Resolver
A ideia não é debater e resolver as questões sociais; a ideia é vender, ganhar e lucrar com a continuidade dos problemas.
Calcular
A matemática, com seus números a dançar,
Nos desafia a resolver e a calcular.
No segundo ano do ensino médio, a jornada começa,
Com equações e funções, uma verdadeira promessa.
As incógnitas se revelam, os polinômios a surgir,
Enquanto as raízes reais nos fazem sorrir.
A geometria com suas formas e suas medidas,
Desperta em nós curiosidade e novas descobertas.
Combinatória e probabilidade nos levam a pensar,
Em possibilidades que podemos calcular.
E as estatísticas, com médias e desvios a encontrar,
Nos mostram que números podem muito revelar.
A matemática do segundo ano é um universo vasto,
Que nos desafia e nos leva adiante, de fato.
Com dedicação e estudo, encontramos solução,
Para os desafios que surgem em nossa educação.
"Disseminar o pânico e propor soluções para resolver os problemas que dele decorrem é a maneira mais eficaz de hipnotizar as massas e, em seguida, manipulá-las.
O século XXI promete deixar no chinelo o monstruoso século XX".
O mundo não foi feito para gente como nós. Por isso temos que pegar o que a gente resolver que é nosso. Porque ninguém vai dar para a gente. Não sem brigar.
Muitas pessoas acreditam que a espiritualidade vai resolver todos os seus problemas e que, de alguma forma, viverá todas as experiências por elas, se esquecendo que estão nesse mundo para evoluir. Quando enfrentam dificuldades novamente, tendem a culpar guias espirituais, magos, bruxas e outros intermediários. Dessa forma, elas acabam transferindo a responsabilidade por seus fracassos ou pelo não cumprimento de acordos para fatores externos e situações cotidianas. É importante lembrar que toda ajuda espiritual vem acompanhada de um "pós-operatório" que deve ser seguido rigorosamente. Isso pode incluir ações concretas, disciplina ou mesmo momentos de repouso. Sem essa responsabilidade, a "doença" espiritual pode se agravar. A verdadeira transformação exige a colaboração ativa do indivíduo na sua própria jornada.
Definir a inteligência como a capacidade para resolver problemas faz tanto sentido quanto definir a compreensão do universo pela capacidade de sabermos quantos planetas existem no sistema solar. Um único fator jamais poderá dimensionalizar algo tão vasto e complexo.
"Insensato e ignorante é aquele que visa resolver o problema da sua maldade interior tratando apenas os efeitos dela, sem compreender a raiz do seu problema, que é a sua própria natureza maligna e corrompida pelo pecado."
Você não vai encontrar uma solução enquanto você for parte do problema.
Como resolver?
1- Investigar o que você pensa, por quê pensa, o que sente por que sente, como age e porque age.
2- Encontrar a Autossabotagem nos tabus, preconceitos e crenças limitantes.
3- Reprogramar através de ferramentas (autoconhecimento, vivências, psicologia, neurociências, tecnicas etc)
Programar é muito mais do que resolver problemas. É uma oportunidade de transformar ideias em soluções que impactam o mundo. Cada vez que você se depara com um desafio, lembre-se de que ele é uma chance de construir algo que beneficie as pessoas ao seu redor. Não desanime se o código não rodar de primeira – os maiores sucessos nascem de várias tentativas e erros. Imagine quantas vidas seu trabalho pode tocar, quantas portas podem ser abertas, quantas mudanças positivas podem surgir a partir de uma ideia bem executada.
13/11/2024
Procurar
por saber de si —
nunca contentar-se
com o que,
se pressupõe
conhecer.
Resolversempre
querer mais,
não permitir
que o visível cegue
os olhos d'alma.
Ser infinito,
ser profundo,
ser belo,
ser essência
no descomplicado —
e raro.
O amor sempre será a melhor maneira de resolver conflitos sem os agravar, e a paz que dele emana será sempre o árbitro em qualquer situação.
Se você quer resolver um problema em sua vida, não se distraia com os sintomas, vá direto ao motivo.
Espero resolver meus problemas comigo mesma, pra no futuro evoluir. Enquanto meus pensamentos me atormentarem, eu jamais serei capaz de ser algo.
