Por Voce eu Pegaria mil vezes
DENTRO DO MEU
Dentro do meu silêncio
Há gritos, dores
Há mil árvores por plantar
Flores por colher
Mil sonhos para viver
Viagens por fazer
Há um anjo adormecido
Há mil páginas por escrever
Poemas, versos, sonetos
Há mil afectos embrulhados
De tanta felicidade
Há um coração, se ele explodisse
Coloriria o céu
Dentro do meu silêncio
Que eu amo tanto.
"Só sei que nada sei...
Quando se trata de amor
O que falar ao coração?
Quando mil perguntas passam por minha mente...
O que dizer quando meus pensamentos são dominados por sua imagem?
O que responder se às vezes as perguntas são tão conturbadas?
Só sei que nada sei, por isso vivo sem saber como enganar meu coração.
Vivo a falsa ilusão que algum dia saberei o mistério tão envolvente que é ter você morando dentro de meu coração.
Não sei o que pensar, já desisti de tentar achar resposta pra tanto amor acumulado no peito.
Acostumei-me a viver com sua presença em meus pensamentos.
E a saudade então que vive me perturbando com lembranças suas.
A solidão e a dor são minhas companheiras, e nada sei responder quando ainda me perguntam sobre você.
Não sei o fazer pra acalmar meu coração quando o amor grita por seu nome... E você nunca me ouve."
(Roseane Rodrigues)
Sentimentos são dons distribuídos se, ainda, não (casamos) foram emprestado pela separação e, em milhões repartido.
Dualidade
Por fora sou como me vês
Mil facetas de um caleidoscópio
Nuances de intensidade variada
dançando num bailado de cores
brilham e se transformam
Ilusão ótica, espetro da tua fantasia.
Por dentro sou como me imaginas…
Fujo quando penso que me adivinhas
Mostro-me quando sinto a tua sombra
Amordaçado, o interior nunca se mostrou
Sou Zeus e Hades. Mas não sabes
E nem eu sei o que sou!
MIL
Dentro de mim há
Mil viagens por fazer
Mil flores por colher
Mil árvores por plantar
Mil livros por ler
Mil poemas por escrever
Mil amores por amar
Mil noites por dançar
Mil sonhos por realizar
Mil pratos por cozinhar
Mil beijos por dar
Mil dores por esquecer
Mil folhas por cair
Mil primaveras por perfumar
Mil caminhos por percorrer
Mil abraços por dar
Mil mágoas por esquecer
Há sem dúvida mil coisas para viver.
Se Sapiens conquistou a Terra em menos de cinquenta mil anos, talvez tenha sido em parte por que seu irmão Neandertal o ajudou a encarar o frio.
Ainda é abril. Nenhuma folha tombou neste outono. Ainda. Já passamos longe daquele ano dois mil. E há tanto cansaço nos espíritos sensatos.
Devíamos ter avançado?
Mais uma vez teve arma química. E na rua, briga. Gente unida pelo egoísmo. Egoísmo coletivo. Dos meus companheiros contra os teus.
Não devíamos ter avançado?
Ainda é abril. Há sangue ofertado, escorrido aos pés dos ídolos. É abril. Nenhuma folha tombou, ainda. Os ídolos, agora, são todos feitos do metal mais vil. Todos!
Mas não devíamos ter avançado?
Ainda é abril. E não tombou nenhum espírito cansado. A sensatez lhes pesa nos ombros. Todos! Pesa, justamente ela, a lucidez que nos traz esperança. Ainda.
Faço tanto para chamar tua atenção
Escrevo mil versos
Grito, brigo, desconverso
... Pinto o rosto de gatinha
E o que ganho?
Nem um afago no meu pelo.
Desespero,
amar tão loucamente
e sem razão.
Mas acho que se o amor tivesse razão
não seria amor.
Seria um ensaio filosófico.
Meu amor por ti tem muita emoção
mas juízo nenhum!
Elisa Salles
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