Selva
Abro todo meu coração para ventilar os sentimentos que vivem em meio à selva sem saída que não encontra retribuição para com minhas certezas;
Tento me livrar de toda a mágoa que não deixa minhas feridas cicatrizar, mas não me entrego e não retrocedo nunca o meu caminho;
Mas também sei que minha luz inundará toda minha escuridão e me tirará da solidão, pois minhas verdades constroem meus sonhos e fazem-nos reais;
Meu espelho reflete meus sonhos reais esbanjando vitoria e alegria no qual me move ao meu florescer;
As pessoas me vêem pequeno, mas sei também que meus pensamentos são infinitos e ilimitáveis para com o meu coração;
Não tenho culpa se meu coração virou uma selva hostil, culpado foram os tornados que passaram por aqui, a calmaria que surge depois nem sempre será sinônimo de tranquilidade
Somos suscetíveis às influências do meio em que vivemos. A vida é uma selva, e nossa sobrevivência está intimamente ligada à capacidade que temos de se adaptar a este meio.
Me entende
Eu caminho só, mas não estou sozinho.
Ando em meio à selva de concreto e fios
Eu caminho só, mas não estou sozinho.
Ando em meio à selva, mas não piso em espinhos.
Na minha caminhada os perigos são constantes
Pouco se sente o perfume das rosas
Só o cheiro violenta da pólvora, esta no ar.
Meu passado, meu futuro e agora onde estou
É presente, estou a presenciar, um homem
Com muitos sonhos e poucas chances de realizar
Sou a ditadura e não o ditador sou vivo e não a vida
Sou o efeito e não a causa, sou o capricho da alma
De um louco, que sonha que com esforço realizar
Seus sonhos sou a amargura de um jovem que perdeu
O primeiro amor, que é ditado a sofrer, vive por viver
Causando a dor, você entende o que eu sou?
Já quiseste ser livre, pra se prender a alguém?
Já sofreu o mal de quem chamou de ‘meu bem’?
Se sim, eu quero te dizer, eu também te entendo
Só escrevi essas coisas, pra você poder me entender
Que quando eu fico altas horas acordado
Não é pensando em mim, é pensando em você.
SE
Se, perdido na selva dos homens me vejo
Solitário em meio a presenças sem sentido.
Se, achado por um coração antes adorado e por tempos longe
O Se agora sim e não mais o Se,
Tornou-se meu ponto de referência
O monte alto. de onde me acho nessa selva de homens,
O Se dá lugar para o coração que me achou!
Hoje eu acordei querendo ver o mar, mas eu moro bem no meio de uma selva de pedra!
Hoje eu queria ter asas, para voar ao topo da mais alta montanha em frente ao mar, e ali ficar ouvindo o som das águas, sentindo o vento enxugar as minhas lágrimas...
Louco é aquele que se permite ser ele mesmo, nessa selva de falsidades e decepções. Hoje eu digo, mantenha-se lúcido.
Enquanto muitos já estão dentro de uma selva cheia de criaturas anonimas a procura de uma felicidade,outros ainda nem se quer tomaram coragem de enfrentá-la,pobres coitados,foram nomeados de GUERREIROS,e ainda não se descobriram
Amanheceu, na selva de pedra e o rugir do leão ecoa em cada ser, individualmente, ironicamente ninguém escuta. Os leões da selva de pedra gritam mais que qualquer outro, gritam forte. Um bramir imaculado, gritam por liberdade, gritam para dentro dando voz ao interior. E nesse ritmo a selva de pedra cria em cada um o seu mundo particular, e o leão (preso, não cabe na selva, não cabe no mundo) ainda quer se libertar!
Morar longe da selva da pedras te deixa sempre mais perto de algo significativamente maior que a cidade grande.
E na Selva de Pedra
Há falsos brilhantes e luz escondida.
Há muitos solitários acompanhados.
Há celebração utópica de vida em sepulcros caiados.
Há corpos de estômago farto, de alma faminta.
Há juras de amor em janelas mecânicas,
e corações torturados pelo nada.
Há medo de partir e deixar tesouros perecíveis,
Mas o medo que impede é o mesmo
Que dá coragem para silenciar em morte sonhos de luta.
Há jovens velhos e velhos jovens.
Há sangue de resistência e cale-se da impunidade.
Há rios que não matam a sede;
Sua fonte é a amargura, lágrimas que levam a dor daqueles que tiveram sua alma e esperança despedaçadas.
Há nascer e renascer.
Há morrer e deixar de existir.
E na Selva de Pedra...
Música Africana expressando a alegria,sons da selva ou musica Celta expressando coisas das florestas na Cornualha etc....Ou Vivaldi com os coloridos da primavera,Mozart com seu Requiem,macha fúnebre ou Lizst com a agitação de Torquato Tasso.Porém a musica popular diferente da Erudita ou folclórica expressa o cotidiano sentimento e vivencias de cada grupo social.....seja underground más não Mainstream..
