Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao
O sol novamente voltou a tocar minha pele. Sobre minha cabeça um céu de esperanças e sob meus pés um chão para ir. Na alma, carrego a certeza de que tenho feito tudo para andar no caminho certo, por vezes erro, mas muito mais acerto.
Eu sou feia sou estrago as coisas sou ridícula iludida meninos machucam meus sentimentos sou uma péssima filha pessima amiga péssima Ficante choro quase todo dia descobri que fui corna meu Ficante que eu amava tanto pego minha amiga quando estava comigo sou uma pessoa isolada
Minha Londrina...meus pés vermelhos...terra dos meus filhos...terra que me acolheu...terra que me perdir... terra que me prendeu... terra que renasci...terra que já foi do café..hoje terra dá música...terra da moda...terra da mulher
"Seu motorista toque o carro
Me tire desse lugar
Me leve logo motorista
Pro outro lado de lá
Não vou cortar o meu cabelo, não
Só pra dar o que falar
Eu não sou gato de Ipanema
Sou bicho do Paraná"
A minha presença rouba suas palavras e ao mesmo tempo te desnude, você caí aos meus pés e te faço chegar além do que poucas pessoas conseguiram...
Se por aqui vaguei, meu corpo sabe.
As células festejam meu retorno.
Meus pés andam sozinhos, eles sabem
onde encontrar os passos que ficaram
gravados na memória das areias.
Os átomos que fui, andam no mundo.
Um dia, me dirão por onde estive.
[ Princesa ]
Tb te amo, até perder o ar, até o Sol voltar a brilhar, até meus pés pararem de andar, até minha boca parar de falar, até meu amor eu conseguir te dar
{ Dii ]
te amo tanto quero ti namorar sentimento puro ti inudar ti adoro vem logo pra cá perfeita por isso vou rimar Obrigado DEUS por ela mandar
meus passos ressoavam gritos
gritos meus
meus pés andavam
mas meu corpo estava longe
longe de mim!
o peso da minha mão me leva para baixo
junto com os meus
meu corpo cansado pede clemência
mas meu orgulho é impiedoso
eu sinto!
eu sinto o peso do rosto do meu oponente
e mesmo assim não tremo!
o que sou eu ?
Tenho sido toda distâncias, latitude longitude, olho para os meus pés e chega dá vertigem, latitude longitude. Não ouvisse falar da ciência acharia um milagre estar de pé.
Sonhos de Areia
Pisando com pés molhados na areia macia
Imersa na imensidão dos meus pensamentos
Tortos, paralelos, cheios de vontade
Vou caminhando, correndo, me perdendo
A noite vai virando dia
Nasce o sol que me incendeia
Vai secando a areia
Carregando meus sonhos pra longe
Onde não bate a luz, nem chegam os pés
Só chega a solidão nas asas da paixão
Vai pra longe, pra ser esquecida, pra sanar a ferida
Pra deixar em paz os pés que agora caminham na areia seca
Caminho de quem nunca foi feliz
Me vejo como um ser capaz de pisar em qualquer lamaçal e sair com os meus pés limpos; habitar dentre os piores pecadores e sair com minhas vestes brancas; conviver com qualquer tipo de pessoa, rico pobre, preto, branco sem que jamais me contamine com a soberba e o egocentrismo da raça humana. Não pense com isso que sou perfeito, pois tenho muitos defeitos, mas o meu coração é puro como o de uma criança e dentro de mim não há espaço para o ódio ou mediocridade de sentimentos mesquinhos.
Podem me dizer que sou Loco,sim sou Loco.
Pela agua do mar que vem molhar meus pés.
Pela alegria de uma criança,pelo simples Oi de uma pessoa que fazia tempos que não havia !
Loco pela brisa do vento passando por mim
Loco por pequenas coisas que acontecem na minha vida que me faça crescer !
Loco pelas arvores que sempre estaum ali para ser admiradas
Loco pela Vida Sim eu sou !
E acredito que se todas as pessoas fossem Locas como eu.
Não haveria tantas magoas nesse enorme Brasil !
Sou pobre, só tenho meus sonhos
Pus meus sonhos aos seus pés
Pise suavemente, pois está pisando nos meus sonhos
O sol na minha face,
A brisa doce do oceano,
Tocando a minha pele,
A areia massageando meus pés.
Um clima tão relaxante,
Mas essa maresia,
Traz muita nostalgia,
Mesmo que dias eu passe,
Vou sempre me sentir infeliz.
Pelo menos por agora,
Até que eu a reveja,
Aquela linda sereia,
Que no meu coração relampeia.
Sou só mais um humano,
Que desocupado e sem fé,
Acabou se apaixonando no verão.
E como me apaixonei!
Meus olhos ficaram fascinados,
Quando nela reparei,
Ali foi mais que paixão.
Conheço palpitares de coração,
E aquele, daquela hora,
Foi bem mais que especial,
EU não o deixei ir embora.
Guardei ele na lembrança,
Alimentando uma esperança,
Que aquela menina docemente bordada,
Com instrumentos divinos,
Pudesse fazer parte do meu destino.
Cada virtude dela é descomunal,
E hoje eu suponho,
Que já não posso dormir sossegado,
Pois ela invade todos meus sonhos.
E acho que comecei a acreditar,
Que com ela os contos de fadas,
Talvez eu possa realizar.
Ter um final feliz...
Seria realizante.
Mas só se vai ser,
Se ela quiser que seja.
Por isso vou fazer de tudo,
Inclusive colocar a disposição,
Todo o meu conteúdo,
O bom e o ruim,
Para que ela veja,
Que ela conquistou tudo de mim.
Cada um com seu jeito
Pequena lembrança
No tanque de areia
mergulho os meus pés
corro, corro,
rodo peio, rodo peio,
Vejo o balanço
Subo até ele
Sinto-me um pássaro
Esqueço a todos
Como é bom ser criança
Aproveito aquele momento
Todos se divertem
Esta chegando a minha hora
Hora de acordar
Pois estava sonhando
Sonhando de brincar.
Existe uma estrada sob os meus pés. Ela termina toda vez que chego em casa, tarde da noite. O que vejo após a derradeira parada, é o fim desse chão. Se eu prosseguir em minha caminhada, ignorando quaisquer placas de sinalização e advertências verbais de amigos, sou engolido por esse infinito precipício.
E eu não paro.
A queda, até o momento, não parece ruim, embora eu não negue que me incomoda não saber quando me chocarei com o chão. O ar, utilizei todo ele na tentativa de gritar. Ninguém ouve. Não daqui, onde estou. Eu poderia ficar sentado à borda desse penhasco, observando todos os que, caminhando ao meu lado, decidiram encerrar ali suas jornadas. Desobedeço… sempre. E, uma vez sem ar, resta a mim conferir se me calarei com o impacto ou por apneia. Ansiedade?
E eu não paro.
E quem tentou me seguir ficou pelo caminho, por medo de um ou outro precipício. “O que é que tem ali?”. Antes de me fazer essa pergunta, já me encontro lá.
Eclipse
Entre os carros e o asfalto, eu sinto meus pés se perderem
Nem todo dia, tudo o que eu falar vai ser compreendido
Mas, é bom soltar a imaginação!
Depois daquela ponte o céu parece acabar
Minha maneira de ver as coisas
Já te fez enlouquecer, e o vento que eu causei
Na tua pele se perpetuou
Sabe mais, tem uma voz que eu ouço dentro de mim
Ela convenceu-me de que tudo tem seu próprio tom
Se te ver acontece sem que eu espere
Eu sei, meu coração vai disparar!
Quando a noite chega,
A casa na colina vai desperta,
Escrevendo curiosos casos de incompreensão
Esconda sua mão, pois, se eu a alcançar te puxo
Para meu mundo
Onde a saída é feita de arrependimentos
Mas a estadia é um eclipse
Lunar!
