Ruas
Não morra.....
Ainda falta muita coisa para fazer.
Sorrir, caminhar entre as ruas
Aprender a compartilhar
Aceitar as dificuldades da vida
Não, não morra não.
Por que tantas coisas ainda serão ditas
Tantos erros, sem perdão.
Tantos sonhos como ilusão
Uma verdade ou uma mentira
Entenda que ainda não é tempo
Melhor é ter que se entregar e apostar
A vida é o melhor remédio
Muito bom ter você aqui, então não morra
A minha mão será a sua
Vou ajudá-la a enxergar
Darei passos seguros para te auxiliar
Ainda não, não morra não.
Chegou agora, é hora de viver
Viu quantas coisas linda a vida tem
Bom poder olhar em seus olhos
E ótimo ouvir de você, que me diz.
Não, não morra não.
Você é minha vida.
Jan.09
VINTE E TANTOS ANOS
Andando pelas ruas,
deparo com um homem,
me chama a atenção, seus passos lentos,
demonstrando tamanho desalento.
Aparência sofrida...Parecendo descrente da vida.
Andar cabisbaixo... Semblante sombrio... esguio.
Aparentando muito sofrimento... Puro abatimento!
Parecendo não ter forças,nem sonhos, nem esperanças,
Penso até que de si já desistiu.
Afinal! Já é um homem velho...
Tem lá, seus vinte e tantos anos!
Versos a Fernando
Já andei por ruas,
Cemitérios, desertos, fazendas,
Já andei por mil e um lugares,
Já pulei janelas,
Já pulei barrancos,
Já nadei até o fim do mar,
Já descobri que não a explicação.
Sonho a cada instante de meu dia,
Sonho com seus olhos,
Seu rosto,
Sonho com seu sorriso, que ilumina minha noite,
Seu amor é a grande cura da dor,
Da dor que existe dentro de mim.
Paro em um instante e olho para trás,
Olho para ver se realmente você sempre será meu,
Você é meu céu,
Meu mar,
Meu chão,
Você é o sol que entra na minha janela de manhã,
Você é a luz que me salva da escuridão de noite,
Você é a paz que está dentro de mim quando penso que não tem,
Você é tudo aquilo que um dia sonhei.
Não sei se vai acabar,
Não sei o que vai acontecer,
Não sei se vou continuar a ser sua,
Não sei o que vai acontecer quando você for,
Não sei o que fazer para tentar esquecer
Pelo menos por um minuto que vou ter que me separar de você,
Não sei quando isso vai acabar,
Só sei que tudo isso é tudo que hoje eu quero para vida toda,
Só sei que é melhor não fazer planos para o futuro,
Vamos deixar Deus escolher,
Vamos deixar acontecer,
Vamos deixar fluir até que Deus decida o que vai
Acontecer.
Não sei da onde tirei inspiração,
Ou melhor, sei,
Tirei de tudo aquilo que sinto por você,
De tudo aquilo que você me faz sentir,
Prometi que nunca iria chorar,
Prometi que não iria mais sofrer,
Prometi que nunca mais iria me envolver tanto,
Mais o que aconteceu?
Como isso foi acontecer?
Não sei, não quero saber,
Eu só sei que hoje sou sua,
Que hoje não sei mais viver sem você,
Acredito que um dia você vai voltar para mim,
Que um dia voltarei a ser sua.
Eu preciso de você,
Só de você para me aquecer nos dias frios,
Para me fazer um carinho na hora de dormir,
Preciso de você para fazer aparecer às flores do dia de primavera,
Preciso de você para fazer calor no verão,
O que será de nós se esse amor morrer?
O que vaia acontecer?
Será que ainda iremos nos lembrar de tudo que um dia
Passamos juntos?
Agora eu vou te contar um segredo,
Um que nunca se quer saiu de dentro de mim,
Vou te contar só uma coisa,
Aquilo que você já sabe, pelo menos penso que sim,
Sou sua flor,
A flor que você sempre sonhou em ter.
Ps: Te amo
(Vieira, Thatianne, Rio de Janeiro, 03-06-2008)
chamamento de São Mateus]
Lc 2:29
Via-te em sonhos agora vejo-te em ruas pisadas de um tédio desesperado. Não é figura de. Não. Vejo-te mesmo. Os olhos brilhantes a barba dura de dois dias o andar gingão. E eu sei que és tu porque tu páras e deitas-me um sorriso perdido. Como quando me sentava ao teu lado na cama e te olhava e te via nos olhos o medo a comer-te as entranhas. Depois desistias. O corpo caído na cama fechavas os olhos para eu não te ver. Às vezes escorriam-te da boca sussurros roucos que eu não entendia. Depois viras a cara e então já não és tu. É outro. Tão diferente. Por isso eu sei que és tu. Não é uma miragem. És tu. E sabes. Nesses momentos em que me deitas o teu sorriso perdido. E te vejo de novo nos olhos a dor que te. A sério. Já não estou cá.
entao pintei de azul meus sapatos
por nao poder pintar as ruas
depois vesti meus gestos insensatos
e colori minhas mãos e as tuas
"TENTE VER O MAL QUE SOU
ANDO PELAS RUAS EM TRAJES MORTAIS
SOU O PIOR DOS DEMONIOS
SOU O MONSTRO QUE SE PARECE COM TODOS".......
Doce Novembro
Marjorie Estiano
Composição: (Alexandre Castilho/André Aquino)
Nas ruas desprezo quem sorriu pra mim
Não vê que por dentro eu já cheguei ao fim
E aceito a sorte que a vida me deu
Mas pena é pros fracos que o mundo já esqueceu
O seu desespero ilude
Que é sua essa dor
O choro que te cai
Só consola você
Amanhã é cedo pra estar melhor
Amanhã é cedo pra mim
Me agonia o medo de ficar só
Me sinto só enfim
Só vejo lamento no que eu não fiz
Quem sofre não cuida de laços ou verniz
O seu desespero ilude
Que é sua essa dor
O choro que te cai
Só consola você
Amanhã é cedo pra estar melhor
Amanhã é cedo pra mim
Me agonia o medo de ficar só
Me sinto só enfim
Um doce novembro que foge de mim
Assina o passado enquanto eu sinto o fim
Eu aprendi a ser feliz, eu aprendi a viver sem você,
agora eu ando nas ruas e consigo ouvir o canto dos pássaros
e o q era cinza ganhou cor, a vida ganhou graça de se viver. Descobri o que faltava, eu achei a alegria dentro de mim. Obrigado.
Caminhando pelas ruas de Venceslau
observo, atentamente, pessoas, animais, pássaros,carros, prédios, casas, ruas, avenidas,estudantes,maritacas...
Mas o que me chama atenção
é um aparelhinho:celular.
Pois os fatos mais banais se tornam urgências "eminentes". Será que o Criador sussurra o décimo primeiro mandamento on line?
Andando pelas ruas..
eu vejo as pessoas..
que olham para frente..
olham para baixo..
olham para si..
apenas para si..
Não olham para o lado..
não olham para o outro..
enchergam apenas a si..
Mas não é isso que eu quero..
Por isso olho para o lado..
e vejo as flores..
a paisagem..
a cada dia há algo novo..
eu quero ver além..
eu quero ver o outro..
eu quero ver você..
eu quero ver a vida!"
SONETO XXVII
Nestas ruas vazias
Passei a procurar
Durante noite e dia
Teantando desesperadamente achar
Algo que um dia perdi
E nao sei como vou achar
Algo que possuia em mim
Que perdi e me fez chorar
E agora nao ha mais nada
Nas esquinas vejo olhares
Que desviam meus olhos da estrada
Sem ver as pessoas pasarem
Tornado-me no mundo ninguem
Querendo achar alguem
Repare como os rostos nas ruas estão sempre longe de si mesmos.
Repare como o caminho percorrido tem algo a mais do que somente imagens vagas
passando.
Repare que o seu olhar não está focado em nada.
Repare que o botão do automático está ligado.
Repare que a energia está se consumindo de forma errada e inadequada.
Repare naquele ponto que sempre ignorou.
Repare no lixo das gavetas e na poeira dos sótãos.
Repare no que se aproxima e vai embora sem nada causar.
Repare nos sinais pelo caminho.
Repare no cachecol apertado e no peso que sustentas.
Simplesmente, repare!
" O que pensar? "
" não sei mais direito no que pensar, as ruas em que eu ando paresse estar com brisas, e impedem meus olhos de te enchergar, mais não entendo o que esta acontesendo, seu jeito, seu olhar, tudo indica que vamos nos apaixonar, mas como entender, não sei mais no que estou pensando, ou se estou pensando em você, sonhos ou pesadelos orripilantes toda noite vem me atorduar, e a noite paresse ser inacabavel, e me lembro do seu sorrizo, do seu cheiro, do seu jeito que ja disse varias vezes que paresse ser o meu jeito,e quando fecho os olhos logo percebo que ja esta de noite, e mais uma vez eu estou aqui sem você, e penso no como eu queria poder voltar o relógio para contigo de novo poder estar, letras, poemas, frases, nada disso seria o bastante para me expressar, pois até hoje não descobri o porque de tudo isso, a unica coisa que descobri até agora é do quanto é bom com tigo poder ficar...."
Ser a história lida e bem resolvida.
Ser avenida movimentada, não gosto de ruas paradas!
Ser o curso concluído no meu currículo.
Natal
Está frio lá fora
Não há ninguém nas ruas da cidade
A janela de casa se abre, deixando o vento entrar
E trazendo lembranças que eu tento apagar
Hoje é natal
As luzes brilham mais que as estrelas
Somente para eles
Não há brilho mais forte do que o delas
É natal, e eu quero permanecer aqui
É natal, eu não tenho para onde ir
Eu fico por aqui, junto com essas estrelas
Permaneço com este imenso céu
Feliz estar com todos eles à sua volta
Feliz é esta sobre este gramado observando tudo ao meu redor
Você se parece tão só
Eu não serei o seu melhor,
É natal, você pode ficar por aqui
As luzes da cidade, são como
Lâmpadas apagadas para você
Sempre houve uma luz maior acima de você
Elas sabiam, que tudo um dia iria perder o brilho para você
Você nunca às enxergou,
Elas jamais deixaram de brilhar para você.
Era uma noite escura sem lua, as ruas estreitas fazia que o friu viesse diretamente contra meu corpo, um friu que fazia as ruas transpirarem e assim molhassem sua pedras.No longínquo via-se nitidamente a neblina que dobrava a esquina, que de tão densa parecia gemer ao se aproximar. Derepente encontro-me envolvido por ela, o medo surge no meu consciente,uma sombra parecida com um homem surgue a minha frente com uma capa de chuva preta que lhe cobria as canelas, botas tão negras que lhe confundiam com borracha molhada, suas mãos vestiam-se com luvas de couro, sua cabeça coberta com um capuz como se protegesse da chuva, seu rosto coberto até o nariz por um pano onde dava para notar sua respiração quente saindo pela boca, seus olhos unica parte do corpo descoberta golpeava minha mente com um olhar gelado e aterrorizante.
Quando dei-me conta ele estava ali dois passoa a minha frente. O medo começou a tomar maiores proporções, em sua mão direita um objeto reluzente prata, tento correr mas o medo ja desceu pela espinha e tomou conta das minha pernas.
Sera esse o meu fim? Morto na calada da noite por uma figura medonha que minha mente criou?
Fico imaginando como deve ser caminhar de mãos dadas ao seu lado (mesmo que nas ruas esburacadas de São João de Meriti). Deve ser como passear pela Via Láctea ou como andar nas nuvens.
Catei ilusões durante a vida,
andei tentando aumentar meu caminho,
mas, eram as mesmas ruas de que adiantou?
Empurrei meu carro de lixo, ele agora vira ouro em minhas mãos, vira roupa, vira caderno, vira lápis e compaixão.
Eu trilhei a arte do ofício, mas Deus quem me pôs nos trilhos, acreditou em mim.
Eu não tenho vergonha do que sou, ajudo o mundo a respirar. E ainda há quem tenha nojo de mim. Coitados eles nem sabe o que fazem todo dia da vida, eu sei, eu ajudo meu mundo e o deles a respirar. Eu os ajudo a respirar, eles e os filhos, os netos e quem mais vier.
Eu cato o lixo que na verdade é ouro, e que eles em busca de ouro disperdiçam.
