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Ruas

Cerca de 1895 frases e pensamentos: Ruas

"Apoio o povo venezuelano. Espero, portanto, que a ida da população às ruas sirva também para se manifestar contra os marginais que praticaram 'rachadinhas' em seus gabinetes, contra aqueles que embolsaram joias, relógios e armas do acervo do Estado, e contra os que venderam poços de petróleo para a China a preço de banana, possivelmente recebendo propinas. Espero que esse povo consiga identificar, com os próprios olhos, quem deseja implantar uma ditadura familiar usando o nome do povo!"

A cidade oferece ruas;
nós oferecemos passos
e desse pacto nasce
o poema que o
chão murmura.

A gente tropeça com tanta gente nas ruas da vida.
Algumas a gente guarda na memória, com outras a gente faz história.
Algumas são momentos, outras são eternas.
Algumas ficam na terra, outras a gente leva para o céu!
Haredita Angel
07.-09.25

Há uma jurisprudência silenciosa sendo escrita nas ruas todos os dias: ela se chama sobrevivência.

DIA TRISTONHO
Hoje é um dia tristonho para o sol distante que componho
Ruas de terra com plantações ao redor sorteiam as pétalas da nostalgia de menino.

O menino chora!
A descoberta nas areias desertas que o banho de água doce deixou.
Experimenta o amargo das gotas que lavam a face.
O menino chora!

A inocência trazida num rosto que mostra em cada sulco as marcas que a vida lhe deu.
Sem ar o menino chora!

Dormindo no carro, escondido na areia, saindo do barro...
O menino chora!

Amargor da angústia, aperta o peito que reopousa no leito.
Deitado reclama do estômago que incomoda.

Sorver o coro angelical numa despedida fúnebre é a cena que a peça nunca quis encenar.

Sabores e sonhos.
Formas e doces.
Temperos da vida. (Júlio Raizer)

Lá fora está frio e chuvoso e as ruas se encharcam de silêncio. As gotas escorrem nas janelas como se fossem lágrimas antigas que o céu já não consegue conter.

Noite fria, chuva martelando o telhado, vento que uiva nas copas. As ruas estão vazias, a cidade ilumina apenas o que é frio, que não tem vida, não vejo ninguém, como se a cidade tivesse recuado para dentro de si. Caminhar nessa chuva é rasgar-se por dentro, poucos têm estômago para esse abandono.

Eu a procurei nas praças e nas ruas, não a achei nos lugares comuns, mas sim no jardim fechado que reservamos para o nosso reencontro secreto.

A verdade está nas ruas, disfarçada de ambulante, vendendo a honestidade.

Eu caminhei sozinho por ruas estreitas, sentindo o frio e a umidade sob o halo da lâmpada, buscando fugir dos sonhos inquietos

A cidade tem lembranças afiadas como cacos de vidro. Passo descalço por algumas ruas e sinto as marcas. Cada cicatriz urbana me conta quem já soube amar. Há um consolo no reconhecimento das próprias falhas. E, por isso, volto ao lugar que me fez aprender.

⁠“Desde que a felicidade ouviu seu nome, ela corre pelas ruas tentando te encontrar.”

Entre caminhos desertos e ruas escuras, vou dando os meus passos a espera de um dia encontrar a luz de que eu preciso para me encontrar

Inserida por LEANDROCK

Degusto um bom vinho,
em uma taça antiga,
que me lembra as antigas ruas de Viena,
lembrando-me, por algum acaso, do brilho das doces moças das peles claras e olhos claros,
sem ter nada contra, é claro, das índias brasileiras, doces também, de fato.

Escrevo com delicadeza, estas letras sensíveis,
para que teus olhares, as vendo, sejam puros e delicados,
como um fino papel, não resistente a nem uma gota de mísera chuva,
e muito menos, as lágrimas de uma moça vítima de adultério.

Sonho em apenas imaginar teus olhares emaranhados em minhas linhas neste poema,
linhas singelas que pretendem alterar seus sentimentos somente para te tê-la em meus braços,
delicada donzela,
dona de meus pensamentos, mesmo que esteja lúcido ou com os olhos fechados,
pois mesmo assim, estarei ligado e sonhando com ti.

Inserida por danilofina

NASCE, CRESCE, FILHO DA RUA

Desde o ventre da minha mãe que conheço as ruas. Minha mãe é zungueira de profissão, já desde o ventre que tenho acompanhando-lha nas suas zungas. Presenciou as caminhadas que ela faz para nos sustentar, as muitas corridas que faz e sofre dos fiscais e os senhores policiais para não perder o negócio que nos é rentável. Outras vezes ela não escapa e é nos cassumbulado o negócio, fonte do nosso sustento. Muitas vezes chicoteada por reivindicar que até sinto a dor da chicotada.
Fui gerado na rua porque até aos nove meses a minha mãe zungava a necessidade é enorme, para completar o enxovalhe e a panela em casa não entrar em greve. Esqueceu-se do dia, mês, hora que vinha ao mundo, acabei por ser gerado na rua e assim me familiarizei com a rua.
Três, quatro mês depois comecei a gatinhar minha mãe decidiu que já era o momento oportuno de acompanhar-lha na zunga, não há dinheiro para mim, ir a creche e ela não pode ficar parada ou seja ficar em casa. Apesar de requerer ainda muitos cuidados materno, porque se não morremos de fome.
Passo toda a minha infância na rua ao lado da minha mãe, sem crianças a minha volta porque as deixei todas no bairro em que vivemos e assim vou crescendo.
Sou da rua, alimentam-me, tomo banho, vestido na rua ao céu aberto ou seja ar livre.
Deste modo vou familiarizando com a rua, conhecendo-as do musseque à cidade. Quando completo os meus 5, 6 anos. Já sei fazer o mesmo trajecto me é familiar. Conheço-o tão bem que perco o medo de andar sozinho, criança que só. Esquecendo que as ruas são tão violentas e perigosas, criança e inocente. Mas como posso ter medo se presenciei as mesmas muito antes de andar nelas, sozinho.
Com os meus 10, 12 anos as ruas adoptam-me e passo a vida a lavar carros. Os grandes jipes, carros que só via nos filmes. Hoje tenho o prazer de os lavar e ver o seu interior fico fascinado com o que vejo, lavo para ganhar algum trocado.
Se puder depois vou para à escola aprender alguma coisa, de momento aprendo mesmo aqui, na rua mal ou bem. Essa é a vida que levo, prioridade para mim, agora é mesmo kumbo. Porque tenho que ajudar a velha com as despesas no cúbico.
Tenho os meus irmãos, mas novinhos que precisam encontrar outro cenário, talvez estudem para saberem alguma coisa para contornarem o caminho que segui. Terem um futuro, destino diferente do meu. Porque se tivesse escolha talvez não é esse o destino que queria para mim.

Inserida por MENOOREAL

Olhe em minha Face
Olhe em minha Alma se possível
Olhe meu andar pelas Ruas
E pergunte pra Deus o porque estou assim tão triste
E ele te respondera:"Olhe o amor da sua vida
não deixe ele passar.Pois obstáculos
e brigas sempre haverá
Mas grande é o amor que permanecera".

Inserida por Werveton-Almeida

"...Estrelas caem ao meu redor e sua luz quente incendeia as ruas com seu fogo dourado e vermelho. Derrepente eu sinto um irônico frio apesar do fogo e sinto um tremor incontrolável em minhas pernas. Meus olhos hesitam a se abrir. O meu coração começa a bater mais rápido do que eu acreditava ser possível,num ritimo desgovernado e involuntário..."

(Eu e a minha velha mania de tentar descrever o indescritível, algo como a sensação de ser beijada por voce)

Inserida por Isa-bel

O flautista e seus versos – Rafael Rocha
15/09/2012

Essas ruas são tão perigosas
Não sabemos quem está nos olhando
Quem está nos vigiando
Os carros vão correndo
Enquanto pedestres vão caminhando

Os loucos são tratados em locais fechados
Protegendo a sociedade
Loucos que sofrem calados
Seria mais justo proteger os loucos
De toda essa seriedade
Somos inocentes
Essa é a verdade

Pois o mundo é perigoso
Vamos cuidar dos nossos filhos
Num lugar melhor
Onde a loucura seja um dom
E assim não me sentirei tão só

O problema de alguns líderes
É saber de todo o seu poder
E assim eles governam
Dizendo o que querem dizer
E nesse governo
Não há espaço pra você

Perfeição não se baseia
No que deveríamos ser
E sim no que somos de melhor
Eu sempre fui mais perfeito
Que você
Mas nunca foi meu direito
Isso dizer

E sábio aquele que não precisa
Ser valorizado pra saber seu valor
Vive fortemente na luta e na dor
Ninguém precisa dizer
O quão importante é você



O ódio é um sentimento alternativo
Para quem nunca aprendeu a amar
E uma especialidade
Para quem sabe enganar
Eu estou mudo
Eu posso falar
Mas ninguém pode me ouvir
Não importe o quanto eu grite
Não posso pensar em fugir

Eu conquistei o passado
E mereço o futuro
Não, isso está errado
Vigie á sua esquerda
Vigie a sua direita
Veja quem está do seu lado

O passado lhe mostra
Quem merece sua confiança
Porém tolo é quem quer ter confiança
Unicamente pelo passado
Vigie á sua esquerda
Vigie a sua direita
Veja quem está do seu lado

E as ruas ainda são perigosas
Devemos olhar para os dois lados
Antes de atravessar
Devemos correr antes de andar
E devemos não ter medo de amar

E nossos filhos estão crescendo
Na terra prometida
Um paraíso sem saída
Uma ilusão boa de ver
Uma vida inteira pra te amar
Um mundo perfeito
Para eu e você.

Inserida por rafaelRocha

Andar de bicicleta não é perigoso. Perigoso é como se permite conduzir motorizados em nossas ruas!

Inserida por Danielbiologo

Cidades com maior número de Bicicletas nas ruas,
apresentam uma melhor qualidade de vida, é fato!

Inserida por Danielbiologo