Ruas

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O rio, e o sentido da vida!

Na cheia, ele vem ao nosso encontro, invade as ruas e mostra a sua força.
O rio que vem das montanhas enfrenta obstáculos e busca jeito, correndo entre pedras e árvores, formando igarapés e cachoeiras, tendo uma relação de paz e alegria com familiares de ribeirinhos, caboclos e indígenas e encanta os visitantes brasileiros e estrangeiros. Que arranja sempre um jeito de rasgar a terra e abrir caminhos, que marca encontros com outros rios para se transformar no maior rio do mundo e, com sabedoria e liberdade, segue firme em silêncio para desaguar no mar.

"" A última vez que estive em Paris era verão
nas ruas lembranças de nós dois
e pombos a revoar
no olhar a saudade simplificava sua falta
e nada se igualou ao desejo de retornar
meu lugar é ai
dentro do seu coração...""

Nas ruas o calor devasta.
O clima enlouquece por convivência do ser humano.
O laços que fazem a chuva desabafar...
O bicho chamado homem devasta e polui.
Nada é realizado apenas acometido e assim vemos o abismo continuar
O calor, a seca, a falta de vergonha na cara...

Homem que reza para um pneu é mesmo que esta nas ruas fazendo passeatas e marchando na frente de quarteis.
Homens que criam seus Deus para engrandecer o político.
Homem vive por sua falsa fé dentro do sistema de alienação intelectual.
Os dízimos e ofertas feitas para paradoxo do enriquecimento.
As flores mortas pelo destino e vendidas por sua fé.
Deus está em todo universo menos nessa casa de Deus.
Santo seja aquele salva vidas...
Mais profundo sentido entramos num abismo social

O silêncio tecnológico e alienação motora.


Não mais um bom dia nas ruas
Pessoa bots... Pessoa assim então...
Vizinho te ignora como foste um fantasma.
Ser tem ter sentido sensorial ativo,
Mas,
É um bot humano...
A hora do almoço chega parece que estou sozinho na cidade...
Todos conectados nos celulares.
Os fones de ouvido no máximo . ..
Enquanto os livros se tornam um fenômeno do realismo a batida da música sem ritmo ou letra toca ao fundo...
Anoitece na cidade o metrô cheio pessoa com olhar cansado e vazio...
As luzes são artificiais e também as pessoas são apagados como consumidores de mundo complexo deixado pela feudo tecnológico.

​O Eco do Vale
​Nas ruas vazias em ruínas, o frio traduz o sentimento que ganha forma e contorno.
O frio cedo, quase rarefeito com neblina, rebobina o sono quase preguiçoso.
Nos desejos, apenas o cansaço da noite, como a ressaca do sono.
​O chuveiro resolve qualquer problema, mas o frio contrasta com a feira de rua:
Pessoas passam com pressa em suas prisões mentais.
O barulho do vento contrasta com o desejo de ver o pôr do sol,
Mas a fome parece sair de uma ficção científica.
​A luz tímida do tempo nublado mistura-se ao frio cortante.
Cachorros latem e dão eco no vale, como na planície em outras horas no passado.
​Vejo notícias e vejo também modinhas, que se traduzem como algo insípido...
Pois quem entende o que os humanos fazem?
Deepfakes mostram um novo aliado: o ar de beleza exposta em um cenário caótico.
​Política dentro do final de semana parece cerveja quente sem álcool...
E ainda com sabor de frutas.
​O cheiro de churrasco definha meus pensamentos.
Ao longe, barulhentos rumores de chuva; a música barata tira o silêncio.
​Até os pássaros têm frio.
Por Celso Roberto Nadilo
O rio sujo ar pesado fumaça das fábricas é simplicidade o final de semana.

Claro que a censura é necessária em alguns casos. Imagine sem censura as pessoas andarem nas ruas sem roupas? Que coisa horrível.

A gente tropeça com tanta gente nas ruas da vida.
Algumas a gente guarda na memória, com outras a gente faz história.
Algumas são momentos, outras são eternas.
Algumas ficam na terra, outras a gente leva para o céu!
Haredita Angel
07.-09.25

⁠Dias cor de cinza e chuvosos,tempo frio e ruas em silêncio,o único som que ecoa é da brisa do vento,sublime paz me parece!

Há uma jurisprudência silenciosa sendo escrita nas ruas todos os dias: ela se chama sobrevivência.

As lojas que mais vejo nas ruas são de agências bancárias, farmácias e igrejas evangélicas, o que me leva a concluir que somos, os brasileiros, um povo doente de bolso, corpo e alma.

Sem Cristo,


os caminhos são tortos,
as ruas parecem sombrias,
as manhãs carregam tristeza,
e os dias se tornam difíceis.


Com Cristo,


há paz nos dias,
segurança no caminho,
plenitude na vida,
luz nas manhãs,
alegria nas ruas
e felicidade no coração.

Quem conhece a presença de Deus começa a entender que o maior tesouro não é ouro, ruas de cristal ou coroas… é o próprio Cristo. miriamleal

"Andei pelas ruas tentando não pensar em você
Estava tudo vazio, num domingo, e eu queria tanto te ver
e os minutos nunca passavam das horas.
O tempo parou com sua face soprando na minha alma a sua memória."

Lá fora está frio e chuvoso e as ruas se encharcam de silêncio. As gotas escorrem nas janelas como se fossem lágrimas antigas que o céu já não consegue conter.

Noite fria, chuva martelando o telhado, vento que uiva nas copas. As ruas estão vazias, a cidade ilumina apenas o que é frio, que não tem vida, não vejo ninguém, como se a cidade tivesse recuado para dentro de si. Caminhar nessa chuva é rasgar-se por dentro, poucos têm estômago para esse abandono.

Eu a procurei nas praças e nas ruas, não a achei nos lugares comuns, mas sim no jardim fechado que reservamos para o nosso reencontro secreto.

A verdade está nas ruas, disfarçada de ambulante, vendendo a honestidade.

Eu caminhei sozinho por ruas estreitas, sentindo o frio e a umidade sob o halo da lâmpada, buscando fugir dos sonhos inquietos

A cidade tem lembranças afiadas como cacos de vidro. Passo descalço por algumas ruas e sinto as marcas. Cada cicatriz urbana me conta quem já soube amar. Há um consolo no reconhecimento das próprias falhas. E, por isso, volto ao lugar que me fez aprender.