Povo
"Uma sociedade que é a débito a democracia (poder exercido pelo povo), essa usufrui do mais belos prazeres dos direitos."
Em maio
Já não há mais razão para chamar as lembranças
e mostrá-las ao povo em maio.
Em maio sopram ventos desatados
por mãos de mando, turvam o sentido
do que sonhamos.
Em maio uma tal senhora Liberdade se alvoroça
e desce às praças das bocas entreabertas
e começa:
"Outrora, nas senzalas, os senhores..."
Mas a Liberdade que desce à praça
nos meados de maio,
pedindo rumores,
é uma senhora esquálida, seca, desvalida,
e nada sabe de nossa vida.
A Liberdade que sei é uma menina sem jeito,
vem montada no ombro dos moleques
ou se esconde
no peito, em fogo, dos que jamais irão
à praça.
Na praça estão os fracos, os velhos, os decadentes
e seu grito: "Ó bendita Liberdade!"
E ela sorri e se orgulha, de verdade,
do muito que tem feito!
Ao POVO Russo…
Sois cento e quarenta e quatro milhões;
de habitantes da nossa Linda Terra;
não deixeis, pois, putin, com esta guerra;
fazer de todos VÓS, pobres vilões.
Pois, todos cá na Terra, bem sabemos;
que a tantos de VÓS trata como escravos;
por serdes, europeus, POVOS ou eslavos;
por serdes, um POVO em que tão cabemos.
Jamais o deixeis usar o arsenal;
nuclear, ou todos nós morreremos;
tal como VÓS, bom POVO deste MUNDO…
Não deixeis, pois, que o tal, o ache banal;
pois, nem VÓS, nem nós, nos esconderemos;
como ele, a ele o fará; no mar profundo!
Escondendo-se em submarino imundo:
nuclear, onde nós não caberemos;
a ver NOSSA destruição, TOTAL.
Com esperança em TODOS vós, bom POVO RUSSO;
A Literatura move o mundo e o retrato de uma sociedade, representada em uma época, por um povo, cultura, lingua e história.
"Povo armado
Jamais será
Escravizado!"
Com que
Dinheiro?
Em andamento
Algum mimo
Eleitoral
"Meu trabuco
Minha vida?"
O povo brasileiro esta mudado, deixamos de lado o dialogo e as boas ações para dar lugar a ignorancia e falta de empatia. tudo por culpa de um governo ditatorial o Brasil não é mais o país acolhedor.
O pastor-palhaço e o pastor-político são irmãos siameses: o pastor-palhaço faz o povo rir e o pastor-político ri do povo.
A porta do povo nunca se fecha, mas, quando um político apenas se lembra de entrar em casa do povo em época eleitoral é porque não conhece o sofrimento de quem o coloca no poder.
O político que tem um sono tranquilo, esbafejado sobre o desespero do povo, não conhece a essência do significado de viver e existir pelo povo que o elege.
A política é igual a um controlo remoto, quando os actores satisfazem as necessidades do povo, ninguém muda de canal/discurso, mas, quando as necessidades não são satisfeitas, aí o povo quer mudar de canal e as pilhas do comando deixam de ter carga e os actores perpetuam no poder.
A verdadeira representatividade
só se apresentará para o povo,
quando este aprender
que a sua submissão lhe
impede de enxergar que
é mais forte do que a força
que o subordina.
A própria existência
de um representante do povo
para lutar pela garantia de seus
direitos, expõe o negacioismo
existencial da sociedade,
pois evidencia a ausência
do estado gregário e
da colaboração mútua.
Nordeste de terra quente
belezas de fauna e flora
onde o povo fala oxente
encanta quem vem de fora
desse chão brota a semente
que alimenta tanta gente
por esse mundão afora.
