Sal
Enquanto preparo o almoço
Tomo umas biritas
O sal aumenta
O alho arde
A água aferventa
No fim das contas
O sabor permanece
E todos comem
O que lhes apetece
E até me agradecem...
Bom apetite!!!
Se gostaram?
Nem precisa perguntar
Se nada sobrou
Nada a declarar...
mel - ((*_*))
“Sou sem sal, sem açúcar, sem gosto. Nem salgado, nem doce, nem amargo. Sou um todo de mim mesmo, com um pouco mais de mim. Não sou igual a todo mundo e nem diferente de ninguém. Só sou eu mesmo. Sou sempre cheio de expectativas que uma vez ou outra tiram o meu sono. Vivo imensamente dentro de mim mesmo. Sou calado e vivo construindo barreiras em minha frente. E isso tem um ponto negativo e um ponto positivo. O negativo, é que eu vivo sempre sozinho, e quando alguém tenta se aproximar de mim, as barreiras que existem sobre mim automaticamente impedem as pessoas de terem alguma relação comigo. O ponto positivo, é que estou longe de todas as pessoas, ou seja, para ser mais direto, estou longe de todas as desilusões, arrependimentos e recaídas. As pessoas carregam coisas ruins em suas costas, e eu sou preguiçoso demais para ajudar. O que eu sinto é neutro. Nunca estou feliz e nunca estou triste. Quando eu sorrio, sorrio pra valer. Mas quando não quero, não forço. Não sou de forçar nada. Ou é ou não é. Sou sincero, e mesmo que isso possa magoar as pessoas, continuo sendo eu mesmo. Sou egoísta, um pouco. Mas continuo sendo eu mesmo. Simpatia? Olha, eu não sei ser simpático, mas se eu gostar de você, considere isso. Só estou sendo eu mesmo.”
Preciso despojar essa dor, [jogar no mar],
Deixar o sal corroer, livrar o meu pulsar dessa agonia,
Dizer a Deus, 'adeus', e seguir para o lado que
o medo não me deixa atravessar...,
Preciso dizer para mim uma palavra...,
... uma única palavra, que me faça acreditar
que sou capaz, que não vou voltar atrás...,
Não sei que palavra é essa, ela se esconde
das minhas promessas...,
Porque eu [me] prometi que não iria desistir,
mesmo que a dor gritasse dentro de mim...!!!
Quero chorar,
Quero sentir o gosto da lágrima...,
o sal do mar,
o doce do Céu...,
Quero permanecer lutando, mesmo que as
minhas forças desfaleçam, mesmo que
os meus olhos adormeçam...!!!
A minha alma me entende,
a minha vida me limita a este momento...,
A minha alma me entende...
a minha alma...
maraiademoraes
Jesus te chamou para ser Sal e Luz no mundo certo? Mas porque o servo quer "ser" o "docinho" do mundo? Autenticidade, austeride, valores, ética devem estar incorporados no "ser" sal e "ser" luz.
Evangelho (Mt 5,13-16): «Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal perde seu sabor, com que se salgará? Não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e pisado pelas pessoas. Vós sois a luz do mundo. Uma cidade construída sobre a montanha não fica escondida. Não se acende uma lâmpada para colocá-la debaixo de uma caixa, mas sim no candelabro, onde ela brilha para todos os que estão em casa. Assim também brilhe a vossa luz diante das pessoas, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus».
Falam que ser claro é uma cor sem sal e açucar mas sou temperado com o tom que me soa todas as cores fortificadas de vida
Speak to be clear is a color without salt and sugar but I am seasoned with the tone that sounds to me all the colors of life fortified
Habla a quedar claro es un color sin sal y azúcar, pero estoy experimentado con el tono que suena para mí a todos los colores de la vida fortificados
Baby é tão sem sal ser normal
Prefiro as luzes da noite
E um amor de verão com um belo final
Alguns cigarros e umas boas risadas
Ardentes amasso entre vazias garrafas...
Sabe aquela refeição para doentes, sem sal, sem óleo e quase sem gosto??
então,
conheço algumas pessoas assim...
Somos o calvário de Jesus na Cruz, vivemos pela morte ressuscitada Dele nessa busca constante da salvação.
Para o mundo que tem sede, podemos ser sal e, para o mundo que está nas trevas, podemos ser luz, apenas aceitando a transferência do poder e da identidade de Cristo em nós.
“Ciúmes é como sal, na quantidade certa traz um tempero gostoso para o relacionamento, mas quando passa dos limites, estraga a comida!”
caminha-se na sombra das paredes
que se erguem envoltas
num mar duro de pedra
e sal
uma nesga de luz que sai
das trevas
por curto instante e faz gerar
da palavra a semente
rebentam do fundo da garganta
apertadas por dizer e formam-se
em interrogações constantes
no seio do poema que se faz
grita a liberdade
acordam os sentidos conscientes
duma nova realidade
in "Meditações sobre a palavra" (um tributo a Ramos Rosa, o poeta do presente absoluto), editora Temas Originais, do poeta Alvaro Giesta
Sal grossoooo
Kkkkk
Preciso de vc
Pra lavar meu corpo, banhar minh'alma
Limpar minhas cicatrizes
Amaciar meu coração
Kbom kkkk
É amaciando que se consegue fazer, o fluxo fluir...
Colocar o motor em marcha lenta,
Para depois
Correr, com segurança, para conquistar a paz,
Felicidade e amor...
Obrigado meu Deus
Pela saúde, pela vida e por todas as superações...
Por tudo lhe sou grato
E que a cada dia possamos, juntos com os amigos, desbravar essa KKK MISSÃO que é levar luz, confiança e fé para todos que precisam caminhar... Que estão paralisados...
Vai amaciando para que nunca nos falte uma pedra para dissolver, dinamitar e por ela, nos apaixonar... Porque é pelos nossos caquinhos recolhidos e reagrupados, que ficamos mais fortes, resistentes e confiantes... E é essa fé na vida que desejo para todos vcs.
Amém 🙌 SALVE
ENQUANTO SANGRAS FLORESCES 🌹
Enquanto não sagrarem as pedras
O sal das lágrimas não secarão
A raiz deixará de sentir saudades
E os meus olhos não conseguirão fechar
Retratos da minha alma esquecida
Macieira em flor, pomar de retalhos
No meio do nevoeiro em cinzentas águas
Solta a âncora para atracar nos abraços
Que bailam nas palavras, ventania de triste vida
Para bater no fundo da esperança despida
E ao longe vejo-te como as flores desejam luz
Tecendo o perfume dos dias que nada dizem
Nas pedras que sagram dos beijos já dados
Enquanto sangras floresces em sentimento
Nas velhas primaveras das almas que lavras.
Sinto muito.
E como sinto.
Sinto a dor, sinto a falta, sinto as lágrimas e o sal.
Eu tentei muito, mesmo, mas sinto muito.
É um dissabor, é triste, é amargo.
Ficaram lembranças de dias felizes, nossa e foram felizes, eu me lembro, eu sempre me lembro.
Passei um tempo atrás no qual procurei a paz nos lugares mais barulhentos, talvez para que esse barulho gritasse mais que meu coração e de repente o silêncio.
Era a paz que eu tanto procurava... O Sol nasceu de novo no meu coração, era você.
Mas nem todos os dias são verão né, e não resistimos a primeira tempestade.
Achei que tinha construído algo mais sólido...
Que você possa sentir a mesma paz para partir que eu senti quando te encontrei.
Eu fico com a tempestade que criei, mas um dia passa, vai passar.
Cuida da minha semente !
(sal)gado
minha saudade além do cerrado
não chega a ser um uivo
ou tão pouco ouvidos calados
são silêncios em ruídos
vindos do gosto salgado
do mar, são sentidos
que sinto aqui no cerrado
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Maio, 2016
Cerrado goiano
