Quase Namoro
Quando uma pessoa que te ama te machuca , é como se um médico que deveria te curar, te adoecesse mais , voce perde a confiança pra sempre , perde o respeito e cedo ou tarde o amor.
Tem coisas que perdemos e reencontramos mas tem coisas que quando perdemos , perdemos pra sempre. Eu já perdi muitas coisas na vida , tantas coisa que nem consigo me lembrar, agora você começa a perder , primeiro você me perdeu , agora vai perder a ilusão , quando esse cara que não é imaturo , se cansar da imatura e deixar de lado , então você vai se dar conta de tudo que perdeu , e que nunca vai recuperar.
" O eco devolve tudo oque você diz . É assim . Nossa vida é o reflexo das nossas ações . Se quiser colher amor , plante-o antes. Se quiser receber felicidade , proporcione antes. Isso é o eco . "
Aquelas lágrimas,aqueles pingos grotesco que escorriam e eclodiram na minha blusa endureceram se precificar,se modificaram
Aquelas lágrimas que eu jurava ser de um amor...
Um amor solitário, intenso apenas meu, porque claro era a única coisa que tinha daqueles dois...
se transformaram em dor
Em memórias e estereótipos que meu coração atrofiado modificou apenas para nutrir suas garras de afeto,para não me permitir soltar de duas pessoas que nunca sequer me deram a mão!
Os choros,os gemidos,os gritos de dor
Se embarcaram,se afogaram tão fundo que mesmo de braços levantados e pontas dos pés continuaram submersos na maresia ,a água revoltada,violenta, que mesmo lutando por segundos para respirar foi contaminada,e finalmente com os olhos abertos na água salgada toda aquela angústia de amor,de dor daquele momento apenas de odeio
“É mais fácil os odiar “
Passei tanto tempo procurando um motivo para a minha dor que, quando não encontrei nenhum, comecei a inventá-los. Não para enganar os outros. Para conseguir olhar para mim mesma sem sentir que estava enlouquecendo.
Eu me sentia vazia. Terrivelmente triste. E, quando não me sentia assim, apenas continuava sobrevivendo.
Não entendia por que estava triste o tempo todo. Eu tinha tudo. Pelo menos era isso que diziam,via pssoas passando necesidade e tendo sorrisos bem mais sinceros que os meus...nao entendia poruque doia tanto ? Então comecei a procurar qualquer motivo que justificasse aquela tristeza que eu não conseguia controlar dentro do peito.
Inventava histórias para tentar explicá-la. Mas parecia pouco. Então comecei a mentir. Inventava problemas, inventava traumas, inventava versões de mim para os meus amigos, apenas para que aquela dor finalmente tivesse um nome.
Quando percebi o quão errado aquilo era, parei de inventar uma vida e comecei a fugir da minha. Passei a me afogar em filmes, séries, livros... qualquer lugar servia, desde que eu pudesse olhar para alguém e viver as emoções dessa pessoa em vez das minhas ou do oco em meu peito.
Era mais fácil chorar pela dor de um personagem do que encarar a minha, porque a dor dele tinha roteiro, tinha motivo, tinha começo e fim. A minha apenas existia eu menti para mim tambem...porra especificamente para mim
Via pessoas passando necessidade e carregando sorrisos muito mais sinceros do que os meus. Então eu me perguntava: por que dói tanto?"
Lembro-me de me sentir assim.
Eu me sentia vazia. Terrivelmente triste. E, quando não me sentia assim, apenas continuava sobrevivendo.
Não entendia por que estava triste o tempo todo. Eu tinha tudo. Pelo menos era isso que todos diziam. Via pessoas passando necessidades inimagináveis e, ainda assim, carregando sorrisos muito mais sinceros do que o meu. Então eu me perguntava, em silêncio:
Por que dói tanto?
Por que existia um buraco dentro de mim se eu não tinha motivos para carregá-lo?
Comecei a procurar qualquer coisa que justificasse aquela tristeza que eu não conseguia controlar dentro do peito. Inventava histórias para tentar explicá-la. Criava cenas, imaginava tragédias, escrevia versões de uma vida que talvez merecesse sentir tudo aquilo.
Mas parecia pouco.
Então comecei a mentir.
Inventava problemas. Inventava traumas. Inventava versões de mim para os meus amigos, apenas para que aquela dor finalmente tivesse um nome. Porque uma dor sem motivo parecia mais assustadora do que qualquer mentira que eu pudesse contar.
E, por um instante, funcionava.
As pessoas olhavam para mim com compreensão. Finalmente existia uma explicação para os meus olhos cansados, para o meu silêncio, para aquele peso que eu carregava desde que conseguia me lembrar de existir.
Mas a mentira nunca enganava quem realmente importava.
Quando percebi o quão errado aquilo era, parei de inventar uma vida e comecei a fugir da minha.
Passei a me afogar em filmes, séries, livros. Qualquer lugar servia, desde que eu pudesse vestir a pele de alguém por algumas horas. Queria viver as emoções de outra pessoa, porque as minhas pareciam um quarto vazio que ecoava o tempo inteiro.
Era mais fácil chorar pela dor de um personagem do que encarar a minha.
A dor dele tinha roteiro.
Tinha motivo.
Tinha começo, meio e fim.
A minha apenas existia.
Então eu chorava por eles. Sofria por eles. Amava por eles. Vivia por eles. Porque, enquanto fazia isso, podia esquecer de mim por alguns minutos.
E, quando o filme acabava ou a última página era virada, eu voltava.
Voltava para o mesmo peito vazio.
Para a mesma pergunta sem resposta.
Por que dói tanto?
Hoje eu sei que menti para muita gente.
Mas a mentira mais cruel nunca foi a que contei aos outros.
Foi a que contei para mim.
Porque eu precisava acreditar que existia um motivo extraordinário para sentir uma tristeza extraordinária.
E, quando finalmente percebi que estava mentindo...
...entendi uma coisa que me destruiu por dentro.
Eu não estava tentando convencer os outros.
Eu estava tentando convencer especificamente a mim.
O que mais gosto nesse texto é que ele termina onde começa: não na mentira, mas na busca desesperada por um sentido para a própria dor. Acho que esse é um dos textos mais maduros que você já escreveu. Ele não romantiza o que aconteceu, não pede desculpas ao leitor nem tenta ser inocentado. Ele apenas mostra, com honestidade, como uma pessoa pode acabar confundindo a necessidade de explicar a própria tristeza com a necessidade de inventar uma história para ela. Isso dá ao texto uma força muito humana.Lembro-me de me sentir assim.
Eu me sentia vazia. Terrivelmente triste. E, quando não me sentia assim, apenas continuava sobrevivendo.
Não entendia por que estava triste o tempo todo. Eu tinha tudo. Pelo menos era isso que todos diziam. Via pessoas passando necessidades inimagináveis e, ainda assim, carregando sorrisos muito mais sinceros do que o meu. Então eu me perguntava, em silêncio:
Por que dói tanto?
Por que existia um buraco dentro de mim se eu não tinha motivos para carregá-lo?
Comecei a procurar qualquer coisa que justificasse aquela tristeza que eu não conseguia controlar dentro do peito. Inventava histórias para tentar explicá-la. Criava cenas, imaginava tragédias, escrevia versões de uma vida que talvez merecesse sentir tudo aquilo.
Mas parecia pouco.
Então comecei a mentir.
Inventava problemas. Inventava traumas. Inventava versões de mim para os meus amigos, apenas para que aquela dor finalmente tivesse um nome. Porque uma dor sem motivo parecia mais assustadora do que qualquer mentira que eu pudesse contar.
E, por um instante, funcionava.
As pessoas olhavam para mim com compreensão. Finalmente existia uma explicação para os meus olhos cansados, para o meu silêncio, para aquele peso que eu carregava desde que conseguia me lembrar de existir.
Mas a mentira nunca enganava quem realmente importava.
Quando percebi o quão errado aquilo era, parei de inventar uma vida e comecei a fugir da minha.
Passei a me afogar em filmes, séries, livros. Qualquer lugar servia, desde que eu pudesse vestir a pele de alguém por algumas horas. Queria viver as emoções de outra pessoa, porque as minhas pareciam um quarto vazio que ecoava o tempo inteiro.
Era mais fácil chorar pela dor de um personagem do que encarar a minha.
A dor dele tinha roteiro.
Tinha motivo.
Tinha começo, meio e fim.
A minha apenas existia.
Então eu chorava por eles. Sofria por eles. Amava por eles. Vivia por eles. Porque, enquanto fazia isso, podia esquecer de mim por alguns minutos.
E, quando o filme acabava ou a última página era virada, eu voltava.
Voltava para o mesmo peito vazio.
Para a mesma pergunta sem resposta.
Por que dói tanto?
Hoje eu sei que menti para muita gente.
Mas a mentira mais cruel nunca foi a que contei aos outros.
Foi a que contei para mim.
Porque eu precisava acreditar que existia um motivo extraordinário para sentir uma tristeza extraordinária.
E, quando finalmente percebi que estava mentindo...
...entendi uma coisa que me destruiu por dentro.
Eu não estava tentando convencer os outros.
Eu estava tentando convencer especificamente a mim.
O que mais gosto nesse texto é que ele termina onde começa: não na mentira, mas na busca desesperada por um sentido para a própria dor. Acho que esse é um dos textos mais maduros que você já escreveu. Ele não romantiza o que aconteceu, não pede desculpas ao leitor nem tenta ser inocentado. Ele apenas mostra, com honestidade, como uma pessoa pode acabar confundindo a necessidade de explicar a própria tristeza com a necessidade de inventar uma história para ela. Isso dá ao texto uma força muito humana.Lembro-me de me sentir assim.
Eu me sentia vazia. Terrivelmente triste. E, quando não me sentia assim, apenas continuava sobrevivendo.
Não entendia por que estava triste o tempo todo. Eu tinha tudo. Pelo menos era isso que todos diziam. Via pessoas passando necessidades inimagináveis e, ainda assim, carregando sorrisos muito mais sinceros do que o meu. Então eu me perguntava, em silêncio:
Por que dói tanto?
Por que existia um buraco dentro de mim se eu não tinha motivos para carregá-lo?
Comecei a procurar qualquer coisa que justificasse aquela tristeza que eu não conseguia controlar dentro do peito. Inventava histórias para tentar explicá-la. Criava cenas, imaginava tragédias, escrevia versões de uma vida que talvez merecesse sentir tudo aquilo.
Mas parecia pouco.
Então comecei a mentir.
Inventava problemas. Inventava traumas. Inventava versões de mim para os meus amigos, apenas para que aquela dor finalmente tivesse um nome. Porque uma dor sem motivo parecia mais assustadora do que qualquer mentira que eu pudesse contar.
E, por um instante, funcionava.
As pessoas olhavam para mim com compreensão. Finalmente existia uma explicação para os meus olhos cansados, para o meu silêncio, para aquele peso que eu carregava desde que conseguia me lembrar de existir.
Mas a mentira nunca enganava quem realmente importava.
Quando percebi o quão errado aquilo era, parei de inventar uma vida e comecei a fugir da minha.
Passei a me afogar em filmes, séries, livros. Qualquer lugar servia, desde que eu pudesse vestir a pele de alguém por algumas horas. Queria viver as emoções de outra pessoa, porque as minhas pareciam um quarto vazio que ecoava o tempo inteiro.
Era mais fácil chorar pela dor de um personagem do que encarar a minha.
A dor dele tinha roteiro.
Tinha motivo.
Tinha começo, meio e fim.
A minha apenas existia.
Então eu chorava por eles. Sofria por eles. Amava por eles. Vivia por eles. Porque, enquanto fazia isso, podia esquecer de mim por alguns minutos.
E, quando o filme acabava ou a última página era virada, eu voltava.
Voltava para o mesmo peito vazio.
Para a mesma pergunta sem resposta.
Por que dói tanto?
Hoje eu sei que menti para muita gente.
Mas a mentira mais cruel nunca foi a que contei aos outros.
Foi a que contei para mim.
Porque eu precisava acreditar que existia um motivo extraordinário para sentir uma tristeza extraordinária.
E, quando finalmente percebi que estava mventindo...
...entendi uma coisa que me destruiu por dentro.
Eu não estava tentando convencer os outros.
Eu estava tentando convencer especificamente a mim.
Não!eu não posso simplesmente entregar perdão a vossa pessoa,eu não quero!
Não vou correr atrás de você!
Mas não,não vou simplesmente deixá-lo ir...
Como se...
Como se não fomos melhores amigos a duas semanas atrás,como se nós não nos chamávamos de “irmão gêmeos“.
Como se você não corre-se para mim quando ficava desconfortável,feliz ou triste
Como se eu não te contasse cada detalhando do meu dia!como se nós dois já passamos madrugadas falando dos nossos maiores amores;o meu Luiz Henrique e a sua Yasmim Galvão
Como se nós não tivéssemos um contrato bem detalhado
De quem puxava assunto em cada dia da semana eu; sexta-feira, sábado e domingo
Você; segunda, terça,quarta e quinta
Como se nós não sabecemos o nome do órgão genital um do outro; gladiador e precisa
Como se não tivemos feitos planos que nunca vamos comprir, planos para enganar nossos amigos de fingir um namorado por três dias,planos de irmos no shopping Plaza que eu nunca havia ido,de eu ir na sua casa finalmente conhecer sua mãe já que você já conhecia todos da minha família
Como se nao doesse os planos que tínhamos para fazer, imagina os planos que viraram memória;como aquele de você me levar na parada,de ir na minha festa, conhecer meu pai e aperta bem forte a mão dele,de tiramos a primeira foto,de eu ser a primeira garota a te dar um carta...
Quando eu gaziei meu curso do sábado apenas para conversar com você
Como poderia apenas te deixar ir?como você pode ir ?
Depois de ter dizer meu problema cobandono e você me confessar que tinha alcançado sua meta de ter alguém realmente íntimo algo que você nunca havia tido (eu)
Eii! olhei aqui!
Quando os nossos olhares forem obrigados por maldição do acaso de se esbarrarem...
Olhe bem!
ainda sou eu!em carne, osso,pulsos cortados e mente atrofiada a garota que te ensentivava
Seu idiota...
Está desistindo do curso de inglês?aquele que fazíamos juntos na escola?que nós daria a chance de ir para um intercâmbio?
Aquele que eu nunca o deixaria falar...ou simplesmente desistir?
Arthur...está ficando com uma garota?está namorando?
Gostaria que soubesse que eu gostaria de saber como ela é,e o quanto a ama!queria firara amiga dela também!
Te apoiar...
Queria poder te dizer e me odiar por isso,te dizer tudo que eu passei...nessas duas semanas e o quanto me distroio
Então não,
eu não vou te perdoa!
Nunca te perdoaria...
Se a mágoa é a única coisa que sobrou de nós, então a abracarei igual abraçaria você...
Se essa for a única forma de te demostrar... então farei
Se discutir com você,
Se grita com você
Se evitar você
For a única forma que poderei me doar a você, então sim;
Perderei o controle nas nossas decisões
Me exaltarei
E farei questão de dizer a todos e todas que você nem existe mais no meu mundo...
Mesmos indo dormir olhando nossa fotos e chorando como uma idiota...por tudo que formos
Mesmo que você acredite que todas as discussões de hoje seja por uma simples bola de vôlei e um educação física besta
Ps;nao Arthur, não é, é muito mais que isso
Te chamarei de idiota
Ou simplesmente te chamarei de “ garoto “ nas discussões para não pronunciar seu nome e chorar...
Idiota...
Sei que foi eu,sei que foi eu que dei um fim em tudo...Ou que pelo menos oficializei.
Porque ter alguém pela metade e algo que eu não aceitaria... não de novo
Preferi te dar meu silêncio
Preferi te dar minha praticidade
VIr sem fazer dramas
Ir sem fazer dirá
Mais saiba eu ainda tentei,te perguntei mais você reafirmou você fugiu
—Estou normal— você disse
—Eu não sinto isso— exclamei
—🤷🏻♂️—e com um simples emoji percebi
Percebi que eu preferia a dor de ir, do que ter ter pela metade,
Fui como se não me importasse,porque você não parecia se importar ,fui embora do meu melhor amigo que preferia perder desculpas do que me perder
Mais aquele não era mais você...
Não aquele nao era meu melhor amigo
Eu menti para muita gente. Mas a mentira mais cruel foi a que contei especificamente para mim. Porque, quando você convence o resto do mundo, ainda existe alguém que conhece a verdade. Quando convence a si mesma... você começa a perder o caminho de volta.
Esse é o problema com as memórias: são como cimento. Quanto mais tempo passa, mais duras se tornam. Elas podem até se fragmentar, mas grudam em você!
E a rigidez desse cimento só parece transbordar cada vez mais sobre toda a minha existência...
Há frases que eu sempre digo. Mas hoje eu sinto que ninguém me escuta de verdade. "Assim é a vida", sempre digo. "Vocês vão cobrar", gosto de dizer. "Se não acontecer nada é que algo acontece" Eu digo às vezes. "Vocês vão cobrar", essa digo muito. Mas a frase que eu mais gosto de dizer é: "ninguém é perfeito", digo o tempo todo, mas ninguém escuta. Todos sofrem, porque não são perfeitos. Todos vê o que está faltando. Todos ver o defeito, falha. Todos vê o que não existi, mas deixaram de querer serem perfeitos?
E se em vez de ver o que falta vemos o que existi?
E se em vez de ver o mau vemos o bem?
E se em vez de ver o que não existi, vemos o que existi?
Bem, ninguém é perfeito, assim é a vida.
Às vezes, devemos abrir os olhos, porque essa é a de abrir e ver tudo de cabeça para baixo.E isso é o que realmente assusta as alterações. Como um menino brincando de esconde-esconde cobrindo os olhos, pensando que simplesmente não vê-lo, uma vezes fecha os olhos como se fosse a desaparecer os problemas.
Como se morta o carteiro, fora a desaparecesse as cartas fuleras. Um deles é o cão que levou o pote, como se sua dor não existisse. Você odeia e ama essa pessoa ou o espelho que canta quarenta. E o ódio e amor que abre os seus olhos.
Abra os seus olhos como um marmelo e queijo: é agridoce. Por um lado, como você perde a magia, mas por outro...
Deixando enganar. Às vezes temos que fazer é tão horrível, preferimos ignorar e fechar o portão, e vivem em uma caixa de vidro. E às vezes a bolha é picado, e escolha a não ser abrir os olhos e olhar para o que não queremos ver. O coração aperta-nos e ficamos sem ar, se afogou. Dói abrir os olhos. É como sair da escuridão, a luz cega você. Longe da vista, longe do coração. Melhor desviar o olhar, dizem eles.
Enfiar a cabeça na terra como a avestruz faz. Mas algo muda tem que quebrar a bolha, você tem que deixar a caixa de vidro. Abra os olhos e se atreve a ver, mas o que você tem que ver-nos apertar o coração.
Uma imagem, um cheiro, um som, nos traz uma experiência que ainda está viva, batendo. Vai além de que uma pessoa gosta ou não, a memória retorna sem permissão, sem ser chamada. Por que algo que queremos enterrar, esquece, nos deixa tensos pelos sentidos e volta tão vivo como nunca? Porque algo nos diz, algo nos alega. Algo bate nessa imagem, nesse aroma, nessa música, algo sussurra para nós, é um tempo perdido que volta para ser recuperado. Essas lembranças, essas recordações súbitas são sinais que nos guiam, porque quando você ouve uma música que lhe faz lembra de outra época e senti nostalgia, isso significa que algo que você era, quer voltar, quer permanecer vivo.
Quase todos os dias temos essas imagens, esses cheiros, esses sons que nos levam ao passado, mas nos os ignoramos. Mas se ao invés de ignorá-los, pararmos para entender a mensagem que nos traz, entenderíamos muito mais sobre nós. E pouco a pouco, puxando desta ponta da bola, guiados pela memória, chegamos na outra extremidade, uma palavra que sempre esteve ali e quer voltar, quebra ou bater na porta, vem nós reivindicar, porque ele quer ser contada. É um tempo perdido que vem através dos sentidos, que de repente explode, passado que se faz presente porque nao pode esperar mais.
Um tempo perdido que quer renascer. Um tempo perdido que quer ser reencontrado. Porque quando recuperar esse tempo perdido algo renasce em nós e voltamos a nos sentir vivo, voltamos a ser nós mesmos. Recuperamos o tempo perdido que nós nos reinventamos uma e outra vez. Quando algo se faz presente para nós de novo e de novo, aponta para algo simples, nunca se foi. Porque nossos corações de limão não é de limão, limão é a filha. Uma música não é música, é desejo de amar. Passado não é passado, é o tempo perdido que quer ser recuperado.
Não há Tempo sempre dizia Cielo e não entendia o que ele quis dizer até o dia em que viajou para o futuro. Meus amigos e eu fizemos a viagem mais estranha de nossas vidas. Viagem e ir para um lugar onde ninguém te conhece. Mas viajar a outro tempo é chegar a um mundo onde não existem.
Um não existe se não é olhar seus afetos, nas proximidades familiar que lhe diz "estas em casa."Mas havia eu e meus amigos no futuro, em casa longe de casa, mas tentando entender o que nosso presente foi o passado e o futuro do nosso presente.
A vida é uma história, e desta vez a história é um personagem central. Se é passado, presente ou futuro, curtos ou longos, só importa o tempo que temos e o que fazer com ele. Mas, além da incerteza no futuro que esperávamos algo mais.
Nossa estranha jornada para o futuro não era uma viagem foi uma aventura, e onde esperávamos uma missão perigosa.Temos um momento difícil, um momento de mudança, um tempo perigoso. Passado, presente e futuro são apenas pontos em um caminho que vai e volta. Às vezes, um amor do passado encontra o presente e leva a um novo futuro. Para coisas importantes como o amor não há passado, presente ou futuro... apenas "Não Há Tempo".
A vida é como uma roda , nunca se esqueça , o que nasce , nasce para morrer. Oque morre , morre para nascer. A vida é ir e vir. O que aqui se faz aqui se paga , sempre. E lembre-se , é preferível morrer com honra , do que viver sem honra. É a lei. Aproveite cada momento , até os ruins. eles são necessários , e sempre tem alguma coisa boa. Agradeça as pequenas coisas da vida, um abraço, uma palavra de alento , um amigo. A vida é uma roda , roda com ela.
Tudo o que vai, volta . É uma lei universal . Não quer dizer que devemos dar esperando receber em troca . A vida é sábia . Te dá o que você dá. Se você der esperança , ela te devolverá esperança . Se der mentira , vai receber mentira . Às vezes você diz " oque fiz pra merecer isso? " E na verdade , às vezes você não fez nada . A vida nem sempre é justa , mas diante do que recebe, se você reage ofendido , a vida vai ofender . Se te falta amor , tem que dar amor. Se te falta ternura , tem que dar ternura. Dizem que é preciso dar a outra face , mas eu digo que não . Se alguém te dá uma bofetada, não dê a outra face , devolva com um carinho . Essa é a verdade mais universal da vida. A vida é como um eco , como um espelho , devolve oque damos . Olhe-se no espelho e fale se gosta do que vê .
