Poético
Observar a chuva caindo sobre aquela rústica estrada de pedra chega a ser poético.
O tilintar das gotas, que beijam as pedras pontiagudas.
O amor grosseiro e rude, isso não soa familiar?
Dar teu melhor lado, o mais encantador, para o "mais afiado" dos amores. É poeticamente doloroso.
Licença poético política
Não quero ser presidente,
"mamãe não quero ser prefeito"
como poderia eu lidar?
lidar com o dogma neoliberal
lidar com falácia libertal e tal qual?
lidar com a democracia bacanal
Quem quer carregar o peso?
Quanto mais conforto mais eu tô
ileso
e leso, lesado
Não podemos olhar pro outro lado
mas é tudo tão ligado
tá ligado?
pobre de direita
rico de esquerda
a revolução dos grupos
é a revisão da empresa
muita gente ilesa
muita gente lesada
antes fosse tudo isso
falácias.
Queria ser ferreiro das palavras.
Usar a forja com o poder do ventre.
Parir contorcionismos poéticos.
Mas falta vento...
Falta vento...
Boa noite universo poético
Que a poesia possa tocar
Nosso sagrado coração
E chegar até a grandeza
Da nossa alma sonhadora!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Aproveite(poesia)
Fragmento poético:
Cada momento é único
Cada segundo é diferente
Temos que aproveitar o hoje
Constantemente olhar pra frente
O passado está aumentando
O futuro está diminuindo
O tempo é valioso
E rápido está sumindo
Não tente desvenda o amanhã
Chegamos lá uma hora
Temos que esperá
E aproveitá o agora
(...)
Poesia: Vivam o mundo real
Fragmento poético:
(...)
Acordar todos os dias
E não ser aceito como somos.
Ver muita gente sofrer
E não poder realizar um sonho.
Uma criança vem e diz:
-Quero a paz mundial.
Mas a nação não enxerga!
A imagem do seu próprio mau.
(...)
Círculo Poético
Um café.
Um amigo.
Um diálogo para acalmar.
E a poesia
Para nos inspirar!
Um café.
Um bom livro.
Pensamentos a revolucionar.
E a poesia
Para nos orientar.
Um café.
Um sentimento.
Um conselho a presentear.
E a poesia
Para nos ensinar a amar!
Olhar Poético
Como um filme
Vejo cenas que marcaram a sociedade.
Como um filme,
Gostaria de rebobinar muitas cenas
Mudar alguns atores
Alguns lugares
Alguns roteiros.
O 11 de setembro por exemplo
Eu mudaria...
Colocaria meu olhar poético sobre aquelas primeiras horas do dia
Colocaria poesia na vida daqueles homens-bombas
E salvaria!
Tantas vidas
Tantos sonhos
Tantos filhos e pais
Amigos e irmãos.
Não voltaram para casa.
Não acenaram um adeus.
Tiveram suas vidas ceifadas
Pela secura das emoções
Pela amargura de um luta cruel.
Como um filme
Vejo cenas que marcaram a sociedade
E a poesia não estava lá.
Fragmento poético
Poesia: O interior de si
Na escrita e na fala
Coloquei a minha dor.
Meu emocional está abalado,
Estou carente de amor.
(...)
Fragmento poético
Poesia: O interior de si
(...)
Está cada vez mais difícil,
De encontrar alguém.
Um quer experimentar cem
E não deseja amar ninguém.
(...)
Fragmento poético
Poesia: O interior de si
(...)
A vida é feita de fases.
Em uma delas devemos amar.
Se não, na última só vai ficar:
Uma tristeza que não passará.
(...)
Fragmento poético
Poesia: O interior de si
(...)
Não queremos sentir a dor.
Nem chegar na depressão.
Mas não temos o amor
Para aquecer o coração.
(...)
Fragmento poético
Poesia: O interior de si
(...)
Está acabando a humanidade
Que ainda existe em nós!
A cada tempo que passar
Se cala uma bela voz.
Nostálgicos eventos
Me deixam com saudade
Uma saudade distante
Distante idade
Um engasgo poético
Nessa fatídica sociedade
Seria um engasgo profético
Provocado pela dor aguda
De quem fora o vilão responsável
Por toda patética pontiaguda
A uma população que não aguenta mais
A idiotice de um Governo que não ajuda
E escreves por um pecado lastimável
Causado por um tresloucado
Que endoidecido das loucuras
Usa das palavras armamento pesado
Contra uma população indefesa
Condena um pobre desavisado
Que nesta próxima ação
Entre em cena a dor
A mesma vilania provocada
Que se ache no conforto o favor
Que se detone a mina explosiva
No colo do mais infame amor
Nostálgico tempo lírico e poético dos românticos.
(Paulo Sales)
Olhando para o infinito,
Introverso aos sons das mais belas expressões,
Afetuosas promessas de amor,
Entusiasta o coração,
Por projetos e aspirações.
Nenhuma ilusão é possível reter,
O triunfo da imortalidade,
Laurel do sentimento puro,
Sedutora afabilidade.
Raios mútuos,
De juras eternas,
Lunar que romantiza a paisagem,
Beijos tantos,
Calorosos,
E quantos,
Carinhosos abrigos.
Acorrentados a sonhos de felicidades,
Onde a razão precisa de auxilio,
Amantes que inspira e não comparte.
Corpos nunca vistos,
Desejos insofismáveis,
Sútil obra de arte,
Mas maleável e filtrado.
Ontem assim foi,
Românticos restaram,
Obsoletos ou ultrapassados,
Inafastável lembrança,
Atroz saudade.
Cambaleando na teclas.
Assim...
Simples...
Mas com meu estilo Poético...
Ativei um botão...
E ele...
Me trouxe aqui...
Agora...
Estou cambaleando...
E por esse teclado..
Vou bebendo e não fumando...
Vou tocando, escrevendo e dedilhando...
Solto pelo vento...
E essas teclas...
Suspira poesias...
Espalha alegrias...
Pra fazer pra vocês...
Uma singela melodia...
Nesse jardim...
Tem flores e beija flores...
E canarinhos cantadores...
E por onde essas teclas vai...
Jamais existiu dores...
Pois lá atrás...
Elas deixou todos os horrores...
Tudo que grafo...
Erro e regrafo...
Em forma de modão...
Dou recado mais não embaraço...
No rugido das letras...
Me ligo com outro planeta...
Onde essa melodia termina...
Não faço careta...
Aqui...
Não é meia treta...
Viola e violão....
Sempre foi minha paixão...
Sem microfone...
Toco também saxofone....
Toco piano e acordeom...
Deixo meu nome...
Mas não sobre nome...
E saio daqui...
Porque agora...
Bateu a fome...
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Oh, meu peito vazio
Que se alastra a solidão
Oh, devaneio poético
Que imunda o coração
O devaneio de poeta
Torna tudo confusão
Me sinto despertencido
Pertencendo à mim
Somente à mim
Como uma estrada de um mão
Esse meu devaneio
Me deixa louco
Com o fato de despertencer
Vou seguindo em frente
Por aí
Buscando me reconhecer
