Pouco
Faz pouco tempo que te peguei no colo quando nasceu, e esses anos que fizeste parte de minha vida, eu só tenho a agradecer por você aceitar que eu faça parte de tua vida. O amor que tenho por você é ímpar e me faz bem.
O parabéns é para hoje, a felicidade é eterna. Deus está sempre a te regar com bênçãos e vitórias. A jornada da vida se faz para nosso amor-próprio e crescimento pessoal. Faça do hoje um ressignificar para toda vida. Eu a amo e quero o seu bem.
A importância de cortar o cordão umbilical
Tempos atrás eu vivi uma mudança em minha vida, pouco tardia, mas vivi.
Troquei de cidade, de emprego, sai da casa dos meus pais.
Mas como toda boa mudança vem com dificuldades, comecei a senti-las. O começo sempre é o mais difícil.
A zona de conforto não existe mais, dando lugar a todos os desconfortos possíveis e inimagináveis.
E aí dá aquela saudade da casa dos pais, da proteção, do bálsamo que é ser somente um filho. Em que todas as responsabilidades são, na verdade, de nosso pais.
Dia desses, liguei pra casa. Minha mãe não estava, então falei com meu pai.
Comecei a chorar as mazelas. Surpreendentemente, ele me disse com toda a sabedoria, mesmo com a perceptível dor, que um pai pode tirar de suas mais profundas entranhas: filha, você tem que enfrentar. Todo mundo está passando por isso. Aqui era muito fácil! Você tem que seguir em frente. Tudo tem seu tempo certo.
Eu estranhei, pois até o último dia, antes de eu sair de casa, ele tinha esperanças de que eu não fosse partir.
Mas eu concordei. E depois, refletindo sozinha, eu percebi a riqueza daquele momento em minha trajetória.
É preciso cortar o cordão umbilical, se quisermos crescer e ter uma vida fora do útero de nossas mães, e fora do telhado de nossos pais. É preciso ralar os joelhos e aprender a passar o mertiolate sozinho. E assoprar.
É preciso queimar os navios ao desembarcar na praia, e enfrentar a guerra sem a opção de voltar. É ganhar ou ganhar.
Mas eu percebi que, se dependesse de alguns pais, os filhos pegam os navios, mas eles sempre ficam atracados lá na margem, pra que os filhos possam, um dia, retornar.
É preciso, papai e mamãe, riscar o fósforo, e incentivar. É preciso dar a tesoura para os filhos para os encorajar a cortar. É preciso deixar os filhos navegarem, e diante das tempestades, apenas dizer: filho, você consegue ultrapassar.
A importância desta atitude não tem preço, é bonito ver um pai que sabe que, por mais que doa em seu coração, o filho não nasceu para ser uma lagarta dentro do casulo, precisa ser borboleta e aprender a voar.
Eu só peço a Deus
um pouco de malandragem.
E que se o mundo parar,
não quero descer,
eu quero é voar.
Ela se afastou da TL
talvez seus afazeres não seja pouco
Mais ser for por causa do poeta louco
Encerro a minha conta, é só ela me dizer...
Só não vou lhe prometer silenciar meu sentir.
Talvez o amor pra ela é pouco,
vindo de tão longe de um poeta louco.
fez ela pensar um pouco... Talvez.
A vida é um pouco como um hotel, pessoas indo e vindo o tempo todo, mas você é o dono e sempre será. Se você busca a felicidade nos outros, mais cedo ou mais tarde você se decepcionará, ela deve ser buscada em si mesmo porque ela está aí, dentro de nós e esperando por nós.
Eu também ainda não aprendi a amar., e é tão pouco o que sei, conto com o destino onde quer que eu vá, para o meu coração se abrir.
" a vida é uma peregrinação e nós somos feito de céu, nós paramos um pouco aqui e retomamos o nosso caminho, não deve ter medo, nunca"
Somos o meio de tudo sem sermos o meio termo. Estamos aqui e ali, um pouco do nada e um todo de tudo, somos o universo, o tudo e o nada.
E agora Campina que eu me dobre,
para pedir com meu verso pobre,
um pouco de clemência e de paixão.
Não destruas a minha mocidade,
matando meu ideal de liberdade,
e ceifando esta grande ilusão.
Sou candidato e é um grande sonho,
matá-lo é triste teto que medonho,
e um pesar mais triste e mais profundo,
Derrotado sairia em desatino,
criatura vagando sem destino,
uma alma perdida pelo mundo.
Dá-me Campina esta oportunidade,
de te servir com minha mocidade,
e de lutar com a minha rebeldia.
Eu te peço do amor sentindo açoite,
mais um pouco de luz para minha noite,
mais um pouco de sol para meu dia.
Ah se eu pudesse fabricar amizades,
bordava um pouco de verdade,
nas pessoas que sobejam meu companheirismo,
vou vivendo a saudade,
da tua amizade e do meu egoísmo,
que um dia te fez,
MEU MELHOR AMIGO!
Mais quando regressar,
não vai mais encontrar, talvez,
o que se desfez,
tornando-se em dor.
m dia, depois, eu bem lhe digo,
a nossa amizade refez
AQUELE COMPANHEIRISMO!
ouvindo Raul Seixas relembro os bons momentos de poesia e um pouco de destreza, aprendendo com sua rebeldia e as lições de Carlos Vieira, escrevendo o mundo e os maiores sonhos que algum ser um dia inventou, a loucura de apenas pensar e se extasiar de tanto imaginar. Uma loucura sem norte e instante, sou ambulante procurando a metamorfose.
