Segundo Minuto Hora dia Semana ano Eternidade
PENSAMENTO MOTIVACIONAL PARA TODOS OS DIAS DO ANO
"Estou como cavalo em Parada de 07 de Setembro:
cagando, andando e sendo aplaudido"
OBRIGAÇÃO MORAL: "A cada ano que passamos, postergando aquilo que a gente deve, nossa consciência moral nos informa que já pagamos com o dobro, o que a gente ainda está devendo!!!" (Victor Antunes)
O que são 30 anos?
30 anos é já muito tempo…
Com 30 anos já se pode ser pai ou mãe.
Com 30 anos já se pode ser alguém
Que dá o exemplo, que mostra ter vontade
De amar realmente de verdade.
30 anos: 30 anos de conquistas, de derrotas,
De aprendizagens mais criativas, mais graciosas,
Algumas lentas, outras mais dispendiosas.
30 anos de vida carinhosa, 30 anos vividos a sonhar:
com 30 anos como irei estar?
Tanto sonho, tanta efeméride.
Tanto ano que passou, tanto sonho se criou
Para agora se dizer: a minha idade de 30 anos enfim chegou.
Enfim, enfim, 30 anos. Cá estou eu para os viver
Desistir é algo a não fazer
Pois o mais importante é o ser e não o parecer.
AS ESTAÇÕES DO ANO E AS FASES DA VIDA HUMANA
1. Primavera: É a fase da infância e adolescência, predomina a aprendizagem.
2. Verão: É a fase da juventude e adulta, predomina a ação.
3. Outono: É a fase idosa, predomina a reflexão.
4. Inverno: É a fase da velhice, predomina o repouso.
Esses períodos aplicam-se quer ao longo de um dia, quer ao longo da vida de uma pessoa e até mesmo ao longo da evolução humana!
sabe aquela clareza que tínhamos quando éramos criança ao 1 ano de idade, sabe aquele momento que não existe a rocha nas costas ? é...sinto saudade disso, foi o momento em carne que mais me aproximei de santidade e inocência, cara eu só quero estar com Deus, que droga...é tarde de mais.
DEUS E O DIABO
Era manhã de setembro, o ano, dois mil e dezoito, a cidadezinha Aroeiras, lá no semiárido paraibano aonde o urbano, de maneira ainda tímida e conveniente, se mistura ao rural. No entanto, acolhedora e de clima ameno, com suas casinhas simples e modelo arquitetônico antigo em sua maioria. Permite-nos sentir o frio brando que surge das colinas, e traz consigo o cheiro orvalhado das aroeiras, árvore nativa da região - em situação de quase extinção pela racionalidade desta vida líquida, que insiste mesmo nos mais longínquos rincões, plasmar seus caracteres de modernidade. Subvertendo a solidez de uma vida ingênua e autêntica que nos faz fluir muita saudade.
Portanto, foi neste cenário de auspiciosa beleza que estava ali, eu, naquela manhã de setembro, de fronte à pequenina e graciosa igreja matriz, pintada em cores de azul celeste e decorada com luzes natalinas. Sobre ela, destacava-se um grande relógio frontal em algarismos romano, no qual podia se ver a hora (06h00) e edificada, quiçá, a propósito, sob arquitetura neoclássica do século XIX.
Ao horizonte, contemplavam-se suas lindas colinas emolduradas por frondosos ipês que, por sua vez, entapetavam suas serras deixando-as parecer uma aquarela e, poucas viçosas aroeiras quase extintas pela ação irracional do homem. Seus casebres multicoloridos, ao pé da serra, lembravam com alegria as pinturas de Tarsila do Amaral, ali, permanecia eu à espera da condução. Logo chegara, aos poucos, outros indivíduos entre eles, algumas mulheres, quase todas acompanhadas de crianças de colo, alguns rapazolas, um que apresentava sintomas de embriaguez alcoólica e trazia consigo um cão magro e aparentemente faminto, amarrado ao cós de sua calça e que não fora rechaçada sua entrada naquela condução pelo jovem condutor - como se aquilo fosse uma ordem corriqueira - por fim, dois senhores não bem vestidos, ou em trajes campesino, de idade mais avançada, que como eu também pretendia imprimir viagem a seus respectivos destinos.
E, talvez, por um proposito místico, só ali se encontrava todos os dias apenas àquele horário. Era domingo, manhã de primavera e após alguns minutos dava pra ver a chegada do tão esperado transporte, um ônibus de aparência um pouco antiga, que trazia as cores da bandeira brasileira como pintura e, o sugestivo ou irônico nome de “Novo Horizonte”. Ao adentrar na condução - veículo coletivo de passageiros -, éramos recebidos por um jovem condutor de boas feições e que nos recebe cordialmente nos desejando um bom dia sorridentemente. Ali começo a deixar para trás um quadro de múltipla beleza, que logo se perde ao horizonte e que viajou comigo para a vida.
Todavia, quase que de maneira abrupta, sentam-se nas poltronas à minha esquerda, aqueles dois últimos personagens que viriam marcar presença nesta narrativa que proponho encetar. O primeiro, talvez mais velho, de fala frouxa e carisma aflorado. O segundo, um pouco mais novo, franzino, contido e um pouco recluso, ambos de pele negra. E apresentavam possuir idade bastante avançada, cabelos grisalhos, barba por fazer e olhos embaciados, seus rostos ressequidos, enrugados, talvez nem possuíssem a idade a demostrar.
Se não fosse a paga pela insensatez desta vida líquida na qual vivemos, para citar o sociólogo Zygmunt Bauman. No âmbito da viagem, eu observava ligeiramente que os demais sujeitos no interior daquele ambiente pareciam alheios àquela narrativa que iria se iniciar, porém, mesmo que involuntariamente, eram parte integrante da história, uma vez que se dispunham a dialogar com a bela paisagem que ligeiramente passávamos por ela sem despercebe-la haja vista estarmos em uma manhã de primavera, o que tornava a aridez do lugar mais sútil e deixava aflorar a beleza dos campos e de seus ipês e flamboaiã, que mitigavam o sofrimento daqueles atores. E por ser um bioma propício à criação do gado caprino, meus olhos também brilhavam ao ver os rebanhos que se integravam ao verde dos campos e que fazia o nosso protagonista se orgulhar em mostrar, lhe absolvendo do espectro de sua dolosa infância.
A priori, meu olhar se reporta apenas a observar a presença daqueles sujeitos, que se juntam aos poucos passageiros existentes naquele humilde veículo, que corriqueiramente faz aquele percurso todos os dias, e volto a navegar pela internet como se aqueles atores não estivessem mais ali.
O barulho que se ouvia era apenas do motor. Momento em que é rompido o silêncio para dar início a um diálogo fantástico, homérico. Ao qual nem mesmo a minha atenção à modernidade patente, que consome a humanidade, navegando pela internet, me fez desviar a atenção àqueles dois personagens cativantes que se faziam presentes ali em minha frente.
Doravante, passei a ser mero espectador de um novo cenário. Ou de uma das mais românticas e tênues narrativas de vida de um ser vivente. Aquele que eu entendia naquele momento, ser ele, o principal personagem dessa mágica história, dessa odisseia tupiniquim.
Concomitantemente, inicia-se a narrativa àquela que segundo ele, seria a maior aventura de sua vida. Não obstante, inicia sua fala dizendo que, quando criança, queria ser cangaceiro rompendo o silêncio de seu amigo ao lado que aparentemente atônito, lhe indagou:
- Cangaceiro?!
E com uma larga gargalhada, Biu, que a essa atura já havia propagado sua graça para que todos ouvissem no ambiente, respondeu:
- Cangaceiro sim!
Neste instante dediquei toda minha atenção àquela conversa, embora os demais passageiros apenas imprimissem um brando riso, eu estava encantado porque queria intensamente saber a razão daquela vocação.
Sem pestanejar, Biu tira de dentro de uma sacola de pano, que conduzia a tira colo, alguns cordéis alusivos a Lampião e ao cangaço, logo começa a declamar para seu par, por assim dizer. Em dado momento ele começa a ler um folhetim intitulado “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, para lembrar o filme de Glauber Rocha, aquilo cada vez mais me desperta curiosidade em saber quem era aquele senhor e aonde ele queria chegar com aquela prosa.
A essa altura a viagem já havia se estendido por quase uma hora, e eu começo a manifestar o medo de não poder assistir ou participar do desfecho daquela imensurável narrativa, uma vez que eu, ou aqueles atores sociais, chegaria a seu destino final e, talvez, nunca mais nos víssemos.
Sem querer me tornar um intruso, ergo a cabeça em sua direção e quebro meu silêncio, com todo cuidado peço licença.
- Seu Biu!
Logo ele refuta:
- Como sabe meu nome? - sorrindo brandamente eu respondo: - Ora, o senhor falou para todo mundo ouvir.
Também com um breve sorriso ele diz:
- Foi mesmo, qual é a vossa graça?
Ele pergunta e lhes digo meu nome.
- E vosmecê quer saber o que?
Neste momento, a prosa deixa a direção do seu amigo ao lado que visivelmente se recolhe à sua timidez, e se direciona a mim que lhe respondo:
- Bom, eu já ouvi o senhor declamar e aclamar Lampião e o cangaço, e mais, falou para seu amigo que queria ser cangaceiro quando era menino. Por quê?
- Ah, meu fie! É cumprida essa história, meu fie! - olha para mim com olhar de desconfiança, quase assustado e diz:
- Vosmecê também gosta dele? E por que quer saber? É da puliça ou da reportage?
- Não senhor, nenhum desses, mas fiquei muito curioso com sua prosa. Não se preocupe eu sou de paz.
- E o que faz aqui por essas bandas e de onde vem? - pergunta ele.
- Sou brejeiro de Esperança e trabalho aqui na cidade!
- Meu rapaz, - em tom mais ameno -, essa história é muito enfadonha e vou ficar logo aí na frente, não vai dá tempo de contar até o final.
Fiquei meio desolado e ele percebeu.
- Mas vamos lá! - disse ele -, desde que eu era pequeno que eu gosto de ler cordel, aprendi quase sozinho, foi minha mãe que ensinou a cartilha, aí eu aprendi o resto sozinho. Eu ia com meu pai para a feira de Arco Verde, no sertão do Moxotó, e via os cantadores declamar a história de Lampião, que ele era justiceiro pela morte da família matada pelos senhores.
Já me sentindo familiarizado pergunto:
- E foi só por isso que você queria ser como ele?
- Não! - e deixou transparecer em seu rosto sofrido um sentimento de muita angustia e revolta -, quando eu era pequenino meu falecido pai...
E um breve silêncio ecoa. Baixa a cabeça e com a voz embargada e os olhos lacrimejantes, por um instante levanta a cabeça e respira fundo...
- Quando menino morava com meus pais e irmãos, três homens e duas mulheres, papai trabalhava na roça de cana de açúcar no sertão de Pernambuco e nosso patrão era muito ruim, papai trabalhava como um burro e ganhava quase nada, só dava para a gente mal comer, eu era o mais velho dos meus irmãos e ele me explorava como escravo me humilhava muito, só me chamava de caboclo feio, dizia que nós éramos abandonados de Deus porque Deus só existia para ele, que Deus dava riqueza só aos escolhidos, e a nós sobrava apenas serem seus servos. E meu pai, talvez por medo dele, dizia que tudo isso era verdade quando eu lhe perguntava. Teve um tempo, moço, que eu até achei que Deus não era bom como se dizia, só depois que eu fiquei grande é que eu vi que Deus não mandava maltratar a gente, e que tudo aquilo que ele tinha era roubado do meu pai e dos outros trabalhadores que ele explorava. E que o mundo e as coisas boas do mundo, que estavam nas mãos dele não eram dele dada por Deus, e que ele não era escolhido de Deus por que assim Deus não era justo nem piedoso. Foi por isso que eu, ainda criança, comecei a imaginar em ser como Lampião e fazer justiça pela minha família e de todos que eram explorados naquele sertão. Mas eu vou ter que descer aí na frente vou passar o dia no meu pedacinho de terra, onde eu passo o dia todo, toda semana.
- Seu Biu, mas o senhor não falou do senhor, sua família hoje?
Com uma boa gargalhada finalizou me convidando para conhecer seu sítio e prosear melhor. muito da sua prosa! Mas tem muito mais coisas sobre meu sertão, sobre minha vida, meu caminho até aqui, como nós saímos daquele sofrimento para uma vida menos sofrida, mas que eu sei, não é isso o que Deus quer para seus filhos.
E eu, quase em êxtase, por estar fazendo parte daquela narrativa, alimentava o sentimento de que começava ali o caminho para pedras e eu ia ser conhecedor de toda a história daquele Rei, rei do cangaço, rei da resistência contra-hegemônica.
Por fim, grandiosa e cintilante era minha frustração, aqueles atores pedem parada e se embrenham mata adentro e nunca mais os verei para concluir sua saga. Ao voltar nesta busca descobri que Biu havia falecido acometido da Covd-19 em dois mil e vinte, e seu amigo, que fiquei sem saber sua graça, encontra-se em lugar incerto e não sabido. Mesmo assim, não desistirei jamais de procurar por seus filhos que são três, segundo pessoas da comunidade, duas mulheres e um homem, mas que não moram mais no mesmo lugar e que após a morte do Biu de Nicola, como passei a chamá-lo, construíram suas vidas e trilharam caminhos distintos.
Araucária , árvore de beleza extraordinária
Não só beleza, mas também resistência
Há milhoes de anos a árvore
vem procurando resistir ao machado do homem .
Araucária de crescimento vertical
Acaba por tombar na horizontal
dá espaço a cidades que crescem na vertical.
Mitigadas todas pela ação do homem
Araucária bela e de grande utilidade
aos homens e animais
Tanto como alimento , lenho ou emprego medicinal
Araucária bela , elegante , altíssima
Sua copa piramidal chega beijar o céu
Araucária verde , espinhosa , mas de beleza impar
quisera ser um pássaro, em sua copa me alojar
das alturas observar a beleza universal.
postado e escrito por
editelima
A melhor sensação era de andar de bicicleta com você
Naquele asfalto
Naquela rua
Naquele ano
Naquele dia
Com você<3
~Luna
Por esses dias devo completar um ano.
Um ano da melhor escolha da minha vida
Um ano que a paz enfim reinou, na minha casa e no meu coração
Um ano sem medo, sem aflição
Um ano de novos rumos, nova vida, nova visão
Um ano de alegria, riso e amor no coração
Um ano de autocuidado, foco e determinação
Um ano... e tanta coisa mudou
Um ano... e parece que o tempo parou
Um ano... de vida
Um ano... de realizações
Um ano... apenas
MENSAGEM DE ANO NOVO
1-TENHA FÉ
Mesmo que você não acredite em Deus, acredite em dias melhores, acredite que você pode, que você vai alcançar os seus objetivos, acredite que vai conseguir, mantenha-se crendo que vai atingir as suas metas.
2- TENHA ATITUDES DE MUDANÇAS
Procure mudar as suas atitudes, ano velho, velhas atitudes, ano novo, atitudes novas e melhores, atitudes com mais qualidades. A atitude tem a ver com movimento, com ações. Faça acontecer, não fique esperando cair do céu. Tudo começa com atitudes de mudanças, começa na mente e termina com a concretização. Coloque em prática, estude mais, leia mais, trabalhe mais, planeje, organize-se, pense em coisas positivas e procure ser uma pessoa melhor em tudo, na forma de falar, de pensar, de agir, de cantar, e em todas as áreas e de todas as formas.
3-APERFEIÇOE-SE COMO SER HUMANO
Tente melhorar um pouco mais, pelo ao menos tente. Busque o aperfeiçoamento pessoal. Tente ser mais gentil, mais solidário, tente ser mais bondoso, persistente, tente ser um melhor pai, melhor mãe, melhor tio, melhor professor, melhor profissional, tente ser um amigo melhor, um vizinho melhor. Tente pelo ao menos, deseje o aprimoramento e desenvolvimento pessoal. Podemos ser melhores a cada dia, lembre-se ano novo, ser humano melhor, um novo ser humano, um ser humano aperfeiçoado em tudo. Queria isto.
4-DEIXE AS VELHAS LEMBRANÇAS PARA O ANO VELHO
As velhas mágoas, ressentimentos, inimizades, tristezas, erros, fracassos e outros sentimentos negativos lá no ano velho, no ano que passou, tenha um vida nova, ano novo, vida nova, vida com ótimas virtudes e ótimos sentimentos, sentimentos positivos.
Desejo à você, à sua família, amigos e vizinhos, um ótimo e felicíssimo ano novo, cheio de paz, amor, alegria, harmonia, esperança, perseverança, fé, perdão e demais virtudes que vem do alto, e que Cristo Jesus ilumine você e à todos. Um forte abraço!
Márcio de Medeiros
2020
O ano em que não só aprendemos a usar a máscara, mas a reconhecer um sorriso expresso no olhar.
2020
O ano em que não só aprendemos a tirar os sapatos, mas a deixar impurezas e preocupações do lado de fora.
2020
O ano em que não só fizemos distanciamento social, mas aproximamos corações e mentes a favor da vida.
2020
O ano em que percebemos que o mundo tem muito ruído e que muitas vezes será preciso dar espaço, desligar o microfone e ouvir mais os outros para que a vida flua.
Felizmente 2020 está no fim (pegou o corona...)
Este ano passou rapidinho demais de conta, e o Natal já está aí...
Vamos pensar em algo de bom...
Pelo menos no Natal podemos tentar faze-lo...
UMA MEDITAÇÃO NATALINA
Marcial Salaverry
Neste Natal, vamos esquecer lamentos,
concentrando-nos em bons pensamentos...
Espalhar amor, carinho, amizade,
a quem tem necessidade...
Assim vamos espalhar fraternidade,
para melhor enfrentar esta calamidade...
E assim, acharmos a verdadeira felicidade...
Para nosso Aniversariante,
vamos oferecer paz o bastante...
Esta oferta de paz,
quem de recebe-la for capaz,
sentirá a doce emoção
de paz em seu coração...
Nosso querido Aniversariante
quer um presente bem simples...
Quer apenas Paz e Amor,
com bastante fé e calor...
Paz e amor, com toda certeza,
trazem à vida mais beleza...
Nem todos assim pensam, infelizmente,
e pensam em maldades tão somente...
Vamos esquecer tais pensamentos,
que só provocam lamentos...
Vamos esquecer certas "manifestações",
e mais ainda os tais "pancadões"...
Vamos procurar curtir nossos lares,
em clima de AMIZADE, LUZ, PAZ, AMOR,
e assim vamos abrir nossa alma e coração,
para bem festejar nosso querido Amigão...
Marcial Salaverry
Embora não costume cair neve aqui nesta época do ano,
não custa imaginar que podemos ter um Natal Branco e sem corona...
Sonhemos, pois...
Ósculos e amplexos,
Marcial
VAMOS TER NOSSO NATAL BRANCO
Marcial Salaverry
É fato que está quase chegando o tão esperado Dia de Natal, e fica em nossa retina a imagem que desde criança sempre nos foi apresentada de um Natal com neve por toda a parte, aquele famoso Natal Branco, que jamais tivemos aqui, mas analisando bem, na verdade verdadeira, podemos ter aqui um Natal Branco...
Claro que eu sei que não temos neve aqui, mas apesar de não a termos, podemos muito bem ter um White Christmas, e vamos entender como isso será possível, e certamente fará muito bem para nossa alma, e para todos aqueles que pensarem igual...
A cor branca não simboliza a paz? Então, com muita paz no coração, poderemos ter um Natal Branco, o que seria uma bela emoção... Como conseguir ter paz no coração? Parece ser impossível, pois essa violência que campeia aí por fora, realmente complica, e assusta muito, e ainda mais chegaram coisas lá de longe para nos assustar mais ainda... Mas a verdade é que podemos fazer pelo menos a nossa parte, usando a imaginação e tendo da paz uma sensação, e usando bem nossa imaginação, poderemos imaginar que árabes e israelenses vão resolver a questão numa disputa esportiva, que poderia provar quem é o melhor, pelo menos esportivamente, que vamos vencer a covid, que, bem são tantos "ques", que deixo a cargo da imaginação de cada um, o que pode ser melhor para todos... O mesmo poderiam fazer todos os povos que se encontram em permanente estado de litigio, o que certamente irá trazer para o mundo um grande alivio, saber que inimigos que se declaram irreconciliáveis, estão pelo menos pensando em Paz... Certo que é meio utópico, mas não custa sonhar que o mesmo poderiam fazer irlandeses do norte e do sul, russos e chechenos, bósnios e sérvios, santistas e corintianos, sampaulinos e palmeirenses, vascainos e flamenguistas, colorados e gremistas, atleticanos e cruzeirenses, e vai por aí afora. Caramba, será que o bicho homem não se cansa de brigar?
Depois de usarmos bem nossa imaginação, e chegarmos à conclusão de que estamos em um "Natal Branco", então poderemos tranquilamente ouvir como "bate o sino pequenino" e "juntos eu e ela", bem como todos os demais, cada qual na melhor companhia possível e imaginária (vale tudo... não estamos usando a imaginação ?) "vamos à capela" que pode perfeitamente ser o recesso do lar e, "felizes a rezar", e a pedir ao nosso grande Amigão, que prolongue esse "Natal Branco" pelo restante do ano. Terminando, só nos resta pedir que "abençoe, Deus Menino, este nosso lar". Logicamente extensivo a todos os lares do mundo. Seria tão bom se assim fosse... E na verdade, só depende de usarmos bom senso e boa vontade para chegar lá... Pelo menos podemos fazer nossa parte, sendo lícito também esperar que todos os demais o façam, para um "Natal Branco" geral.
Amigos, desejando para todos UM LINDO DIA, acrescento meus votos de UM NATAL BRANCO PARA TODOS, com muita Luz, Paz, Amizade e principalmente Amor no coração.
2020
O ano em que aprendemos que "achatar a curva" não é apenas um simples conceito matemático, mas é pensar no próximo e salvar mais vidas.
Está chegando um dos momentos que eu mais aguardo em um ano. Eu olho pra trás e lembro do que passei, do que enfrentei pra te amar. Bom... O amor não é só rosas, como se diz o ditado, mas eu sei que as minhas lágrimas, minhas saudades e as noites sem dormir vão valer apena! Porque você me deu uma confiança enorme sobre mim mesma e sobre o que sinto. Cada dia que se passa eu te amo mais e mais. Eu tenho tanto a dizer mas nunca consigo expressar como eu quero, deve ser porque as coisas que sinto não vem em forma de palavras e frases, mas sim em pensamento com forma de código do qual eu não faça ideia de como codificar, eu sei que também vem dos sentiemento que você cuida em mim, dá maneira mais linda de demostrar que me quer; na sua simplicidade, isso é tão lindo e raro. Eu nunca vou parar de escrever pra você, eu amo fazer isso! Eu transbordo de amor com isso, eu não posso parar! Todos os dias eu penso em como é o seu cheiro, de como é poder ouvir a sua voz de perto, a sua respiração, de ouvir seu coração batendo. Eu quero muito saber como é isso. Isso é uma das coisas mais surpifíciais que eu almeijo saber, mas o que eu realmete quero é saber mais de você por dentro, todos os dias, de pouco a pouco, é uma das partes mais lindas que você tem. Só você! Você puro! Você com você na sua própria escuridão! Que é tão linda, que dá pra ver atravez do seu olhar como você é lindo! Por fora e por dentro.
Eu sei que vai dar certo. Tudo irá se ajeitar pra mim e pra você também.
" Meu Leonardo, meu menino Leão"
Eu amo a cor laranja por sua causa, eu amo o nascer e o pôr do sol alaranjados, que me fazem lembrar do teu jeito. O vento em minha pele me faz lembrar dos teus cabelos. A noite que me faz lembrar dos teus anceios e desejos. A naturaza que há em você está cravada no meu coração para sempre."
" Pássaro Caído "
Estava no céu
e cai
estava no oceano
e fugi em um ano
as pessoas machucam
e diziam
nada disso é seu
nada daquilo é meu
mas eu sou eu.
Eu me vi no escuro
me vi contra o muro
corri,
acabei fazendo um furo
no meio do meu peito
no meio do meu coração
um susto, sem finalização.
Sumi da água
sumi do ar
sumi de tudo
mas eu ainda escuto
e doi muito,
desculpa mas
eu não sou surdo.
Se eu for ficar chateado pelas críticas que recebo passaria o ano inteiro chateado.
Criticas não me desanimam e sim dão-me animo para continuar lutando em prol dos mais necessitados.
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