Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao
A leitura é uma viagem
Que se faz sem avião
É um giro pelo mundo
Sem tirar o pé do chão
É forma de visitar
Sem sair do seu lugar
Outra civilização
A flor seca caí ao chão, a mesma que um dia floresceu. Essa é a vida que temos, dias maus e dias bons. Lute!
Estou cansada de catar minhas pétalas no chão,
De perder minha cor e meu brilho toda vez que tento enraizar e florescer
Em uma terra que achei que era boa para mim e eu queria que fosse.
Eu tinha enxergado um universo lindo,
E no meu cenário, seu coração era um campo minado de flores,
Cuja flor com pétalas em destaque era eu.
Condeúba é mais do que um lugar, é meu refúgio particular. Meu lar familiar e meu pedacinho de chão. Esse cantinho no sertão é meu aconchego, o único lugar capaz de acalmar meu coração.
Depois de tantas coisas vividas e entre idas e vindas já arrastei muito a alma pelo o chão ...
E com o tempo aprendi buscar novas possibilidades ,e a virar páginas para então poder recomeçar e me vestir de esperanças e me abraçar com a fé para me manter de pé e não morrer em vida
Porque o meu espírito é teimoso em ser feliz e acredita que a vida foi feita para viver a sorrir e não para viver a chorar
E poder sair por aí distribuindo sorrisos de paz e alegria e partilhar tudo de bom que a vida me dá,a todos que atravessarem o meu caminho
E se não for assim, não serei eu ,porque nunca fingi que não me importo com o bem estar do próximo e se passam ou estão na minha vida ,como não irei me importar ?
Pois já renunciei tanto pelos os outros...mas nunca me senti perdedora por fazer o bem
Me senti perdedora nas vezes que me senti fraca por causa do orgulho ferido ,mas sempre soube reconhecer o meu erro e atropelar o meu orgulho e a relutar comigo mesma para recobrar a minha a minha força, com a fé que sempre morou em mim
Por isso nunca desisti de mim e nem de ninguém,porque quem está no meu caminho ,caminha comigo e faz parte da minha vida até aonde Deus permitir.
E aonde eu for ...A minha luz anda comigo como um farol de esperanças para poder iluminar a vida de alguém.
Ivânia D. Farias
07/08/2024
Sou caboclo do sertão
Me criei nesse pedaço de chão
Me enfio nas veredas
Em cima do meu alazão,
Saio a procura de alguém
Que roubou meu coração.
"Assim como o vento faz as folhas caírem ao chão, a vida nos oferece aprendizados a cada dia. Cada folha que cai representa uma lição que nos faz crescer e evoluir."
A vida é semelhante ao chão molhado; a postura ao andar é essencial, pois é assim que você se impõe para atingir seus objetivos.
No entanto, enfatizando a importância de fazê-lo com atenção constante. Do contrário, a vaidade e o orgulho podem te causar dolorosas quedas.
Mesmo que seja cuidadoso ao cair, tenha em mente que o ser humano não vive apenas de vitórias. A queda também vem com a evolução, então precisamos ser humildes e estar prontos para levantar-nos quando necessário.
Que confusão
Estou no chão,
Me sinto sozinha.
Quis escolher tanto,
Que mais uma vez deixei de ser escolhida.
Lidar com a solidão dói,
Mas sei que ela será minha melhor companheira.
Solto o coração,
Choro,
Respiro,
Vai passar.
Sou melhor sozinha,
Como falo e como insisto,
Ninguém vai acabar com minha felicidade,
E ninguém vai ser a minha felicidade.
Eu sou o que sou,
E serei suficiente.
Pra ser sincera,
Você perdeu o convite de ser amado.
Agora o meu AMOR é somente MEU.
TÊTE-À-TÊTE
Toda a moral humana, espezinhada no chão de uma loja, numa "Black Friday", muitos se "digladiam" nas inaugurações dos grandes shopping centers pelo mundo, compram de tudo, objetos que, talvez acabem em um lixão, ou aterro sanitário. Nunca vi nenhuma pessoa adquirir sua própria urna funerária, item, que, se tudo ocorrer “bem”, certamente todos necessitarão.
Como é difícil encarar as certezas da vida.
Todos os dias eu peço a Deus pela manhã,
Proteja e conserve os que plantam seus sonhos no chão,
Os que cultivam a terra com amor e bravura,
Abençoe meu Pai essa linda profissão, que alimenta o mundo através da agricultura.
Após meu erro de desejar a perfeição, caí do céu no chão e me deram uma punição: cortaram minhas asas. Apenas Deus me concedeu o perdão e estendeu sua mão de volta para o caminho de casa.
Ele era marrom.
Marrom tipo essas cores de barro, de terra, de chão onde a gente finca as raízes, sabe?
Eu era azul.
Como o céu, como o mar, como alguns rios, como a imensidão, como a profundidade, entende?
Nós eramos distintos e talvez nunca nos tocaríamos, mas aí veio a chuva;
A chuva que era um pedaço do céu que caía na terra e o arrastava pra dentro de mim.
O problema é que pra terra, o importante é ter raízes, flores, árvores, vegetação que não sobreviveria muito tempo ao meu toque, e eu, água, passei a observá-lo de longe enquanto esperava a chuva.
E foi na época de estiagem que entendi que eu, rio ou céu, também tenho terra em mim, no fundo, mas que não se deixa ser levado pela minha correnteza, mas que ainda assim me fazia sentir bem por simplesmente saber que ela estava lá.
Não teve chuva, não teve “desaguar em mim”, não teve nada. Só teve eu.
Eu rio, seguindo em frente enquanto sofria depois de me permitir a ter solo em mim, mas que percebi que esse solo esse não me pertencia, mas que o vento me deixava acreditar que também poderia ser meu, tique que seguir meu curso.
Nunca as árvores foram tão bonitas, ou as flores tão coloridas, nunca mais me vi passando em baixo da linha do trem ou pude observar a terra onde tanto amei. Só fui, tive que seguir. Os galhos que se escondiam no profundo de mim, me arranhavam enquanto a minha correnteza me arrastava, isso doía, mas ensinava:
Eu era rio, ele era terra, e isso, sempre nos era lembrado todo dia pelos pássaros que nos cercavam e se sentavam à minha margem. SOMOS DIFERENTES E ISSO É DURO. Não podemos ter tudo, e eu tive que aprender enquanto chorava.
Passa de uma porta pra outra, se joga no chão, me ama;
Rasga nossas fotos, avança em mim, grita que eu saia de perto, me ama;
30 minutos, 1 hora de fúria, me ama;
Nega meu abraço, não me olha nos olhos, e que eu vá embora, me ama;
Eu sei, mais uma vez estiquei a corda, testei o seu amor;
Queria fazer você sofrer pelo que acho que lhe entreguei;
Bobo que sou, quem sofre sou eu!
Tu sempre foi meu sol
Meus olhos verdes estão sob teu controle
Na tua loucura nos teus descaminhos, estão o meu amor!
E daí se amamos diferente,
E daí se não é igual a toda gente,
E daí se somos instinto e emoção
E daí se às vezes doe
Se choro, se tu chora
Mas, no caminho do inevitável
Na curva do impossível
Na estrada do improvável
Meu corpo sempre encontra o teu
E daí, se nosso amor é diferente
Se não somos como toda gente
Se as lições dos outros não cabem na gente
Te ouço chamar no silêncio
Tu ouve meu desespero, enchente
Não cabe em nós
Te amo
Te amo
Te amo
Diferente de toda gente!
Paixão e ilusão
Amor Sem chão
Amor Sem pudor
Sem qualquer redenção
O começo do
Findar da relação
União sem conexão
Nexo e sexo
Encontro e desencontro
O término, com um ponto
