Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao
" Quem faz o mal colherá resultados negativos e viverá como uma serpente rastejando pelo chão. Quem faz o bem sempre terá teu espaço e seu preço com excelentes resultados positivos e vai alçar voos altos."
Explicando a Quarta Dimensão:
Imagine por um momento que você é uma sombra. Limitada ao chão plano, você se estende em largura e comprimento, mas não tem altura. Você é a projeção bidimensional de algo mais complexo, um objeto tridimensional. Agora, eleve essa analogia a um patamar superior. Nós, seres de três dimensões, podemos ser as sombras de formas tetradimensionais. A quarta dimensão, embora não diretamente perceptível, molda nossa realidade assim como um objeto tridimensional molda sua sombra bidimensional. Essa sombra, que somos nós, dança ao sabor das luzes do universo, contorcendo-se e mudando, mas sempre ligada à forma que a originou. A quarta dimensão é como o tempo, influenciando e alterando a sombra que projetamos, sem jamais ser completamente vista. Assim, ao tentarmos compreender a quarta dimensão, estamos tentando ver a verdadeira forma de nós mesmos, além da sombra que conhecemos.
Aqui bate um coração
que só tem felicidade
quem valoriza o chão
planta e colhe amizade
e quem mora no sertão
nunca vai fazer questão
de viver numa cidade.
toda disposição que temos
foi recado da aflição
todo cadáver jogado ao chão
sendo devorado pela paixão
este sentir faminto como um cão
só vai rasgar nosso coração
mas compartilho aos cachorros
muita compaixão
que nefasta visão
por que tem que ser assim?
eu te amei com todo afim de meu peito
é cômico até
acho que devemos todos rir
No chão de Pacajus, no Ceará abençoado,
A Secretaria Municipal de Proteção Social, com olhar dedicado,
Encontra no TEA, um desafio acompanhar,
Com amor e compromisso, sempre a trabalhar.
Na terra dos cordéis, Pacajus resplandece,
Com a Secretaria em ação, o futuro se aquece.
Nas veredas do autismo, um caminho a trilhar,
Com apoio e cuidado, vamos avançar.
Na cidade querida, a inclusão é meta.
Com a Secretaria Municipal, a luta se projeta,
Crianças com suas singularidades, encontram um lar,
Cheio de oportunidades a encantar.
Com dedicação e empenho, a equipe se une,
Trabalhando na inclusão, a esperança surge.
Famílias acolhidas, com carinho e atenção,
Na proteção social, encontram a união.
Nas linhas do cordel, um verso especial ecoa,
O GAMAP em Pacajus, às mães de autistas, entoa.
Compartilhando experiências, sorrisos e lutas,
Unidas pelo amor, a jornada se ajusta.
Neste cordel encerro, com gratidão no coração,
Que a inclusão seja luz, guiando a educação,
No AEE encontramos a trilha da transformação,
Para um mundo mais justo, com igualdade em ação.
Pote, ouro,
Pote, grão,
Pote, erva,
Pote, pão,
.
Vida, rosa,
Vida, chão,
Vida, relva,
Vida, pão,
.
Sonhos, vida,
Sonhos, ouro,
Sonhos, chão,
Sonhos, pão
O Fim do meu Tudo
.
Colchas desarrumadas,
Travesseiros ao chão,
Um bilhete mesa,
Tremor forte na mão,
.
Leio e releio atento,
Vejo turvo, úmido e sofrido.
Não há mais um alento,
Não sou mais seu marido,
.
E as juras, não eram eternas?
A juventude já me passou,
Mas viestes com suas pernas,
Nem afeto mais demonstrou.
.
Será que tens outro alguém,
Por que me abandonaste?
Não valho mais que um vintém,
Um frio bilhete deixaste,
.
A vida segue adiante,
Mas que vida, de quem?
Esse velho sofredor e amante,
Não quer mais ter outro alguém,
.
Aos prazeres rasos me entrego,
Aguardente e meu cigarro,
Sem destino sigo e me levo,
A vagar com o meu carro.
.
A menos notícias me dê,
Me faça entender por favor,
Ter certeza que não vou te ver,
Que acabou o eterno amor.
Gotas cinzas,
Nesta tarde ordinária,
Escrevem no espaço,
Entre chão e céu,
Um instante,
Cinzento molhado,
A vida é andar olhando atentamente o chão das ruas, e enquanto desvia das pequenas poças d'água eventualmente ser surpreendido por alguns temporais.
Quem sabe a minha rotina seja só a solidão
As minas ficam loucas, e eu jogando money no chão
Vou curtir, sem me iludir, pensando em evolução
Mata a fome que te mata
Come o pedaço de pão
Caído no chão e desfigurado
Come aquilo que te come
Às pressas, mas come
Come sem saborear
Apenas ao som do mastigar de pedaços
Com o estalar das mandíbulas desesperadas
E o ranger dos dentes amarelados pelo tempo.
Amar é um labirinto sem saída,
Uma dança louca, sem ritmo, sem chão,
Os fios do coração são teias retorcidas,
E a mente, perdida, se afasta da razão.
É um suspiro que rasga a pele e o peito,
Onde o amor é a droga, e a dor, a obsessão,
Te vejo em cada sombra, em cada leito,
Como uma voz que grita sem explicação.
Te amo, te odeio, me perco e me encontro,
Em teus olhos há abismos que me engolem,
E ao mesmo tempo, é como se eu fosse teu fantasma,
Seguindo cada passo, enquanto os ecos me dissolvem.
O tempo se estica, se retorce, se esvai,
E eu sou feito de pedaços de ilusões,
Em que o "nós" vira "tu", "eu" e mais mil cai,
Cada pensamento um grito, cada ato uma prisão.
Te amo, mas o amor é uma mente partida,
É delírio, é pesadelo, é êxtase e tormento,
É o corpo gritando por uma vida vivida,
Enquanto a alma se afasta, num profundo sofrimento.
E no fim, o que é o amor senão um espelho quebrado?
Reflexos distorcidos de um ser que nunca foi inteiro,
Que se perde em si mesmo, num abismo sagrado,
Onde se encontra apenas dor, e o medo do vazio inteiro.
