Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Sou a principal autoridade no meu mundo intimo, e não no mundo dos outros.
A felicidade é um sentimento intimo e tão egoico que você não pode decidi-la por mim.
Parece inacreditável e é. Meu mundo em suas mãos, minha felicidade é toda sua. Acredite, se hoje sou inteiramente feliz foi você quem conseguiu me deixar assim. Hoje fazemos 1 ano, e eu me lembro como se fosse ontem...E quem diria, não? Nós. Demos certo de verdade, engraçado. É como se fossemos norte e sul, quente e frio, branco e preto, dia e noite. Mas a maioria das pessoas costuma dizer "os opostos se atraem", só que eu ainda acho que existe um erro nessa frase, não é que os opostos se atraem, é que eles se completam.
Há exatamente um ano atrás nem eu acreditava na gente, mas você me fez mudar, em tudo. Nas minhas opniões e nos meus pontos de vista. Eu cresci com você, te vi se tornar melhor, nós brigamos, nos acertamos, sorrimos, choramos, brincamos.
E meu amor, tenha sempre a certeza de que eu vou estar do seu lado sempre e pra tudo. O que eu puder fazer pra te ver sorrir, pra te ver bem eu vou fazer. Afinal, se você estiver feliz eu vou estar feliz.
"É que mesmo na distância eu quero estar presente."
NÃO QUERO E NEM SOU A PALMATÓRIA DO MUNDO, POIS AO CONTRÁRIO DE TUDO, ACHO QUE A HUMANIDADE JÁ É CASTIGADA POR SI MESMA, QUANDO ELA PASSA A DEIXAR NAS MÃOS DE POUCOS A IMENSIDADE DE PODER QUE ELA MESMA SE ATÉM. JUNTOS SEREMOS MUITOS... SOZINHOS NADA SEREMOS, ALÉM DE UM CEGO PROCURANDO LUZ NA IMENSIDÃO DO UNIVERSO. A UNIÃO DE TODOS NÃO SIGNIFICA MOTIVAÇÕES PARA GUERRAS, EMBATES OU POLÊMICAS E SIM COMUNHÃO DE FORTALECIMENTO E DECOESÃO DE CAPACIDADES EM FAVOR DAS MUDANÇAS QUE VISEM O BEM COMUM E NÃO DE PRIVILEGIADOS. NÃO FALO EM SOCIEDADES ALTERNATIVAS, MAS EM COLETIVIDADE.
Almany Sol - Confraria dos iluminados - 17/08/2012
Por fora sou forte,crescida.Uma mulher segura.Mas por dentro sou uma criança com medo do mundo,que precisa ser acolhida.
Quando me perco nos pensamentos não é porque sou louco e ignoro o mundo, talvez seja porque me encontro num mundo melhor e sem hipocrisia quando estou pensado.
Já não sei dizer se sou muito para o mundo, ou se o mundo é demais para mim. Tento confortá-lo em meu peito e não acho espaço. Estou cansada de florear a dor para agradar o seu estilo. Eu sofro muito mais que seu Instinto. E minha dor não é bonita, não tem início, meio, nem fim. Ela brota no agora como uma semente se rasgando para brotar. Nunca fui compreendida, nem por mim mesma. E assim vou atravessando a vida, porque ela é visceral e me exige. A vida se impõe como uma tortura, e já não sei quem me traz os males. Hoje acordei em carne viva e a luz do sol ardeu em meus olhos. Palavras de um coração que sangra. Perdoe-se se não te ofereço promessas de alegria. Minha vida é um rio que flui sem olhar para trás. Não tenho tempo para o passado. Urge em mim uma emergência. Eu estou doente e a única linguagem que posso oferecer são essas palavras descrentes. Se alguém me entendesse a mão, mas só recebo julgamentos. Vão dizer que minha dor é falta de fé, que eu posso me curar com a força do pensamento. E meu coração arde de uma dor bruta e antiga. Não te levarei comigo, nem contigo irei. Essa dor é minha e de mais ninguém. Talvez um dia eu fale de paz, esperança mórbida que carrego e me faz suportar a passagem do dia e a noite com seus pesadelos. Ainda sim, acredito em Deus. E tenho fé na ciência. Sonho com o dia em que todo o meu ser será convalescença, como um vento suave sussurrando que tudo há de passar. Eu creio que um dia essa dor será lembrança remota, esquecivel. E distraidamente me pegarei cantando e sorrindo. E a terra será meu paraíso.
Sou um simples observador deste mundo. Não sei como as pessoas conseguem viver em seus devaneios de aparência. Nesta sociedade, você vale pelo que veste, pelo que finge ter na conta bancária, e pela forma como se locomove — como se tudo isso realmente dissesse algo sobre sua dignidade. Mesmo sendo uma fantasia, essa ilusão social ainda rege relações.
Por não vestir roupas de marca, não ter dinheiro ou andar a pé — e, muitas vezes, por tentar expressar meus posicionamentos sociais e políticos, arrastando comigo uma pseudo-filosofia voltada aos que estão à margem —, acabo sendo visto como louco pelos que se acham no topo da pirâmide social.
Mas eu amo essa visão que criam de mim: um pobre coitado, sem estudo, dinheiro ou status.
Quero viver com os loucos, moribundos e desvalidos — porque é neles que encontro mais sabedoria e conhecimento do que naqueles que vivem mergulhados nas loucuras sociais.
"Noites de sol em dias escuros, ao contrário. Sou um otário contrariando o mundo. Contrariando até mesmo os meus sonhos e tudo que escolhi pra mim, tudo que escolhemos pra nós."
da canção "Avenidas" da banda Subtropical.
Como ateu que sou, sempre tentei entender a divindade em si. Como pode um mundo tão violento e tão injusto? Se eu fosse deus faria melhor? Como agiria?
No começo, quando jovem, eu achava que agiria como um super-herói. Apanharia quem causasse mal e o destruiria, sem piedade. Seria um justiceiro supremo.
Mas com o tempo, cheguei à conclusão de que violência talvez não fosse a resposta para um mundo melhor. Como alguém que carrega a maior sabedoria do universo pode se curvar à esse tipo de violência? Mesmo que seja pra fazer o bem? Então mudei de ideia: cheguei à conclusão de que simplesmente desintegraria os malfeitores, sem dor, sem sofrimento, só tiraria eles do caminho. Seria mais limpo, mais “justo”, mais pacífico. Dessa forma o mundo seria mais feliz.
Mas daí veio o dilema:
Quem sou eu – apesar de minha divindade - pra decidir quem é bom e quem é mau? Mesmo com todos os meus poderes divinos, teria eu esse direito?
E se não sou capaz de julgar com justiça, não importa o quão divino eu seja, então que tipo de poder é esse no fim das contas?
Depois de muito tempo ruminando essa ideia, encontrei uma solução para o dilema:
Se fosse um deus, eu não puniria, eu ajudaria. Assim passei a admirar e flertar com o poder de cura ao invés do poder da destruição, que tanto admirei. Deixaria os maus à própria sorte. Curaria os doentes, salvaria as crianças, daria outra chance aos que morreram cedo demais — se é que a morte pode mesmo ser “curada”.
Mas aí veio outra pergunta inevitável:
Quem merece ser curado? Todos? Só alguns? Ninguém morreria mais? Isso quebraria o equilíbrio do mundo?
E então veio a última tentativa de solução:
Curaria só as crianças. Afinal, que criança merece morrer? Nenhuma.
Daí outro questionamento surgiu: a partir de que idade as pessoas passariam a "merecer" a morte? Quem decide isso?
Hoje, velho que sou, percebo que se eu fosse Deus, a decisão mais justa seria essa:
dar a vida e me afastar.
Não interferir.
Deixar que cada um trilhe seu próprio caminho, com suas próprias escolhas.
Não porque eu não me importaria, mas porque interferir seria injusto.
E talvez, se existe algo lá em cima, esse “algo” já tenha entendido isso há muito tempo.
Talvez seja por isso que os deuses, se existirem, estão em silêncio.
Porque estão muito além de tudo isso que chamamos de “vida”. De tudo aquilo que chamamos de compreensão.
Tenho minhas limitações, mas não faço do mundo minha cadeira de rodas onde sou enfermo e preciso de ajuda, do contrário olho para quem é mais forte e me espelho como algo que almejo alcançar.
"Não sou o melhor advogado do mundo. Nunca tive essa pretensão, conheço bem minhas limitações. Mas me considero um bom advogado.
Na advocacia, procurei desenvolver algumas qualidades que me ajudaram a abrir muitas portas.
Duas delas considero extremamente relevantes: a de solucionar problemas e a de incentivar pessoas."
Sou feliz, por um segundo,
quando o amor encurta espaços
e a fronteira do meu mundo
toma a forma dos teus braços...
Sou otimista. Encantado com o que enxergo de encantador ao meu redor, mas quero mudar o mundo para que o que há de encantador se multiplique até tomar o lugar de tudo o que também enxergo de injustiça, tristeza e a dor.
SOU UM HOMEM TECNICAMENTE MORTO
Não estou nem aí para o mundo e seus blá blá blá's. Sou um homem tecnicamente morto. Nada me chama atenção no mundo dos zumbis.
" Em breve estaremos na história pelo romance que proibido que foi o amor da minha vida"
Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha
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