Frases sobre portas

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⁠Porta trancada,
alma acalmada.
O pensamento flutua,
longe da rua.
Um nó que desata,
o tempo em pausa.
A casa é a mata,
a paz é a causa.

⁠Nosso desejo é a paz. Até lembrarmos de quem abrirá a porta para esse caminho: a dor.

"Foi aberta uma porta com 365 oportunidades de você ser melhor por isso seja forte, vá além de sua prerrogativa, vença os obstáculos que te impede de ir alem, saiba aproveitar cada oportunidade pois elas são únicas, e não esqueça nunca, Jesus no centro de tudo"


FELIZ 2019 !!!

Só quem porta sensibilidade consegue observar pelo olho mágico da vida o sentimento alheio, capaz de tocá-lo.

Um homem que abomina a violência não porta armas.

A PROTEÇÃO DIVINA


"Às vezes, o que chamamos de 'porta fechada' é, na verdade, livramento. Confie no que Deus afasta tanto quanto você agradece pelo que Ele traz. O silêncio d'Ele também é resposta."




Lucia Reflexões&Vida

​A FORÇA QUE VEM DO ALTO


​"Não se desespere se o cansaço bater à porta. Descansar não é desistir; é permitir que Deus renove as suas forças para que você continue a jornada com mais sabedoria e menos pressa."




​Lucia Reflexões &Vida

Existe um abismo entre o desejo de viver e a capacidade de atravessar a soleira da porta.
Não é medo da rua, é pavor de ter que carregar esse peso diante de quem não entende de gravidade emocional.


SerLucia Reflexoes

"Respeito"
"Seja gentil, mas não bobo. Onde a gentileza abre demais a porta, o abuso não hesita em entrar. Estabeleça limites quando necessário."
@Suédnaa-Santos.

"Reflexão de vida"
"Onde a gentileza abre a porta; o abuso não hesita em entrar."
@Suédnaa-Santos.

O teu amor será a chave para abrir a porta do meu coração, entrar e tomar conta dele definitivamente.

O compromisso abre a porta da escola para os estudantes com deficiências; a convicção remove as barreiras que impedem a aprendizagem e a participação.

Deixando um recadinho na porta da geladeira:

"Fui mas volto, deixo a doçura dos meus sentimentos por ti!
Quando voltar, trarei flores para sua alma enfeitar!"

Joelma Siqueira

22/09/2015

Se a intenção era atingir meu trabalho, errou a porta; se a intenção era me atingir usando inocentes como corredor, errou o prédio inteiro.

Toda porta é uma escolha. Quando um portal é aberto, só a consciência define se ele levará à ascensão ou à queda.

Entre Algoritmos e Silêncios Humanos


A modernidade chegou sem bater na porta.


Entrou, se acomodou e começou a reorganizar tudo como se sempre tivesse sido a dona da casa.


Agora ela atende pelo nome de inteligência artificial.


Pensa rápido.


Responde mais rápido ainda.


Escreve, calcula, cria, sugere, corrige, aconselha e, em muitos casos, até parece entender aquilo que o próprio ser humano já não sabe mais explicar.


E o homem, curioso como sempre, ficou olhando esse espelho novo.


Primeiro com desconfiança.


Depois com encantamento.


E agora com uma mistura perigosa de dependência e admiração.


Mas no meio dessa era acelerada, algo estranho começou a acontecer.


Quanto mais as máquinas falam, mais algumas pessoas se calam.


Não porque não tenham o que dizer.


Mas porque começaram a escolher cuidadosamente onde ainda podem ser humanas sem serem julgadas.


Existe hoje uma espécie de cidadão invisível.


Ele trabalha.


Ele pensa.


Ele sente.


Ele observa.


Mas fala pouco.


Muito pouco.


Não porque seja vazio, mas porque aprendeu que cada palavra pode virar sentença.


No mundo digital, tudo é opinião imediata.


Tudo é análise instantânea.


Tudo é julgamento em tempo real.


E a verdade, quando aparece sem filtro, costuma incomodar mais do que esclarecer.


Por isso muitos preferem o silêncio.


Outros preferem a máscara.


E há aqueles que vivem divididos entre o que são e o que precisam parecer ser.


Enquanto isso, a inteligência artificial avança.


Organiza o caos.


Simplifica o complexo.


Responde o que ninguém quer pensar com profundidade.


E, de certa forma, começa a ocupar o espaço que antes era reservado às conversas demoradas, aos debates de esquina, às reflexões imperfeitas, mas profundamente humanas.


O mundo moderno virou uma grande vitrine.


Todo mundo se mostra.


Poucos se revelam.


As redes sociais transformaram a vida em palco.


E o palco exige personagem.


Por trás das câmeras, porém, existe um ser humano cansado de interpretar.


Um pai que não sabe mais como educar sem ser questionado.


Uma mãe que tenta equilibrar tudo enquanto o mundo exige perfeição.


Um professor que ensina sob pressão de sistemas que mudam mais rápido do que a compreensão humana.


Um jovem que busca identidade em meio a diagnósticos, tendências e rótulos que aparecem e desaparecem com a mesma velocidade de uma notificação.


E todos, de alguma forma, dialogam com máquinas que parecem entender mais do que pessoas.


Mas será mesmo entendimento?


Ou apenas processamento eficiente de palavras?


Enquanto a tecnologia avança, cresce também um fenômeno silencioso.


O medo de ser julgado.


O medo de ser mal interpretado.


O medo de não se encaixar.


O medo de não parecer atualizado.


O medo de não estar “correto” segundo padrões que mudam o tempo todo.


E assim, muitos vão se recolhendo.


Se escondem em conversas curtas.


Em respostas neutras.


Em opiniões diluídas.


Em versões editadas de si mesmos.


A moralidade, que antes era vivida no cotidiano, agora muitas vezes é performada.


Há quem fale de valores com perfeição nas redes, mas não consiga praticá-los na vida real.


Há quem defenda respeito, mas não escute ninguém.


Há quem pregue empatia, mas não pare para olhar o outro na calçada.


O mundo ficou sofisticado na fala, mas às vezes pobre na prática.


E nesse cenário, a inteligência artificial surge como companhia confortável.


Não julga.


Não se ofende.


Não se cansa.


Não abandona.


Mas também não sente.


E é aí que mora a grande contradição.


Porque, ao mesmo tempo em que buscamos respostas perfeitas, sentimos falta das imperfeições humanas.


Da conversa sem filtro.


Da discordância sincera.


Do erro que ensina.


Do silêncio que acolhe.


Do olhar que entende sem necessidade de palavras.


As pessoas reais ainda existem.


Elas estão aí.


Nas casas simples.


Nos corredores das escolas.


Nos ônibus lotados.


Nas filas longas.


Nos trabalhos exaustivos.


Nas noites silenciosas em que ninguém vê.


Mas muitas delas estão escondidas.


Não por ausência.


Mas por proteção.


Proteção contra o julgamento.


Contra a exposição.


Contra a exigência de parecer sempre bem resolvido.


Contra um mundo que cobra presença constante, mas oferece pouca escuta verdadeira.


E assim seguimos.


Conectados com tudo.


Desconectados de muitos.


A inteligência artificial aprende com dados.


O ser humano aprende com dores.


A máquina responde em segundos.


O humano amadurece em anos.


A máquina não erra por emoção.


O humano, muitas vezes, só aprende porque errou sentindo.


Talvez o futuro não seja uma disputa entre homem e tecnologia.


Talvez seja um convite à reconciliação.


Um lembrete de que nenhuma máquina, por mais avançada que seja, substitui o valor de uma conversa genuína entre pessoas que ainda se permitem ser imperfeitas.


Talvez o verdadeiro desafio da modernidade não seja criar sistemas mais inteligentes.


Mas resgatar seres humanos menos escondidos.


Menos julgados.


Mais presentes.


Mais reais.


E quem sabe, no meio de tanta conexão digital, ainda sobre espaço para algo antigo e insubstituível:


A simples coragem de ser humano.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

A gratidão é a chave certa para abrirmos a porta do dia e a mesma com a qual deveríamos fechar suas portas assim que chega o anoitecer.

Vai ver aquela porta que você está tentando abrir empurrando…
precisa ser puxada.

Nem sempre a resposta está em insistir.
Às vezes, está em mudar a forma de tentar.

Filhos...

Ali no futuro...
Onde a porta da incerteza se abre, onde a única verdade que temos, é o que já vivemos.
Ali no futuro...
Onde os olhos que me vêem agora, poderão não ser vistos, onde a voz doce ou brava silenciar, onde clamar atenção virar solidão e tudo que restar forem memórias e vontades de coisas que não fiz... Doabraço que não dei, a risada que escondi, a foto que não tirei...
Quando procurar por mim com intenção de me dar tudo que precisei, pedi e desejei não me encontrará, pois com certeza parti pra nunca mais voltar.
Então não chore por que muito embora, não me tenha amado como sou, ou com o pouco que tenho, eu os amei, com um amor tão maior que eu, que me perdi de mim.

Na casinha dos meus avós
Havia tramela nas porta e um pau que travava as janelas
O filtro era de Barro na tampa tinha um pano bordado a caneca pra beber a água era brilhosa de alumínio ficava ao lado do filtro
A vovó fazia bolo biscoitos de povilho no forno a lenha do lado de fora e no fogão de Barro fervia a água pro café moído na hora a casinha era simples mas a felicidade era enorme rodeada de alegria e tanta vida o vô no quintal ajeitava a enxada sua ferramenta de trabalho sustentou a família no roçado um exemplo a ser seguido a casinha da vovó tudo era tão simples o cheiro era tão bom de carinho e amor havia galinhas pintinhos o porco no chiqueiro
Não tinha vaca mas toda manhã bem cedo a vovó compra o leite do leiteiro que passava na charrete eu gostava do cavalo
O meu vovô tomava o café e saia pro trabalho
Tudo era bonito a vida simples não cobrava nada além do respeito à natureza e a única regra era viver em harmonia eu sempre pedia a benção a minha vozinha e o vovô
O tempo passou e o que ficou foram as melhores lembrança da minha vida a casinha do.meus avós
Que saudade se o tempo voltasse eu nunca mais crescinha.


A casinha da vovó
Marcio melo