Frases sobre portas

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Às vezes a vida fecha uma porta apenas para te obrigar a construir um castelo.

Sempre que o passado tentar bater a sua porta com lembranças ruins reafirme para si mesma " Essa versão de mim não existe mais."


- Vanessa Costa Lima

Vamos dançar!




E quando a porta fecha, as palavras andam em curvas no desfiladeiro da possessão,


Admito sofrer de um leve desvio entre a verdade e a negação,


Outro dia vi uma árvore a beira de um rio observando a força de sua correnteza com atenção por horas, ali ela percebeu que tudo tem seu tempo para acontecer tanto na revolta quanto na calmaria,


Cada experiência tende a nos despertar para um chamado diferente e cheio de emoções,


O que nos permite ressignificar a nossa história é saber acessar o nosso passado buscando luz e inspiração para se apaixonar pelo novo com sabedoria e reciprocidade,


Então, vamos dançar no labirinto sem repetir os mesmos passos e que o encantamento de cada momento nos faça abrir as portas certas da nossa curiosidade.

Não adianta fugir daquilo que já é seu,
um dia a porta vai se abrir e você terá que encarar a situação.

Fique!


Você abriu uma porta que estava fechada a muito tempo,


Te recebo como música boa, te quero como jamais quis alguém antes,


Hibernar, perdeu o sentido depois da tua chegada,


Chorar, virou acompanhamento de luxo dos meus sorrisos, pois eles andam juntos na mesma direção,


O amor é um doce que apenas estava na embalagem esperando para ser aberto,


Estou completamente identificado com o sabor das tuas palavras, indo um pouco além, me sinto recuperado do que não lembro mais e me sinto cada vez mais vivo com as surpresas que a tua pluralidade tem me trazido,


Você abriu a porta entrando sem bater, agora eu te peço que fique e nos ensine a viver.

Era uma noite chuvosa
Bateu em minha porta uma tal de dor
Ela estava molhada,amargurada com o Amor
Perguntou ser podia entrar ate a chuva passar
Eu sei saber oque fazer, deixei ela entrar
Ela falou que ia ser só alguns minutos
Mas dos minutos passou horas,das horas passou messes
E nesses minutos,horas e messes
A dor ficou muito mais louca
Ela fez uma festa muito doida
Chamou a raiva, a tristeza e a decepção
A festa foi tão louca
Que quebrou a minha casa toda
Chamada coração.

“Há dores que não pedem respostas; apenas uma presença capaz de permanecer diante da porta, até que a solidão encontre coragem para abri-la.”
— Os`Cálmi

O primeiro amor é uma porta que se abre. O segundo, uma porta que se fecha com o corpo. Eu sou a porta que arrancaram das dobradiças e usaram para bater em alguém. Sou a junção do que não cabe em verso de amor e a raiva que virou melodia, o peso que virou refrão, a alma que só encontrou paz na distorção de uma guitarra. Uns amam deixando ir. Outros, morrendo juntos. Eu sou o que sobrou depois que os dois desistiram.

Às vezes a porta se abre porque alguém teve coragem de bater.

depois da porta (DC referência)


Eu nunca soube muito bem o que fazer quando alguém percebe que pode me destruir.


Talvez por isso eu tenha ficado.


Existe uma espécie de covardia bonita em continuar perto de quem conhece exatamente o lugar onde apertar. A pessoa nem precisa levantar a voz. Basta um silêncio diferente, uma resposta mais curta, aquele olhar que antes demorava um pouco mais. E pronto. O sujeito que jurava não depender de ninguém começa a procurar significado em migalhas.


Eu conheço esse lugar.


É estranho admitir que alguém pode morar dentro da gente sem pagar aluguel, sem pedir licença e, pior, sem sequer saber que possui uma chave.


Eu tentei transformar isso em orgulho.


Disse para mim mesmo que não precisava. Que conseguiria seguir. Que havia outras pessoas, outras noites, outras histórias esperando para acontecer. Fiz do desapego uma espécie de religião particular e passei a repetir suas regras sempre que sentia vontade de voltar.


Mas o corpo não entende discursos.


O corpo lembra.


Lembra da voz.
Do jeito de chegar.
Da presença ocupando um espaço que parecia ter sido construído exclusivamente para ela.


E então existe aquele segundo ridículo em que tudo volta.


Não como memória.


Como presença.


É aí que eu percebo o problema: talvez eu não queira ser libertado.


Talvez uma parte de mim ainda queira ser segurada.


Não porque eu não consiga ficar de pé, mas porque existe uma diferença absurda entre estar de pé e ter alguém por quem valha a pena cair.


Eu poderia mentir e dizer que quero alguém que nunca me faça perder o controle.


Não quero.


Eu quero alguém diante de quem meu controle pareça uma coisa pequena.


Alguém que atravesse minhas defesas sem precisar arrombá-las. Que veja toda essa pose de homem resolvido e perceba que, por trás dela, existe alguém que só queria encontrar um lugar onde não precisasse estar sempre pronto para ir embora.


Talvez seja isso que assusta.


Não amar.


Ser conhecido.


Porque quando alguém realmente conhece você, acaba a possibilidade de fingir que não sente.


E eu sinto.


Sinto até quando finjo que não.


Então, se algum dia eu voltar para aquela porta, não será porque esqueci tudo o que aconteceu.


Será justamente porque lembrei.


Porque existem pessoas que a gente supera.


E existem aquelas que permanecem como uma música tocando baixinho em algum cômodo da casa, você pode sair, fechar a porta, mudar de endereço, começar outra vida.


Mas, de vez em quando, no meio da madrugada, ainda consegue ouvir.


E talvez eu ainda esteja ouvindo.


Talvez seja por isso que, mesmo sabendo o quanto isso me desarma, uma parte de mim ainda sussurra:


fica.


Não precisa me salvar.


Só não solta agora.

Nem toda porta fechada foi uma perda. Algumas apenas impediram que você entrasse no lugar errado.


-Jouberth Toffoli

A mentira corre rápido, mas a verdade conhece o caminho de volta. Ela sempre bate à porta, nem que seja no silêncio do leito de morte, trazendo consigo o arrependimento e a nudez brutal da realidade. Ninguém se despede do mundo sem antes olhar nos olhos da própria consciência.

Gestos humanos
Quando eu fechei a porta e saí à rua, percebi que considerava o que aconteceria como algo que já havia acontecido, o que era familiar, era um pé no futuro. Era como se tudo existisse de forma imutável: o passado seria o futuro. Daí veio uma nova consciência que derreteu o que era sólido: a visão de um fluxo eterno no qual nada estava fixado. A percepção do movimento da minha mente agora, em que não há repetições. Tudo era novo, era o olhar de um recém-nascido.
Eu comecei a caminhar pela calçada e vi que todos os meus gestos, a forma de caminhar, as expressões do meu rosto, eram apenas um teatro inconsciente. As minhas ideias, a minha forma de enxergar e de ouvir, a minha noção do tempo, eram apenas um formato, um figurino. Tudo para me manter dentro de um padrão reconhecível, assim os outros saberiam o que esperar de mim. Conseguia, então, suprir duas carências: confirmar os costumes e ter uma ilusão da minha identidade. Assim, os outros dizem quem eu sou. Isso é o máximo que temos para responder à pergunta. Claro que o que pensam sou eu que penso, portanto, eu sou os outros. Isso me deixou em dúvida, pois as pessoas fazem parte do fluxo interminável dos movimentos e como eu poderia saber o que pensam, se duvido da percepção? O tempo é a consciência desses movimentos e da sua constante dialética. O que é horizontal vira vertical e vice-versa. Na verdade, não existe uma mente. O que há é um pensamento que engloba este momento, a realidade.

Às vezes, o amor é como uma visita inesperada numa manhã de domingo. Bate à porta sem avisar, justamente quando a casa está desarrumada, quando ainda não tivemos tempo de esconder a poeira, de ajeitar as coisas, de parecermos um pouco mais prontos para receber alguém.


E então vem aquele medo bobo, quase infantil. E se ele me vir assim? E se reparar na minha bagunça? E se entrar e perceber que aqui dentro nem tudo está no lugar?


É nesse instante que tantas pessoas fecham a porta. Não porque não queiram o amor, mas porque têm medo de serem vistas antes de conseguirem se arrumar para ele. E talvez seja justamente aí que percam uma visita rara, dessas que a vida não costuma repetir.


Porque amar também é abrir a porta ao “se”. Ao se não der certo. Ao se eu me ferir. Ao se ele partir. Ao se tudo aquilo que imaginei não acontecer.


Há sempre alguma desordem numa casa habitada. Talvez exista também alguma desordem em nós que amamos. E talvez a coragem não esteja em colocar tudo no lugar antes de abrir a porta, mas em abri-la mesmo assim.


Às vezes, a maior falta de sorte não é o amor ir embora. É termos fechado a porta antes que ele pudesse entrar.

Melhor ser porta-voz do Lula do que porta-aviões do Trump! O Titanic está afundando e o Gigante está emergindo!

Nem toda porta fechada é negação de Deus; muitas são direção da graça.

A graça entra pela porta da entrega; o mal, pela fresta da negligência.

O mundo não precisa de placas na porta ou de discursos na ponta da língua. O mundo precisa encontrar o rosto de Jesus escondido bem ali, na curva de um sorriso, na paciência estendida em um dia difícil e no amor que escolhemos dar de graça. Não basta dizer quem somos. Precisamos ser o milagre que alguém pode tocar.

Pior do que pecar por fraqueza é a miséria de pecar pela porta da consciência, usando a graça como licença. O trágico não é o erro humano, mas a hipocrisia de transgredir sabendo que é pecado.

O perdão não depende do merecimento do outro; baseia-se em obedecer ao mandamento de Cristo. Portanto, perdoe!