Pouco
Eu só queria que cuidasse mais de mim, se importasse de verdade, eu queria mesmo, era um pouco de ENCANTO, sabe?! Afinal né, eu ainda acredito no castelo, do príncipe e da princesa, não penso em "FINAL FELIZ", mas acredito muito no "E FORAM FELIZES PARA SEMPRE!".
São as pequenas coisas que me fazem evoluir pouco a pouco, mas firmemente! Os degraus da minha vida também são feitos de lágrimas.
Nunca fui de me importar com beleza, nem aparência física. Também pouco me importa se me acham ou não bonito. As pessoas são assim, procuram sempre apalpar por fora pra ver a consistência do caráter, mas se mostram tão interessados com o lado externo que esquecem o quão doce pode ser o interior.
E mais! Posso até não ter uma aparência admirável, mas pra quem realmente importa, sou tão belo quanto o amanhecer de um dia de sol!
- Não é Deus?!
O que nos falta é mais sensibilidade. Sentir um pouco a necessidade do outro em nossa própria pele, como se o sangue do próximo corresse forte em nossas veias.
Molduras boas não salvam quadros ruins, apenas tira um pouco o foco do que seria mais importante. #FICA.DICA#
A vida é feita de escolhas, as vezes o que você decide fazer da vida pode parecer pouco para alguns, mais é o necessário para você, independente do meio, você é quem faz a diferença, não seja mediano, seja exemplar, e irar colher bons frutos mesmo em arvores defeituosas .
Temos que valorizar mais um pouco quem está ao nosso lado...
Agradecer a palavras bonitas... os gestos... os carinhos...
Devemos olhar par ao céu e agradecer cada passo... cada abraço... cada sorriso...
As pessoas agem como se pessoas fossem descartáveis... infelizmente..
Nós: pronome pessoal do caso reto, na primeira pessoa do plural, pouco utilizada por NÓS ! Ora, em 99 % das remessas que lançamos mão de usar os pronomes utilizamos a via singular do EU ... EU isso, EU aquilo !
“[...]quando nossa alma ta doente pouco importa se alguém vai ligar ou não, agente segue por um caminho em que a solidão já não dói tanto pra dizer a verdade nem a dor dói tanto porque ela vira um terceiro braço e agente se acostuma. Já não há ligações para esperar, nem pedidos de perdões para aliviar, é a sequidão do não-querer sentir mais nada.”
Há sempre um livro disponível para quem busca conhecimento, porém, há pouco conhecimento para quem impiedosamente ousa em danificá-lo.
Eu precisava te entender um pouco. Ao menos, como eu te entendia antes, lembra? Mesmo que daquele jeito meio bobo que quando você estava triste e eu te perguntava se estava tudo bem, mesmo com um tom de ironia você me respondia. E eu entendia, mesmo com poucas palavras o que significava tristeza. Lembra que eu te acalentava? Eu te entendia, mesmo quando você não me dizia nada. Eu sinto falta do seu jeito meio grosso de me chamar de "minha". Admito, fui obrigada a notar que fui trocada, e, pela terceira ou quarta vez consecutiva. Fui trocada por outra. Outra que te preenche muito mais do que um dia eu te preenchi, e, se eu realmente eu preenchi nem sei te dizer. Eu sinto falta do que um dia nós fomos juntos, e também sinto saudade daquele futuro não muito distante em que a gente se imaginava, mesmo sem nunca ter vivido. Não sei o que aconteceu, de novo, pra você ficar ai, parado, só me observando de longe, e mesmo querendo falar comigo, nunca, exatamente nunca correr atrás de mim. Estou cansada de falsas promessas que nunca foram cumpridas. Lembra daquela promessa bem clichê que você me fazia todos os dias? "Eu nunca vou te abandonar, eu nunca vou te esquecer". Lembra também quando você as pôs em prática? Eu não. Eu não lembro mais de nada. Na verdade, eu não sei mais nada sobre você. Eu costumava te entender a distância com poucas palavras suas. Hoje, eu não sei nem mais distinguir teu sorriso de uma lágrima.
