Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
“Fui Jesus”
Corra corra corra corra
Morra morra morra morra
Eu vi um anjo no telhado
Um caso meio complicado
Fui totalmente ofuscado pela luz
Eu sei que isso parece insano
Mas cara
Eu acho que não se tem problema
Quando o caso é com a cruz
Mas entenda
O sujeito era estranho e me ofereceu as roupas de jesus
Inicialmente eu recuei logo em seguida recusei
Mas depois de pensar mal
Eu aceitei
Saí na rua proferindo profecias
Milagres
E mil maravilhas
Mas me expus
Os evangélicos não me aceitaram
Os católicos me rejeitaram
Os judeus me odiaram
Mas tudo se está bem quando se é Jesus!
Seja Jesus!
Seja Jesus!
Seja Jesus!
Dia
O passarinho bebeu água
Na poça da rua
Vigiava o gavião no alto do telhado
Veio o gato deu um pulo
Assustou o rato
No olhar do menino
Uma luz do sol espelha a nuvem
Quem desejar histórias
Contém as nuvens.
Diana Balis
(Pseudônimo da Psicóloga Clínica Gisele Sant Ana Lemos.
lua no telhado
É uma casa de piscina eu sonhei
Tinha uma lua no telhado da casa
E você estava quase nua de emoção
Você vem na minha direção e o coração
Entao me calo no estralo do seu beijo
Sensação gostosa do paraíso ali comigo
Eu acendo devagar sua fornalha
E sorrindo como se não quisesse mais nada.
E você entrou na água fria
mas o tempo estava quente.
Você olhava dentro dos olhos
quanta beleza envolvente.
Derrepente...
tudo ficou serenamente bom.
Passava as mãos nos seus cabelos
Não tinha presa alguma
a noite era só nossa.
Eu olho seu rosto no brilho da lua
e ambas sorrir para mim.
Eu abraço seu corpo de sul a norte
na madrugada...
pode nossos gatos interiores se arranhar
Longa brincadeira debaixo do lençol de estrelas.
E apronta a maior barulheira
que delicadeza mais gostosa.
Essa de sonhar com você
Que sonho mais bom
Sentir o seu coração no meu coração.
Quando o peito aperta a lágrima escorre no quarto escuro, não sei estou no telhado ou encima do muro, mas sem direção eu sei que estou, a minha bússola sempre foi amor, não sei pra onde ir, nem onde estou, nem onde quero chegar, eu só sei que em algum lugar era pra eu estar, sem direção vou vagando nesse mundo, apenas existindo nessa ausência de um amor profundo, os sentimentos fogem e eu vivo assim, simplesmente existindo no mundo, ocupando vários lugares, mas nenhum feito pra mim!
ouça antes que eu vá
.
“Me leve para o telhado” foi a última coisa que pedi a você, eu só queria ver o mundo mais uma vez, antes que o ar abandonasse meus pulmões. Tu sempre soube que eu amava ver o azul do céu se tornando cada vez mais escuro. Queria ouvir as coisas que só você sabe dizer, vamos “Diga-me que o amor é infinito”. Não seja tão pretensioso, mesmo que te queira aqui, sei que vai me deixar, como sempre faz.
.
Mas se precisar de mim, se ainda quiser me ver mais uma vez, por favor, é melhor se apressar. Já arrumei tudo, pois em breve irei embora. Não se culpe, não há como me salvar agora, nem eu sei como fazer isso. Estou aqui no telhado, olhando o céu sozinha, sem outra saída a não ser cair.
.
Conheço bem o gosto dessas lágrimas que molham minhas bochechas, “é isso que uma dor de cabeça de um ano faz com uma pessoa”. Não estou no meu melhor momento, me sinto fora de mim a maior parte do tempo. Evite dizer que eu sou tudo que importa quando você vai me deixar sozinha no telhado, já vi isso antes. Se for falar algo, apenas diga a todos que sentirei saudades, que os amo, mas já arrumei todas as minhas coisas. Escute isso enquanto estou caindo, ouça isso antes que eu vá.
Era só mais uma noite de inverno. Eu estava sentado no telhado contando as estrelas, havia uma infinidade delas, não sei quantas vezes eu perdi a conta mesmo assim não me cansava de fazer aquilo, pode parecer idiotice mas eu sentia que aquilo me completava, aqueles breves momentos me faziam uma pessoa melhor. É claro que eu sentia sua falta, mas isso ficou entre eu e as estrelas. Infinitas estrelas.
O sol que alumia o telhado do rico é o mesmo que alumia o telhado do pobre. Mas só um pobre soberbo teimaria nisso.
Acordei tão cedo, procurando por seu abrigo, mas tão logo me lembrei de meu telhado quebrado, por uma pedra que veio de suas mãos.
E mesmo assim... acordo triste, desamparada, agarrando-me aos cobertores, parede fria, travesseiro vazio, palavras... é tudo que me restou.
Estou tentando arrancar minha alma da sua.
Estou reinventando novos momentos para substituírem os que insisti em passar ao seu lado, mesmo quando você estava presente, apenas em minha imaginação.
Te amei verdadeiramente, porque acreditei no que sentia.
Não duvidei, nenhuma linha, nenhum segundo, nem mesmo agora, que você não está, que você não quer estar, que você não sente e não quer sentir, que você não pensa... não se importa com nada do que eu diga... com você que não voltará, nem para se despedir de mim.
Estou tentando entender, mas não há explicações.
Quando criança, subia no telhado de casa, hoje só penso em subir na vida. O telhado era mais atingível. Conquistas infantis, as duas.
Ela é ela é o sol da minha lua ela éo GPS da minha Rua ela é o telhado da minha casa Ela é o Amor da minha vida é minha preferida a Dona Da minha vida alma gemea preferida eu sou vidrado nessa menina que menina linda você alegra a minha vida ela tem o brilho impossível de se esqueçer eu gosto muito dela e feliz eu irei faser eu vo prometer ela tem tão linda perfeição amo ela de muitão contagia o meu coração O amor dela é muito bom ela tem a exelência da minha vida formula preferida a dona da minha vida a garota mais preferida te amarei por toda a vida eu amo essa menina ela faz o mal fikar puro o escuro fikar claro ela me torna mais amável ela conquistou meu coração ela éo o meu amir formula da paixão amor melhor não existe não
Telhado de meninos
... Mas na cumplicidade
Do perfeito efeito
Estrela, céu, escuro, preto
O universo derrama lágrimas
Através das estrelas cadentes.
Onde mora a sabedoria o silêncio é o alicerce, a humildade é o telhado, a paciência é uma hóspede.
Quando a paciência deixa a casa com ela vai à sabedoria, as telhas caem e corrompe-se o alicerce.
Não existe casa
Se não houver telhado
Pra bem ou pra mal
Andar pra frente ou pra trás
é uma questão de escolha nossa
e das coisas que se faça
Não existe aquela opção
do "tanto faz"
Pois
Depois de feito
Aí não tem mais jeito.
Até as folhas mortas
escolhem o vento que as carregue
e as portas onde irão se acumular
Peça a Deus
Converse com o Universo
deseje o impossível e o infinito
E constate
Como é incrível
e também muito bonito
Aquilo tudo que acontece depois disso
Tenha sempre um compromisso
Com tudo que veio fazer aqui
entre as coisas que parecem impossíveis
Encontra-se a faculdade
de poder intuir
Como as coisas acontecem
Lembre-se
A sua mente é uma mente integrada
a bilhões de outras consciências
E se a gente não fizer a nossa parte
Toda ciência acumulada
Não vai nos servir pra nada
Nisto consiste a arte da vida
E não existe uma idade certa
Pra gente saber ou não
Simplesmente viver
E ser aquilo que quer
A cada momento
Pense no exemplo
da folha e do vento
É tudo uma questão de escolha.
Edson Ricardo Paiva.
Houve um tempo em minha vida
Que havia monstros no telhado
Fantasmas atrás da porta
Esqueletos embaixo da cama
Mas alguém
sempre me chamava pra jantar
Hoje ninguém me chama
Agora ninguém se importa
Hoje o monstro sou eu
Aquele tempo já passou
O outro mostro morreu
E eu ando tão cansado
Que nem posso mais subir
Em nenhum telhado
E eu olho pras crianças
Um tanto assustado
Elas também ficam um tanto ressabiadas
Mas depois a gente brinca
e dá boas risadas
Sempre que existem
Esses encontros
Eu me lembro do passado
E sinto muita saudade
dos meus monstros.
O Vento soprava
E a folha caiu
lá do alto da galha
Parou num telhado
Enroscado numa telha
No resto da Ilha
O povo trabalha
Máquina debulha milho
O Rastelo ajunta a palha
Que o vento espalhava
Estudam as filhas
Malhava o martelo
a folha farfalha
Voa um pouco
Entope a calha
Atrapalha o escoamento
de toda produção nacional
E as coisas fogem ao normal
Agora, há de faltar feijão
Açafrão, limão, manjericão
doce de mamão e trigo pro pão
O comércio falha
O povo olha as prateleiras
Vê que as coisas
Sairam dos trilhos
Não tem pilha
Toalha de banho
Comida pros filhos
Colírio pros olhos
Coalhada pros velhos
Faltaram até
As migalhas pras gralhas
Que vão vasculhar
Justamente na calha
e palmilham a folha
Escoa o entulho
E tudo volta aos trilhos
Prossegue a batalha.
Não é necessário subir no telhado para se alcançar as estrelas, mas deve-se amar sem distinção para se chegar ao coração
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