Religiosa
"Que se entenda de uma vez por todas: o direito à liberdade de expressão e de crença religiosa, não permite nem protege o discurso preconceituoso.
Nenhum religioso tem direito de usar livro sagrado qualquer para aviltar, inferiorizar, difamar, injuriar ou ofender o outro.
Se o fizer, o seu lugar deverá ser junto aos seus pares criminosos."
Quem se submete à crença religiosa ou psicologia alheia será sempre escravo da crença e da psicologia dos outros. Acredite em sua própria religião, em sua própria psicologia, liberte sua mente!
Pecado é uma doença fictícia, criado para vender uma cura fictícia, de uma divindade religiosa fictícia.
Eu nasci e me criei em uma família religiosa, uma família católica, fui batizada, fiz a primeira comunhão, casei na igreja, e freqüentei essa igreja por muitos anos. Mas um dia eu duvidei, eu pensei, eu me perguntei: que Deus é esse que dá
a vida e a morte também? Eu me perguntei muitas coisas, eu queria saber porque crianças muito pequenas estão morrendo de câncer e porque o mundo é tão injusto e mal dividido, principalmente no lado humano e social. Eu procurei respostas em tudo, mas em religiões eu não encontrei nenhuma resposta.
Mas existiu uma grande luz um dia em minha vida, essa luz se chama Jesus, somente ele com a sua palavra e os seus exemplos de humildade e de irmandade me fizeram acreditar e aceitar as coisas da vida e da morte.
Com Jesus eu aprendi que somos todos iguais, que viemos a esse mundo com uma missão, cada um de nós foi enviado porque somos necessário para algo acontecer. Eu encontro Jesus em tudo na minha vida, principalmente na natureza e nas crianças, Jesus está me ajudando a aceitar a pesada carga que é a vida, e me mostrando que a morte é apenas uma entrega, um caminho que nos levará a um lugar muito melhor, Jesus nos deu esse grande exemplo quando na cruz ele disse: ”Deus meu Deus, porque me desamparaste?” mesmo sendo santo Jesus temeu a morte, por isso é que somos tão fracos diante da morte. É humano temer a morte. É sublime duvidar e procurar respostas.
Todos temos uma cruz e um dia vamos estar nela, todos temos direito a seguir a luz que Jesus seguiu e eu acredito cada vez mais nisso, por isso hoje quero testemunhar que encontrei um caminho para todas as duvidas e todas as dores, esse caminho é Jesus, ele vive em todos, mas para encontrá-lo você não precisa ir a nenhuma igreja ou religião, você só encontrará Jesus dentro de você, dentro do seu coração.
Hoje eu consigo falar na morte e consigo vê-la como um caminho e não como uma prisão, Jesus se libertou do túmulo e libertará a todos os que quiserem ser livres e seguir a sua luz.
Somente quem vê a morte de perto pode compreender que ela não existe, a morte não leva ninguém, pessoas que existem nesse mundo ás vezes já morreram faz tempo, porque jamais conseguiram encontrar o amor de Jesus, esse amor sublime que ama o próximo sem interesses nem limites. Amar o próximo é saber que a vida é um presente de Deus e que a morte é apenas uma caixinha surpresa que um dia vamos ter que abrir. Quem acredita nisso deve saber que Jesus estará do outro lado da vida, nos esperando de braços abertos.
Eu ainda procuro por muitas respostas, eu ainda não aceito totalmente todas as respostas, mas encontrar o Mestre Jesus nas palavras do Mestre espiritual Allan Kardec foi o início de um caminho, o inicio de uma longa estrada que eu preciso seguir até o fim,todos temos que segui-la,porque essa esta estrada se chama VIDA!
De nada adiantará comparecer ao culto, missa, reunião ou qualquer outra manifestação religiosa, se nossas atitudes não correspondem ao que realmente somos diante dos ensinamentos, em nosso dia à dia.
Gritar o nome de Deus em vão aos domingos, não purificará ninguém, se a verdadeira mudança não acontecer dentro de nós.
Sejam felizes!!!!!!
O fanatismo - quer de natureza religiosa, esportiva ou ideológica - é incompatível com o cérebro inteligente. Apenas a imbecilidade torna a mente refratária ao pensamento herdado que não se possa questionar à luz do próprio desenvolvimento.
O dia em que meu nome aparecer associado a qualquer sigla política, filosófica ou religiosa, sugiro dar prosseguimento à pesquisa até descobrir o dia da minha morte, pois que só assim não o teria desmentido de pronto. Minha única bandeira é a liberdade, e meu sentido nunca será o de integrar qualquer delas, mas me posicionar a uma distância que me permita mantê-las bem visíveis tanto para aplaudir as que encontraram seu rumo quanto para combater as que não têm nenhum, mas seguem iludindo seus convertidos de que estão trilhando o único.
Somos livres para seguir qualquer ideologia religiosa, só não podemos colocar o Senhor do Tempo e da Vida no fim da fila…
Normalmente, pessoas com forte disposição ideológica e/ou religiosa têm os filtros muito densos. Por via de regra, acertam, e acertam muito, mas invariavelmente seguem todas as leis da óptica.
A busca do saber não pode ser apenas por um ponto de verdade que se entenda como doutrina religiosa, imutável das verdades, mas para todo o saber um contínuo de discussões.
DEUS pela força e grandeza que lhe é atribuído, deveria salva-lo seu povo da intolerância religiosa, mas todo o mal da religião é necessário em benefício de um Deus grande, não de um Deus necessariamente existente.
O cenário da fé religiosa depende de todos os tipos de desgraças para a sua sobrevivência e dos ideais da religiosidade.
A ética religiosa parece cuidar bem da moral da morte na perspectiva de outra vida melhor, após a vida terrena. A morte é um plano natural. O sentido da vida é um plano humano. A fé é o fruto da sustentação do homem, como recompensa o milagre ou a vida eterna, quando nela crê.
A morte para o homem é uma celebração para toda a vida, mais que o seu nascimento. Vivemos na certeza de que tudo vai acabar bem. Esperamos que não seja a morte o fim de todo o sofrimento, e de todos os ciclos. O fim de tudo é imaginário, são as crenças, os costumes que fazem parte de uma ideia de recompensa no final, herança mitológica, mas nada além do próprio pó após a morte.
Acredita-se que se houvesse uma passagem desta vida para outra vida sem a necessidade da morte, haveria dois mundos, não sendo essa passagem possível logo não há outro mundo. A morte é o evento mais trágico e tenebroso da vida e, portanto é o evento mais celebrado.
