Serena
Minha doce mulata
Minha nega, minha preta
doce e querida mulata
serena feito borboleta
e é pra você essa serenata
Uma serenata sem som
mas eu grito para o mundo
que contigo, tudo é bom
Cada instante, cada segundo
Saber que você existe
Não há por que ficar triste
Apenas alegria permanece
como um resistente alicerce
Obrigado minha morena,
por fazer parte da minha vida
seja ela com passagem só de ida
obrigado por ser assim morena
ESSA AQUELA VIDA
Aquela historia da vida vivida
nascida no sereno, serena pequena
hoje a vida é velha, comprida ferida
as vezes tem gosto amargo de veneno.
Aquela vida todavia esta por vias
vias de fatos de atos... Baco-baco
entre tacos suspiros de tabacos
a vida passa com espirro e hiatos.
Aquela historia de vida vivida
estão lendo, tanta leitura perdida!
Aprendendo a cada dia uma vida
essa vida todavia só quer, viver a vida.
Uma vida de poema poesia
um viver um momento a cada dia...
Um sopro com muleta em primazia
as vezes um vento, em desalento leve
... Leva a farinha.
Antonio Montes
Eu vejo arco-íris
no brilho do teu olhar,
no teu sorriso contagiante,
na tua beleza serena..."
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Da serena manhã ao entardecer foi poesia
Lá fora chovia
Lá dentro sorria
Pois ali não havia alma vazia
Ali não se via falsa avalia
Valia tudo que ouvia
Dizia tudo que valia
Contudo sabia enfim que tudo podia
O escudo cedia e assim o estudo fluia
Sem norma exalava tudo que sentia
De forma que não esvaziava a luz que incluia
Sem saber da hora pois não lhe devia
Da serena manhã ao entardecer foi poesia
Nunca tive medo de mim , sou serena .
O problema são os meus instintos
que sempre acordam meu lado obscuro ,
feroz e intenso.
Deles sim ,tenho medo !
Soneto da Alma Serena
E então o amor se fez real, como nunca,
Que sem seu manual, me abre, me manca.
E se vem, é bruma, cada vez que sua tranca
Se tem e se traça, com suas vertes brancas.
Ela se separa e se ajunta, de tanto amar a mim com boa ventura.
Quase o céu lembra sua figura, de tanto pensar em beleza.
Quase em mim o véu forma a solidez
De que a sutileza se fez azul — natureza,
E com grande certeza, minha riqueza.
Como uma ditadura em meu peito, a incerteza.
Hei de sempre lembrar a ti: o quanto a pintura é mistura
De amor, arte e conjuntura.
E quando te deparei nua, quis ir de encontro à lua,
Buscando ali a cura, para a doçura
Que nunca vi a sentir: ternura.
E de tantos poemas impressos, somente este hei de escrever sem mudar nada.
Que de tanto que estou de encontro à m'alma,
Escrevi somente uma vez, pra minha serena.
E juro, que em plena luz do dia,
Não há nada além de tudo, me adorna
Que me faça sempre amar-te mais, como única.
E de tanto sofrer, o amor ali termina,
Que parece que a qualquer dia,
A flor à luz de velas se queima, contagia,
Se torna florida a nobreza de uma delicadeza suave — cordura.
E de tanto ler poema, há de descobrir eternamente o que é o amor, presuma.
Sementes de Paz
Anseio a brisa serena da calma,
e o calor manso de um afeto inteiro.
Que um "oi", dito leve,
traga o peso doce do verdadeiro.
Que num gesto, singelo e sem alarde,
se revele um mundo raro, quase segredo —
como quem serve e cuida,
sem precisar dizer o que carrega no peito.
Desejo ser abrigo,
sem ter que gritar para ser teto.
Ser presença querida,
sem disputar espaço ou afeto.
Ser amor em dias de sol,
e ainda mais quando o céu for cinza.
Receber a verdade nua,
sem máscaras, jogos ou ladainhas.
Se for só passatempo,
nem toque meu jardim.
Coração não é brinquedo,
nem se empresta assim.
Só fico onde floresce
o que é leve e inteiro.
Onde a alma descansa —
em Paz, e Amor verdadeiro.
Nesta noite sagrada e serena,
Independente das crianças que brincam,
Dos poetas que escrevem em silêncio,
Ou dos julgamentos que pairam no ar...
Que todos os Deuses, em sua infinita luz,
Abençoem cada alma com paz e esperança,guardem os sonhos que nascem no escuro,e tragam à Terra um novo despertar.
Pois pouco importa quem entende ou duvida, afé caminha onde o amor sabe morar.
E mesmo os corações que se perderam na brisa, podem nesta noite aprender a amar.
Tenho uma amiga cristã
Tenho uma amiga cristã — alma serena,
coração que floresce mesmo em terra pequena.
Ela não grita sua fé aos quatro ventos,
mas vive o amor em seus gestos e tempos.
Tem olhos que enxergam além do que é dor,
e mãos que se estendem com puro ardor.
Nos dias nublados, ela é claridade,
nos vales da alma, é voz de verdade.
Não julga o tropeço, nem aponta o chão,
ela ora em silêncio e oferece a mão.
E quando o mundo pesa, ela me diz:
“Deus está contigo, mesmo quando não vês.”
Sua fé não é muro, é ponte, é estrada,
é luz que caminha sem temer a jornada.
Com a Bíblia no peito e esperança no olhar,
ela ensina que crer é também amar.
Tenho uma amiga cristã, sim, ela é a Olga Kiala João,
E ao seu lado, já fui restaurado, já fui consolado.
Ela não promete que tudo vai passar,
mas me lembra que Cristo jamais vai falhar.
E mesmo em silêncio, sua vida prega,
com cada sorriso, com cada entrega.
Não precisa púlpito nem multidão:
ela é Evangelho em forma de ação.
Sim, tenho uma amiga cristã — e é tão bom saber,
que em um mundo tão duro, alguém escolheu crer.
E por meio dela, eu vejo brilhar,
o Deus invisível que insiste em amar.
Patrono: Mateus Sebastião Kilola
Reações, conflitos, dilemas e problemas surgem a cada instante, mas sigo com a certeza serena que dias melhores sempre virão.
Entre a desordem do mundo e a lucidez do delírio, habita-me uma inquietude serena — feita de silêncios abissais e epifanias tardias. Sou vestígio de estrela em queda, mas insisto em reacender o cosmo dentro do peito.
Mas eis que surge um Homem, ao lado do sepulcro,
com voz serena e olhar profundo.
“Mulher, por que choras? A quem procuras?”
Palavras suaves, que curam feridas duras.
“Maria”, Ele diz... com doçura sem fim,
e naquele nome... o mundo volta a ter jardim.
Ela O reconhece, cai aos Seus pés,
o Cristo ressuscitou, é real, é de fé!
Não é fantasia, é verdade vivida:
Jesus venceu — e deu nova vida.
Maria Triste -
Essa gota que caia
tão serena como a tarde
olhos doces de Maria
num calvário de saudade.
Fonte aguada d'olhar triste
gota breve que jorrava
da tristeza que persiste
toda a gente se afastava.
Se alguém a procurava
dessa água não bebia
gota humilde que passava
gota leve que corria.
Velha lenda, olhar triste
num desgosto que sentia
gota fria que não viste
no olhar triste de Maria.
Cautelosa e Serena -
Quando a morte vier
cautelosa e serena
haverá luto e solidão
no sentir de quem souber
que o seu toque deixa pena
no pulsar do coração!
Quando a morte vier
ninguém sabe quando virá
talvez traga algum encanto
no olhar de quem lhe der
aquilo que ninguém dá
a saudade como um canto!
Quando a morte vier
vem com ela outro destino
vem com ela outra vida
e se alguém a não quiser
terá dor no seu caminho
ao partir sem despedida!
E é mentira quem disser
que o morrer já não importa
só a vida que passou
quando a morte vier
de repente fecha a porta
e quem era terminou!
Minha pequena gota, o tempo para quando a observo dormir. Serena, com um cheirinho só seu, me faz querer cuidar e amar, mais e mais.
“A tranquilidade é a calmaria da superfície; a paz é a profundidade serena que resiste às tempestades.”
O Pau-d'arco-amarelo floresceu
nesta manhã serena,
E eu que fico pensando no seu
brilho de diamante,
Algo me diz para deixar tudo
entre nós porque sinto que se
eu tocar em você poderá
para mim ser cortante,
Prefiro não minha mente
em silêncio viver este romance.
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