Poesias sobre os Cinco Sentidos
Os sentidos
O teatro de rua é cara a cara.
Olhamos para o nosso publico que tambem nos olha.
Cheiramos nosso publico que tambem nos cheira.
Tocamos nosso publico que tambem nos toca.
Ouvimos nosso publico que tambem nos ouve.
Dividimos comidas, bebidas e trocamos abraços sorrisos e beijos.
Transformando uma simplis tarde em um dia inesquecivel.
que se a vida não me deu sentido ate agora eu vou correr atras dos meus proprios sentidos e presentear a minha vida...
e se os outros não dão valor a quem sou eu vou me dar valor...
e não vou ficar trancada e sem destino se eu sei que posso ser alguem...
talvez não alguem que todos amem...
mais vou ser alguem feliz
"A sua beleza é uma combinação dos sentidos no reconhecimento de uma verdadeira obra de arte de Leornado da Vinci.Uma individualização caracterizada normalmente pelo que é apreciável aos sentimentos do belo.Esta percepção depende da pessoa especial,contexto e do universo que adquiri um conhecimento do primor."
(Villeneuve Alencar)
E no encanto da natureza ...nos verdes mantos que encobre os sentidos,
Que exalam no ar... no aroma ...que suavemente...fala do amor...
Que encontra no sorriso a vontade de viver...dançar...voar...sonhar...
É assim que recarregamos nossos corações a cada dia...
A cada amanhecer... sentados no banco deste imenso jardim...
Olhando os pássaros que brincam ...
Olhando nos olhos de suas companheiras...
Revelando telepaticamente o quanto a ama...
É assim troca de olhares de cumplicidade...de repente ...
Aparece como relâmpago um beija-flor
Sugando o néctar das flores...deixando adoçado a as entranhas de nossas almas Iluminada de paixões... nesse encontro...que encontro o seu beijo...
Nos beijamos... ouvindo apenas o milagre que a natureza nos proporciona...
Ao cantar dos pássaros que traz toda a magia do viver...de uma esperança...
De sermos felizes...de nos encontrarmos no êxtase do amor...
De sorrir na plenitude de nossas vidas!
Como os sentidos estão sendo invertidos, as pessoas vão se acostumando em ver seus sentimentos tomarem o rumo errado e isso parece muito normal.
Sendo que, como levam consigo as surpresas desagradáveis dessa troca, também podem carregar na bagagem a mais improvável das dores.
"Caos dos sentidos
Nos momentos mais loucos
e sem sentido
ao mesmo tempo que você não sabe de nada
Você sabe de tudo
Todas suas experiencias vem á cabeça,
todas que você espera passar,
e aquelas que você tem medo que aconteça
Todas palavras,todos os traumas
cada vez que você chorou
Sente como se algo tivesse te congelando
por dentro
Dá vontade de sair andando
sem rumo ao vento...."
quando existe amor o tempo se torna obsoleto.Nada significa.Quando existe amor nossos sentidos se apuram e então sabemos exatamente o que acontece do outro lado…
Se há amor,o tempo passará e ele…Ele jamais deixará de existir.
Quando os sentidos se misturam
Fecho os olhos e sinto teu cheiro
E quando teu cheiro me toca impregna
Perco então os sentidos todos
Fico zonza,embriagada e inebriada...
Quando eu sentir o frêmito da irracionalidade,
Perderei os sentidos deleitando-me na fusão de dois mundos que convergiram à cumplicidade de um crime.
Sentirei essa máquina desobediente se enfurecer desejando saltar pelos os olhos.
Todos verão meus lábios rindo da minha felicidade.
A incompletude dos dias solitários será impalpável.
Dúvidas herméticas dispensarão compreensão.
A perfeição dos meus sentidos refletirá sem defeitos.
Imaginarei que se tratará de meus férvidos devaneios.
http://quandoaspalavrasfluem.blogspot.com/
Linguagem Divina
Este rito é a real essência, a permanência
de todos os sentidos embutidos na pele,
n'alma, sangue, coração,
não importando se defende ou se rende,
se acusa ou recusa trajetórias
Que o delatem, pois, enquanto usurpador
destas instigantes histórias,
frustrantes ou dignificantes em fio condutor
Tudo é imparcial ou adoravelmente, total!
São letras, são silabas, são versos, são rimas,
São cantos teus, meus, de quem os ler
Linguagem de tantos, porquanto, divinas!
"Humanidade
Certas coisas que mal posso compreender, sentidos confusos e atordoantes me atormentam em noites sem estrelas. O tempo passa mas nada muda, a cada dia uma nova vida, um recomeço ou talvez uma derrota posterior de todas as dores ou sentimentos que não me fogem do pouco bom senso que me resta.
Como seria fácil se entregar e ver as coisas passando por um camarote reservado em grande pequena mente tendo assim um ponto de vista privilegiado, todo momento ou cada segundo sem algum aflito preocupativo e ter a escolha de simplesmente observar.
Serei feliz quando as escolhas certas forem tomadas ou quando decidir quais serão as escolhas certas a serem?
Presenciarei cada momento por cima e com olhos de águia ou serei apenas mais um rato tentando se esconder entre esgotos do seu pior pesadelo!?
Humanidade!
Amar é perder os sentidos, é voltar a infância, é querer levar o instante a eternidade, sem medo de errar.
É uma dança ao vento sobre as flores primaveril, é estar na chuva sem medo de se molhar.
Amar é encontrar a luz que faltava para seu mundo brilhar, é viver nas nuvens e não querer jamais voltar, enfim amar alguém é criar um mundo que só existe em sua mente, mas que só é possível viver nele se você estiver com esse alguém.
O RIO
O rio que corta minha vida nada mais é que a direção de novos sentidos, novas expectativas, para que eu prossiga sem esperar que outras vias se interliguem a ele me direcionando a outros lugares, me desviando o rumo, o norte-sul do meu caminho. Os sentidos diretos, de caminhos completos guiados por um simples rio que insiste em me guiar pela direção certa, com suas águas puras e cristalinas. Onde eu possa me conter com o frescor de tamanha beleza e tranquilidade. O caminho sem fim de aguas correntes que insistem em me guiar pela claridade de tamanha beleza, de sentido, que o rio corre e leva consigo a impurezas e desperta em minha natureza o que há de mais belo para guiar!
SENTIDOS E SEMBLANTES
Em sua voz, senti saudades
Em suas mãos trêmulas
Espasmos de felicidade
Sinto um frio na medula
Satisfazendo assim
Todo meu desejo momentâneo
Era quase dia
Quando ainda entrelaçados
Estavam nossos corpos
Suados... ainda sedentos
Suas mãos ainda tremiam
Quando o sol nasceu
E feliz estava o seu semblante
Ao ver feliz o semblante meu
Perca dos cincos Sentidos
Visão: Perdi quando deixei de te ver
Audição: Perdi quando deixei de escutar sua voz linda
dizendo que me amava
Olfato: Perdi quando deixei de sentir o cheiro do seu corpo, e o cheiro do seu perfume
Paladar: Perdi quando deixei de sentir o gosto do seu beijo maravilhoso
Tato: Perdi quando deixei de pegar em suas mãos, de sentir seu calor, e de sentir seu corpo
Hoje vivo na escuridão, no silêncio, na agonia de sentir seu cheiro, de sentir sua boca, e de sentir seu corpo outra vez. A perca de tudo isso foi quando você me deixou, não da mais pra viver assim, eu quero você de volta, sem você minha vida não tem sentido algum, mais do jeito que eu estou, eu ainda posso mover montanhas, e enfrentar muitos problemas, posso fazer de tudo, porque o amor que ainda sinto por você me fortalece o bastante para que eu possa enfrentar tudo isso de uma maneira sabia.
Mesmo que eu não consiga ter você de volta, eu posso recuperar aprendendo com a vida, deixarei o passado para traz e seguirei de cabeça erguida.
Mais de qualquer maneira não vou desistir de você, porque sou Brasileiro e não desisto fácil, te quero de volta a todo custo, quero ser feliz ao seu lado, e de mais ninguém, vou te esperar nem que o mundo acabe, por que mesmo que o mundo acabe o amor que sinto por você vai durar pra todo sempre. TE AMO
A maioria dos animais possui 5 sentidos: Visão, Tato, Paladar, Oufato e Audição.
O ser humano foi um animal que conseguiu desenvolver seu sexto sentido : o Raciocínio.
Agora se imagine sem estes 6 sentidos, o que seria a vida? seria um grande NADA! Seria como se não existisse vida.
Seria a vida então apenas a percepção de nossos sentidos?
...
Se tivéssemos um sétimo sentido seríamos capazes de perceber coisas que nosso corpo está litimado a perceber no momento.
UTOPIA
Talvez fosse o desconhecido a lançar ao léu
A inexatidão de sentidos e emoções torpes.
Ignotas rotas de um destino, onde os caminhos
Contorcem-se em labirintos espelhados,
Refletindo um brilho obtuso e hipnotizador.
São os ímpetos do âmago despertados
Pela cruel mágica da criada ficção
A idealizada satisfação do humano alienado
Construindo redes a fecharem-se em ação
Ao redor do ideal, outrora projetado!
Cúmplices
Somos eternos cúmplices de nossos sentidos
Você é a estrela luminosa onde meus olhos se extasiam,
É a suavidade do veludo onde o toque de meus dedos não se cansam,
É o doce sabor das manhãs ensolaradas onde me delicio..
É o aroma das flores, invadindo minhas veias,
E sua voz desliza em meus pensamentos,
com ardor e suavidade a me desnudar por inteira...
Somos vítimas do acaso, de encontros desencontrados
Da necessidade incontrolável de ficar lado a lado...
Somos paixão desenfreada, amor sereno e intranqüilo
Inquietos no silêncio absoluto de um beijo...
Somos réus de nossos atos,
Fugitivos de um mundo sublime e farto
Onde nos encontramos, confidenciamos, nos amamos,
Nos envolvemos sem nenhuma culpa...
Somos juízes de amores intensos
Conhecedores da profunda dor que a distância nos pune
E da felicidade explosiva do encontro perfeito
A exalar fagulhas de puro contentamento...
Somos jurados complacentes de sentimentos duradouros
Não há transgressores onde habita amor,
Não há punição quando não existem pecados,
Não existem penas... quando somos puros...
Somos somente cúmplices de nós mesmos,
Na espera sôfrega de encontros furtivos,
Na entrega imperiosa de corpos sedentos,
No clamor de almas infinitamente apaixonadas...
GRAMATIC(A)MANDO
“Uma tentativa vã
de te conjugar aos meus sentidos...”
Se te conjugo no presente
é um indicativo de que te quero.
E se te imagino no futuro
(do presente? do pretérito?)
que importa?!?
Meu passado é acabado
e tu o meu mais-que-perfeito acaso.
Se te conjugo no presente,
vazio está o meu passado
e incerto se faz o meu futuro.
Se te conjugo no infinitivo,
infinito é o meu desejo de
tocar-te,
ter-te,
sentir-te.
Se no gerúndio te busco
sorrindo te encontro,
querendo os meus beijos,
cantando os meus sonhos
e sonhando-os comigo.
No imperativo: ama-me!
No particípio imagino-te entregue,
submerso em meus anseios.
Sabes que és o meu subjuntivo,
a causa de minhas impossibilidades.
Estás na irregularidade do tempo
a transitar os meus sentimentos
mais intransitivos.
És o meu objeto direto
que, indiretamente, busco
na solidão dos meus dias.
Defectivo, deixa em meu corpo
espaços vazios,
lacunas de saudades constantes.
Se insisto em te conjugar
(na 1ª pessoa do plural)
logo percebo,
quão ruim sou em gramática!
Mas, se te conjugar é, para mim,
uma tentativa frustrada,
contento-me em viver
(em sua total plenitude)
o amor que sinto por ti.
ANSEIOS
Medo e anseios misturam-se
Sem questionar a razão
Anseios dominam os sentidos
Entorpecem a emoção
O sangue corre latejante
É o anseio do desejo
Maior que o medo
Sobrepujando a razão
É o sentir sem pensar
Pensar assassina os sonhos
Aprisionam o desejo
Pensar vence os anseios
Torna a vida insípida
Mata a emoção
Vera Lucia Costalonga
31/05/2007
