Poesias sobre Preocupação Social
A ausência de conciência de classe pode gerar uma confusão na hora de definir a sua felicidade e o ambiente onde você mais se realiza como pessoa.
O monoteísmo, em sua compreensão judaico-cristã de Deus, produz uma espiritualidade integralizadora do ser: um só Deus no qual se crer, um mesmo princípio ético para se obedecer, coisas que se refletem num mesmo estilo de vida para se viver, seja de forma pessoal, familiar e social.
O aumento demográfico torna obsoleto, com o tempo, nossos modelos de comunicação e cooperação, que precisam OBRIGATORIAMENTE serem reinventados.
Quanto mais Sapiens temos no planeta, mais e mais cada um deles precisa colaborar com a administração da sobrevivência.
Rede sociais e web, eu considero como presentes de Deus para humanidade. Sem isso, ainda seria apenas a minoria com a razão, detendo o conhecimento.
O Sapiens foi dotado de duas mentes: uma que armazena e automatiza os paradigmas e outra que repensa e os modifica, quando atrapalham.
Quem muito livre pensa, desmoldado desse mundo imbecil, confronta-o; logo, dificilmente acha lugar onde se enquadrar.
Necessitamos nos empenhar pela equidade de todos, e a classe média precisa transformar sua atitude, renunciando à busca por ocupar um lugar que não lhe pertence e, acima de tudo, cultivando apreço ao testemunhar a ascensão dos menos favorecidos. Inegavelmente, a metamorfose do mundo não se concretiza unicamente através de palavras, mas sim por meio de ações concretas e compassivas. Alcançaremos esse objetivo através da educação.
Antes da internet e das redes sociais, vivíamos no anonimato; agora, nos sentimos verdadeiros astros.
Sorte é quando o preparo, a disciplina, as horas dedicadas aos estudos, a vontade, o entusiasmo, o propósito de vida e o desejo de deixar um legado sólido — com lastro financeiro, licitude no projeto e profundo compromisso com a responsabilidade social do nosso povo brasileiro — encontram a oportunidade. É quando a leitura de centenas de livros e a persistência nos sonhos convergem com o momento certo.
Eleger quem veio de baixo é votar por políticas que miram na raiz dos problemas, não apenas nos sintomas.
Não se deve falar sobre certas coisas com certas pessoas porque pode causar um certo arrependimento.
Empresários, banqueiros e artistas não vão transformar a vida do pobre, do trabalhador, do estudante. O brasileiro precisa abandonar a síndrome de inferioridade e votar nos seus iguais, pessoas de média e baixa renda. Filhos e filhas de pais ricos não foram ensinados a ter compaixão com os mais necessitados. Estelionatários que enganam nas igrejas vão continuar enganado, muda a fonte do dinheiro, no orçamento público mais fácil. A devastação econômica e a desigualdade social latente é fruto da idolatria do pobre com o rico. O pobre precisa votar no pobre. É triste ver como a pobreza não é atraente e não conquista, o capitalismo cooptou a política e isso parece irreversível.
Consciência de classe? Tenho! Mas ela não me obriga a pensar nem agir igual a quem quer que seja. Para mim, mais importantes do que a classe a qual pertenço são os princípios que preservo.
O amor é uma escolha que se feita gera perdão, respeito e solidariedade prática, amor não se reproduz sem ação.
”O capitalismo selvagem não tem dó; lares como o de Dolores, não têm dólares.” Osman Matos (de su livro, Poesia em Gestação)
Quando um povo sonha com o desenvolvimento e, nada faz para que o País avance, este povo está condenado a viver sobre o sudário pesado da sua inação e falta de comprometimento político e social.
"O isolamento pode ser perigoso e envolvente, uma vez que quando se experimenta a tranquilidade que ele proporciona, pode-se desenvolver uma aversão à interação social."
Um governo que prioriza a educação e educadores em suas ações oportuniza aos cidadãos o acesso a maior e melhor ferramenta de desenvolvimento, inclusão e ascenção social.
Nas redes sociais todo mundo é feliz, amigo, legal, receptivo, ama todo mundo...mas a vida real muitas vezes à isso contradiz!
