Sal
disfarço-me da saudade, é ácido que corrói e mata, é tequila com limão e sal, no final tem sempre um gosto amargo...
Geraldo Neto lança mais um livro!
A editora Sal da Terra localizada na capital paraibana anuncia o lançamento do livro do escritor uiraunense Geraldo Rocha Dantas Neto popularmente conhecido por Geraldo Neto titulado como:“Textos que Rimam”, seu conteúdo traz poemas e poesias em suas diversificações, o livro terá como co-autor o professor e escritor cajazeirense Lucilândio Pereira Mareco autor do livro” Passeando pelas praças de cajazeiras PB”.
Em 2007 o escritor lançou o livro titulado por “Asas Poéticas” pela editora Real, seus trabalhos são espalhados por várias revistas, endereços virtuais onde se revela o Blog do Geraldo Neto um espaço de cultura e encontro com a poesia. Ele enfatiza que “escrever é um dos vícios da minha existência” e garante lançamentos de várias obras além de poesias e poemas na área sociológica, antropológica e jurídica que são marcas do seu próximo trabalho.
O livro “Textos que Rimam” está sendo comercializado pelo preço de 20,00 (VINTE REAIS) e quem quiser adquirir entrar em contato com o escritor Geraldo Neto pelo número 83-91452957
Sem querer descobrir
Que você esconde seus stores
Pelo simples fato
De não ter meu contato salvo
Mentir para quem te ama
É o maior erro de alguém que trama
Se tramas maldade
Sai dessa não te cabe
Se tramas felicidade
Demonstra sem medo da realidade
Assim tudo fica mas fácil de verdade.
Esteja adiante apenas de você não vá se importar de estar só, seja sal, seja luz, seja um exemplo de trabalhador aquém vai sentir a tua falta.
O mar não está furioso quando suas ondas gigantes revira o oceano filtrando limpando o sal, as curvas são danças louvores glorificado a divindade, é magnífico vê o poderoso oceano em sintonia com a vida.
O mar e as lágrimas tem algo em comum: o sal, Mas a chuva, ah a chuva são os olhos de DEUS chorando amor em doces lágrimas pela humanidade
Amor é neve em avalanche sobre piso de sal, o desfecho derrete, lágrimas, enchente e destroços trás ao coração.
É CONGRUENTE: Mar e solidão.
O sal flui nas águas e nas lágrimas; frias, mas com a finalidade de queimar.
DE PONTA-CABEÇA
Tudo igual
Olhar convergente
Caminho sem sal
For”matando” gente
Assim programados
Resetados, sem voz
Cheios de nadas
Cegueira do algoz
Muda a tocada
Em “riste” pro outro
Sem busca em vós
Nova era
“Se” faz essencial
Sem tempo pra espera
Diferente, especial
O “topo” não topo
Mudança de foco
Sendo a escolha
Saindo da bolha
Adeus arremedo
Respirando sem medo
Virando a cabeça
Outra mirada
Teimosia travessa.
"Este ano quero que a vida me faça tão feliz, como quando o sal encontra a água e se dissolve de bem querer "
A lágrima que cai individualizada convida a chuva a mostrar o sal da Terra. Não se trata de metáfora, mas de compreender as lagrimas derramadas pelo planeta como um chamado para o rompimento do egoísmo.
CANA-DE-SAL
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Ninguém tem o direito de ser coroado
por chegar ao triunfo gerando fracassos;
construir um passado coberto de mágoas
e de passos frustrados em razão dos seus...
Não se faz um futuro do qual se glorie
apesar dos presentes de grego que deu;
nenhum eu se faz pleno quando fere o nós
ou aperta em seus nós esperanças alheias...
Não invente que os meios dão sentido ao fim;
pode ser o seu fim como alguém que se preze
no que pese a verdade muito além do espelho...
Todos pagam seus preços não importa como;
chupam gomo após gomo da cana-de-sal
que terá que ser sua no justo momento...
