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Sentada

Cerca de 530 frases e pensamentos: Sentada

Certa vez, sentada a beira de um rio eu e outra menina, conversamos e riamos livremente quando ela tirou dos cabelos um prendedor de cabelos e disse: “Esse é o que mais gosto”, lançando-o ao rio. Eu olhei surpresa e perguntei o porquê daquilo. Ela sorriu serenamente e disse que mais adiante alguém acharia e ficaria feliz por encontrar algo tão belo.

Inserida por LilianGoulart

Um café

Para escrever poesia um café vai tomar menina sentada à mesa com uma caneta vamos citar e verso dará, porque poesias para amiga unir e pintar o gostoso deste lar.

Um café quentinho em forma de poesia vai contar-te amigo, meu eterno esplendor no entardecer, compartilhar este dia de fervor, brindar com uma xícara de café amargo, pois só ele é mais pretinho e gostoso, igual a outro não há.

Amigo eu nunca te vi mais me deste este refrão, com belos versos te brindo, e poesia escrevo como você está, para ti lhe darei o por do sol, adeus amigo que vieste de tão longe para mim foste um irmão.

Sol amigo a Deus te pede proteja sempre os irmãos com saúde, e saudade.

Equilibra a estrela em forma de coração para ti ofereço a mais pura prece, em rosas, árvores e plena composição, que a virtude do homem Deus deixou a paixão, com versos e solidão.

Inserida por araujof16

TRECHO DO CONTO: UM ADEUS A LUA

.. Com os olhos nublados, engoli o sussurro. Por enquanto sentada na areia, ainda a olho pensativa, olho atentamente aos desenhos que crio dentro dela. Conto os passos devagar e aos poucos se retiro. Adeus lua amada, adeus ao colostro que encontrava em meus sonhos guardados por ti. Adeus ao que eu sentia quando tu me mostravas o reflexo do amor. Porém, te falo adeus por esse momento. Pois, mais tarde me renovarei e contarei novos segredos a ti, quanto estiver bela e novamente faceira. Mas agora, digo apenas.

“Adeus lua amada.”

Não olho mais a lua. Não espero os raios do sol. Mas estou construindo, um novo caminho cercado de estrelas. Construindo um dia feliz, uma noite feliz. Construindo um novo mar, um mar que certamente encontrará o rio.


Lene Dantas —

www.lene-dantas.blogspot.com

Inserida por LeneDantas

Eu aqui sozinha, sentada, onde só o vento me abraça e a cabeça toda bagunçada.

Inserida por PauliinhaSiilva

Primavera

Uma garota sentada em um velho balanço, de roupas de frio, pois o inverno castiga sua doce pele suave como um pêssego que ainda está a crescer naquele frio que assola o coração dela enquanto flocos de neve caem sobre seus cabelos.
Ela espera algo lindo, talvez espera que venha o clima que tanto ama e a luz que faltava nos dias dela, que se ausentava durante toda aquela terra branca e arvores quase seca.
Seu balanço de cordas, sussurram em seu ouvido com o vento o som do seu maior desejo escondido no seu coração, ela quer que nasçam flores em seus pés, ela quer ver pétalas voando por entre seus cabelos se emaranhando entre seus cachos dourados, ela precisa sentir o calor do sol aquecendo desde suas pálpebras fechadas enquanto estiver deitada sobre aquele gramado que tanto ama sentir o cheiro. Ela espera o frio ir embora, ela quase não agüenta mais, mas ela não o odeia, ela acredita nele, pois sabe que sem ele as flores jamais nasceriam.
Ela ama toda essa ordem, toda essa dança de sóis e luas nos céus onde as estrelas são a platéia dessa valsa, onde os dois bailam separados com a mesma musica chamada ‘’O tempo’’, essa dança jamais com um par.
Mas mesmo assim ela ama essa ambigüidade, ela agradece o sacrifício desse casal celeste, que nunca se juntarão pois sabe que essa garota jamais iria ver de novo o que tanto aguarda,o que tanto deseja sua doce e delicada primavera pois, com ela vem os pêssegos, e com eles aquele que ela tanto espera, esse fruto que ela tanto aguardou na verdade era um presente para alguém que viria com o tempo apenas pois, não tinha melhor presente para dar do que todo o tempo que ela esperou naquele balanço, apenas a prova de amor que ela tanto desejara demonstrar.
Mas ela sabe que aquilo um dia vai embora, o seu amor precisará partir, e com ele a primavera, como as flores que também irão, mas ela não chora, ela sorri, pois o que ela mais ama não é tudo que a primavera trás, mas sim tudo que a primavera deixa, as boas lembranças de abraços sob o sol erguido.Ela agradece a ultima lua da estação florida a nascer, e cumprimenta o novo sol do verão, que um dia depois de muito tempo se tornará outono seu irmão, e depois finalmente o mesmo inverno, onde na verdade começa tudo que ela mais ama, esperar e ver a primavera novamente a nascer.

Inserida por Ewantuil

Ela estava sentada pensando naquele homem, como era bom tê-lo em seus braços e entre suas pernas, como era intensa e bonita e grandiosa a dança dos amantes entre eles. Ela disse a si mesma que não era apenas isso e não se tratava de danças ou de gozos, mas se tratava de algo maior e mais vital. O mundo particular que era constituído apenas de duas pessoas: ela e ele, era quase como respirar.

Inserida por BermejoAline

Princesa, acorda pra vida... se você não consegue ser feliz sozinha, não fique sentada esperando que um namoro faça isso por você…

Inserida por thisales

E sentada também.

Inserida por isabel1a

Te pedi, sentada no banquinho da varanda, te pedi olhando para o céu, para a lua e as estrelas. Te pedi, e o bom Deus resolveu me atender te trazendo de presente pra mim naquela mesma noite. Te pedi, sem mesmo saber quem era você, que era você. E você veio. Nos abraçamos ao amanhecer e desde então nos abraçamos sempre. Pois é no seu abraço que me sinto leve, livre, amada. É no seu olhar que me vejo e encontro a felicidade. Foi ao seu lado, que numa noite de estrelas minha alma brilhou, se iluminou ainda mais com seu amor. E juntos, olhávamos o céu como se tivéssemos vindo das estrelas, daquela noite, daquele mundo mágico que só encontro em você.

Inserida por RayK

Sentada no sofá da sala, entregue ao meus pensamentos viajo por lugares que desconheço mas me fascinam. Lugares que encontro em mim mesma quando viajo pelo meu eu.
Ao longe surge teu rosto em um caminho desconhecido mas sigo, sigo ao som enebriante da tua voz e de uma música que soa ao longe.
Não sei se ouço "detalhes" ou " a distância ", mas sei que me toca e me cola em você !

Inserida por LeoniaTeixeira

Sentada. penso que tudo entre eu e você poderia ser completamente diferente. Eu escondi a minha face e os meus sentimentos para que você não soubesse o quanto gosto de você por dentro.

Inserida por Fadadanoite

Aqui me encontro, sentada em uma poltrona antiga, surrada, e tomando meus fiéis companheiros de caneca.Tentando traduzir pensamentos em palavras. Fecho os olhos e somente consigo ver nós dois.Por um instante, sinto que realmente posso toca-lo novamente.Estamos eu e você a sós em um banco qualquer, a noite já se pronunciava, e não era de grande importância o horário que fosse. A importância de tudo, estava refletida em meus olhos.Tais estes que somente enxergavam os teus.Por um momento, um filme que a mais de cinco anos não era repetido em minhas remotas memórias.Tal filme que se perde em minhas expectativas, estas que somente existem na mesma memória na qual guarda seu sorriso. Este sim, repetido todos os dias, para me lembrar que não importa quanto tempo passe,sempre será o mais bonito que conheci.

Inserida por emillydamm

Olhos verdes

Sentada esperei por vc por alguns minutos, quando de repente meu celular toca e é vc chamando-me no canto da rua. Perfumada sigo, numa roupa simples, quase desleixada. ninguem poderia desconfiar de emus anseios... Senteime ao seu lado e cruzei as pernas, chamosa, falava com carinho... Ao pararmos no farol, suas mãos correm nas minhas e m,ostra-me seu entusiasmo debaixo do jeans batido... Meus olhos se perdem nos verdes dos seus... ao chegar em nosso destino, pulo em seu colo e beijo sua boca, mordo devagar seus lábios, sinto seu calor adentrar-me inteira... O fôlego é suspenso no fechar da porta, tira a roupa e me diz suave "sou seu"... Tomo coragem e vou a procurar de seu país... Nele cavalgo intensamente nas rédeas seguro firme, até vc desmanchar-se em minha boca... deliciosa tarde terminada com um laço no tênis...

Inserida por Liebenschaft

ONDE ESTÁ O CULPADO?

Sentada em minha velha poltrona ao som de sonhos vis, embriagada por um perfume barato, imagino a vida correndo lá fora, e discorro do que tento imaginar sobre o que seja... Não vejo o oxigênio, mas imagino o que ele consegue ser, através do que faz, enchendo os meus pulmões de vida, enquanto os poluo com a fumaça acinzentada que me persegue em momentos de solidão, tão parecido ao que imagino ver, pessoas franzinas andando por entre cubículos estreitos de uma viela que as levará para algum lugar, e se não levar, deitam-se por entre seus cacos e cantam alguma música cafona enquanto observam o céu, esperando ansiosamente pela noite...
Às vezes, também passo o dia esperando pela noite, somente para ver no céu, a brilhantina cabal de estrelas com olhos curiosos, enquanto imagino-me olhando-as, são as taizinhas que lá estão sempre no mesmo lugar e horário a observar o mundo sob os seus pés.
As estrelas curiosas olham estupefatas as ignorâncias mórbidas a saltarem em timbres reluzentes das valetas humanas... O ódio fede a roupa mofada no obsoleto gesto inútil do falso abraço por conveniência. Conveniência política, comercial nos passos da globalização... Uma palavra bonita, mas que possui o significado tão mesquinho ao cobrir a beleza natural daquilo que o homem não criou e sempre esteve lá, para ser apreciado, ou destruído pela fumaça imunda de meu cigarro, ou gases soltos no ar das infernais máquinas industriais de um submundo qualquer de se ganhar dinheiro.
Ah... Não tenho culpa por morrer entregue ao desleixo... Sou franzina, fraca e medíocre aos olhos do mundo... Não posso me levantar de minha velha poltrona e mudar nem mesmo o que existe dentro de mim... A ganância fétida de um dia atrás do outro... Os dias passam... Passarão a vida toda... Vou olhar para o lado para achar o culpado, ele deve estar em algum lugar... Dentro de mim, não iria se esconder, sou impotente, já pronunciei-me réu confesso com as mãos presas à corrente da cegueira, não posso mover sem perder o descanso que traz o cochilo após descarregar a lavagem de consciência... Já disse, o problema não está em mim. Já estou fazendo a minha parte tentando achar o culpado e entregá-lo à humanidade sedente de justiça com os seus dedos apontados como as armas no morro da roçinha tentando achar o culpado.
Quem quiser seguir, este rumo, pode seguir, fazendo-o com os olhos fechados, na busca do culpado das mazelas que soltam pus de um mundo pachorrento habitado tão somente por designados inocentes como a mim.
A esta altura, abraço-me às almofadas e tento me esconder para não verem em minha face sem vergonha as veredas da hipocrisia, até que meu desassossego enverga o som tímido que sai quase insignificante de minha voz... Digo – sim... Talvez eu possa ter tido alguma parcela de culpa em algum aspecto de minha vida, mesmo que mínima... Escondo-me novamente, olhando pela espreita da almofada o feixe de luz que causa fobia a minha visão turva.
Grite! Uma falta de paz inunda a arapuca armada dentro da consciência. Obedeço – Sim! Sou culpada, pronto! Pronto? Levanta daí... Faça o que pode fazer e não faz porque quer escrevinhar poesias... Escreva, vamos! Assine seu atestado de culpa, gritando em letras... Se não chegar aos becos e vielas fedidas, chegará a algum lugar que se há alfabetização... Olhos que aprenderam a ler e não crescerão ridicularizados por sua própria ação em ler o mundo entre as almofadas do meu sofá. Eles lerão, não somente o que eu queira escrever, mas saberão que nas entrelinhas existe alguém que se acovarda diante de sua oportunidade de ser melhor, diante de um mundo que poderia se tornar melhor, se ao menos eu, começasse por mim, a fazer a minha parte.

Inserida por AdrianaVargas

Amanheceu a vontade de fumar um cigarro, sentada na pontinha da janela, enquanto o vento a convidava pra um passeio no ar quente da manhã.
Então ela se sentou ali, num impulso – como quase tudo que faz – e colocou as pernas pro lado de fora, pra vê-las livres, numa dança de entrega quase completa até que a primeira lágrima caiu.
Lembrara da noite passada e de como havia falhado, mais uma vez. E daquela noite antes disso. E de uma outra…. Não conseguia mais conter seus pensamentos, que rolavam numa fusão inodora com as lágrimas, pelo corpo coberto de mágoa.
Ela tentava qualquer música pra não ouvi-los mais, tentava qualquer grito pra abafar a sanidade que lhe faltava.
Pensou no quanto tinha vontade de experimentar o silêncio e inclinou o corpo pra frente. Aquela metade precisava ir embora. Aquela metade que não era dela.
Escorregou os olhos úmidos numa tentativa de cegar as memórias, mas viu as fotografias espalhadas por todos os cantos do quarto que não seria mais seu.
Examinou o rosto de cada um que estivera presente em sua vida e, num susto, voltou o corpo pra trás com força, até cair pro lado de dentro.
O lado da vida – pensou.
Engatinhou até a cama e se escondeu entre os lençóis quentes. Podia sentir as vozes voltarem, gritando a sua covardia.
Pegou o telefone, discou um número decorado e esperou paciente pra tê-lo por perto.
Então ele disse um “oi” meio apagado pelo sono e ela era capaz de se sentir corajosa.
A Vida valia qualquer pena.

Inserida por iarllavieira

Aqui estou eu sentada sozinha
Meus pensamentos voam por ai
Sem saber para onde ir...
Sempre me sento aqui
Talvez eu me identifique com este lugar
Gosto de vir aqui para pensar
São momentos de solidão
Mas ponho em ordem meu coração

Inserida por lorylopes

Quem espera a felicidade sentada, apenas acaba por ver o próximo feliz.

Inserida por thiagoherinch

Era apenas duas da manhã e lá estava ela sentada na cama no escuro olhando para parede. Meio estranho, mas não para ela, pois naquela parede sem graça e meio escura, ela via sua vida por inteira passando em questões de minutos. À vida perfeita que sempre sonhou estava lá, e só pensava como conseguiria tirar seu sonho da parede e torná-lo real.

Inserida por marcyele

Senhor,
tenho saudades do nosso cantinho,
onde eu choro, rio, falo contigo,
onde sentada ou ajoelhada,
sinto-me muito bem,
no sacrário da minha querida igreja de Arroios,
esse cantinho muito especial,
juntinho a ti,
meu querido Jesus.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

A noite cala
Estou sentada na cama
A janela me chama
A lua canta pra mim

Inserida por juoristanio