Praça
Se tem paixão, tem amor.
Não me diga que tudo se acabou.
Eu te espero no banco da praça.
Pra te falar coisas de amor.
Bem vindo julho
Mes de neblina que parece branca fumaça
De orvalho nos prados e na grama da praça
De criança em casa de férias escolares
De comer pipoca e se aquecer no aconchego dos lares...
mel - ((*_*))
Seja enquanto houver o eterno,
ou até durar a noite,
cama ou praça, madrugada,
na rua, carro ou na calçada.
No toque brotou o beijo,
o beijo se fez sentido,
corpos molhados pelo calor,
em abraços fortes se fez amor.
O povo vai as rua não por vinte centavos e sim pelas cincos causas que o governo junto a praça dos três poderes tem dificuldades de resolver-los, o povo vai ruas pedir o que lhe é de direto e está obvio, politico inteligente jamais fariam a pergunta o porque dos protestos? políticos inteligentes e com ética moral, não pergunta faz junto ao povo e pelo povo, simples assim.
Preciso de alguém que me faça companhia no banco da praça ou no balcão gasto da cozinha para falarmos bobagens ensandecidas até o final do dia. Alguém que pouco se importe com meus deslizes e escute, engula e assimile todas as minhas verdades inventadas. Alguém que nem sequer tente solucionar o meu problema. Nunca pedi resolução de nada. Eu peço salvação, mas ninguém vem, ninguém ouve, ninguém acuda.
"Eu vejo um ônibus todo grafitado rodando pelas cidades. Ele para numa praça e de repente, a porta se abre e saem jovens dos mais diversos estilos e movimentos urbanos. Com musica, teatro, dança e todo tipo de arte levando as boas-novas aos quebrantados de coração".
Sou um celebre cavaleiro armado á lança, pronto para a batalha. Gosto da comunicação entre seres que compartilham assuntos diversos. Principalmente, se for acerca das coisas que confere ao Amor,a Arte e a Vida. Creio na Manifestação de Deus Pai que enviou o seu único Filho para morrer em favor de nós. E, esvaziando-se de si mesmo deu a sua vida e ao terceiro dia ressuscitou, foi ao céus e nos enviou o CONsolador para nos fortalecer em nossa caminhada, pois ELE mesmo sabia que sozinhos no mundo não iriamos durar um round nas mãos do inimigo de nossa alma.
Creio que toda semente boa lançada, gera frutos. E de uma unica semente pode nasce dez por trinta ou cem ...
Certa vez um jovem sentou-se em uma praça e viu um velhinho,depois chegou uma criança e viu um velhinho,depois chegou um adulto e viu um velhinho e depois chegou um cachorrinho e viu o velhinho.Era um velhinho chato,solitario e bravo q não falava com ninguem e levava sempre um saquinho de milho q mastigava e jogava pra os passaros,ninguem entendia aquele senhor de certa maneira estranha,tem horas q dava medo.Um dia aquele velhinho tinha q morrer como qualquer pessoa tem q morrer entao morreu.Aquele velhinho popular q todos comentavam e ninguem conhecia e sabia algo foi esquecido como um grande artista trancado no bau das reportagens sem emissora ou emissor.Aquele velhinho tinha muitos amigos,poder e riquezas mas sozinho sentia livre pra viver e desafiar a bondade que restava na inocencia de ser criança ficava solto e em secreto ajudava ao proximo sem retriçoes e até onde podia até q um dia Deus escolheu pra estar sozinho com ele mais perto.Este velhinho não era velho de idade mas de experiencia em poucos momentos viveu mas conheceu a solas de muitos sapatos e o peso de roçar mantos,ele vendeu umas redes e balacobacos na praça,algumas vilas e avenidas transversais.Partilhe as sementes entao o pao nunca será tão bem como éh a brotar...,,,
Os homens livres se sentam no banco da praça e jogam alimentos aos pombos que são livres e os homens presos tratam dos pombos livres, tornando-os como ele e o banco de praça, trancafiados ao ar livre.
Às vezes eu sento no banco do praça.
Observo as pessoas, andarem de lá para cá.
Umas sorriem, outras de cara amarrada e outras sem expressão alguma.
As crianças parecem ser seres de outro mundo.
Estas sempre estão com a mesma expressão no rosto, sonhando.
O engraçado que sonhar quando se é adulto torna-se tão complicado.
Se não sonhamos caindo de algum lugar, sonhamos estar sendo perseguido por alguém.
E na realidade os sonhos nem tem o mesmo nome. Acordamos e dizemos: Hoje eu tive um pesadelo.
O nosso sonhar hoje é pousar nossa cabeça sobre a cama e ao acordar, não se ter lembrança alguma na mente. Uma imensidão branca sobre a cabeça. E dessa maneira acordamos felizes.
As crianças não. Elas estão sempre sonhando. Mesmo estando acordadas ou dormindo. Sonham em brincar o dia todo, sonham estar arrodeada de doces da padaria. Sonham em ter os pais ao seu lado o dia todo.
Ao levantar do meu banco, eu percebo.
Hoje eu também não sonhei. Mas o meu sonho agora é uma meta.
Seguir em frente sorrindo sempre!
PRAÇA JK
Moça linda grudada no celular
Fazendo tudo para ajudar;
O mundo inteiro à te ligar.
Come "algudão" doce a se lambuzar
Lambendo os dedos a me provocar
Voce não olha, mas eu fico a te olhar.
Trabalha na câmara da Prefeitura
Ajuda os pobres, mas sem fartura
Com funeral, hospital e até dentadura.
Me apaixonei por sua formosura
Quero namoro, sem aventura
Não quero um caso...
Uma relação madura.
Anestesia isso aqui, bem aqui ó.
Ando cansada, ando, ando.
Tá tudo certo no coreto da praça, tudo correto: filhos, marido, trabalho.O problema é que não vou à praça ver a banda, o cansaço não deixa.
Dias exaustos, saudades gigantescas do tempo!
Eu quero mais é sentar numa bela praça no final de um agosto e olhar para tudo aquilo que passou e dar muitas risadas.
Quem é traído se sente envergonhado. E quem trai tinha que ser exposto, em praça pública, como um otário.
DOIS AMIGOS CONVERSAM NA PRAÇA:
— Não é necessário mais pessoas para controlar um espaço tão pequeno.
— Legal! Tem um povo pequeno. E o que nós temos?
— Um planeta, e qual é o problema?
— Quem se importa com qual é o problema? Já temos problemas suficiente aqui entre nós, se não nos livrarmos deles primeiro, eles se livram da gente.
— Quando foi que você viu o seu analista?
— Esta manhã.
— E qual foi o papo?
— Ele me disse que tem pessoas que gostam de ver o mundo por ângulos diferentes.
— Por que todo mundo quer ficar?
— Alguém me disse uma vez que a felicidade não é um destino. É um método de vida.
— Concordo.
A solidão da praça
Como todas as praças há um busto de olhar sério com ar de tristeza. Quase ninguém percebe sua biografia. Aquele busto respingado de fezes de pombo no centro da praça deserta pode parecer triste, porque a praça já não encanta tanto como antes. E os jovens das jovens tardes de domingo, e os beijos roubados os beijos de namorados no coreto. O coreto já não abriga mais o recital das poesias a fala teatral nem é mais palanque de protesto. O coreto também está mais triste, nele só há respingado de fezes de pombo. Por conta de umas redes sociais e de jogos mortais, não se abraçam, não se ouve vozes, nem se vêm, nem sentem calor humano. As crianças já não brincam que triste fim da grama e da areia da praça que ficou tão alheio.
O documentário The Square* (A Praça) relata um período de três anos no Egito, no qual o país se livrou de um ditador, obrigou os militares a realizarem eleições, elegeu um religioso para presidente e derrubou-o após uma guinada autoritária. Os chamados revolucionários de 25 de janeiro e seu comportamento são glorificados.
O documentário retrata ativista politicos que representam o ideal de ativista que o Ocidente gostaria que não só o Egito, como o Oriente Médio inteiro, fossem. Eles são ativistas seculares, modernos e engajados em uma luta incessante pela democracia. A pressa dos ativistas pela democracia, e a ânsia pela revolução, é tão grande que o próprio documentário foi refeito por Noujaim. A versão indicada ao Oscar é bastante diferente da premiada em Sundance em janeiro de 2013. Fiseram cortes na nova edição para retirar as cenas mais fortes, o que chamamos de jornalismo sensacionalista.
E o novo corte inclui as manifestações populares contra o governo de Mohamed Morsi, irmão muçulmano eleito depois de duas ondas de protesto: a primeira contra Mubarak e a segunda contra a junta militar que substituiu o ditador.
O Documentário retrata a intransigência dos revolucionários. Ao se apegarem ao ideal, perderam de vista o fato de que a democracia não é uma magia, é construção, feita a passos lentos e dolorosos. Ao menosprezarem a política, deixaram de ver a necessidade de entrar no sistema para poder modificá-lo. Ao confiarem nas Forças Armadas, mesmo após as torturas e abusos sofridos, não perceberam que foram transformados em massa de manobra no golpe de julho contra Morsi.
Ao contrário das estrelas de The Square, a maior parte dos egípcios vai comprar a comida de amanhã com o dinheiro ganho hoje. Para esses, a estabilidade está à frente do desejo por democracia, especialmente depois de três anos de crise. Não é à toa que novamente os revolucionários da Tahrir estejam indo para a cadeia, desta vez ao lado dos irmãos muçulmanos, enquanto uma nova ditadura se estabelece, aclamada por milhões de egípcios.
Acredito que se tivessem utilizado a interação por meio das redes sociais, eles teria alcançando o objetivo com rapidez, já que a Internet permite uma viralidade maior com estratégias usadas no marketing digital.
Ainda na Praça do Russel encontro com 'Biafra' 7h25. Pode ser visto bem cedo com uma espécie de lata de tinta - um pouco mais profunda - onde guarda suas coisas conectada a um pneu de bicicleta, que serve como uma alça para carregar sua bolsa no ombro.No meio da tampa, vejo colado uma foto do cantor Biafra. Tudo toscamente feito. Ou nem feito. Biafra aprendeu a não descartar as coisas tão rápido. Por isso, seu latão, ou melhor, sua bolsa, é composta também por uma série de pregos martelados ao redor da tampa, dando a forma da desgraça. Nos espaços entre os pregos, observo formigas num entra e sai como se o latão fosse um apartamento de formigas. Ele diz: "Ah se elas comerem toda a minha maça. Tive que usar os pregos como solda, e meu baú deixou de ser impermeável", justifica. Pergunto se ele pode abrir seu armário para eu observar melhor. "Minha vida é um livro aberto, pegue você mesmo". Abro o latão e uma camisa do Botafogo, número 7. Em seguida, formigas. Logo depois, a maça, um pente, uma faca pequena e uma carteira do exército com sua foto, 19 anos, servindo no Forte de Copacabana. Apenas isso. Pergunto sobre a blusa do Botafogo enquanto guardo tudo novamente no latão e ele responde: "Não gosto de futebol. Achei essa camisa jogada no aterro e peguei". Pergunto sobre o pente: "Tem uma moça que gosta de mim, e como não sei quando ela aparecerá novamente é bom estar sempre com ele aí." Não pergunto sobre a maçã, pois, por precaução, já me antecipo: "você não tem cara de assaltante Biafra, ou, se tem, agora não tem mais porque sou eu, então a maçã é pra comer e a faca pra cortá-la. Ele nada responde. Pergunto sobre a foto do Exército no Forte de Copacabana e ele diz que é apenas uma foto. "Isso aí é melhor não lembrar". Pergunto se ele deseja que eu coloque novamente as formigas no latão e tento quebrar uma potencial lembrança ruim. Ele reponde então que poderia fazer um latão pra mim, pois teria me achado "um cara legal" e "diferente". Digo que meu negócio é mulher e ele cai na risada. Mas, depois da brincadeira, observo a mega elefantíase ou algo que não seja menos do que isso em uma das suas pernas. "Pô, Biafra, e eu que sou diferente? O que você arrumou aí na perna, cara, já foi num hospital?" Ele reponde: "Fui no Rocha Maia, UPA, num monte de lugar e todo mundo olha e diz que tenho que ir a outro lugar. Desisti faz tempo, Ninguém encosta." Digo apenas "entendi" e sigo meu caminho. Fato é que nunca mais conseguirei escutar as palavras lata, latão, tinta ou latas de tinta, e não lembrar do Biafra. Quis tocar no assunto "Deus", mas só deu tempo de escutá-lo dizer que é algo difícil de acreditar. E completou: "Não pra você rapaz, e sim pra mim". Possivelmente não terá nem um enterro em cova rasa pago pela municipalidade, pois a mesma não quis nem tratar a sua perna. Uma coisa, porém, é certa: irá para o mesmo lugar onde vão os reis de verdade.
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