Sentada
"Sentada na Lua, Bordando as Estrelas"
Sob o manto celestial, sento-me,
tecendo sonhos com fios de prata e ouro,
nas estrelas, refletindo meu coração.
A Lua, meu trono silente,
reflete a dor e o amor,
enquanto minhas mãos dançam,
bordando a infinitude.
Cada ponto é uma lembrança,
cada linha, uma história,
de amores perdidos e encontrados,
e sonhos imortais.
Nas estrelas, vejo rostos queridos,
de quem partiu, deixando
marcas indeléveis em meu coração.
O vento cósmico sussurra segredos,
do universo, enquanto teço
a tapeçaria do destino.
Nessa dança celestial, encontro
paz e beleza no silêncio,
que me envolve e me embala.
Quando termino o bordado,
ele se torna um reflexo
de minha alma.
Meu bem…
Eu sei que agora é aquele momento calmo do dia.
Talvez você esteja sentada, com os olhos fechados, respirando fundo antes de voltar à rotina.
E foi aí que pensei em ti.
Na paz que tua presença transmite — mesmo de longe.
E também na inquietação boa que você causa em mim…
Aquela que começa no pensamento e termina na pele, mesmo sem toque.
Te imaginei assim, entre o descanso e o movimento…
Com a mente viajando, talvez sem querer, até mim.
E se isso aconteceu, quero que saiba:
Teria parado o tempo agora, só pra te deitar no meu colo.
Beijar tua nuca com calma.
Deixar minhas mãos descansarem sobre tua cintura.
Sem dizer nada.
Porque o silêncio entre nós carrega mais tensão do que qualquer palavra.
Respira fundo…
Mas se arrepiar, é só tua imaginação me sentindo chegar.
Novas Cores
Quero ficar aqui sentada,
Entender este meu silêncio,
Esta vontade de não
querer fazer nada,
Mas odiando isso tudo
Que estou sentindo por dentro.
Lá no fundo Contudo,
Confio nesta espera
Que tanto quanto esperei,
Onde meu mundo pálido
Por um adeus flácido,
Receba novas cores e
Esgote-se em um abraço
Ou um beijo de alguém.
Jorge Jacinto da Silva Junior
E numa noite fria e incomum eu a vi sentada num barzinho sorrindo e seus olhos que ja derramaram tantas lágrimas estavam brilhantes e radiantes, me entristece saber que o motivo de seus olhares e sorrisos não serem mas meus pois lembrei de ti de todas as noites que tentei conquistar você todos os planos todas as promessas e hoje desço essa ladeira de emoções sabendo que você está feliz que seguiu em frente que voltou a sorrir.
E da vez que eu me perdi no caminho,
Só consigo lembrar de tu me sorrindo.
Sentada no portão da tua casa,
Lembro do cd de coco,
Do café caboclo...
Da vontade absurda de sentir seu gosto.
Feito fumaça no quarto fechado, tu tomou conta dos quatros cantos.
Acende a fumaça , queima a brasa,
Sou teu corpo, tua fumaça
E os cigarros foram tantos.
Ali pensando, foram tantos.
Sou teu quarto e sua fumaça.
Imensidão
Que lugar e esse, que sentada debaixo de umas das maiores arvores, no alto de uma montanha consigo ver a imensidão das águas a floresta e o ar mas puro, a calmaria a paz. Gostaria de ficar até o tempo que fosse preciso nesse lugar.
Ah! Como eu amo a Vida!
É domingo de manhã, o ar é fresco e limpo.
E eu estou sentada à mesa prestes a tomar minha primeira xícara de café.
O Café faz parte da mim, sempre tive, desde que era criança. É um conforto, um prazer, um acolhimento.
Sentada às margens da vida isonsa que levava, ela viu o bloco da alegria passando numa manhã ensolarada de Carnaval. Como se tivesse acordado de um pesadelo ela rapidamente vestiu seu melhor sorriso, misturou-se aos foliões e foi ser feliz.
Entao estava eu sentada na cadeira, pensando no amor, sendo que eu nunca amei de verdade. Então, na noite em que pensava, abri o TikTok e William Shakespeare abriu minha mente sobre o amor. E daí veio o entendimento sobre o amor. Na verdade, é um conto que, para saber descrever, você tem que passar por ele. O amor vai te decepcionar, vai te ensinar e vai olhar pra você todos os dias, então, descreva-o como ele é.
Eu sentada no sofá, cruzo minha perna esquerda sobre a minha perna direita, como se fosse "uma rede"; e fico balançando as pernas, de um lado pra outro, para meu gatinho se divertir, se aquietar, e por incrível que pareça dormir sobre elas ... O tempo passa, e eu fico pensando que "o amor é muito espontâneo", sempre encontra uma brecha, um jeito, até uma maneira inusitada, de demonstrar sua maior intensidade, afeto.
Sentada num banco de infinitas horas de silêncio.
Não, não é um castigo.
É só a necessidade de reconhecer quantas vezes forem necessárias, que eu sou a pessoa mais importante da minha vida.
Portanto, agora aqui,
sou eu comigo mesma.
Aguardando a voz que vem de dentro, com as respostas pra tantas incertezas.
Elas chegam e me dizem tantas coisas,
Me mostram tantas coisas.
Tentam me direcionar e mostrar a forma correta de organizar a bagunça que o vento faz ao passar por aqui.
E tantos ventos passaram e tantos ainda passarão.
Mas as frestas da janela
eu deixarei aberta,
ventos fazem bagunça,
mas eu necessito de ventilação.
Sentada na areia
Aguardando o meu
Pensamento voltar.
Distante ele vagueia
Sobrevoando em alto mar
Meu corpo livre
Entregue ao sol
Que me aquece e bronzeia.
A brisa leve, me arrepia
Enquanto me tateia.
Os meus cabelos soltos,
Como os pensamentos,
Se despenteiam...
Liberdade de pensar e sentir
Que me norteiam
E eu permito por amar essa sensação.
só me funciono por completo quando sentada nas asas da lua, me debruço sozinha em meus devaneios e me vejo um novo ser em cada utopia.
Quando a minha mente se perder do amor, sentada em meu quarto, arrombe o quarto, meu Deus, e segure na minha mão, meu Deus
Na escuridão da noite, me pego sentada na cama, olhando pela minha janela, pensando na minha vida e em como ela seria se você não estivesse nela.
O que me vai na alma
Sentada no peitoril do Mundo,
O meu olhar vela-se de descontentamento.
No meu íntimo, sinto um aperto profundo:
Ao longe, há bombas, choros e sofrimento...
Quem ousa assim ceifar Vida humana?!
Quem faz dos mísseis um mero joguete?!
Habitará, nessa criatura, uma mente insana
E, nesse pulsar, um horrível diabrete!!
O que me vai na alma é revolta e tristeza
E uma impotência atroz incontrolável
Pois, a cada instante, cresce a maldita avareza
Desse monstro horrendo e implacável.
Urge acabar com este terrível flagelo
Para virar tal página negra da História,
Quebrar os fios de arame deste novelo
E ao Bem aclamar a sua justa Vitória!
Mundo, ajuda esta extraórdinária nação
A construir um novo destino de confiança!
Mundo. estende a tua preciosa mão,
Para que, de entre as cinzas, renasça a Esperança!
CrisAlma, abril 2022
“Pude ver naquele céu rosado de fim de tarde, sentada nas pedras à beira do lago, o quanto tenho que ser grata a Deus pelas maravilhas que me tem feito. Quanta beleza havia naquele céu. Sim, o mesmo céu que vejo todos os dias. Em todos os lugares. Mas nem todos os dias o enxergo como naquela tarde. Estava concentrada. Com meus olhos fixos naquelas nuvens bagunçadas. E vendo aquelas aves sobrevoarem tão livremente. Deus. Como és perfeito. E como sou imperfeita. Que tenho todos os dias esse mesmo céu ao meu dispor, e quase nunca o exergo. Quase nunca tenho tempo pra isso. Perdoa-me. Eu te amo.”
Estava sentada perto da escrivaninha, na parte mais escura do meu quarto. Onde só uma pequena parte das minhas pernas conseguiam sentir o calor do sol. Fazia um dia tipico de verão na cidade. E era naqueles momentos que me batiam uma enorme saudade do tempo em que morava no Sul. Era uma sexta-feira em si comum, tirando a parte que você estava chegando mais cedo em casa. Descontando sua raiva em tudo que via pela frente, era claro no seu olhar , ver o quanto você estava nervoso. Já estava acostumava a servi como ”saco de pancadas” mas dessa vez ia ser diferente. Estava cansada, e não iria aceitar seus insultos.
Como de costume você começo a falar palavras absurdas, a me jogar coisas na cara, a me criticar e por fim , como sempre conseguiu finalmente me magoar. Você nunca fez o tipo de pessoa em que se preocupava com o peso das palavras. Mas essa iria ser a ultima vez que iria chorar por sua causa, por causa de suas palavras. Ia ser o ultimo dia que ia guarda tudo para mim e fingir que não tinha escutando nada. Descarreguei todas as palavras presas aqui dentro, desatei aquele nó na garganta que a tempos me incomodava toda hora que ia pronunciar seu nome. Mostrei pra você como as palavras tinham força, fiz você provar do seu próprio veneno. É amargo não é mesmo? Mas um dia ia terminando, e como sempre iria ser um pra cada canto, de cara emburrada e magoados.. Mas depois de meia hora já estamos em cima da cama, um dando prazer pro outro. Somos assim. Brigamos, batemos a porta e saimos dizendo que só voltaremos para pegar as nossas coisas, mas sempre ficamos. Somos assim e quem é que pode nos mudar se por vontade própria não conseguimos? Talvez seja você o meu problema, ou seria eu o teu? A verdade é que somos complicados, e não tem quem nos mude, somos o inverso, o contra, o errado, o avesso. Somos tudo de ruim, mas somos melhores juntos, lembra? Somos assim. Dizemos que acabou, que não voltaremos nunca mais, mas você sabe… sempre voltamos. Somos assim.
- Querendo ou não a gente sempre se reconcilia.
