Peão de Boiadeiro

Cerca de 38 frases e pensamentos: Peão de Boiadeiro

Você não se torna sertanejo, você nasce sertanejo!
Sertanejo não é um estilo, sertanejo é simplesmente uma raça, única e original!

Galássi cantor

Não gosto da tal de festa do peão de boiadeiro. De festa não tem nada. Se depender de mim todos irão morrer de fome. Nunca irei apoiar, prestigiar então nem pensar, sempre vou ser contra. Só vou começar a frequentar esses acontecimentos QUANDO O ANIMAL MONTAR NO BICHO HOMEM... E quando isso acontece, estarei assistindo na primeira fila, e não vou perder um evento...

Carlos Cares Ribeiro
Inserida por osobrenaturalexiste

Sou da roça, sou caipira e adoro o cheiro do gado, sou peão de boiadeiro, sou brasileiro, sou vaqueiro.

Luiz Eduardo Araujo Rodrigues e Klecio Novaes
Inserida por eduardo67

⁠Peão de Boiadeiro

Como vaqueiro...
Tocando o rebanho..
Ahoooo chão batido...
Peão de Boiadeiro....
É de poeira...
É de raça...
Sou sulista...
Sou brasileiro...
Laço na anca do potro...
Espora de prata de enfeite...
Chapéu de Panamá...
Me cobrindo do Sol...
Na sombra da poesia...
Cafézinho quente na lata...
Fogueira no roçado...
O gado descansa e alimenta no banhado...
Sertanejo puro...
Nascido no campo....
Berrante sedento....
Cavalo selado com alimentos....
Astuto e matuto...
Profissão de coração...
Atravessando fronteiras....
Ferradura no casco...
Bate no lageado...
Bota de couro nos pés....
Prestigiado e respeitado...
Cowboy e herói....
Por trilhas marcadas...
Percorrendo estados..
Em terras panteneiras...
Estilo campeiro....
Ameaçado por coices da vida...
Vou me livrando do perigos...
Apoiado pelos céus...
Raspando e rasgando...
O cortinados e véus....
Na face uma luta...
Embarcando saudades...
Estradas empoeiradas...
Demarcando o sertão....
Rio, corregos e lagoas...
Chuva fria e verão....
Boiadeiro desbravado...
Poeta e rêdias na mão...
Duas décadas vividas...
Numa vida caipira assistida....


Autor Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Ricardo Melo .
Inserida por JoseRicardo7

28 de novembro de 2016 ·
VIDA DE BOIADEIRO.
Márcio Souza.
Uma sombra na estrada,
Quando no transporte do seu gado,
Era sempre ponto de parada,
Para os peões baterem seus papos.

Enquanto se descansava,
Encostado no barranco,
Tranquilamente a boiada,
Pastava no verde campo.

Após seu tempo descansado,
Refrescado do sol escaldante,
O peão ajunta o gado,
Ao doce som do berrante.

Entre laços, peias e corridas,
Nessa lida e profissão,
Assim é que leva a vida,
O boiadeiro, com Deus, no sertão.

Com chuvas ou beijando a poeira,
Matando a sede no cantil,
Nas estradas de terras ou pantaneiras,
És tu peão boiadeiro, orgulho do meu Brasil.
Márcio Souza.

Márcio Souza,

Márcio Souza
Inserida por marsouza42

Seu boiadeiro caboclo Guerreiro, nos proteja por inteiro. Laça toda a energia do que não for verdadeiro.

Salve seu zé boiadeiro, misto de exu com flecheiro, peço a sua proteção de Janeiro a Janeiro.
Faz morada em minha vida, modifica por inteiro.

Oxalá te deu poder para nos fazer crescer, eu confio em você meu caboclo boiadeiro.

FlavioMacanudo
Inserida por FlavioMacanudo

O boiadeiro deve cuidar dos bois como Deus cuida das Suas ovelhas no Pasto.

Helgir Girodo
Inserida por HelgirGirodo

O Rei do Gado é o boiadeiro que toca a boiada para o abatedouro

Marco Martim
Inserida por marcomartim

FEITO DE GADO

O que é feito d'aquele gado
tocado, lá no alto do sertão
piola, boiadeiro bravo
berrante tocando fado
estralo na palma da mão.

O gado que passou porteira
ploc-ploc, pelo chão...
Cruzou rios com piranhas
alvoroçou grandes façanhas
... Poeira amor e paixão.

O que é feito d'aquele gado
do sol quente pirambeira
lua fria escuridão...
Que passou pelos quatro ventos
curandeiros e seus ungüentos,
coloral pimenta açafrão.

O que é feito d'aquele gado
e do pasto secando no campo
d'aquele ar tísico no tempo
da distancia ao sentimento
das lagrimas enxugando encanto.

D'uma saudade adoidada
vivendo os sonhos do amar
d'aquela flor na estrada
do amor por quase nada
chorando além do mar.

O que é feito d'aquele gado
que passou pela corrente
do rio cheio de peixe
do rastos da estrela cadente...
do sangue brotando n'água
da fogueira conto de fada
da chuva nascendo semente.

O que é feito d'aquele gado
do sol escaldante do dia...
Da sombra d'aquele oitão!
Do segredo e da paixão,
que sentiu dona Maria...

O que é feito d'aquele gado
que embarcou nas quatro rodas
deixou p'ra traz, ribeirão...
Campo, bosque e a grande grota
deixou lá no rancho o seu João
vivendo a vida que gosta.

Antonio Montes

Antonio Montes
Inserida por Amontesfnunes
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⁠Poeta Boiadeiro


Ah seu moço...
Nesse tema que venho trazendo...
La vou eu começando...
Não me feche as portas...
Escancare as jenelas...
Por essas aberturas...
O ar precisa entrar...
Anoiteceu com mormaço...
E esfriou na madrugada...
Amanheceu ventilado...
E no sonho que eu tive...
Resolvi usar o que tenho guardado...
Essa minha imaginação...
Não queira saber como flui....
Ela percorre o estradão do deserto....
Sapateia no asfalto....
Levanta poeira na ferrovia...
E se quer mesmo saber mais um pouco de mim....
Distante está as estrelas...
Minha vida se resume...
Sou filho de lavradores...
As sementes que eles plantaram...
Eis aqui um escritor...
No repique desse poema...
Minha morena é formosa...
Para aqueles que me conhecem....
Sabem que não faço poesia em forma de prosa....
Não sou valente pelos punhos...
Mas por essa vida....
Ja machuquei tubarões....
Sou de algum estado do Sul....
Nascido na região Norte....
Essa baita inspiração....
Falo de mim...
E improviso nesse refrão....
Explicar o que tem no meu juízo...
Por favor...
Não me pergunte não...
Todo segundo...
É um verso que vem na direita...
E o outro pela contramão.....
Importando e exportando...
Versos por esse mundão....
Ja cortei cabeça de cobra...
Misturei com farinha e degustei...
Não por querer....
Mas sim por prazer...
Sou doido um punhado...
Revoltado por completo....
Tirou minha paz...
Eu mostro logo o meu martelo...
Faço virar mingau...
Aquilo que me faz mal...
Xô , agrura maldita....
Credo em cruz sai pra lá....
Na viagem que faço....
Não aceito nada me incomodar....
Meu destino eu não sei...
Nesse mundo á fora...
Em cada dor eu me formei....
Moço você aí...
Que me ouviu até aqui....
Não me leve a mal...
Se fui grosso e arrogante contigo...
Faça-me então uma gentileza aqui pro seu amigo....
Não é para sempre que vou...
Mas por alguns instantes.....
Não crie expectativas sobre o meu retorno...
Saio agora de sua presença...
Não porque de ti não gostei...
Lisonjeado eu fico...
Por me deixar desabafar...
Entenda também...
Não sou muito normal...
Isso pra mim é mesmice....
Quero sempre provar e sentir...
O sobrenatural
Toque um pouco o berrante seu moço...
Minha boiada ja pastou...
E eu não posso parar...
Se não eu passo mal....



Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Ricardo Melo .
Inserida por JoseRicardo7

⁠Boiadeiro desbravado.


Parabéns pra você...
Meus parabéns...
A você que tem um apetite insaciável...
A você que é muçulmano...
A você que é crente...
A você que é católico...
Ou de qualquer religião...
A você que acredita na sorte...
A você que pisa em cacos e não se corta...
A você que canta e arranca lágrimas de olhos desconhecidos...
A você que escolheu fazer o que faz...
A você que deixa o Amor imperar em sua alma...
A você que planta e colhe...
A você que faz comida e se farta...
A você que ainda tem escadas pra subir....
A você que chora de alegria...
A você que sente o verdadeiro raiar de cada dia...
A você que estudou e formou...
A você que está concursado e tem um emprego vitalício....
A você que é ser um humano de verdade...
A você que é mãe e sentiu muita dor...
A você que leva a carga em um caminhão....
Anda por estradas comendo poeira e pisando no chão...
A você que é normal....
E não usa as pessoas como corda de varal....
A você que rouba risos de pessoas tristes....
A você que tem e quando perde e não se sente mal....
A você que casou e agora está vivendo em um mundo de alto astral....
Recebam meu beijo bem dado..
Na alma e no coração...
Sintam-se abraçados aí....
Pelo Poeta do Amor e que Voa...
Por essa vida....
Andei...
A ferro....
Ferrolho...
Facão....
E com lapis na mão...
Grafei....
Aqui...
Não é um simples homem...
É boiadeiro e Poeta...
Onde o rugir do gado....
Ecoam na imensidão...
Toco meu berrante...
Que treme esses pastos...
De cabeça empinada..
Atravesso rios e lagos e Ribeirão....
Tem horas...
Que nem sei se sou louco...
Ou sou de fato um trovador....
Mas me sinto Poeta....
E pelas trilhas...
Saio montado em meu cavalo alazão.....
Não uso esporas...
Porque faz mal pro animal...
Pra que...
Cutucar o que te ajuda...
Um animal mais que batuta.....
Que está contigo toda hora nessa luta....
Ahooooooo chão batido....
Menino trovador e atrevido....
Os planos de Deus é comigo...
E é também contigo...
Duro na queda...
Vara de pescar na mão....
Pega dourado...
E cozinha no Caldeirão....
Um dote...
Ou um dom...
Onde as asas batem...
E ouço o som.....
Aleluia papai...
Aleluia Jesus....
Oh grande Luz....
Que a todos nós conduz.....
Chega mais morena...
Não sinta vergonha...
Sou cavaleiro....
Mas também sou jardineiro...
Onde em tua mente...
Planto sementes e navego com meu veleiro....
Vai que é sua Taffarel....
Vamos de realidade....
E Detesto o bordel....
Alivia o cinto....
Respire fundo....
Vamos para o horizonte....
E mergulhar profundo....
Pra que tanta timidez...
Amanhã pode tudo se repetir outra vez....
Vamos tirar as máscaras...
De um modo simples e cortês...
Acostuma loirinha....
Nessa vida...
Todos tem sua sina.....
Flutua no ar.....
E vamos todos versejar....
Mantenham-se calmos....
Nesse palco...
A uvas são doces demais....
E logo teremos um bom vinho....
Vamos tomar sorrindo....
Chegue pra lá tristeza...
Sai daqui....
Te odeio e te expulso em forma de rima....
Deixe essa sociedade....
Todos tem direito de ser feliz de verdade....
E por favor...
Afunde-se na brasa....
E nunca mais volte...
Nem na cidade...
E nem aqui no interior.....
Em ti...
Eu mando e desmando...
E não peço favor......




Autor;José Ricardo

Ricardo Melo .
Inserida por JoseRicardo7

⁠DE BOIADEIRO A UM POETA

Vagando pela vida...
Não sabia eu...
Que poderia ser...
Ser um Poeta...
E Montado em meu alazão...
Cavalguei...
E em um trote bailado inimitável....
Pelos Vilarejos da vida...
Fui passando...
Algunas pessoas acenavam-me com as mãos...
E de tudo que eu via...
Eram olhares tristes...
Mas ao me verem...
Aquelas pessoas sorridentes ficavam....
Ja tinha eu um dia atrás...
Dedistir de tudo na vida...
E pelos campos verdes a galope...
Parava debaixo de algumas árvores pra descansar....
Meu alazão soado e cansado...
Soltava nas verdes pastagens para se alimentar...
Vendo aquele cenário diante dos meus olhos....
Percebi que algo ele queria me falar...
Mas com seu olhar eu senti e ouvi...
"Boiadeiro errante"....
Apenas descanse....
Enquanto estou aqui a me alimentar....
Tire um tempinho....
Deite-se nessa sombra amiga...
Tenha calma...
Logo iremos continuar...
Após um longo cochilo...
Alí estava aquele cavalo á relinchar...
Se fazia de despertador...
Para eu acordar...
Foi ai que senti....
Que a vida...
É bela demais...
E não posso jamais desperdiçar....
Com um lápis ja corroído pelo tempo...
Mas ainda dava pra usar.....
Decidi escrever o Amor...
E deslizando aquele lápis em um papel empoeirado e amassado...
Resolvi depois terminar....
Inacabado ficou...
E por aquele campo...
Continuei a trotear....
No compasso daquele troteado..
Ia eu coletando flores....
Fazia isso por desejo...
Em cada rosa coletada....
Sentia o cheiro...
E deixava as fragãncias pelo rastro que eu passava....
E ao chegar em outro vilarejo...
O meu Amor encontrei...
Terminei aquele poema...
E aquele papel amarelado pelo tempo...
E em suas mãos entreguei...
E ela...
Ao ler aquele poema...
Com uma única frase disse:
"Boiadeiro Poeta"....
Dessa forma você me encantou...
Não resisto...
Mas em sua garoupa quero eu cavalgar....
E como nem sabia que era Poeta...
Encantado fiquei....
Peguei ela pelos braços....
E na minha garoupa...
Á coloquei....
E Ali...
Ficou minha escrita...
De um Boiadeiro que tanto errou...
Mas dessa vez...
Ele acertou....
E aquela donzela...
Comigo ainda está...
E por aqueles campos e vilarejos...
Nunca mais eu voltei....
Deixei a vida de Boiadeiro...
E decidi ser um Poeta..
E agora...
Escrevo pela em meus poemas...
Hoje...
E para toda eternidade...
É ela que Amarei....

Autor :José Ricardo

Ricardo Melo .
Inserida por JoseRicardo7

⁠Ao se levantar , tenha o firme propósito de ser o boiadeiro e não o boi em meio a boiada.
Vanusa Fernandes.

Vanusa da Silva Fernandes.
Inserida por vanusa_fox

Na profissão de boiadeiro,sempre na lida do gado,escapei de chifrada e coice certeiro,
sem nunca ser machucado,na luta travada no cotidiano,só não consegui me livrar do coice humano,saído de sua língua afiada.

Delson Jacinto Vieira
Inserida por D1E2L3S4O5N6

⁠Tempos de boiadeiro


Em ouro de alto quilate,
Cruzo agora um horizonte,
E sigo rumo ao esquadro da minha imaginação,
Assim,
Vou reinventando conforme a força do vento,
Uma história narrada no sertão.
Eram tropas e boiadas,
Naquelas verdes pastagens,
Que linda invernada!
No princípio,
Não tinhamos caminhões boiadeiros,
Tudo era tocado com o som de um berrante seresteiro,
Os caboclos eram sonhadores,
E as celas eram de primeira,
O burrão cargueiro levava,
Toda carga e suas trincheiras,
Não sou o dono do tempo,
Mas presenciei certos momentos,
Daquela época boa festeira,
Viola e violão,
Gaita ,triângulo e uma mini acordeon,
Quando atravessavamos os rios,
Acampavamos nas margens,
Água fervida para beber,
Codornas e saracuras para comer,
Tudo era feito na improvisação,
Os animais passavam a noite se alimentando,
E outros iam descansando,
A rede era reforçada,
O cobertor era de lã de Carneiro,
E a moda tocada e cantada,
Que não me lembro direito,
Reescrever essa história é uma honra,
Mas algo me conduz e me diz:
Difusão de um velho rádio a pilha chiando,
E ninguém ouvia noticias,
Ah! Sertão do passado,
De estado para outro estado,
Essa jornada demorava um bocado,
Tempos dos anos quarenta,
Tempos que não existem mais,
Ficou marcado no juízo de muitos,
Como poeta posso rever,
Como poeta posso sentir,
Como poeta posso voltar,
Agora o Poeta e o Poema ficaram,
E o tempo dirá,
Daquele tempo que passou,
Do transporte de gado tocado,
Que hoje tudo mudou,
Agora,
Tudo é asfalto,
E aqui do alto eu vejo tudo,
Parece uma fita gravada,
Dos dias brutos vividos,
E jamais de minha memória,
Ficará esquecido


Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Ricardo Melo .
Inserida por JoseRicardo7

Básico são os outros

Básico é copo d'água sem gelo e uísque Cowboy sem emoção
é solidão abundante e tristeza falseada nas mesas dos bares
básico são os olhares chorosos das pessoas
escondidos por detrás de largos sorrisos de desespero
e o desesperado soluço engasgado no peito
na iminência de rasgar as entranhas de dentro para fora
e transbordar feito fazem os vulcões em cólera.
Básico é o levante furioso dos insetos
disputando os melhores lugares em sua parede favorita
carregando e entremeando os restos mortos de carne
que se encontram caídos no chão
levando-os para as fendas e buracos abertos pelos pregos sujos
que sustentam os engordurados quadros com propagandas
de conhaque, cerveja e cachaça.
Básico é uma pitada de raios dourados de meia lua na retina
e uma noite inteira cheia de estrelas num céu à sua escolha.
Básico é não querer ser o que não se é
e sendo, não ser o que se pode.
Básico é sentir a poesia entrando pelas narinas
queimando a pele, alterando a pulsação
feito o vento frio que maltrata o corpo em uma bucólica manhã de inverno.
Básico é não morrer de véspera, por antecipação
ou viver a vida numa pressa desmedida
embalado por um repetitivo e antiquado refrão.
Básico é embriaguez no mês de dezembro
- às vésperas do natal -
sem pessoas nos pontos de ônibus
cães ladrando pelas ruas
e larápios espreitando a melhor ocasião.
Básicos são os tombos que se cai no caminho de volta pra casa
com a gravata retorcida no colarinho da camisa
e a cara amassada de tanto sono.
Básico é a chave da porta da sala
que insiste em não abrir a fechadura do portão
e o movimento do lápis desembestado na folha
e o da borracha, desgovernada na contramão.
Básico são os outros, nós não.

J.W.Papa
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O Cowboy e a Universitaria
Galassi
Composição: galassi

Sou cowboy la do sertão
Trago no meu coração
Sonhos pra conquistar
Muitos trofeus na estante
Dinheiro, fama e um berrante
Pra poder me orgulhar
E pra minha vida solitária
O amor de uma universitaria
Do ultimo vestibular

Minha história meu amigo
Vem de um passado antigo
Que eu posso explicar,
Quando um amor adolescente
Foi desfeito prematuramente
Pra que ela pudesse estudar
A trouxeram pra esta cidade
E hoje nesta universidade
Sei que ela vai estar

Teve festa no educandário
E um rodeio universitario
La foi se realizar
Este cowboy errante
Que nunca foi estudante
La foi se matricular
Vencendo recebi a medalha
Das mãos da universitaria
Do ultimo vestibular

Indagaram me no instante
Se o trofeu era importante
E qual seria meu destino
Troco trofeu, fama e riqueza
Pelo amor desta princesa
Que amo desde menino
Volto pro sertão feliz
Com o trofeu que eu sempre quis
Que ela ela do melado

Sou cowboy la do sertão
Levo no meu coração
Os sonhos que conquistei
Na garupa a medalha
A garota universitaria
A mulher que sempre amei
Pra viver sempre comigo
Esta é minha história amigo
Que acabo de contar.

GALASSI cantor sertanejo
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Sou apenas um cowboy urbano que não está preocupado sobre achismos alheios sobre minha pessoa. Nem eu consigo me conceituar, imagina a prepotência de terceiros ao acharem que podem afirmar quem eu sou.

Carlos Alberto Hang

Sou um herói , não sou xerife , sou um cowboy
E você não pode me parar

Tiago do Prado
Inserida por tiagoguterres

Vaca tem q ser holandesa
cavalo tem q pular na arena
cowboy pra ser bonito
tem q ter a pele morena...

Jaqueline Reis
Inserida por JaqueCowgirl