Quantas vezes você
Cada dia o tempo passa
E eu aqui a pensar
Quantas palavras lindas
Que a você devo externar
Meiga e pura
Simples e cordial
Esplêndida e garbosa
Egrégia e sideral
Foi de repente
Que me fez te admirar
Por toda sua beleza
E seu jeito espetacular
Se um dia partir
Morrerei de saudade
Pois não vou conseguir
Ficar sempre cheio de alacridade
-Quantas vezes vai ter de sofrer?
Quantas vezes forem necessárias!
-Até quando vai continuar com isso?
Até eu não aguentar mais!
-Não acha que você chegou no seu limite?
Eu estou no meu Limite já faz muito tempo!
Certamente, não saberia responder por quantas vezes estive apaixonada na vida. Apenas, por alguns segundos. Era no silêncio do desconhecido que tudo acontecia em mim. Outono em Copacabana, Maeve Phaira
Existem vários homens querendo culpar alguém, principalmente nós enquanto filhos, pois, quantas vezes quisemos culpar os nossos pais por tudo aquilo que aconteceu em nossas vidas.
SONETO NA CHUVA
Quantas vezes, pés descalços, enxurrada
A minha infância, na inocência eu brinquei
Águas em versos, chuva molhada, sopeei:
Quantas vezes eu naveguei na sua toada?
Na narração me perdi, no tempo maloquei
As lembranças ali no passado deixada
De memórias fartas, meninice, criançada
Aqui no peito guardada, e nelas estarei...
Céu cinza do cerrado, nuvem carregada
Deixa chover, pois só assim eu alegrarei
Da varia recordação da pluvial derivada
Pingo a pingo, trovoada, no outrora voltei
Água na cara, cachoando na alma calada
De saudades, neste soneto na chuva, falei!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Dezembro, 2016
Cerrado goiano
EU, EU MESMO (soneto)
Eu, nos cansaços, as saudades
quantas as lembranças estilam
que o passado no exato pilam
assim, cheios de passividades
Afinal, tudo no tempo expilam
eu, eu mesmo nas fatuidades
duvidei, imperfeito, vontades
me levaram, na baixa bailam
Pois tudo é eu, sem metades
eu sou eu, e nada anteviram
e do meu eu, sai as verdades
E eu, que no eu, me inspiram
dele um passado, variedades
que do uno eu, “áses” extraíram
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2017, julho
Cerrado goiano
Aflições
Por quantas aflições passa um
coração apaixonado?
Por quantas ilusões de um amor
mal resolvido e acabado, vive ele.
Quando ele só fica, permanece
envolvido nessa dor.
Quantos danos causamos nós à ele.
Mas pouco nos importamos, e sem que
notemos, novamente na teia do amor,
nos envolvemos.
Pobre coração, das dores e dos amores
vives no redemoinho do nosso egoísmo
mesquinho, na inconsequência dos nossos
falsos sentimentos, és a vítima maior,
dos nossos descaminhos.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U B E
As vezes é preciso voltar ao passado,não para sofrer,mas para relembrar quantas flores merecidas e quantas bênçãos recebidas.
Quantas mãos ontem estiveram levantadas em oração pedindo a Deus paz para o mundo?
Quantas mãos hoje negam um aceno para um irmão?
Estas mãos serão as nossas?
Cio da alma
Quantas linguagens existem
Quantas leituras fazem
Quanto o silêncio diz
Quantos poemas já fiz?
Não sei se é preciso contar
Porque o que importa a mim
É a resposta que tenho a dar
Á Deus que destinou meu fim!
Se mil vezes poemas crio,
Sem muito que preocupar
Deve existir alma no cio!
Ou eles descem lá do luar
Pois, não sinto gelido frio
Se na noite mergulho no mar!
Não importa quantas palavras sejam ditas. Você sempre vai escrever e falar as pessoas simplesmente irão ignorar Ou irão esquecer .............
DE QUANTAS PESSOAS QUE VOCÊ CRÊ QUE AMA, FALASTE QUE A AMA.?
DE QUANTAS PESSOAS QUE VOCÊ CONHECE, VOCÊ ACREDITA QUE NÃO DEVE AMÁ-LA.?
E DE QUANTAS PESSOAS VOCÊ JÁ PERCEBEU QUE AMÁ-LA, LHE FAZ MELHOR DO QUE AGIR COMO O MUNDO AGE, NÃO AMANDO-A.?
Replique quantas vezes forem nescessárias as tuas vontades.
Provavelmente algumas delas se tornarão realidades...
Coração você não tem jeito quantas vezes eu falei até te implorei eu te disse para não se apaixonar por que a dor e sempre no meu peito .Já sei coração você vai dizer apavorante e a solidão e triste e a escuridão que mais triste e aquele que não saber amar que você buscar amor encontrar que justos iremos chorar até o dia que a felicidade bater nossa porta .
Não importa quantas vezes eu caia, não desisto
Eu Sempre Voltarei a permanece de pé
Porque apenas dessa forma serei aplaudido,.
Continuar depende apenas da sua fé
Eu tenho a coragem de parar tudo e voltar quantas casas forem necessárias para que eu possa retornar melhor e melhor seguir em frente no jogo.
E você? Teria essa coragem?
Você tem noção de quantas voltas o mundo já deu até hoje ?
Nem o Google conseguiu me responder.
Então , o mundo não para e nessas voltas estamos sujeitos a tudo, inclusive ao "tudo" .
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