Quase Morto

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"o problema que a vida não é como no cinema
e se tratando de amor quase sempre termina naquele dilema"....

⁠“Por que a eloquência parece tão natural, enquanto a serenidade nos soa quase surreal? No plano das ideias, somos amplos e livres. No mundo real, tropeçamos em obstáculos. Em suma: enquanto ideias, somos infinitos. Enquanto objetos, somos finitos e restritos.”

⁠Eu sou uma pessoa muito enigmática para mim mesma. Faz quase 15 anos que eu sou eu e ainda não sei ser eu.

⁠Dentre
nossos corpos
quase tudo
fica indissolúvel
com tamanha
melancolia...

“O invisível sustenta quase tudo aquilo que realmente importa.”

A Gentileza do Olhar

Rua quase deserta debaixo da escuridão celeste, sem luar, nem estrelas, que poderia ser vista facilmente como um lugar de solidão, triste e arriscado — uma impressão muito negativa.

Entretanto, se for observada por um olhar mais atento, logo será percebida a sua beleza admirável, que de alguma forma está viva: um lindo cenário, nada hostil.

Ornada por algumas luzes artificiais bem posicionadas, que trazem um aspecto muito receptivo, apaixonante, num ar de romantismo sereno e marcante.

Caminhar por ela durante a noite, deve ser bastante aprazível, inclusive na companhia da pessoa certa, dando passos tranquilos, sem nenhum motivo para se ter pressa.

Portanto, a gentileza e a calma também se fazem necessárias para uma observação mais completa, que não permita que as coisas significativas sejam ignoradas.

"Srinivasa Ramanujan, matemático indiano — um gênio que o mundo quase não teve."

"Cada falha é um sussurro do futuro dizendo: ‘Ainda não… mas quase.’"

“As que ainda são doces, femininas e educadas viraram edição limitada. Artigo de luxo, quase relíquia.”

Desconexo, imprevisível, quase sem forma…
mas carregado de amor.
Um desejo que queima fácil,
e uma vontade estranha de cuidar.


DeBrunoParaCarla

Gosto de escrever no quase. Provoco com palavras que vestem e desvestem ao mesmo tempo. Escrevo sobre um toque, um olhar, e aí mora a graça. Os comentários são maravilhosos, porque revelam o que a imaginação do outro fez com o que eu plantei. Sim, sou um provocador. Admiro a essência da natureza da mulher: o jeito, o gesto, o mistério que não se explica, só se sente. E disso eu não abro mão.

Políticos se elegem com promessas populistas e governam em prol de agendas partidárias, quase sempre contrárias aos interesses da maioria. As pessoas precisam ser mais críticas e menos suscetíveis a promessas vazias.

Um momento é pequeno… quase invisível diante da imensidão da eternidade.
Mas é nele que tudo acontece.


É no agora que o coração sente, que a fé se fortalece, que a vida ganha cor.
A eternidade não é feita de algo distante… ela é construída por infinitos momentos como este.


Então, mesmo que pareça ínfimo, um momento carrega um peso infinito
porque pode mudar tudo, pode marcar a alma, pode se tornar lembrança eterna.


Às vezes, o que parece só um instante…
é exatamente onde Deus escolhe tocar o coração.

Depois do Quase




Na madrugada em que quase desmoronou, sentou-se no chão frio da cozinha com as mãos vazias sobre os joelhos, mas ao perceber que ainda respirava apesar de tudo, levantou-se devagar como quem entende que a luz não grita, apenas permanece, e que permanecer também é forma de coragem silenciosa diária.


Simone Cruvinel

As maiores conquistas e realizações surgem de repente! Quase sem explicações! Mas isso é um sinal da providência divina.

"Ser um trilionário é descobrir que o preço de quase tudo é irrelevante, mas o valor de quase nada mudou."

"Estrutura de pirâmide existe em quase toda empresa tradicional, onde o topo ganha sempre mais que a base. No multinível honesto, a sua dedicação determina o seu teto."

Eu me aprofundei onde você só molhou os pés… e, ainda assim, fui eu quem quase se afogou tentando te alcançar.

A Rua Não é Garagem

A primeira lata não fez barulho.
Foi colocada com cuidado, quase com carinho — como quem demarca território sem querer parecer invasor. Um gesto particular, silencioso, que dizia: “aqui é meu.” Não havia placa, não havia autorização. Apenas a convicção íntima de que a rua, por um instante, poderia ser privatizada.
E ninguém disse nada.
A segunda lata já veio com mais segurança. A terceira, com naturalidade. Logo, o espaço público ganhou dono — não por lei, mas por hábito. Um hábito perigoso: o de transformar o coletivo em extensão da própria casa.
Ali, naquele pedaço de asfalto, a cidade começou a encolher.
Porque toda vez que alguém ocupa o que é de todos como se fosse só seu, algo maior se perde. Não é apenas uma vaga. É o princípio. É a regra. É o pacto invisível que sustenta a convivência.
E então surge a pergunta inevitável:
e se todos resolvessem fazer o mesmo?
Se cada morador colocasse suas latas, seus cones, seus objetos — defendendo seu “direito” particular — não teríamos mais ruas. Teríamos um mosaico de pequenas propriedades ilegais, uma cidade fragmentada, onde o espaço comum desaparece sob o peso do ego.
A lata, nesse caso, deixa de ser objeto. Vira símbolo.
Símbolo de um abuso pequeno, mas revelador.
Símbolo de uma lógica perigosa: se ninguém impede, então pode.
E é aqui que o silêncio mais pesa.
Porque se há quem avance indevidamente, há também quem deveria conter. A fiscalização não é um detalhe burocrático — é a linha que separa o uso legítimo do abuso cotidiano. Quando ela falha, não apenas permite: ensina.
Ensina que a regra é flexível.
Ensina que o espaço público é negociável.
Ensina que cada um pode criar sua própria lei.
E a cidade paga o preço.
A ausência da Prefeitura — da secretaria responsável, da presença institucional — não é neutra. Ela participa. Ainda que pela omissão. Ainda que pelo atraso. Ainda que pelo costume de não ver o que está diante dos olhos.
Porque a desordem não nasce grande.
Ela começa assim:
com uma lata.
Uma lata que ninguém recolheu.
Uma lata que ninguém questionou.
Uma lata que virou precedente.
E quando o precedente se espalha, já não é mais sobre um morador.
É sobre todos.
A rua, que deveria ser passagem, vira disputa.
O direito, que deveria ser comum, vira privilégio improvisado.
E a cidade — ah, a cidade — vai sendo tomada não por grandes crimes, mas por pequenas permissões.
No fim, aquela lata solitária não guardava apenas uma vaga.
Guardava uma pergunta que insiste:
de quem é a rua, afinal?

Maxileandro Lima

⁠Meu bem...

Dormi quase nada, mente cansada, mas trazendo você nela e a paz que você traz.
Acordei já pensando, se você tivesse pulado o muro ?(♡rs) , ia sentir essa brisa ao acordar , ia ter em meus braços o abraço que está guardado pra te dar ,desde o dia que nos falamos pela primeira vez , e se quisesse durmir mais um pouco ia se perder nos carinhos e afagos que eu prometir lhe entregar .
Não importa o tempo ou a distância,pois com tanta sintonia ,sei que esse momento vai chegar !
Viro na cama e tento voltar a pegar no sono, mas em meio a esse turbilhão mim pego pensando: com esse barulho da chuva caindo ,seria a música que ia embalar o meu sono mesmo que repetino e deitada em seu peito eu ia ter sonhos que nenhum pesadelo iria fazer eu despertar , somente aquelas beijos que você iria mim dar e com certeza iriamos se entregar mesmo sendo a primeira vez a te olhar!!!
💙Raridade 💎 Ponto de #Paz