Poesias sobre o Frio

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Hoje está frio nunca vi um frio tão intenso
Doi a carne e os ossos e congela a alma
Quem me dera sentir de novo o calor do verão ou o perfume da primavera
Nestes dias so me resta sentir este gelo com calma
Sem chorar sem dormir
Porque so assim vou ter certeza de que nunca mais vou permitir o vento esparramar o gelo no meu coração ❤️
E quando esse tempo passar o dia todo com certeza valerá a pena

No meio do caos, quem tem controle não levanta a voz...
Levanta respeito.
Seja frio, calculista e sempre com passos à frente. Não medir as situações com força, mas sim sobre à mente.

Sou gaudério sou arredio,
Não tenho certo uma morada,
Enfrento calor também o frio,
E não me arrependo por nada,
Quero-te para acalentar o que meu coração sentiu,
Nem que eu atravesse o Brasil,
Pra te fazer minha amada...

Vivo na sombra por que o sol existe....
Vivo na escuridão por que a noite existe...
Vivo com frio por que o inverno existe...
Vivo o calor que me sufoca por que o verão existe...
Vivo o perfume das flores por que a primavera existe...
Vivo de saudade e lembrança por que tu existe.

Mãe, você me deu a vida, me alimentou, me aqueceu quando tive frio e me ensinou os primeiros passos e as primeiras palavras. Ensinou-me a ter dignidade, a amar a Deus e a respeitar as pessoas. Mostrou-me a beleza do mundo e sempre disse que, no final, tudo daria certo. Não me ensinou que existem pessoas ruins e que nem sempre podemos confiar. Como poderia? Você era um anjo, e os anjos não conhecem a maledicência, a maleficência nem a malevolência. Você me ensinou a amar, a ter fé e a acreditar no bem. O resto, aprendi sozinha. E, mesmo quando a vida me mostrou suas sombras, os valores que você me deixou foram maiores. Hoje sei que o bem continua valendo a pena, porque o amor, a dignidade e a fé que recebi de você são a luz que me guia e me fazem acreditar que, no final, tudo realmente dará certo.
Lourenco@Cris

Sem medo do vazio,
nem da sombra que invade,
não sinto o frio
desta brevidade.
Se a noite é escura,
não me pode tocar,
minha alma é pura
é de outro lugar.
O mundo é passagem,
não é meu abrigo,
levo na bagagem
só o que sou comigo.

`Estações`


No inverno senti frio
nas noites de inverno sem você pra me aquecer


Desejei, com saudade,
nossos verões


Mas neste inverno vivi meu outono
Sem cor, opaco
Com saudades das nossas primaveras
Floridas e perfumadas


Mas sem você vivo o inverno
da solidão


E meu coração chora
nas noites frias
a falta do seu verão
que aquecia o nosso amor.




Marcio Melo

O frio pede você


O dia amanheceu cinza, com vento e com um intenso gelar, mas meu coração já sabe de cor o que ele quer para se alegrar.
O itinenário entre nós é distante porém, não há tempo, não há distância que sejam capazes de congelar o fogo que eu tenho aqui dentro.
Não tenho imagens da gente jovem, mas nossas trocas de olhares, seus passos de dança, seu perfume viril e a luz do seu sorriso permanecem fotografadas na minha memória e não se desprendem de mim. Tudo que está acontecendo hoje é prova do nosso desejo que só cresceu e não se perdeu no tempo. Eu me entrego a você como uma flor que desabrocha no inverno mostrando toda a sua beleza para alegrar a estação fria.
Estar ao seu lado é isso: quente no inverno, intenso no verão. Ah, vocé é....Sentir você, seus passos curtos vindo ao meu encontro, seu cheiro, seu sorriso, seu abraço que acalma.... Ah, é mágico ter você aqui.... Que a nossa cumplicidade continue caminhando em companhia com o nosso amor, com a nossa alegria de estar juntos, que essa paixão continue sendo o combustível nos dias frios, a palha que aquece a casa e a água morna do rio que refresca no verão

TANKA 008


Em um céu cinzento
uma garça rompe o frio
e segue o seu rumo.

O vento sopra teu nome
Em meu silêncio profundo.

Eu sou o outro.

Sou esse morador de rua.
Sinto sua fome,
sinto o frio, o calor, a chuva.
Sinto sua vergonha,
sinto sua humilhação,
sinto o perigo, a indiferença,
sinto a sensação de não ter valor.

Sou essa mulher agredida —
em palavras e no corpo — pelo marido.
Sou essa mulher que trabalha na rua e em casa,
e ganha menos apenas por ser mulher.
Sou essa mulher que, por tanto tempo,
viu suas escolhas serem decididas sempre pelos homens.

Sou essa criança no mundo,
que sofre por ser frágil, por não ter força.
Sinto o sofrimento violento que os adultos causam.

Sou esse doente na cama,
sofrendo de dor, desenganado pelos médicos,
com apenas a morte esperada no futuro.

Senti a dor do Holocausto judeu,
senti a dor da escravidão do negro.

Eu sinto a dor do outro.
Eu sou o outro.

Só algo.

O frio chegou, mas a minha alma está quente.
Porém não esquenta o suficiente.
Não espanta a fraqueza e a falta de coragem.
A procrastinação domina a mente
Ela sabe e aceita.
No meio dessa teia.
Sigo no embalo, esperando algo.
Novo, velho, sábio, alegre e feliz ou… só algo.

⁠Tua presença se tornou coisa rara.
Tão perto o passo, tão distante o peito,
No frio abismo desse amor desfeito.


Queres do afeto os louros e as delícias,
As convenientes, cálidas carícias.
Porém, do amor recusas o tributo,
Calando a voz num silêncio astuto.


A tela fecha, a queixa vem tão pronta:
"A vida pesa e a fadiga aponta".
Mas cinco instantes para um doce aviso
Parecem-te a ruína e o prejuízo.


Gozar do bem sem ter a obrigação,
É a lei covarde do teu coração.
Onde o diálogo falta e a alma cala,
O desinteresse ecoa pela sala.


Se o nosso laço exige tal cansaço,
E preferes a fuga e o embaraço,
Recolho o meu afeto e a esperança,
Pois onde não há troca, a alma cansa.

Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando afeto como vulgaridade.


"Dai-me atenção", o peito assim implora,
Rogando carinho, suplicando clemência
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
⁠⁠

Nossa amizade é assim, como o vento frio do inverno, tem época que está forte, em outras aparece mais fraquinho, trazendo só lembranças da estação gostosa, e por mais que outras três estações passem, esse vento leve passa por elas para manter a pureza e o equilíbrio da natureza e quando o inverno novamente volta, o vento fica cada vez mais forte, se renovando a cada três estações. Por mais que novas amizades surjam, outros rumos tomemos, sempre que nos encontramos é aquele abraço que daremos, porque verdadeiras amizades vão muito além do que presença física, e é nesse vento leve que mando em minhas orações o teu nome. Nesse mesmo vento te mando mil beijos e mil abraços para que nunca se sinta só ou com frio.
Te adoro😊❣

⁠As pessoas quando morrem são enterradas em um túmulo mórbido, frio e mudo, mas por todo tempo estiveram enganadas! Já estavam sepultadas nos corações dos ímpios vivos.

191122II

Eles tentaram nos moer. O sistema, frio e mecânico, montou a sua estratégia para nos transformar em apenas mais duas vítimas. A inveja, essa praga que se alimenta de brilho alheio, sussurrou as suas dúvidas e armou as suas interferências. Eles queriam que a gente caísse, que a gente se entregasse, que a gente admitisse que a distância e o caos eram maiores do que nós.
​Mas, Carla, eles falharam.
​E falharam porque esqueceram o elemento principal: o nosso "nós" é sagrado. Ele não foi forjado na calmaria, mas nas batalhas invisíveis de Itaipuaçu e no silêncio da noite, onde só a sua mão dada com a minha era real.
​Por isso, eu levanto essa taça hoje.
​Este é um brinde à nossa resistência visceral. Um brinde a cada cicatriz que nós carregamos, porque cada uma delas é uma prova de que a gente sobreviveu ao tiroteio e escolheu, diariamente, amar um ao outro.
​É um brinde à clareza do nosso toque, que é o único lugar onde o mundo faz sentido. É um brinde à nossa união, que não é uma obrigação, mas a nossa maior ato de coragem.
​Que a inveja se afogue na sua própria amargura. Que o sistema se quebre ao tentar nos separar. Porque, no fim das contas, enquanto nós estivermos juntos, levantando essa taça, nós já vencemos a batalha.
​Um brinde a nós. Um brinde à resistência.

Eu comi o frio para aquecer a memória,
E rasguei o fim para recomeçar a história.
Não faz sentido? Pois é, nada faz,
No jardim do avesso, o grito traz paz.


DeBrunoParaCarla

O universo tem planetas gigantes e planetas anões, perdidos no frio do espaço. O amor me ensinou que o tamanho não importa: mesmo sendo pequenos diante do mundo, nós criamos a nossa própria gravidade quando estamos juntos. A gente não precisa orbitar o que os outros pensam; nosso amor funciona no nosso próprio tempo e espaço


DeBrunoParaCarla

Eu vi a morte uma vez.
Quando eu tive meu primeiro sonho.
Era escuro, frio, cercado de árvores.
Mas eu seguia o caminho, descalça.
Até que eu vi ela, brilhante, quente, familiar.
A morte é uma mulher.
De manto e véu branco.
Ela é alta, sem rosto, e me tirou da escuridão.
Me levou pra um quintal com a grama vibrante.
E uma casa branca de madeira.
A casa onde eu cresci, a casa a qual pertenço.
Eu vi a morte uma vez.
Ela era linda.

Fica combinado assim…
Em um dia frio
Nos permitiremos a mistura
Ao som dethe Cranberries
Sabor de vinho
Aroma de cravo, canela e cuba
Sem saudade
Sem distância
Sem talvez