Sede
Sede do teu amor
Essa sede de você
Faz minha boca querer
A tua boca na minha
Quero beijar você.
Sede do teu amor
Meu corpo estremece
Minhas mãos ansiosa
Não me obedecem
Querendo tocar você
Querendo me saciar
Esse sede de você
Me faz delirar.
Delirando nessa sede
Quero beijar você
Sentir todo esse amor
Que existe em mim e você.
Meire Perola Santos
22/06/2018
12:39
LAMENTO DO CURADOR
A cana , Nhô Nhô
Foi cortada como mandou
Me dê agua mata a sede
Me dê agua por favor
O caminho ainda é longo
Pra senzala meu sinhô
Peço por caridade
Me dê agua por favor
sói negro estou velho
Pra tanto trabucador
O meu corpo estar sofrido
Minha alma senti dor
Vou seguindo meu caminho
Da licença meu sinhô
Só não mate de sede
Me dê agua por favor
Nego veio cura o mal
Nego conhecedor
Nego veio cura o mal
Alivia a sua dor
Nego veio cura o mal
Ele já te perdoou
Nego veio cura o mal
Desse mal que tu causou
Estou descendo as suas profundidades quero saciar minha sede nas suas fontes pois não negaste a mim o teu amor; até o teu sorriso é como o Sol na sua força, Radiante;
Teus olhos o mar de ternura que guarda os segredos e só é revelado quando estou nas suas profundidades e passo por entre as frestas de um Lugar Secreto.
"Quem se mede em leito frio
morre à sede ao pé do rio!..."
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📜© Pedro Abreu Simões✍
facebook.com/pedro.abreu.simoes
É... talvez a minha entrega excessiva te sufoque, minha sede exagerada de desejar te pertuba, hun eu e essa minha mania de superfluidade. Perdoa minha redundância, mas não sei amar pela metade.
Assim como muitas coisas na vida, para matar a sede, até a água ganha gosto, contrariando a sua definição no dicionário.
~~Definitivamente preciso te encontrar e beijar a tua boca como quem mata a sede depois de caminhar pelos desertos do amor.~~
sem reflexões no deserto da minha mente,
como fosse um vampiro sinto sede,
tento preencher o vazio, em alucinações...
sigo todas formas do meu coração...
debocho das faces do dia, quando vejo o luar,
porque? certo! então tudo não faz sentido...
a morte não espera o anoitecer, tudo reflete a sede.
tudo é jogo perdido nos ditados do amor...
infelizmente não gosto de jogo de azar...
tenho a certeza que escuridão cobre minha alma...
na perdição de tanto infortunados que cruzam a noite,
vejo as recordações no espelho que não tem mesmo brilho,
de mais um outono sem frio da tua alma
tudo se tornou um desperdício nos dilemas que foi está vida.
A Saudade
Por muitas e muitas vezes você estará num calabouço sentindo frio, fome e sede.
A saudade é como o pulsar, que oscila entre forte e fraco, mas sempre em movimento.
Percorre a alma e nos ensina o valor do agora
Da forma mais cruel nos faz crescer
Entre todas as dores, a saudade se sobressai.
Entre uma felicidade e a outra, lá está à saudade.
Flashes repentinos são disparados em sua mente, dos quais lhe causam sequentes pensamentos.
Boas lembranças se tornam desejos para o agora e as más se tornam desejáveis pelo desejo de mudar.
E é assim, ela, a saudade.
Se o vinho que derramas
à taça
É suficiente apenas pra matar
a própria sede
Entendes muito de vinho
mas pouco do amor
Amar é algo como
transbordar uma taça
Além do que é necessário
pra saciar a si mesmo
É despertar a beleza
com desdém aos próprios olhos
É poder amar
Através do desejo de amar
Hoje percebo a sabedoria do "Se alguém tem sede, venha a mim, e beba.". É cansativo proclamar uma sabedoria, mesmo que seja para poucos, cansei.
São muitas causas e desgastes por algo que não exige isso, o conhecimento não deixa de ser só porque não tem um conhecedor.
Trágico a lua está cheia
sou um demônio com sede,
sinto muito te amo...
sou breve como o luar...
sinto o sabor do seu sangue
sabemos aonde isso começa e aonde termina..
sobre o luar nesse frio que trocamos olhares
desejos são comuns até o amanhecer
e outro luar vai marcar nossas vidas.
tudo pode continuar até que a noite me chame...
isso a doença que começa quando luar está manchado de sangue...
tudo pode estar na escuridão e assim sinto muito este luar me faz desejar...
a ira que vem com fome e a dor,
venha amor sinta o desejo da vida.
De repente te vejo,
de repente o amor sente mais que o desejo.
De repente minha sede, como nunca, talvez,
só anseia teus beijos.
Indo.
Sede de seus
lábios molhados...
Molhados de desejo...
Vou correndo aí...
Te encontrar...
E pode ter certeza
que esse aqui..
Vai borrar seu baton
E vai se esforçar muito
Para não borrar o seu rimel...
Te amo...
A chama que arde d'entre desejos, fantasias, fome, sede, anseios e uma tara intrínseca da minha essência translúcida e insana, invade ao entrelaçado âmbito sedento e profano do beijo em tudo que tenho e eu sei.
BUSCANDO TEU NOME
Novamente aqui...
Metodicamente...
Eu e minha exaustão
Minha sede insaciável de não sei o que!
Como uma carcaça de sonhos utópicos
Ventos sopram teu nome
Nem sei como se chama
Se não apenas: meu amor
Não sei o quanto estás longe
E o que guardo de ti
São apenas momentos inconclusos
Mas vejo o teu sorriso como vitrine
Em qualquer lugar do mundo.
Em lembranças perdidas...
Como uma vaga neblina
Que voa velozmente
Seja para onde for,
Procura o teu nome
Como em asas de Beija flor.
Te amar
Quero o poder do mar
Nessa febre de te amar
Em teus braços me entregar
Matar a sede nos teus beijos
Sobre o lençol do mar
Fazer nossa cama
E ali te amar
Te amar
Quero o poder do mar
Nessa febre de te amar
Em teus braços me entregar
Matar a sede nos teus beijos
Sobre o lençol do mar
Fazer nossa cama
E ali te amar
Grande sede lhe e assola e cerca
Corrente sazonais sopram ao velho continente da terra, de origem singular da terra dos Benguelas
Condensação de eflúvio ao sopro em direção ao continente, faz com que sua secura seja constante
Saibro rubro mais que meu irmão do Norte o Saara, sem chance para o esfriamento da água
Fósseis são companheiros de nenhum lugar no mundo encontrar em seu esplendor
Cemitério daqueles que já se foram a bastante eras, cauterizador ardiloso, porém com os arcaicos foi um pai
Fez morada em seu seio proteção aos esquecidos pelo tempo, dos seus habitantes abrigo amigo
Se fez frio ao dia para aliviar a exaustão da coroa do rei Sol
Na noite aqueceu com seu abraço afago, do terrível vigia que o cerca por todos os lados
Baobá sagrado que faz brotar o nada a vida cerque as fronteiras marcando o termino do fim, seu sangue jorra pelo solo anunciando as suas tribos que a vida vai voltar
Bosquímanos usam como lar daqui tiram louvação, sustento é até amor fazem soprar a esperança de existência no meio do nada
Conscientes que és traiçoeiro, falsa areia no meio da terra dar a vida e mata sede em períodos em incomum, como a morte tira tudo que foi construído sem aviso algum
Grandes vales de aparência inóspita tornam enfastiante para o observador, mas é sua beleza apenas a simplicidade da natureza
Energia dos cristais vai encontrar em nenhum lugar no mundo urânio mais puro o chão foi tão generoso
Dos metais equalizar sua força com a força desse povo pelejador, depositam sua memória ancestral em suas raízes e por mais que a árvore da vida morra já ironizando o destino
Assim como aconteceu com seus antepassados nada será esquecido, como o oponente no juízo final nessas areias tudo será cobrado
Fraquejou e uma vez respeito um romance uma lenda entre os povos se formou uma depressão causou no seu coração
Lapidado para a perfeição brilhante diamante alotrópica do carbono, para riqueza de valor
O mito continuo e em seu íntimo morada fixou para que o mundo inteiro saiba que em terras perdida no continente do desprezado pelo mundo
Em que suricatas e hienas a tem como amigo e vento vermelho cortante tem uma preciosidade que não mede o tamanho de seu quilate
Deserto contigo sem comer, beber, mais pronto para a missão até desgastar, sem que haja forças para sustentar de pé mais estarei lá Kalahari.
