Propriedade
PROPRIEDADE
Demétrio Sena, Magé - RJ.
A paráfrase ou citação que acompanha um texto ou discurso deve ser uma ilustração despojada e livre do que já foi exposto a contento e com sucesso. Tente nunca utilizá-la como pronto socorro da insegurança e da ineficiência do que você diz ou escreve.
A divida de ocupação de propriedade, destruição ambiental, social e cultural aos povos originários do Brasil, nunca é paga. Só migalhas politiqueiras e politicas.
O interesse que você pode ter em alguém, não lhe gera propriedade, mas, sim uma troca de interesses.
Por mais que outro exerça influência sobre você!!! A miséria é propriedade e responsabilidade de onde reside...
O descaso com o lixo compromete significativamente a qualidade de vida e a estética da propriedade.
Há uma diferença significativa entre síndico e detentor de direitos de propriedade: mas há aqueles que se confundem na função.
Quem incentiva a invasão à propriedade privada,das duas uma exposição é certa: ou nunca teve nada, ou sempre usurpou tudo.
“A Autoconsciência é uma propriedade emergente da recursividade cognitiva reflexiva mútua da
Luz (phi).”
Eu digo com propriedade
Nele eu peço, nunca me espanto
Contando com toda a Verdade
Do Digníssimo Espírito Santo
O Deus Digníssimo
Dono da Verdade
É o Nosso Pai Santíssimo
Rei da caridade
O Rei da Caridade
O Mestre da Luz
Eu digo com sobriedade
Seu nome é Jesus!
Seu nome é Jesus
E assim posso afirmar
Quem diz ter a verdadeira luz
Perante a Jesus vem se envergonhar!
A propriedade inebriante da bebida alcoólica permite que reles mortais atinjam posições superiores, por isso é tão bem-vinda.
Entre posse e propriedade, saiba que nessa vida e na da sua morte NUNCA será dono de NADA, apenas possuir e ser possuído.
Você não precisa morrer para conhecer a morte, basta estar vivo.
Vida é a propriedade que caracteriza os organismos de cada ser cuja existência evolui ou não do nascimento até a morte, cada qual com sua sorte.
"Brasileiro nato e inculto, discute com propriedade apenas dois temas centrais da sua ignorância. Politica e futebol... "
Propriedade Intelectual na Era da Inteligência Artificial: o desafio da criação no novo milênio
Vivemos mais uma revolução silenciosa — dessas que mudam tudo ao nosso redor sem pedir licença.
Assim como as máquinas a vapor redefiniram o trabalho manual na Primeira Revolução Industrial, a Inteligência Artificial vem transformando o modo como pensamos, criamos, nos comunicamos e até mesmo escrevemos.
Diante disso, uma questão inevitável surge: como ficam os direitos autorais e a propriedade intelectual neste novo cenário?
Historicamente, toda grande inovação enfrentou resistência. A fotografia foi vista como ameaça à pintura; o cinema, como inimigo do teatro; o rádio e a TV, como rivais da imprensa escrita; o Google, como possível substituto das bibliotecas, ou como ferramenta de estudo na substituição dos livros.
Com o tempo, cada uma dessas tecnologias provou ser não um fim da arte anterior, mas um complemento, um novo capítulo. O mesmo está acontecendo agora com a Inteligência Artificial — especialmente nos campos da escrita, do design, das artes visuais, da música e do audiovisual.
Mas há um ponto sensível nessa Nova Era: a autoria.
Quem é o autor de uma arte criada com apoio de IA? Quem detém os direitos de um texto gerado por algoritmo, mas que passou pela curadoria e edição humana? E se uma melodia é composta a partir de comandos dados a um sistema inteligente, essa música é de quem?
As leis atuais de propriedade intelectual, criadas nos séculos XIX e XX, foram moldadas em um tempo onde a autoria era claramente atribuída a uma pessoa ou grupo. Com a IA, esse limite se dilui. O algoritmo é apenas uma ferramenta — mas uma ferramenta que aprende, simula estilos e cria com base em dados humanos. Há, portanto, um entrelaçamento entre criação humana e execução tecnológica que desafia os moldes tradicionais do Direito.
A verdade é que estamos atrasados na regulamentação dessa nova realidade. O mundo já discute isso em fóruns internacionais, e alguns países começam a propor legislações específicas, mas ainda não há um consenso.
No Brasil, o debate está apenas começando, e é essencial que ele seja democrático: criadores, desenvolvedores, juristas, empresários, universidades e a sociedade civil precisam ser ouvidos.
Afinal, essa nova etapa da criação não pertence apenas aos grandes conglomerados ou aos programadores de IA, mas a todos nós — jornalistas, escritores, artistas, professores, estudantes, pequenos produtores de conteúdo.
É preciso entender que utilizar a Inteligência Artificial não anula a essência do criador. Assim como o uso da máquina de escrever não acabou com o escritor, ou o uso do Photoshop não acabou com o fotógrafo, a IA não substitui a mente humana — ela a expande. A criatividade continua nascendo da experiência humana, da visão, da emoção e da capacidade de dar sentido ao mundo. A IA apenas ajuda a tornar essa visão mais ampla, mais rápida, mais acessível.
Portanto, repensar a propriedade intelectual hoje é mais do que atualizar uma lei: é construir um novo pacto social sobre a criação. É reconhecer que estamos em um novo normal, onde o digital e o humano caminham lado a lado, e onde proteger o direito de quem cria deve ser compatível com a liberdade de inovar, de compartilhar, de evoluir.
A revolução não pode ser barrada. Mas ela precisa ser justa.
. Ontem o Dc Vaniere Silva expôs com muita propriedade no “ADPARAÚNEW” o “post” expondo o seguinte: “O Evangelho nos ensina a trabalhar pelo Reino de Deus” Steven Lawson, Atinente ao tema, façamos uma reflexão sobre o complexo e conturbado momento; onde as desigualdades, o ódio e a opressão têm assumido um protagonismo cada vez maior na sociedade, deixando de ser exceção e tornando-se regra. Vejamos que o Evangelho pregado por Jesus nos diz que não há construção do Reino sem a busca da sua Justiça, e não há salvação sem preocupação com a vida do povo. Para espelharmos os ditames de Cristo Jesus é fundamental não nos acomodarmos às práticas religiosas, mas, vivermos e praticarmos o que a Palavra nos ensina, acreditando que o Reino de Deus é um todo para toda criatura, especialmente colocarmo-nos ao lado do oprimido, do pobre e daqueles que a sociedade marginaliza. “Aprendei a fazer bem; procurai o que é justo; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas”. Isaías 1:17 Jesus enfatizou mais: “A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como sincera e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas... e, especialmente, não se deixar corromper pelas filosofias mundanas. Não fazer acepção de pessoas.” Tiago 1:27/2: 1b.
. Estimados(as) nós que cremos no nosso glorioso Senhor Cristo Jesus, nunca tratemos as pessoas de modo diferente por causa da aparência delas, pois: Aquele que não ama a seu irmão, não pode amar a Deus. (1 João 4:20). Amem.
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