Religiosa
Não podemos nos aproveitar da nossa condição religiosa e da bondade do nosso povo para ser servidos e obter benefícios materiais.
Talvez uma gargalhada num velório seja mais honesta que um choro numa pregação religiosa.
A emoção verdadeira não obedece a protocolos, nem respeita o “ambiente adequado”.
Às vezes, a lembrança engraçada do falecido invade a mente, e rir é inevitável — e profundamente humano.
Não é desrespeito, é sinceridade.
Por outro lado, há lágrimas que escorrem, não pelo peso da fé ou do arrependimento, mas pelo constrangimento social de parecer frio.
Chora-se porque os outros choram, porque a expectativa exige um rosto molhado.
A verdade é que autenticidade não se mede pelo cenário: pode haver mais vida em uma risada fora de hora do que em mil prantos ensaiados.
O coração não conhece etiquetas — e, quando tenta segui-las, quase sempre mente.
O culto é o altar da consciência religiosa humana. Jamais pode ser violado pela crítica do profano.
✡️🙅🏽♂️✝️
Em 05.01.2021 às 12h24m
Assim filosofou Lucius: - falar de Deus não, necessariamente, significa pregar de forma religiosa ou incitar quem quer que seja, aos princípios Morais dos dogmas de uma Religião. Às vezes, falar de Deus, despretensiosamente, significa enaltecer o Mistério. A Suprema Mística. O enobrecimento da fonte de toda Vida. Significa, às vezes, situar a criatura com o Criador. É firmar mais a sublime ideia, da origem de toda existência Cósmico-Biológica. É levar a fazer entender que todo e qualquer sentido existencial, só tem sua coerência real, quando atrelado à Força que a tudo rege e coordena.
Falar de Deus, é muito mais que ostentar o pensamento de uma "simples" Religião!
É fazer um verdadeiro encômio Filosófico, à Causa que a tudo efetuou!
Às 17h46 in 10.03.2024
O dogma — um ponto fundamental de uma doutrina religiosa, filosófica e política — é apresentado como certo, de caráter indiscutível e de natureza humana. Porém, a Palavra de Deus, por mais que seja discutida, permanece verdadeira, pois a verdade não tem medo da investigação.
Os dízimos e as ofertas são importantes para a prática da caridade religiosa, mas não são essenciais para a salvação, pois Cristo Jesus é o único fundamento da fé em Deus para a vida eterna.
Cristianismo e as HQs 2
Você já se perguntou qual seria a confissão religiosa dos heróis em quadrinhos? Então saiba em que creem alguns personagens dos quadrinhos:
Superman. O personagem Clark Kent (Superman), criado em 1938 por uma dupla de quadrinhistas; Jerry Siegel e Joe Shuster, ambos judeus, que inseriram referências bíblicas na estória de origem do personagem, era Metodista. Clark Kent cresceu em uma família Metodista em Smallville, Kansas, estado norte-americano, onde a religião da maioria local e Metodista. Clark Kent, em sua juventude, frequentava os cultos em todos os domingos regularmente com sua mãe, conforme estabelecido em uma edição lançada em 2007.
Batman. Bruce Wayne cresceu em um lar Católico ou Anglicano – Seu pai era de tradição Anglicana, enquanto a mãe seria Católica, embora Frank Miller, autor de histórias marcantes do herói, assegure que o herói seja católico, o homem morcego mantém uma visão de mundo influenciada pelo budismo, que se deve ao período em que esteve no Oriente – costuma ser retratado em suas histórias como um agnóstico, cético ou até ateu.
Vampira. A mutante é explicitamente batista – ela vem do sudeste dos Estados Unidos, onde os batistas predominam. Apesar disso, Vampira não é particularmente devota e raramente deixa entrever seu background religioso.
Demolidor. O Demolidor é um dos heróis cuja religiosidade é mais evidente nos quadrinhos. Católico, Matt Murdock é visto frequentemente indo se confessar ou rezar em igrejas.
Coisa. O membro do Quarteto Fantástico é adepto do judaísmo. O seu nome – Benjamin Jacob Grimm – já denuncia a sua origem, mas o Coisa realmente se concebe como um praticante da fé judaica. Há histórias em quadrinhos em que é possível vê-lo fazendo suas orações em hebraico.
Mulher Maravilha. A princesa Diana de Temiscira segue a religião clássica grega. Os deuses do Olimpo são figuras recorrentes nas aventuras da heroína e os seus poderes derivam dos próprios deuses. Ela já foi mostrada agradecendo aos deuses em seus templos e histórias mais recentes a mostram como filha do próprio Zeus.
Miss Marvel. Kamala Khan, Miss Marvel desde 2013, é norte-americana, mas filha de imigrantes paquistaneses. A heroína frequenta a mesquita e estuda o Corão, mas como toda adolescente luta interiormente para compreender sua fé em relação com sua vida. Ela tem, por exemplo, atritos com o irmão, que tende ao fundamentalismo.
Homem Aranha. Peter Parker tem uma clara formação protestante, em especial o fato de que sua tia May, a mulher que exerceu a maior influência em sua vida, era protestante. Sua fé em Deus aparece de tempos em tempos, e sua mentalidade protestante pode ser vista em seus comportamentos e conjunto de valores. Há muitas passagens nos quadrinhos nas quais é possível observar Peter Parker orando e conversando com Deus. E em uma delas Deus responde às suas indagações.
Capitão América. O Capitão América é uma personificação dos valores norte-americanos e, assim, é retratado como um protestante devoto, com uma fé firme e uma moral irrepreensível – Steve Rogers já se mostrou contrário até mesmo a cenas com palavrões e nudez em filmes. Além disso, ele vai à igreja todo domingo.
Tenha uma ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
O próximo não é aquele que pertence a minha agremiação religiosa. O próximo é todo ser humano, seja qual for a sua confissão religiosa.
Em Mateus 16.1-4, Jesus ensina que gente religiosa só consegue discernir o tempo ordinário; mas não conseguem discernir o tempo profético, o extraordinário.
A Educação Religiosa no Ocidente ou Oriente na História da Humanidade precede a Educação Laica. Você goste ou não do professor, é sua obrigação civilizatória respeitar.
Todos somos originários da mesma matéria, pertencemos a uma só raça e dependemos um dos outros para sobrevivência no 'Kósmos'. Mundo esse cada dia mais trambecado como um ébrio embriagado pelos seus próprios habitantes.
As parábolas de Jesus e o Sermão da Montanha, e este último, por exemplo, pode ser considerado dentro do campo literário uma verdadeira poesia, digna de reconhecimento universal. Sem embargo, são comparações e ensinamentos que visam trazer ao espírito do indivíduo a verdadeira essência da mensagem do Filho de Deus à humanidade: O amor.
Nas campinas
Quero mergulhar em teus mistérios,
E sentir o gosto das tuas maravilhas.
Viver todos os dias para te servir
E te adorar sem pressa alguma!
Tu és a razão do meu existir,
E a paixão que me move a amar.
Não sou nada além de um grão de areia,
Pois tu me completas, sendo Senhor,
O próprio mar a me banhar num batismo.
Como posso me colocar inteiramente
Ao teu dispor? E receber a tua graça?
Só tu me levas a descasar nas campinas!
