Por Voce eu Pegaria mil vezes
Ele quer ir embora, eu já sei. Ele quer ir embora agora que eu gostei de ficar. Ele da sinal de vida, me liga quando eu menos espero, mas ele não quer ficar mais. E tá estampado em sua cara. Quando ele chega em minha casa com presentes, me dizendo que não sabe se eu vou gostar é porque ele não se importa em me perguntar mais nada. Afinal a sua passagem é temporária e não permanente. Ele não me fala com todas as letras, mas eu sinto enquanto tô trancando as portas da minha casa, a insegura que ele sente. Ele transpira, congela e transmite todo o calor do seu nervosismo pra mim. Quando ele não quer mais ficar, eu invento olhares novos, sorrisos falsos e enrolo as suas desculpas com as minhas conversas mole. Não sei se ele percebe, mas eu crio uma cena, enquanto por dentro tô rezando, escondidinha e de joelhos pra que ele esqueça da hora. Quando ele me diz que vai embora, eu já estou embaixo da escada, tapando a sua visão do mundo lá fora. Eu já estou com os braços abertos pra que ele não saia. Eu já estou avisando aos porteiros, a policia, ao delegado que é um erro deixar ele passar da porta. Quando ele decide que quer ir mesmo embora, eu já tô explicando aos prantos aos meus pais o motivo do meu desinteresse com o mundo. Enquanto ele tá na minha cama, suando e decidindo como me dizer que já vai, eu tô me conectando com os astros e voltando de outro mundo. Enquanto ele me da um beijo de despedida, eu já beijei ele um milhão de vezes. É... Ele quer ir embora e talvez eu preciso ir embora também, mas não agora. Agora é cedo demais pra mim. Enquanto ele vai embora, eu olho pela brechinha da minha janela pra que ele não se assuste e suma de uma vez. Seria um desastre se ele olhasse pra trás, me visse fixando os meus olhares em seus passos e entendesse tudo o que eu não tô mais entendendo. Não! Ele não pode nem sonhar com isso e não pode ir embora, tá decidido!
É fácil viver a base de elogios, mas eu prefiro as críticas.
Fique tranquilo, porque a base eu já tenho.
Agora eu quero o meu castelo.
Eu tenho essa mania de agoniar as coisas, qualquer coisa que seja neutra. Nem boa nem ruim, nem fria nem quente, nem clara nem escura vira agonia aqui dentro. Porque é mais fácil sentir uma coisa que você já conhece, do que se aventurar num sentimento de decepção. Se permitindo sentir, guiada pelo medo. Sem se negar, filtrando o desnecessário. Eu sempre fui meio assim. Fria, calculista, defina como quiser. É que quando a gente se machuca, não está apto a pegar a bicicleta e descer a ladeira novamente. Não com tanta pressa. Não com tanto medo. Não com tanta rotina.
BOA TARDE AMIGOS QUERIDOS!
E o dia continua cinzento
eu diria até arreliento
sem sol... sem vento...
mel ((*_*))
Hoje eu acordei sentindo que poderia me desapegar de tudo aquilo que eu quisesse. Poderia me remover de todos ops pensamentos que me deram. Eu vi que assim como ele se desapegou de mim, eu poderia me desapegar de todos que eu desejava a muito tempo. Na verdade eu abri meus olhos e realmente fiz isso, mais há algumas pessoas que você não pode viver sem e são elas que você realmente tem mais necessidade de desapego!
vou seguir em frente com a cabeça erguida pra mostra que eu ainda ñ perdi,a guerra continua,ganho hoje e perde amanhã abre o olhos bobão
Ontem eu tive que olhar em seus olhos, tive que ver esse seu sorriso de quem não se importa e nunca se importo, isso destrói-me o coração e o pior de tudo é ter pessoas que falam que eu ter te encontrado foi ironia do destino, mas que droga de ironia é essa?
Hoje em dia, às pessoas esqueceram o sentido do amor, e só pensam em dinheiro, eu particularmente penso em dinheiro.
Obviamente penso em amor, mas, isso é meio complicado, afinal, sempre me decepcionei com esse lance de "amor"
Veja bem, se eu ganhasse 1Milhão hoje, eu seria totalmente feliz, e com certeza amaria meu dinheiro, então sou um cara que pensa em dinheiro e amor junto. :)
Senhor, Tu podes mudar o meu espinho em flor; e eu quero que o meu espinho seja uma flor. Jó recebeu o brilho do sol, depois da chuva — mas teria sido em vão aquela chuva? Jó queria saber, e eu também quero, se o brilho do sol não teve nada a ver com a chuva. E Tu podes dizer-me — a Tua cruz pode dizer-me. Tu coroaste o Teu sofrimento. Seja essa a minha coroa, Senhor. Eu só poderei triunfar em Ti, se conhecer o esplendor que há na chuva.
Tenho muitos objetivos em minha vida e minha meta e alcançá-los, não importa a ordem que eu os conquiste, e sim vencer cada obstáculo que está por vir.
É uma manhã fria de céu nublado lá fora, 1° de outubro.
E como de costume eu gosto de escrever em manhãs frias. Principalmente hoje, que acordei toda estilhaçada na cama, sem nenhuma maquiagem, e com todos os meus amigos ocupados vivendo a vida deles. Eu acordei sem nada pra contar, sem ninguém pra ligar. Procurei da maneira mais explicita dizer para mim o que eu ainda sinto por dentro. Uma dor estupidamente agonizante no estomago. O silencio tomava conta do meu quarto, eu só conseguia ouvir o barulho dos carros passando rapidamente lá fora. Eram pessoas com noites mal dormidas, apressadas para o trabalho. Com certeza era.
Passaram-se segundos, minutos até então o despertador tocou, interrompendo aquele silencio todo que habitava na minha memória. Eu já não conseguia decifrar se era um terrível pesadelo ou então se estava mesmo acordando para mais um dia de vida.
A impressão que eu tive, era de que hoje, seria mais um dia ruim, igual aos anteriores. E que só cabia a mim mesma, tentar seguir em frente. Com todos esses medos, com todas essas dificuldades que tem dentro de mim, só cabia a mim mesma, por os pés no chão e andar para frente.
Caminhei até o banheiro, joguei um punhado de água gelada no meu rosto, para talvez tentar despertar dessa nostalgia, desse turbilhão de sentimentos ainda não decifrados. Reergui-me, e me encarei no espelho embaçado, vi o meu rosto totalmente embaçado, e foi exatamente dessa maneira que eu enxerguei a minha vida naquele momento. Embaçada. E subitamente me perdi. Assim, sem fim. Eu me perdi.
Eu não estou sabendo mais que caminho seguir. É como se eu estivesse ficado cega, e não soubesse mais que caminho seguir.
Parece que eu peguei todos os atalhos errados da minha vida. Eu estou padecendo. Isso não é bom. Porque há tempos eu conseguia sorrir com a alma, e hoje. Hoje eu dou sorrisos de canto, eu brinco, eu me finjo de contente para aqueles que chegam de fora para me visitar, mas no final do dia, é sempre a mesma dor que me incomoda. Assim como a minha vida, o meu corpo também anda cansado. Porque as noticias na TV me cansa, o ar poluído me cansa, a grosseria das pessoas me cansa. Eu me canso. Eu mesma se canso de mim. E de todos os meus ossos que fazem parte do meu corpo. Eu me canso.
A infelicidade está fazendo parte do meu cotidiano, e pra ser bem sincera, não estou conseguindo reagir contra tudo isso.
Eu percebo, que os meus medos e problemas se espalham conforme os dias, e cadê aquela tal placa escrito “saída de emergência” eu preciso dela. Eu preciso sair dessa vida. Eu preciso reviver, eu preciso viver! Eu preciso voltar a respirar, eu preciso voltar a viver e deixar de existir. Eu preciso. Mas eu não consigo. Eu me sinto imobilizada diante desse contexto fora do comum que virou a minha vida.
Poema
Certa vez eu estava sobre o topo de uma montanha. Dali podia ver tudo ao meu redor. Fiquei ali admirante e entristecida, vendo sua beleza e destruição! Suas riquezas e pobrezas! Suas alegrias e tristezas! Homens cantando, homens chorando! Crianças nascendo, crianças morrendo! Velhos amparados e velhos abandonados! Enfim, tudo o que há em nossa terra amada. Um homem ali ao meu lado que também observava tudo perguntou-me:
— O que vê?
— Um mundo tão desigual que beleza não tem igual. Seus verdes e montanhas, seus coloridos me fazem delirar, mas, a desigualdade me faz chorar.
— O que pensa sobre isso? — perguntou-me novamente o homem.
— Não sei! Daqui de cima nada posso fazer pelas crianças que choram e pelos homens que não tem o que colher!
— Então, fique com isso e jogue até eles! — pediu o homem, me entregando uma âmbula cheia de grãos, e antes que eu fizesse uma pergunta ele desapareceu. Então, olhei ao redor, e dali do alto eu fui jogando os grãos, e as pessoas, cada qual foi pegando um. De repente percebi que os grãos havia se acabado e chorei, porque muitas pessoas não tinham pegado e nem para mim havia sobrado um. De repente me transformei em um pé de milho, e, algumas pessoas que sobraram se tornaram animais e começaram subir a montanha para me devorar, mas não conseguiram chegar até mim, porque, fracos, morreram pelo caminho. E a esperança novamente em mim nasceu, porque pude florir, e, espigas de milhos brotaram em meu caule, e, aos poucos fui me espalhando e descendo pela montanha, onde até hoje, sou alimento e esperança de muitos.
Assinado: Um grão de milho.
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