Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao
A busca por proporcionar o melhor ensinamento para meus filhos,
faz com que eu tenha a certeza
que procurei ser o melhor exemplo para eles,
reconhecendo a impossibilidade da perfeição,
permitindo-me errar o mínimo possível e
fazendo-os enxergar que isso é inerente de nós,
seres humanos
Quando os meus atos divergem do meu discurso, resultando na prioridade ao desempenho de uma turma diante de uma avaliação externa, nego a unicidade do ser e a diverdidade do corpo discente.
Os meus melhores poemas... Nascem em minha mente em momentos de melancolia. Incrível mas è a mais pura verdade que a dor è a maior inspiração de um poeta.
Toda noite você aparece em meus sonhos e quando amanhece eu perco você... Senhor dos meus sonhos... Te amo e desejo demais❤💕💋
Senhor da minha alma dono dos meus desejos... Nunca poderei fugir nem esquecer você meu dono e Senhor. Reinas absoluto sobre a minha existência. Meu corpo treme de desejo e prazer ao seu comando... Minha rebeldia se rende inteiramente à seus pés meu soberano e Senhor...❤💕💋
O doce beijo do cavalheiro sedutor ... È Como o vinho doce em meus lábios... Me seduz e embriaga de amor💕❤
Se acaso
Algum dia fugir de mim
E depois sentir saudade
Daquela boba companhia
Que os meus olhos ofereciam
Procure nos teus armários
E nos lugares onde guarda
Aquilo que... pode ser
Um dia vá querer ou não
Ali você vai encontrar
Meu coração
E nessa hora há de sentir
Um certo arrepio
E saber e se lembrar
Que ainda estarei aqui
Te aguardando
...e de peito vazio
Edson Ricardo Paiva
Margarida.
O ponto de mutação
Um canto de pássaro
Aquele traço profundo
Meus passos cada vez mais lentos
Quatro ventos
Quatro pontos
Quatro estações
Não sei em qual delas eu desço
desde o começo eu desconfiava
Que essa estrada
Não leva a lugar nenhum
Pressinto o quinto dos infernos
Resumindo tudo isso
Eu meço a distância
e concluo
a relevância do nada
E é nisso
Que tudo consiste
Sigo mudo e cego
Ouvidos ouvindo absurdos
A cada dia mais corretos
E cada vez menos lerdos
Á minha esquerda
Jaz a margarida
Quase apagada
Semi-desenhada na parede
Milhões de Céus
Bilhões de mundos
Eu no chão
É quando chego ao ponto
Porém este
de interrogação
Edson Ricardo Paiva
A tantas pressas que tive na vida
Tento entender meus motivos
A vida há de passar
E realmente passou
Hoje eu olho pros lados
daquilo que vivi
Não se revive um instante
Hoje
Simplesmente vivo
Não adianta correr de nada
Nem vale a pena se apressar
A gente nunca sabe onde começa
Não dá e nem recebe a devida atenção
Enquanto ali no meio
Mas por meio de alguma coisa
Um dia isso tudo termina
Já me entristeci
Por causa de muitas causas
Faço uma pausa pra pensar
Elas tinham morrido no início
Foi meu vício em tentar vivê-las
E minha pressa
Em crer em promessas
Que não me permitiu viver
Enquanto vivo
Hoje o meu viver
Tornou-se facultativo
E meu tempo
de comum acordo com a ciência
Continua sendo relativo
Portanto
Procuro não mais viver
Tentando causar alívio
O dia inicia e termina o dia
Enquanto isso
eu vivo.
Edson Ricardo Paiva
A tantas pressas que tive na vida
Tento entender meus motivos
A vida há de passar
E realmente passou
Hoje eu olho pros lados
daquilo que vivi
Não se revive um instante
Hoje
Simplesmente vivo
Não adianta correr de nada
Nem vale a pena se apressar
A gente nunca sabe onde começa
Não dá e nem recebe a devida atenção
Enquanto ali no meio
Mas por meio de alguma coisa
Um dia isso tudo termina
Já me entristeci
Por causa de muitas causas
Faço uma pausa pra pensar
Elas tinham morrido no início
Foi meu vício em tentar vivê-las
E minha pressa
Em crer em promessas
Que não me permitiu viver
Enquanto vivo
Hoje o meu viver
Tornou-se facultativo
E meu tempo
de comum acordo com a ciência
Continua sendo relativo
Portanto
Procuro não mais viver
Tentando causar alívio
O dia inicia e termina o dia
Enquanto isso
eu vivo.
Edson Ricardo Paiva
Meus olhos vão navegando
Pelas ondas do pensamento
Paredes e Céus
Montanhas e vento
Meus olhos
Meu nariz
Meus pés no chão
Criando ilusões a todo momento
Eu perco a noção
Do que vejo e que escuto
Na vida
Esta coisa inventada
A navegar no tempo
Dezembro, Janeiro
Setembro ou Outubro
Nada disso absoluto
Pois o meu coração
Não tem nada de astuto
O raio que cai distante
Existe somente
No instante em que se olha
Assim
Como a chuva
Inexistente que é
Somente vai molhar os pés
No instante em que se olha
Isto é tudo que existe
O martelo de pedra
O fogo nas folhas
O Castelo lá no alto da colina
A flecha, o escudo
O Homem lá na Lua
É tudo a sua pura criação
Criação de uma mente que mente
A criar a todo instante
O usual e o diferente
O extravagante e o comum
O inesperado e a rotina
Tudo começa onde termina
Redundando em lugar nenhum
É tudo somente
Uma falha na mente da gente
No instante em que se olha.
Edson Ricardo Paiva.
Eu fico irritado em ver meus poemas e demais frases copiados e colados por pessoas que desrespeitam direitos autorais.
O tempo e a necessidade
Transformam uma simples trilha
Em uma cada vez mais longa Estrada
Meus pés apenas fizeram esse caminho
E não há nada que eu queira abandonar
Ao longo de suas margens
Além das flores que plantei
Enquanto fazia esta viagem
À qual nós chamamos de vida
Cujos passos ninguém conta
Muito menos as perdas
de Pequena, média e grande monta
As vitórias
Estas deixo à Humanidade
No dia em que minhas pernas
Não mais puderem caminhar
E meus olhos não mais conseguirem
Vislumbrar seus horizontes
Mas hoje eu ainda caminho
Com meus passos cada vez mais lentos
pois hoje nada é como antes
Talvez por não haver
Mais nenhum lugar aonde eu ir
Pois descobri que ainda preciso
buscar a mim mesmo
Aquele que deixei ficar
Em algum lugar desta jornada
Hoje eu sei
O tempo e a necessidade
me ensinaram
Que a mim mesmo preciso encontrar
Mais nada.
