Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
No céu azul morri por falta de vida,
nunca tentei sorrir pois quando acordei
mundo é uma pedra fria...Nas profundezas...
senti a morte dos melhores sonhos...
me deixei me levar por momentos,
que sejam obscuros nas centelhas da vida,
minha face é pura como de anjo caído,
não tente sorrir o céu azul ate chover,
minhas lagrimas estão num espaço vazio...
tentei viver entre essas pessoas mais nunca consegui,
meu olhar vazio se perdeu nas profundezas...
como uma gota do meu sangue me da prazer...
deixo noite cair no esquecimento,
mesmo consumido nas minhas perdições...
sinto desespero de estar mais uma vez em vicio...
respiro minhas aspirações...Dentro dos piores mares
desconhecidos por muitos nas esquinas da vida.
tudo segredos são surpresas de delicias carnais...
na escuridão derramo cada vontade em poesias famintas.
simbologia mais doce tem a sacanagem nunca entenderá,
como musica tem tons que tocam sua alma...
no reino da escuridão seus olhos se acendem
num clamor faminto de desejo se alimente dos poemas,
esqueça que vida feita de sangue,não deixamos um rio
de lagrimas nas perversões são todas minhas...
na calada da noite deixo um ar de mistério
perdido minha lembranças jogas no tempo.
Recorde os sentimentos,
recorde os dias
Onde meu coração de pedra
quebrava
Meu amor fugiu
Com estes momentos eu
soube que eu seria uma
outra pessoa
No pátio vários gritos ecoavam pela grande fortaleza de pedra. Alguns ferreiros batiam nos ferros incandescentes fazendo o tipico som repetitivo de metal com metal que para os guerreiros há de ser um gênero musical.
Os guardas andavam para lá e para cá em cima da muralha fazendo suas armaduras tilintarem, completando a canção como um instrumento de fundo.
Cavalos relinchavam de hora em hora, impacientes.
Havia também mulheres, As que acalmavam os homens de forma generosa e cara e as guerreiras que recebiam olhares mal encarados de brutamontes por suas ascensões no exército.
Rurik, observando tudo por uma janela retangular de pedra, se retirou e seguiu caminho para um cômodo da realeza. Sua armadura, embora fosse de um metal extremamente brilhante e raro, fazia o mesmo som que a dos soldados no pátio.
Bateu na pesada porta de madeira com a mão direita e com a esquerda ficou segurando seu capacete encostado na cintura onde ficava sua espada cheia de títulos.
Alguém lá dentro gritou para entrar.
- Meu lorde - disse Rurik, prolongando o "lorde". Um homem alto de cabelos pretos, quase grisalhos, e com a armadura mais ornamentada do Reino estava atrás de um espelho fazendo alguma prece - seu exército está pronto.
O lorde pareceu fazer uma última prece.
- Mande soar as trombetas.
Se eu fosse uma flor, queria ser copo-de-leite;
Se uma pedra, diamante;
Se animal,um cavalo pelo porte ou um pássaro pelas asas;
Se chocolate, uma trufa;
Se livro, uma biblioteca;
Se uma música, uma Rádio qualquer;
Se um quadro, não queria ser uma pintura moderna;
Se bebida, água;
Se fosse eu, queria ser eu!
Digo e repito: Marchar qualquer homem faz, abrir o mar só Deus. Tirar a pedra qualquer homem faz, ressuscitar o morto só Jesus. O possível o homem faz, o impossível só Deus.
corte pedaço de madeira
estarei lá...
olhe de baixo de uma pedra
estarei lá...
quando olhar para o céu
estarei lá...
num mar de sangue
e crueldade seremos crucificados
ao nada navegaremos num solidão,
pura escuridão teus medos numa coroa de espinhos,
pregos nas mãos meros pecados confessados,
num tarde a luz foi meramente um desvio de minha alma,
transferido maldiz sempre em três dias,
jugos da serpente formosa em seu esplendor,
frágil dom da vida esquecida pelo tempo,
afronta de momento se torna a punição...
vingativa solidão amarga virtude,
horizonte purpura dos quais lhe vi pela ultima vez,
sendo aceitação nos valores definidos
poucos hostis verás toda luz,
mais do que imponente o valor lapso perdido
por aqueles que destino tocou por um toque de um anjo...
sendo espaço que paira no desatino,
do qual futuro incerto se torna precioso...
como o amor de uma mulher.
Todos sabem que eu não gosto de falar de amor, pois luto para ser uma ilha, uma pedra e uma parede. Mas o amor é a nossa resistência.
Não pise em mim como se eu fosse uma barata.
Pise como se eu fosse uma pedra.
É, uma pedra está bom.
O carinho da mãe,
Vale um tesouro,
Uma pedra preciosa,
Que vale ouro.
O amor de mãe,
É um amor,
Que nunca esquecemos pra onde for,
Feliz Dia das Mães com muito amor!
O ETERNO, não pediu para ser servido em templos de pedra. Sim, em templos de CARNE, que somos eu e VOCÊ.
O sofrimento a pedra a solidão a terra, o desespero o pó a poeira a carência a paixão a terra a água o amor.
Se souberes me domar, me teras para sempre, mas se eu me calar tudo se tonara pedra e o que um dia foi vivo morrera, e todo calor que houver padecera de frio, e eu um alguem que voce possuia, morreu de tanta angustia de um dia ter dado sua vida!!
Amor de Pedra
Me apaixonei por uma PEDRA como era linda, não era preciosa era comum, não era brilhante porem refletia nela o brilho do meu olhar, não fora lapidada por mãos humanas más tinha os contornos que as aguas lhe deram, não tinha beleza natural porém uma formosura inigualável, fui gentil com ela más ela dura comigo, dei meu calor a ela más ela foi fria comigo, mostrei meu coração a ela más ela me mostrou o que realmente é; Uma PEDRA.
A Pedra
Recebia os raios do dia.
E a noite a luz do luar.
Mas, por um movimento da vida.
Ao fundo do rio.
A pedra passou a morar.
E águas em correntes tórridas.
Em limbos a encobria.
Lamentos, após lamentos.
Agora jaz. Calor não se fazia.
Não que não houvesse luz.
Por seus elementos a transpassar.
É que luz, aquela pedra não via.
Escondida em águas frias.
Sem esperança , noite e dia
Se deixava derrotar.
Pensava ser eterna.
Aquela forma de pedra,
e por ali. Para sempre ficar.
O calor que outrora aquecia,
Ficou escondida em saudade.
Porém por um fato,
um destino, assim mudou.
Aquela pedra rolou no abismo.
E aquele fundo de águas,
Passou para cima da terra.
E todo aquele frio deixou.
Foi para em uma estrada,
por onde havia rolado.
E no quebra dessa pedra.
Em duas partes ficou.
Novamente em luz aquecida.
O limbo do Bardo tirou.
Novamente se descobrindo.
Com toda a água caindo.
Seu interior não atingiu.
E mais alegre ficava.
Os raios do sol que a secava.
E, da vida não mais reclamava.
Da felicidade já ignorada.
Da ignorância, do limbo,
Aquela pedra já não estava.esquecida.
Servia em uma estrada.
Para pavimentar um caminho,
que por ela passava.
marcos fereS
Será que merecem ser chamado de homem?
Cafajeste maquinado para o mal sua cabeça de pedra, ser gentil e só um disfarce! Sua generosidade
E apenas um disfarce maquiado no seu coração de pedra sem pena sem dó.
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