Sal
Flores Secaram
No Sal de tuas Páginas
Adornadas ao Abandono
As Folhas desistiram do Vento
E o perfume das Pétalas
Já não dança.
Obrigado a cada pessoa que já parou pra me ouvir cantar.
Vocês talvez nem saibam,
mas já me salvaram em silêncio.
Cada aplauso, cada olhar atento, cada palavra depois de um show…
Isso me lembra por que escolhi a música — ou por que ela me escolheu.
Seguimos. Sempre com alma. Sempre com fé.
#Gratidão #VivaAMúsica #RafaelStorari
No cristianismo o sal quando perde o gosto só serve para ser pisado; da mesma forma igreja sem propósito, pode ser bonita e organizada, mas ao Reino não serve;
Saudade deveria ser escrita "saldade", para condizer com o gosto do sal que têm as lágrimas que vertem dos olhos daqueles que a sentem.
Uns gostam de mim com sal, outros com açúcar, a maioria prefere simples, ao natural, tal como sou, sem corantes, conservantes e outros colantes.
disfarço-me da saudade, é ácido que corrói e mata, é tequila com limão e sal, no final tem sempre um gosto amargo...
Geraldo Neto lança mais um livro!
A editora Sal da Terra localizada na capital paraibana anuncia o lançamento do livro do escritor uiraunense Geraldo Rocha Dantas Neto popularmente conhecido por Geraldo Neto titulado como:“Textos que Rimam”, seu conteúdo traz poemas e poesias em suas diversificações, o livro terá como co-autor o professor e escritor cajazeirense Lucilândio Pereira Mareco autor do livro” Passeando pelas praças de cajazeiras PB”.
Em 2007 o escritor lançou o livro titulado por “Asas Poéticas” pela editora Real, seus trabalhos são espalhados por várias revistas, endereços virtuais onde se revela o Blog do Geraldo Neto um espaço de cultura e encontro com a poesia. Ele enfatiza que “escrever é um dos vícios da minha existência” e garante lançamentos de várias obras além de poesias e poemas na área sociológica, antropológica e jurídica que são marcas do seu próximo trabalho.
O livro “Textos que Rimam” está sendo comercializado pelo preço de 20,00 (VINTE REAIS) e quem quiser adquirir entrar em contato com o escritor Geraldo Neto pelo número 83-91452957
Em dosagens moderadas sente-se a leveza do café, do alho, do sal e do limão.
Não pesar no próximo é como aliviar a si próprio.
O gosto do sal
Importa muito mais
que a qualidade
da importância que o conferimos
Nem tudo que a vida traz ou faz
Se percebe exatamente
Na hora em que acontece
Pensamentos vão surgindo
Pra poder ou não ficar
Nisso consiste
Um pouco do que a gente é
Não é tudo que pode ou precisa
Ser vivido, falado ou escrito
O lado bom
e realmente honesto da vida
É ter a consciência que a viveu
Tanto nos bons
Quanto nos maus momentos
Tentando sempre e pelo menos
Se manter em pé quando acabarem
Pois às vezes eles são exatamente inversos
E a vida engana por diversas vezes
Não é tudo que se acaba onde termina
Dai você vai perceber
que as maiores dores nascem
por haver grande alegria
A imaginária linha do tempo existe
e nada permanece
No lugar onde deixamos
viver pode ser
Sentir saudade
De lugares e pessoas
que há muito passaram
Prosseguir caminhando
Sem jamais acompanhar seus passos
pois, enquanto houver vida
Não saberemos
se correram à frente
ou simplesmente deixaram-se
ficar pelo caminho
de vez em quando os sentiremos
No carinho da brisa e no calor do Sol
Sonharemos com isso
Estando a alma acordada
É preciso fé pra prosseguir
Pois caminhamos cegamente
e ninguém sabe onde vai
Aqueles que jamais te olharam de frente
Serão os mesmos a te acusar
de não ter olhado pra trás
A vida é futuro, passado e presente
numa coisa só
Pouca coisa chega ao seu destino
do jeito que saiu do peito
Continue amando
Nesta vida
Nem você, nem as coisas
e nem mesmo a própria vida
Nada
Nunca sairá perfeito
A maior propriedade do ar
está no fato de existir e não ser visto
e é triste, muito triste precisar correr,
Pra perceber a existência
do que existe
E saiba que a forma inversa
Sempre vai estar lá também
Pra maioria das gentes
Muito pouco interessa realmente
Não enxergam nem mesmo
O que lhes vai à frente
O tempo caminha
numa linha, qual se fosse equilibrista
A vida, um malabarismo
O mundo uma fera
Que exige que você
Faça sempre um pouco além
daquilo que ninguém quer
Porém, todo mundo espera
Portanto
A resistência do ar
O gosto do sal
E o pobre domador que ninguém via
Um dia, fatalmente serão sentidos
Seja, no final da vida
Inverossímil, incrível e mirabolante
Enquanto inexistente
E mesmo que seja triste
Não faz mal
Plante flores que não vai colher
e as frutas que não vai ver
Viver
É escrever a poesia que ninguém vai ler
Além de você
as coisas são assim
Num instante e simplesmente
Haverá de ter passado
Acabou-se a vida inteira, só isso
A única pessoa
Que vai prestar contas por tê-la vivido
é você.
Edson Ricardo Paiva
Uma pitada de Sal
Uma Xícara de Açucar
Pra dar um pouco de gosto
Nesta vida
Melhorar aquilo
Que foge ao normal
Posto isso
Cumpramos todos os compromissos
Se uma xícara não der
Derrama, mulher
Um quilo
Se não tem gosto de nada
Coloca mais uma pitada
E se mesmo assim
Não tiver açucar em casa
Naqueles dias
Em qua a vida atenta
Abra as asas da imaginação
E coloca pimenta em tudo
Pois
Quando o dia
Parece perdido
é que a gente
Realmente cresce
E escreve aquela nova página
E muda aquelas mínimas coisas
Que devia ter mudado
e deixou pra depois
Pois você não está sozinha
Enquanto eu estiver aqui
Seremos pra sempre
Nós dois
Igual ao que sempre foi
e quando não for
Não se esqueça
Que quando começava assim
Eu sempre colocava
Uma pitada de sal
E lembre
de lembrar de mim.
Pra tirar de vez o mau olhar
Banho de sal grosso
Na água fria do mar
Correndo descalço a natura conecta
Sai pra rua meu parceiro
Olha a lua como é que tá
Deus nunca precisou de uma igreja infantil , mas de uma igreja madura que seja uma ameaça para o inferno . Igreja não é lugar de entretenimento mas lugar de crescimento para fazermos a diferença sendo o sal e a luz .
