Sempre Precisamos de um Amigo Brincalhao
" Sempre mantenha sua personalidade, essa é a essência de sua alma, quando se perde ela, você se torna um nada. Tenha sempre coragem para lidar com as consequecias, é o caminho que te torna Único no Mundo."
Antes de você dizer que vai amar alguém pra sempre, você precisa saber de duas coisas;
O que é amar, e quanto tempo é pra sempre!
Vejo cada coisa que me faço a pergunta: Qual o lado positivo em ser a OUTRA?. Em ser sempre segunda opção? Sendo que só pode ficar as escondidas, jamais será apresentada a família, na hora de falar aos amigos será sempre a OUTRA, quem vai ganhar presente no dia dos namorados? não vai ser você, aquela viagem de fim de ano, uma volta de mãos dadas, um churrasco em casais, uma festa de casamento, em fim, várias e várias situações. Vai ser sempre um objeto oculto, respeie-se e ganhe respeito, quem sabe não venha a ser a ser primeira opção de alguém.
Mude enquanto é tempo antes que você perde o que você tinha, uma pessoa que sempre te deu valor e que nem uma vai te da valor a você como eu te dei
" Algo aconteceu, não sei, a verdade é que eu sempre estive feliz, só não sabia como aproveitar isso e talvez adorasse sentir um pouco de dor e saber que sim, eu poderia chorar sem parar por horas e horas, mas hoje eu vejo que foram lágrimas bobas, dispersas pelo meu rosto, estragando minutos e minutos de maquiagem em frente ao espelho. Chorar! Confesso, eu gosto da emoção, chorar de raiva, de felicidade, mas não de tristeza. Quais os motivos que eu tenho pra ficar triste? Ah, lembrei! Os mesmos motivos de sempre: os que eu invento. Tudo coisa do meu fantástico mundo, tristeza é algo irrisório e trágico. Hoje quando acordei cheguei a essa conclusão: É, eu sempre estive feliz e motivo nenhum é suficiente pra alternar meu humor ou significante demais para eu eu permita tal. Tudo é questão de querer, o poder habita em mim, demorei, mas descobri, sou dona de mim, dos meus ideais, e eu sou quem mando em minha mente e não ao contrário! E aos 35 quem sabe eu mude de ideia e esteja afundada em lamentações de que eu poderia ter tudo diferente, só que não. rs! Dane-se meus 35 anos, deixa eu ir ali, viver meus 24, já que daqui a uns minutos, eu não sei o que o cara lá em cima vai me aprontar"
A humanidade não ver os problemas de uma só pessoa, dos que estão sempre perto, os que estão lado a lado, e quando se precisa de um só amparo, nesse momento somos sempre palhaço a procura de plateia.
Eu tenho uma imensa dificuldade em aceitar o que é novo. Nem sempre mudanças são bem vindas. Gosto de tudo certinho. Tudo normal. Gosto de estabilidade. De segurança. De comodidade. Não reajo bem à mudanças e afins. Novidade pra mim só se de cara for pra melhor. Só se de fato for bom no exato momento. Esperar? Também não gosto. Eu sou assim, fazer o que?! Gosto de ver o resultado na mesma hora. Até sou paciente, mas tem horas que não dá pra ser de forma alguma. Por tanto eu quero aquilo e eu quero é já, antes que mude.
O meu problema é que sempre fui movida pela razão, e não pelo coração. Esse modo sempre me manteve viva por enquanto, mais não completa.
legi4o
Hey Princesa, trate de NUNCA MAIS abaixar a cabeça ! Mantenha a cabeça SEMPRE erguida. Pessoas fortes fazem isso, e por mais que você se sinta como uma bolha de sabão por dentro, você deve mostrar as outras pessoas que você é um tanque de guerra, mesmo sendo só por fora !
Por quê será que você sempre pede algo á Deus e ganha outra coisa? Porque você não sabe o que pede, mas Deus sabe o que você merece e o melhor pra você.
(...) Estamos quase sempre pela metade, quase nunca satisfeitos e de repente tão acomodados que expressamos nossas resposta, críticas e opiniões com um duvidoso MAIS OU MENOS.
Mais ou menos respondemos, mais ou menos estamos, mais ou menos sentimos, mais ou menos dormimos, mais ou menos terminamos, mais ou menos calamos, mais ou menos realizamos, mais ou
menos dizemos, mais ou menos falhamos, mais ou menos afirmamos, mais ou menos nos entregamos, mais ou menos acertamos, mais ou menos negamos, mais ou menos questionamos, mais ou menos queremos, mais ou menos não gostamos, mais ou menos assumimos, mais ou menos desabafamos, mais ou menos repudiamos, mais ou menos somos. Isso tudo, entre outros mais e menos do cotidiano.
Ficamos sempre em cima do muro. Não sei se por medo, preguiça ou se simplesmente por pura indecisão. Acho que chegou a hora de se livrar desse ciclo vicioso que nos prende ao calcanhar, quebrar correntes, fechar a cota do meio termo da vida, tomar atitudes inteiras, decisivas e que fujam de ímpeto duvidoso. Hoje e agora.
Claro que não é só a síndrome do "mais ou menos" o mal desta geração, quando se trata de certas vontades, há uma verdadeira inquietação pela opção do "tanto faz", mas isso deixarei para falar depois, amanhã ou semana que vem... Tanto faz.
Sempre está certo , sempre está errado.
Parece sempre tão fascinante, inédito. Cada cabeça tem o seu nó na garganta , então deixemos tudo como uma velha lembrança, seja como for tem sempre algo mais. Deixa pra lá, temos um futuro museu de grandes novidades para se explorar.
Já estamos acostumados a morder e não querer ser mordido,
A limpar a casa por fora e por dentro deixar ao acaso ... E isso é tão imperfeito.
Se o "felizes para sempre" eu ainda estaria segurando vc assim .
E todos esses contos de fadas são cheios de besteira.
Mais uma canção de amor e estarei de saco cheio.
O tempo sempre te trouxe as melhores coisas da vida, porque então correr atrás de algumas não tão importantes assim? Mais vale um sentimento que um relacionamento.
A gente conhece as pessoas mas nem sempre sabe da sua origem.
Outro dia escrevi do meu avô, imigrante espanhol e cujo primeiro emprego foi ser carvoeiro, chegando exclusivamente pelo árduo trabalho, a ser um dos maiores latifundiários do Brasil.
Nos dias seguintes tive uma torrente de lembranças dele, do meu pai, da minha mãe e especialmente da minha avó materna Rosa de Andrade Pacheco.
Dona Rosinha como era chamada, teve quinze filhos, dos quais doze sobreviveram. Acho que foi um recorde para a época onde a mortalidade infantil era enorme. Minha mãe filha mais velha, tem hoje 92 anos de idade e vários tios e tias estão vivos.
Dona Rosinha era quase venerada por todos que a conheciam. Depois do segundo ou terceiro incêndio que destruiu a marcenaria do meu avô, deixando-o depressivo e praticamente inabilitado para o trabalho, arregaçou as mangas e com forças tiradas de não sei onde, transformou a casa onde morava e outra que herdara da mãe, em casas de cômodos, as quais alguns mal educados e deselegantes chamavam na época de cortiços.
Com a renda dos aluguéis sustentou e formou todos os filhos, tendo como peculiaridade a formação musical da maioria no Conservatório Musical e Dramático de São Paulo, coisa que não era para muitos na época.
Não eram tempos fáceis como me contou minha mãe, mas a vó Rosinha conseguiu agregar toda a família e a sua casa era o porto seguro, o lugar onde mesmo depois de casados, filhos, filhas e netos se reuniam em almoços, festas de aniversario e especialmente no Natal, na Rua Sergipe 248, endereço nobre em Higienópolis, casa que ela comprou depois que as coisas melhoraram e ela ficou até bem de vida, tendo reformado e transformado o casarão imenso num belo palacete.
Cheguei a morar com a vó Rosinha por uns seis meses porque minha mãe, acometida por uma nefrite, ficou imóvel na cama, e essa lhes pareceu a melhor solução, uma vez que eu estudava no Colégio Rio Branco, apenas três ou quatro quadras da casa da vó.
Depois que meu avô morreu e ele morreu cedo, acho que com uns cinquenta anos, minha vó e as filhas mantiveram um longo luto, vestindo-se de preto por pelo menos um ano, como era costume na época. Eu tinha quatorze anos.
Terminado o luto, e é dessa época que eu me lembro. A casa estava sempre em festa, abastecida de comida e cheia de visitas. Familiares e amigos e amigas dos filhos vinham visitar a Dona Rosinha com um carinho memorável, uma vez que ela participou ativamente na formação de todos e a todos dava conselhos, atenção e carinho.
Dona Rosinha morreu cercada da família que criou e manteve agregada. A família amparou-a na velhice e até que o casarão da Rua Sergipe desse lugar a um luxuoso prédio, a família ainda se reuniu lá por um tempo.
Tenho saudades da lembrança do que é uma família grande e unida, coisa que hoje em dia pouco se vê.
Temos a impressão que o tempo voa! O dia... A semana...
O mês... O ano... A VIDA.
Porque sempre estamos focando o amanhã e deixando o presente para os outros...
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