Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao
Assim que fecho os olhos, sinto meus pés sairem do chão, sinto um alívio e parece que estou sobre o ar… E todo meu peso vai embora durante tamanha tranquilidade, tudo fica pra trás quando me dou um tempo pra me recompor. Meu pensamento voa, viajo pra bem longe e só depois quando me encontro/retorno, noto o quanto é bom imaginar, criar, sonhar, idealizar. Cresço juntos com meus pensamentos e eles que me fazem fantasiar acima de tudo, e formam o que sou hoje.
A euforia tomava conta do meu corpo e arrancava meus pés no chão. Abria um sorriso na minha face, escondendo todo o nervosismo contido dentro de mim.
Guitarra, baixo e bateria: Instrumentos de libertação. Purificam até a mais insana das almas.
A música revela nossas verdadeiras amizades.
Uma noite realmente quente...
Eu me sinto tão fragil...
Sem meus pés no chão...
O calor me sufoca, me faz respirar mais profundamente...
Sinto cada batida do meu coração...
Eu realmente não gosto do meu cabelo preso mas o calor é demais...
Sinto goticulas de suor escorendo em meu rosto...
São coisas tão pequenas como prender os cabelos, beber um copo de água e sentir o sabor, que nós da sentindo a vida...
sabor?
sim, sabor de vida...água é vida...
MATULÃO
Vivo das lembranças...
De levantar do chão meus pés andarilhos.
Nessas investidas, quase muito eu vi.
A florada no seu tempo
Escutei com displicência o argumento dos homens
Duvidosos das chuvas, de língua seca.
Remôo essas lembranças
Eu apanhando do chão
Meu matulão cansado da estrada
E eu um homem desertificado,
Orado, rezado, benzido pelas sombras boas.
Cacho de alecrim, pra espantar mutuca,
E deixar um cheirinho
Que a gente logo abusa.
E de noitinha ouvir a sinfonia mais desencontrada
A saparia escondida do maestro ensaboado.
Araras no topo jogando migalhas,
Que os bichos rasteiros
Comiam lembranças do chão.
Adoeço só de ver as estradas encobertas,
E um céu descoberto, nem uma nuvem que se pise.
Quanto mais me disto desses lugares meus.
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naeno*comreservas
MATULÃO
Vivo das lembranças
De levantar do chão meus pés andarilhos.
Nessas investidas, quase muito eu vi...
A florada no seu tempo certo,
E vi errado o argumento dos homens
Duvidosos das chuvas, de língua seca.
Morro das lembranças
Eu apanhando do chão
Meu matulão cansado da estrada
E eu um homem desertificado,
Orado, rezado, benzido pelas sombras boas.
Cacho de alecrim, pra espantar mutuca,
E deixar um cheirinho
Que a gente logo abusa.
E de noitinha ouvir a sinfonia mais desencontrada
Da saparia escondida nas locas.
Arengas na estrada de cobra e lagarta,
Araras no topo jogando migalhas,
Que até eu, com a fome no estômago, alimentada,
Pegava e comia, essas lembranças do chão.
Adoeço só de ver essas estradas raspadas,
E um céu descoberto, nem uma nuvem que se pise
Quanto mais me disto desses lugares meus.
Mantenho firme meus pés ao chão, esperando um dia te encontrar e ter você junto a mim. É o que mais anseio, o que mais preciso.
Espero que por esse caminho que sigo o chão esteja leve e solto, para que as marcas dos meus pés permaneçam até a minha volta, assim um dia saberei qual estrada me levou ao sucesso
Meus pés no chão
Caminhos de folhas secas e pedras enraizadas, quem me guia são os olhos de uma menina meio levada.risos
MEU PAI...
Quando falta o chão sobre meus pés,sinto a imensidão de um abismo como dragões tentando me devorar senhor me cerque com seus exércitos de Anjos não permitas que meu coração sejas dominado por essa Magoa que corrói minha Alma...
Bom dia meus bons amigos!
Acabou o carnaval.
É hora de acordar.
Colocar os pés no chão.
Contribuir para tudo melhorar...
mel - ((*_*))
Sei que lá fora tem um mundo só me esperando para amanhecer,
Só preciso tirar meus pés do chão pra poder alcançar,
O sol já está pra nascer ele vai me guiar, pra onde meu destino mandar.
Você tira os meus pés do chão, você me faz girar, você me deixa louca, louca. Parece que estou caindo e eu estou perdida em seus olhos. Você me deixa louca, louca, louca.
Tá, então pode vir! Talvez ande mesmo precisando de alguém que ponha meus pés no chão, que me coloque no colo e converse bobagens de vez em quando. Alguém que não tente me mudar, mas goste do jeito que sou. Talvez ande precisando de abraços largos, menos palavras e mais sorrisos. De vez em quando é bom ter alguém pra contar estrelas.
Pode vir, mas vem devagar, vem pela porta dos fundos, de mansinho e sem pressa. Não me tire o ar, me traga fôlego! Não falte, nem transborde! Não me venha com metades nem meias vontades, me venha inteiro e incompleto! Venha, apenas. Talvez precise de alguém que chegue, sem medo de partir.
Tem horas que a gente precisa mesmo é da calmaria... E eu cansei de dar passos largos, agora vou só no ‘miudinho’. Minha única pressa é de ir devagar.
Eu estava feliz,
Voando bem longe.
Mas alguém me pôs meus pés no chão.
Agora estou aqui,
Infeliz com si própria!
Sonho e Brinco como criança, Arrisco como adolescente, mantenho meus pés no chão como adulta e Madura o suficiente pra dosar tudo isso.
Céu
Meus pés descalços sentem o chão
num impulso forte voei tão alto que pude tocar o céu…
Daqui de cima posso ver o quanto eu cresci.
Daqui de cima sinto uma falta do chão.
Daqui de baixo sinto uma falta do céu… …da tua boca.
Meus pés no chão
minha cabeça inclinada
meus ouvidos no fone
meus pensamentos em vc
minha boca quer dizer teu nome
a janela aberta trás um sussurro
entra pela minha pele me deixa mudo
sai pelos pés, mãos e fios de cabelo
só não sai vc do meu coração
me arrepia por inteiro.
Quero sentir meus pés no chão
Mesmo que os pensamentos voem além das nuvens
Quero muito essa brisa, esse perfume, essa luz
Digo assim pois minha alma anseia isto
Necessita de uma forma orgânica, íntima
Mal fecho meus olhos e lá me vou
Planando leve, voando livre
Me perco e misturo, sou parte de tudo
Fada ligeira, bruxa da mata
Conheço cada pedra, folha, passarinho ou barata
O giro é infinito, a vida não para...
Crio e recrio com toda audácia.
