Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao

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⁠Nem todo recomeço é queda,
às vezes é voo disfarçado.
O chão ensina peso,
mas o céu revela leveza.

Inserida por ElismarMariaJesus

⁠A COLHEITA.

Uma vez, caminhando por uma estrada vazia vi uma semente no chão. Peguei-a e joguei para cima, mas
ela caiu em terra seca. Era verão e só voltei a passar
por aquela estrada na próxima estação. Quando cheguei à beira da estrada, havia crescido grandes árvores. Eu fui responsável por aquelas plantas, mas devido ao verão eu não imaginava que aquela semente havia gerado aquela plantação. Alguém se aproprioudo que plantei mas fiquei feliz pela sementeque plantei.

Inserida por Eraldosilva123

Josué suportou a falta, contorceu-se de fome no chão e sofreu até conformar-se.

Inserida por AlessandroLoBianco

Varrer o chão é varrer o universo. Mais um dia comum na vida de alguém é mais uma oportunidade incomum de poder fazer tudo igual, mas com o olhar, o pensamento e o sentimento diferentes.(Walter Sasso - Autor do livro "Tsuru Li Tai chi chuan")

Inserida por walsasso

⁠O desesperado olha para o céu, o derrotado olha para o chão e o sábio, procurando pelas placas do seu próprio destino, olha para o horizonte e continua.(Walter Sasso - autor de "Soca Pisada")

Inserida por walsasso

O chão está tremendo porque eu estou mexendo

Inserida por Lgbrandao90

FOLHAS

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Pinheiros ao chão...
natureza que segue
pro sacrifício:
amanhã, qualquer dia,
serão folhas de livros;
de cadernos;
de papel ofício...

Inserida por demetriosena

FUNK AGRESTE

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Vai descendo até o chão...
vai descendo... vai... vai...
vai descendo até o chão.
Finalmente a chuva desce,
brota o sonho, a planta cresce
no solo do sertão.

Inserida por demetriosena

AMOR DE FESTIM

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Ao brincar de nós dois fui solidão,
tive o chão pra fingir que foi o céu,
fui um deus espremido no desejo
de se amar no teu corpo; nada mais...
Formatei o meu sonho em teu tabloide,
fiz a minha geoide nesse cosmo,
pra reinar do meu jeito absoluto
sobre um sonho sem sono pra manter...
Um amor de artifício; fez ruído
e brilhou muito além da consistência,
foi banido entre nuvens de fumaça...
Ser amado foi bom, e mesmo assim
afoguei no meu poço de verdades
as saudades que sempre quis sentir...

Inserida por demetriosena

SUJO DE FLOR

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Era uma rua fétida. Insuportável: viam-se pelo chão, velhas fraldas imundas; ratos mortos; muitas poças de lama em dias de chuva, e muita poeira nos dias ensolarados. Às margens, o capim crescia desordenado e cobria uma vala que a prefeitura nunca fazia manilhar.
O agradável contraste naquela rua era o belo quintal da professora Janice. Via-se pela cerca de arame uma grande área de chão arborizado. As árvores eram nada menos do que alguns pés de flamboaiã que se mantinham floridos quase o ano inteiro. Eles cobriam de pétalas o chão arenoso e grato por tamanha beleza.
De vez em quando a professora Janice era vista mal humorada, vassoura em punho, varrendo as flores que atapetavam o chão de seu tão belo quanto admirado quintal. Admiração não somente pelas flores, mas também pela sombra extensa, com leves pitadas de sol que tornavam tudo mágico. Era mesmo impossível passar pelo quintal da professora Janice e não dar uma boa olhada.
Passei um bom tempo sem ir ao bairro em questão. Logo, sem admirar o quintal da rua imunda. Quando voltei a passar por lá, foi grande a surpresa pelo que vi: o quintal da professora Janice, agora cercado por um muro de pouco mais de um metro e meio, não tinha mais as árvores. Como não resisti, aproximei-me para ver melhor e vi o chão todo pavimentado, sem nenhum arbusto; nenhuma roseira; maria sem vergonha... qualquer planta.
Finalmente, o imóvel da professora estava mais imóvel do que nunca: não tinha vida; os pássaros foram embora; também se foram as borboletas. Restou a casa, bem mais ampla e luxuosa, cercada pelo chão pavimentado e quente, além dos banquinhos de cimento expostos ao sol torrencial.
Curioso, perguntei a um menino da rua imunda se a professora Janice não mais morava no local. Ele respondeu que sim. Encorajado por sua boa expressão, me deixei indagar se ele sabia o motivo de a professora ter mandado cortar todas as árvores do lugar.
- Olha, moço; saber, mesmo, não sei não... mas ela vivia reclamando porque as árvores davam trabalho... deixavam seu quintal todo sujo de flor.

Inserida por demetriosena

Sucesso é alcançar o topo sem perder o chão!

Inserida por Peter_Oliveira

⁠Outono chegando, as folhas caindo, se despedindo
Desenhando formas pelo chão
Mudando o ciclo, chorando, sorrindo
Vai esvaziando e varrendo a natureza, parece levar embora sua beleza
Só vejo folhas secas pelo chão
É hora de transição
Assim meu outono se instala
O tempo passa, as lembranças ficam apagadas,
a vida muda, muitas folhas se perdem, momentos se vão
Pensamentos desfeitos
Refeitos que perpassam o destruir para se reconstruir
É a vida em movimento
Tudo passa.
É transitório
A primavera da existência retornará depois da turbulência
É a vida. Utopia!

Inserida por celinamissura

Com enxada na mão, em ação, aprende-se a sonhar com o pé no chão.

Inserida por walaguia

Se um dia você chegar a sarjeta da vida, sem arrimo, nem perspectiva.. Olhe para o chão, e veja o lado bom, se estais no fundo do poço, não afundarás mais. Então as possibilidades estarão ao seu favor, pois qualquer tentativa por mais desprezível que seja não surtirá efeito negativo, cabendo a você reconhecer e firmar uma perspectiva. Por conseguinte, mesmo diante de fracassos contínuos, estarás ganhando experiências gradualmente, que no momento em que você responder para si três perguntas básicas, terás todo o arrimo necessário para emergir do poço: O quanto eu consigo, qual é meu foco e o quanto eu quero. Se seu objetivo for maior que seu limite, você fracassará, novamente, sem sombra de dúvidas; entretanto, se tiveres uma vontade superior, as desvantagens serão vertidas em possibilidades, e todas as suas experiências ajudar-te-ão para prevenir-te de futuros abismos.

Inserida por Alegoria

Amar é mergulhar em uma piscina opaca; só o tempo vai te dizer se alcançou o chão ou alcançou o amor.

Inserida por Alegoria

⁠Metades Eternas: O Amor que Resiste ao Tempo

Eram juras ao vento, promessas sem chão, dois corações que, embora ardentes, se perderam na ilusão. Amores que nascem sem raízes desfolham-se na estação.

Criaram castelos sobre as ondas, beijos ardentes que se desfizeram, e no fim, nem mesmo lembranças restaram no que um dia foram.

Mas há amores forjados no fogo, metades que se encontram sem erro, como estrelas que nunca se apagam, dançando sob o mesmo enredo.

Pois o amor que desafia o tempo não se rompe, não cede, não mente. É raiz profunda na alma e no peito, e quando tudo se vai, ele ainda é para sempre.

Inserida por fluxia_ignis

Canção da Alma
Viajo no tempo sem malas, sem chão,
cada vida é estação, cada corpo é canção.


Reencarnar é partir, regressar é lembrar,
um filme guardado que volta a passar.


No palco da vida, danço sem fim,
sou muitos, sou um, tudo mora em mim.


E quando a cortina se fecha devagar,
a alma descansa… só pra recomeçar.

Inserida por fluxia_ignis

⁠O amor é um círculo vicioso: tem hora que você anda nas nuvens, tem hora que você fica sem chão.

Inserida por IraniltonLombardi

Experimente fechar os olhos com os joelhos dobrados no chão e levantar as mãos para cima quando estiver pecando: se mudar de ideia o bem vai prevalecer e o mal vai desvanecer.

Inserida por HelgirGirodo

Muros em ruínas, com chão de ervas daninhas, é sinal que ali mora um preguiçoso e se alimenta da insensatez.

Inserida por HelgirGirodo