Quase Morto

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Não queime a largada como a lebre, o sucesso quase sempre andará a passos de tartaruga.

Quase sempre as borboletas presentes no estômago estão com fome de amor.

Quase sempre são degenerados, os sonhos, daqueles que não procuram realizar seus desejos

Mozão


Oh mozão, cheguei à conclusão
Já faz tempo que a gente fica
Quase um namoro, sei lá, a gente enrola
Eu sinto falta de você quando não está aqui
Sei lá, dá vontade de te amarrar
Colar em você e te prender a mim
Vontade de casar, ter filhos pra gente cuidar
Pra sempre namorar
Eu sei, tô viajando
Tô novo, mas o que custa sonhar?
Se o tempo não para de passar
E nunca vai parar
Num piscar de olhos, tá passando mais de um mês
A gente fica velho e o que a gente fez?
Não deixe o nosso plano acabar
Esteja aqui amanhã quando eu acordar
Momôzim, vamos fazer assim
Eu cuido de você, você cuida de mim
Não desisto de você e nem você de mim
Vamos até o fim
Momôzim, vamos fazer assim
Eu cuido de você, você cuida de mim
Não desisto de você e nem você de mim
Vamos até o fim, dá a mão pra mim

Patrimônio raramente é destruído de uma vez; quase sempre é corroído por decisões toleradas.

"Não espere que amor
te encontre, ele não vai
te procurar, mas quase
sempre aparece na hora
eonde você não imagina"

"As circunstâncias podem ser grande em sua vida, mas o que faz elas serem quase indestrutíveis ,são suas palavras ,pois suas palavras negativas criam um ambiente o qual se levantar contra você ⁠"

“O velho Carvalho” não era só uma árvore, era quase um abrigo emocional improvisado, um tipo de terapia gratuita feita de histórias, risos e aquela sensação rara de pertencimento. Porque quando o lar vira campo de batalha, qualquer pedaço de sombra vira lar.

“⁠Seja gentil e calmo com as pessoas, quase ninguém está bem.”

Quando alguém tenta retificar o homem, quase sempre colide com tudo aquilo que vive da deformação dele.

Porque beijo sem presença é quase um cumprimento educado… e você não é alguém pra ser cumprimentada, você é alguém pra ser sentida.

"O tempo conserta quase tudo; o espelho trincado, porém, guarda para sempre a marca da ruptura."

O patrimônio mais respeitável quase nunca é o mais barulhento, mas o mais capaz de atravessar o tempo.

A turba já começou,os plenipotentes idiotas a plebe subjugou,quiseram nos esfacelar quase nos escalvam como a vegetação.

Linha do tempo

Quando nos vemos quase no começo do fim
na metade da linha do tempo
do limite da existência de um ser
começamos a avaliar nossas realizações
pensa no que não devia ter feito
pensa no que deveria ter feito
Tempo perdido?
De modo algum,
olhe para a outra metade da linha do tempo
construa seus desejos e sonhos
use sua experiência,
o que só você pode fazer
por que essa é sua vida
viva!

como amei?
se nem a mim mesma amava, quase impóssivel de ser verdadeiro esse amor, por isso magoado foi.

aquilo que nem deseja a ti mesmo como desejas ao teu próximo?

Quase sete anos e não me esqueci; quase sete anos e você é quem eu mais amo; quase sete anos e não amo mais ninguém; quase sete anos e você é a razão da minha saudade; quase sete anos e queria está com você, mas não estou; quase sete anos e viro poeta; quase sete anos e palavras já são banais; quase sete anos e o que eu faço sem você?; quase sete anos e flores ainda levam seu cheiro; quase sete anos e por você, minha vida é sua; quase sete anos e alguma coisa me faz sentir teu beijo; quase sete anos e acho que endoidei; quase sete anos e sonho com você de branco; quase sete anos e ainda sonho com a nossa família; quase sete anos e o tempo não volta; quase sete anos e nada me importa mais que você está bem; quase sete anos e não vou deixar de escrever; quase sete anos e sei que ainda há tempo para você me ler.

Quase sete anos e talvez eu precise esquecer, mas não vou esquecer; quase sete anos e o amor por você, sempre vai renascer; quase sete anos e vou fazer a dor bela por amor; quase sete anos e na dor, fiz palavras de gratidão e promessas de amor; quase sete anos e quero lembrar teu olhar meigo; quase sete anos e quero lembrar teu sorriso tão sublime; quase sete anos e quero lembrar tua pele suave como flor; quase sete anos e quero lembrar teu toque tão belo como beija-flor na flor; quase sete anos e ainda acho maneiras de viver você, sem você; quase sete anos e não ocupei teu lugar na cama; quase sete anos e abraço teu travesseiro; quase sete anos e me faz feliz você está feliz; quase sete anos e quero dizer obrigado por existir; quase sete anos e por toda vida amo você; quase sete anos e sempre vou querer fazer você sorrir; quase sete anos e faz parte de mim querer cuidar de você.

⁠Quase sempre, os grandes fracassos são a fonte de grande luz.

⁠Quase ninguém repara em ninguém.

No fim das contas, a gente passa tanto tempo tentando parecer forte que esquece o básico, quase infantil, quase óbvio, mas ainda assim tão difícil: abrir a boca e dizer. Dizer o que incomoda, o que pesa, o que lateja baixinho no peito como quem pede socorro sem fazer barulho. Porque tem dores que não gritam, elas sussurram. E são justamente essas que mais machucam quando a gente decide ignorar.


Eu fico pensando que amar, de verdade, não tem nada a ver com esse teatro bonito onde ninguém erra, ninguém sente, ninguém reclama. Amar é meio bagunçado mesmo, meio torto, meio cheio de pausas estranhas no meio de uma conversa que deveria fluir melhor. Amar é ter coragem de olhar pra quem está do nosso lado e dizer com uma sinceridade quase constrangedora: olha, isso aqui me doeu. Não foi grande coisa pra você, eu sei. Mas aqui dentro fez barulho.


Porque quando a gente não fala, a gente cria. E a mente, ah, ela é uma roteirista dramática. Ela inventa histórias, aumenta detalhes, distorce intenções. O que era só um incômodo pequeno vira uma novela inteira dentro da cabeça. E aí a gente começa a se corroer por dentro, como se estivesse sendo consumida por algo que poderia ter sido resolvido em uma conversa simples, dessas de fim de tarde, com um café morno e um pouco de coragem.


Tem gente que acha que amar é aguentar calada. Que é nobre engolir o choro, fingir que não viu, que não sentiu, que não doeu. Mas isso não é amor, isso é acúmulo. E tudo que acumula uma hora transborda. Não como uma poesia bonita, mas como uma ferida aberta, daquelas que já poderiam ter sido tratadas lá no começo, quando ainda era só um arranhão.


Amar, no fim, é quase um exercício diário de manutenção emocional. É perceber o pequeno antes que ele vire gigante. É ajustar o que está fora do lugar antes que a casa inteira desmorone. É escolher conversar mesmo quando dá vontade de se fechar. Porque se fechar parece proteção, mas muitas vezes é só isolamento disfarçado.


E eu digo isso como quem já ficou em silêncio quando deveria ter falado. Como quem já criou mil histórias na cabeça por falta de uma frase dita no tempo certo. A verdade é que não existe amor que sobreviva bem ao silêncio constante. O silêncio até acolhe, às vezes, mas quando vira regra, ele distancia.


Então, talvez o que realmente importe seja isso mesmo: sentar, respirar e dizer. Sem ataque, sem defesa, sem roteiro pronto. Só dizer. Porque amar não é fingir que nada dói. É ter coragem de mostrar onde dói, enquanto ainda é possível cuidar.


E se tem uma coisa que a vida ensina, meio sem pedir licença, é que sentimentos ignorados não desaparecem. Eles só mudam de forma. E nem sempre a nova forma é gentil.


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