundo lá fora.
Eu preciso me encontrar ?
Sim!
Encontrar à mim mesmo, é tipo me procurar no meio da multidão, e mesmo que pareça tão difícil, mesmo que eu não possa fugir de mim em meio a tantos amores falsos, vendidos, maravilhosos, intensos, gostosos.
E Mesmo que lá no fundo, é um vazio tentando envolver com outro coração com um coração que parece desocupado e ainda espaços.. vagos e avulsos.
Há momentos em que me pego sem ar...não por você, mas por mim mesmo. Preso num infinito, sem saber o que fazer; com medo de andar, como medo de ficar parado; gritando em silêncio; chorando sem derramar uma lágrima sequer. numa simples complexidade.
“Talvez eu esteja sendo manipulado por mim mesmo, na verdade estou. Mas não como eu queria, porque, as vezes sinto que não era pra ser assim.”
De tão grande que é o meu amor, levou-me a amar á mim mesmo, acima de todo e qualquer egoísmo de querer ser, somente meu.
Desprezo
Aceitei de peito aberto teu desprezo,
Andei pela noite com pena de mim mesmo,
Pelos bares procurei o teu olhar,
Pra em qualquer face encontrar...
Um resquício seu, uma breve ilusão.
Não vou suplicar o seu perdão,
Não faz meu estilo, não me faz dormir tranquilo,
Amanhã posso não acordar contigo,
Mas não vou implorar a migalha do teu pão,
É tão pouco para saciar a fome do meu coração.
Todos os dias eu enfrento uma batalha contra mim mesmo,no sentido de me melhorar e mudar para melhor; para em seguida tentar melhorar e mudar as pessoas que estão a minha volta.
"Aprendi nesse período de solteiro que amar a mim mesmo em primeiro lugar é muito mais importante e o mais sábio a se fazer. Para amar o outro é necessário me amar primeiro, pois só assim conseguirei dividir e distribuir esse amor sem me machucar tanto. É sabido que ao nos colocarmos em segundo lugar, nós nos anulamos e passamos a viver a vida do outro e esquecemos de viver a nossa. Vida essa em que nós também fazemos parte e também temos o direito de ser feliz como todo mundo. Eu aprendi também a ser paciente, isso para não agir por impulso ou por carência a cada nova pessoa que surge em minha vida. Paciente com a vida o amor fluirá normalmente. Aprendi a me sentar em um bar sozinho e apreciar essa vida com carinho. Aprendi a fazer minha própria comida e a me dedicar às minhas próprias criações. Aprendi a rir e sorrir de novo e de um jeito novo amar o mundo. Aprendi a levar a vida menos a sério, a me divertir, sem me sentir culpado e ser ainda mais criativo. Eu aprendi que tenho que confiar ainda mais em Deus, e que quando eu estiver pronto, o amor dará um jeito de vir ao meu encontro e desencontros não mais existirá."
Estou à mim mesmo.
Sirvo-me de mim mesmo, por quê? Ninguém mais me serve.
Às vezes: [MORRO]
De fome ancêio, clamo, grito!
Mas não como silêncio.
Não me sirvo de nada.
- Eis que te digo de mim mesmo, você é a última conversa da minha noite, e a primeira do meu dia logo quando ele começa.
Se a consciência que tenho de mim mesmo — a identidade do meu “eu”– fosse um efeito da continuidade corporal, ela seria inconstante e mutável como os sucessivos estados do meu corpo, e não haveria por trás destes uma consciência constante capaz de registrar, comparar e unificar num conceito geral estável as mudanças que o meu corpo sofre. Se fosse um produto da impregnação linguística, um simulacro de identidade introjetado pelo uso repetido do nome e do pronome, como faria eu para saber que o nome pelo qual me chamam e o pronome pelo qual me designo se referem a mim? Se, por fim, fosse um resultado da abstração que por trás dos estados apreende a unidade da substância, QUEM, pergunto eu, operaria o mecanismo abstrativo? Conclusão: a identidade do meu eu é independente e transcendente em face do meu corpo, da linguagem e das operações da minha inteligência abstrativa. É uma condição prévia sem a qual não pode haver identidade corporal, nem linguagem, nem pensamento. A identidade do “eu” é a própria unidade do real que se manifesta na existência de uma substância em particular que sou eu. Nenhuma explicação causal tem o poder de reduzi-la a qualquer fator, pois é ela que unifica todos os fatores. A existência do “eu” é o inexplicável por trás de tudo o que é explicável.
Estou nesse mundo pra vencer a mim mesmo, não quero competir com os outros. Quero ultrapassar as minhas próprias barreiras, não quero o espaço de ninguém, quero conquistar o meu.
Lutar por meus objetivos e sonhos. Enfrentar meus medos, aperfeiçoar meus defeitos, evoluir.
Que Deus me dê sabedoria para compreender os Seus sinais.
Não quero chegar a lugar nenhum. Quero chegar a mim mesmo. As melhores pessoas mesmas são as loucas.
