Se Fiz Ta Feito
Solidão, por que fizeste isso?
Que mal fiz a ti, para me torturares dentro de minh'alma,
Torturas-me com teu estrondo silencioso;
Roubaste a luz dos meus olhos;
Sem abrigo para me esconder de ti;
Pois estás a cada passo meu,
O silêncio em mim é devastador,
Corvos rodeiam-me;
Eles sentem minha alma apodrecendo;
Não resta mais nada além de aceitar a morte..
Claro que na obviedade da conjuntura me sinto penitente pelas coisas que não fiz, do que pelas coisas que fiz. Pois dentro da minha mente inicia uma balbúrdia gigantesca de arrependimento profundo por não saber se daria, ou não certo. Por isso que hoje em dia eu digo ao meu "Eu", FAÇA!
Eu não podia mais abrir mão de mim, eu juro que eu fiz tudo que eu pude. Mas te agradeço tudo que vivi e vi com você, me fez ser quem sou hoje.
Quando alguém fala de algum defeito meu ou de coisas que fiz no passado, eu entendo.
Mas eu não moro mais naquela versão, não penso mais daquele jeito e nem sou mais a mesma pessoa.
Então, se você ficou preso a uma versão anterior minha, sinto te informar que todo ano me atualizo.
Meus erros são novos, e nem por isso me apego ao desejo de errar, apenas não sou imune a eles.
Mas, acredite, a vida me mudou muito, e ainda bem.
Tem muita gente que não vai gostar, afinal, a antiga Deborah se deixava ser manipulada para agradar aos outros.
Agora, antes meus limites, meus valores e depois, se eu puder, os outros. Não me culpo mais por não poder e não QUERER fazer o que os outros esperam de mim.
É meu papel me respeitar e me fazer feliz dentro de meus valores.
Então, se você não gosta dessa nova versão, está tudo bem. Foi bom a gente no passado, e todo dia recomeço a vida olhando para a vida. Se não olhamos mais para o mesmo lugar, ou se você ainda não superou algo que fui ou fiz no passado, deixo com você as suas questões, percepções e expectativas, são só suas e não dizem nada sobre mim e minha jornada.
Eu sei e sinto que mudei muito, e isso me faz bem.
E já, já vou atualizar de novo, mantendo os valores morais, mas sempre uma nova Deborah.
Quer me (re)conhecer? Eu apenas respeito a vida e meus limites.
Essa rima fiz no momento, livre pensamento, vou vasculhar por dentro, não sei se é assim que se faz, mas fiz desse jeito, meu conseito, meu conselho, preciso md ouvir o tempo inteiro, dominar os meus desejos, permitir o que for pleno ingênuo da época da inocência, ciência da arte de viver ser se preocupar em ser, apenas ser o que da vontade, sempre tendo humildade, tudo tem um motivo, a vida se explica em trocadilhos, do milho ao sucrilhos, colonizador ou índio, ateu ou místico, matéria além do algoritmo, ritmo do coração, frases que vem do além, outra dimensão, direção que permite ser feliz ou triste, sem obrigação, permiçao, quem manda é a liberdade, batendo suas asas sobre os problemas da cidade, bons momentos também geram sofrimento na saudade.
Querido diário, hoje, ele me pintou.
Em conjunto, fiz o mesmo.
Não foi planejado, tampouco premeditado. Apesar dos olhares trocados.
O jardim antes devastado, enfim, foi curado.
A conexão se faz presente mesmo quando há ausência de palavras.
Meu coração te sente.
Vos apresento, o meu poeta.
É a pintura mais bela que já fiz em toda minha vida, pois é ele.
Única e exclusivamente, para ele.
A minha inspiração, a minha arte renascentista.
Poderia discorrer a noite inteira do quão poesia em suas mãos eu me torno. E me tornarei cada dia que passar, conforme você me cativar.
Declaro-me aqui apesar de saber que você, muito provavelmente, nunca verá.
Mas saiba, amor meu.
Meu coração bate com o seu.
Fiz meus conselhos aos tempos e agrados, como a sorte que provê do tempo a sagacidade do querer.
Às vezes meu motivo é sempre por acaso, é a felicidade de poder contemplar meu próprio a próprio desejo.
Quando sei que posso, vangloriar-me, sempre posso com carícia, olhar meu sóbrio assento que questiono, por querer de vento à popa a sagacidade e a felicidade de ter em meus desejos os amores de sorte por questiona-la a tantas outras.
O que fiz de bom, um esforço,
um ato de caridade, uma ajuda prestada,
um dia sem pensar no mal...
o que fiz de bom, eu, servo inútil?
Tudo que já fiz nessa vida é igual a nada, quando paro para analisar as críticas que sempre recebo pelas costas.
Ainda na juventude fiz essa grande escolha: Optei pela Paz. Não ter inimigo é viver acima das mazelas humanas caracterizadas pela mediocridade, alimentadas pelas desavenças, preconceitos, disputas pueris e ódio de várias fontes.
Pensei:
Apesar dos meus setenta vou continuar fazendo o que fiz ao logo dos anos: dar aulas, palestrar, ministrar a palavra da fé. Subitamente sofri um AVC - Isquêmico, que atingiu o centro da memória.
- Onde estou? Quem sou eu?…
Fui parar no hospital.
Relato médico:
morreram milhares dos seus neurônios.
- E agora doutor?
- Neurônios não ressuscitam, mas, com o tempo vão surgir os novos…
- Ainda me sinto perdido, esquecido, mas saudando-os com boas-vindas!
* Gratidão!
O que me motiva na vida e na música é aquilo que eu ainda não fiz.
Eu quero ser lembrado por algo que não fiz, pra que Eu vá lá e execute, imprima, dê vida aquele algo, e me fazer entender que vim pra dizer, mostrar ao mundo a minha missão.
Quando decidi fazer o Desafio da Subida do Mirante o fiz por brincadeira, mas comecei a treinar com toda a energia, determinação e disciplina que tinha. No final cheguei muito mais longe do que imaginava, mesmo sendo essa a primeira corrida da minha vida.
Ficaram as lições:
1. Não é a sua fé, não é acreditar que é necessário, é necessário FAZER, mesmo sem acreditar, mesmo sem fé;
2. Quando você FAZ, você desenvolve um novo hábito e isso transforma sua vida.
Hoje em dia, nada me incomoda mais do que não poder estar treinando para a próxima competição.
Nos arranjos da minha poesia cantei
Nos arranjos e notas de mim
cantei cada poesia que fiz!
Ao passo vi um concerto
explanado num canto,
de mil passarinhos!
A orquestra tocou,
as luzes do sol
o dia, coroou...
mas, sem ti...
sou eu tão só
feito um galho seco
ao sucumbir ao pó!
Nos arranjos e notas de mim
também cantei
cada verso na rima que fiz..
O pulsar do meu coração
sem som, sem você...
sou a procura eterna da dor!
Mas se eu for dispersando
no meu pensamento em sua direção
seria minha poesia em canção,
mas a orquestra que tocou,
a dos passarinhos também voou...
E eu ...continuei quase sem voz,
sem você no meu caminho,
feito agora os sons que caem
em pétalas sob os raios do sol...
a cair espalhando feito neve no chão!
E o meu silêncio espalho nos ares
e me desmancho em pétalas de flores
com desespero em meu canto te amo,
assim coloco no meu coração
algumas pétalas em prismas de cores!
Fiz poesias em todo o papel, mas faltou espaço para eu me expressar.
Te mandei flores, mas murcharam antes de receber.
Hj cantei pra te fazer feliz, mas chorei ao te ver partir.
Amanhã travarei batalhas por vc, para viver tudo aquilo q vc queria e não pode fazer.
Descanse e fique em paz, pois te amarei eternamente.
Eu sou aquilo que você brincou
Data: 21/09/2019
Eu aqui
E daí
O que fiz
O que feriu
Não importou
A dor você causo
Não ligo
Você esfriou
E eu gelei
O mundo você tiro
A paz eu criei
Mais você rompeu
Você invadiu
E fez chegar tão longe de mim
Mais você me fez sai de mim
Não me odeia mais
Eu sou aquilo que você brincou
Sou enigma que você entro
Sou equilibro
Que você desnorteio
Sou o que você riu
Quando eu chorei
Sou aquilo que você fez de meu bem querer até me fazer sofrer
Sou a flor
Que você despedaçou
Sou a rosa que você fez murcha
E deixo espinho pra me torturar
Sou angustia o pavor
Sou tudo que você sonhou
E realizou
O mundo percorreu
E a escuridão me acompanhou
O caminho que trilhei
As armadilhas você espalhou
Você arrancou o valor de ser mais eu
No oceano mais profundo me arrastou
Por dentro me quebro
E eu enterrei o mais o precioso em mim
Você fez aquilo que não sou
Você me segue
E eu corro sem proteção
Pra onde vou?
Ou o que será que você chama de fim?
