Poesias sobre o Frio

Cerca de 4464 poesias sobre o Frio

🫂🧣🔥
"O frio lá fora congela o tempo, mas embaixo do nosso cobertor o clima incendeia. Não existe inverno que resista ao calor da tua pele e ao compasso calmo do teu abraço."
— Anjinha Sensual

Por que não?


Outro dia, fui até um jogo de futsal pela manhã num dia frio com amigos da juventude em meados de 1995.


Em um momento da minha infância, fui comer com a minha mãe um frango assado de frente pro mar em Aracaju, SE.


Certa noite fui tentar um momento de carinho com a minha querida Tatiane numa praça no estado de alagoas a uns 30 anos atrás.


Vi na noite passada uma cadela chamada Cayara, que foi uma grande amiga num momento difícil da minha vida.


O engraçado é que todos esses momentos pude vive-los de forma realista e quase palpável através de minhas viagens reveladoras de que podemos sim nos colocar em diversos períodos e momentos de nossas vidas viajando no tempo por meio dos sonhos.


Por que não acreditar que em um dado momento da nossa história iremos descobrir como levarmos nossos corpos a estes mesmos lugares que estivemos um dia?

Amor frio


Não toca mais a pele que te deseja,Mas almeja a frieza de uma vida imaginária e fria.Em meio a tanta tecnologia,Sua ausência se tornou constante.Em meio a poucas trocas de conversa,A tela distancia amores e alegrias.Vivendo no imaginário,Em uma vida que não é real...Porque a sua própria vida,Já foi largada há muito tempo.
— Roseli Ribeiro 2026

Não confunda ser frio com estar em paz.
Não confunda ser triste com negar a alegria.
Não confunda ser fraco com ser excessivamente forte.
Não confunda estar só com estar em boa companhia consigo mesmo.
Não confunda não amar com amar sem saber que ama.

No escadão


Sentado no escadão altas horas da noite e no frio de bater os dentes, pude ver as luzes da cidade ,
O silêncio foi a minha companhia,
As lembranças do que fiz e do que não deveria ter feito vieram a tona,
As lágrimas traziam verdades e ao mesmo tempo traziam alívio,
O olhar preso no horizonte noturno e iluminado me deram a chance de me enxergar por dentro,
Algumas coisas boas nascem da dor, nascem do enfrentamento perante a realidade afetada,
É neste momento de solitude que o confronto com o caos produz a esperança e as saídas para os problemas,
No escadão, o frio continua intenso, as emoções e os pensamentos vão e vêm, as luzes da cidade estão vibrantes, assim como os caminhos da esperança estão circulando na minha mente.

Brincando
O que importa o frio?
O que importa o calor?
O que importa a alegria?
O que importa a dor?
A vida prossegue,
mas não corre o tempo.
A vida é a aurora
que precede o nascimento.

Quando o adormecido despertar


A vida será muito maior. As torrentes rugirão, o frio e a umidade vão nos despertar, as matas fechadas não serão mais inexpugnáveis, os seres vão aparecer na sua glória. Não haverá a quem culpar, muito menos a nós mesmos. A dor não será algo externo. Quem se foi, voltará. O mundo fará sentido.

O Zoológico dos Últimos Dias
​O ar frio e doentio.
Olhares que julgam e condenam na essência,
enquanto a flor apodrece diante do mar poluído.
Peixes mortos, palavras de consolo e lamento:
nada trará a vida de volta,
nenhum pesar pagará as dívidas da existência.
​Diante do fato, o ônibus cheio.
Palavras jogadas no lixo do oceano.
O mau cheiro é a simplicidade,
o retrato exato do ser que se diz humano.
Humanize seu ser humano:
Leve para passear três vezes por dia,
dê banho uma vez ao dia,
recolha seu lixo e recicle, simulando preservar o mundo.
Não deixe que o alimentem na rua.
Leve-o para ser castrado.
​As luzes do híbrido se tornaram vivas
porque a energia biológica estava esgotada.
Depois de uma semana sem descanso,
é preciso trocar os olhos e descarregar a memória.
Enquanto isso, o bot humano prepara o novo ensaio:
a locução do algoritmo dando espetáculo no palanque.
Vamos criar um novo circo. O pão?
As migalhas damos para as crianças;
algumas engolem moedas, achando que são doces caindo do céu.
Mas, dos céus, só cruzam os aviões,
pulverizando as nuvens para que a chuva já caia limpa com cloro.
​No zoológico, humanos são expostos como répteis,
condutores da curiosidade alheia.
"Como se reproduzem?", pergunta o documentário raro.
Mas não há reprodução ali:
um casal de homens num recinto, duas mulheres no outro.
Os velhos são exibidos como souvenir e adorno;
a pele humana, supervalorizada,
agora serve para esticar tambores e fabricar sabonetes.
​Alienígenas tentam comprar um exemplar:
mais uma espécie em extinção no mercado negro da deep web,
sorteada na deepdark.
Enquanto isso, nos confins do universo,
seres desconhecidos abrem uma caixa lacrada:
"Não abra. Produto com prazo de validade vencido."
​O humano se contorce no fundo do caixote.
Está bêbado? Está drogado?
A mãe puxa o filho pelo braço e avisa:
— Não toca. Ele tem um cachimbo.

​O Sol envia intensamente sua energia, atravessando as camadas da atmosfera. Entre o frio do espaço exterior e a geometria cósmica em um alinhamento perfeito para a vida, ondas de calor cortam o vácuo e criam o calor focalizado.
​A Terra emana a beleza hipnotizante da perfeição, refletindo a luz e espalhando pelo mundo a nobreza do céu. Encontrando as nuvens carregadas de gases, a água se derrama em uma cachoeira de gotas, e a neblina escurece os céus.
​A noite cai, vagante, trazendo a madrugada — um ser que paira sob a luz do luar. Pálida, a Lua apenas reflete a luz solar. O Sol, que é intrinsecamente branco, torna-se amarelo pelo desfecho único da natureza ao atravessar a atmosfera; e as nuvens dispersam cores diante de olhos cheios de sonhos. Afinal, o simples ato de sorrir transforma o mundo.

​O Frio das Correntes
​O frio das correntes é o frio da alma.
O frio da liberdade tardia, no contraste cruel da fome.
O frio do aço, que range e se move a cada movimento do corpo.
O frio de cada corte, pois o metal rasga a carne nas suas amarras.
O castigo imposto... porque a sua cor te define.
​Mas esse mesmo frio alimenta a indignação.
A liberdade tem preço, tem credo, tem luta.
E o frio continua nos castigos modernos,
Ditados pelos novos senhores da terra,
Os mesmos senhores que ainda conduzem o povo.
​Nos calamos diante da autoridade?
Devemos engolir tudo em silêncio...?
​Somos prisioneiros apenas por sermos afrodescendentes?
Ou será que nos tornamos frios, distantes daquele mundo espiritual
Onde somos uma única raça, uma única existência?
Aqui, o credo e a cor ainda servem para definir o opressor.​O Frio das Correntes
​O frio das correntes é o frio da alma.
O frio da liberdade tardia, no contraste cruel da fome.
O frio do aço, que range e se move a cada movimento do corpo.
O frio de cada corte, pois o metal rasga a carne nas suas amarras.
O castigo imposto... porque a sua cor te define.
​Mas esse mesmo frio alimenta a indignação.
A liberdade tem preço, tem credo, tem luta.
E o frio continua nos castigos modernos,
Ditados pelos novos senhores da terra,
Os mesmos senhores que ainda conduzem o povo.
​Nos calamos diante da autoridade?
Devemos engolir tudo em silêncio...?
​Somos prisioneiros apenas por sermos afrodescendentes?
Ou será que nos tornamos frios, distantes daquele mundo espiritual
Onde somos uma única raça, uma única existência?
Aqui, o credo e a cor ainda servem para definir o opressor.

Veneno do ar

​O frio que faz em São Paulo não é um frio úmido e macio; é um frio matinal, quase rarefeito, que dá a sensação de ser ainda mais gelado. A poluição aumenta a tensão desse inverno cortante. Diferente do frio do sul do país — que, embora mais acentuado, tem um ar menos pesado e menos agressivo —, aqui o gelo dói nos ossos.
​Às vezes sinto que a Era do Gelo está mais perto, mas provocada por esse choque extremo entre a temperatura, a poluição e o calor. O frio só faz exaltar o tempo que nos fascina.
​O desejo humano tenta transformar o deserto em floresta artificial, mas os nossos sonhos ainda são gelados. No sentido mais profundo, vemos aglomerados urbanos que viraram neblina. O Sol aparece, às vezes parecendo mais opaco e distante, pois as nuvens de fumaça sufocam a alma.

​O Eco do Vale
​Nas ruas vazias em ruínas, o frio traduz o sentimento que ganha forma e contorno.
O frio cedo, quase rarefeito com neblina, rebobina o sono quase preguiçoso.
Nos desejos, apenas o cansaço da noite, como a ressaca do sono.
​O chuveiro resolve qualquer problema, mas o frio contrasta com a feira de rua:
Pessoas passam com pressa em suas prisões mentais.
O barulho do vento contrasta com o desejo de ver o pôr do sol,
Mas a fome parece sair de uma ficção científica.
​A luz tímida do tempo nublado mistura-se ao frio cortante.
Cachorros latem e dão eco no vale, como na planície em outras horas no passado.
​Vejo notícias e vejo também modinhas, que se traduzem como algo insípido...
Pois quem entende o que os humanos fazem?
Deepfakes mostram um novo aliado: o ar de beleza exposta em um cenário caótico.
​Política dentro do final de semana parece cerveja quente sem álcool...
E ainda com sabor de frutas.
​O cheiro de churrasco definha meus pensamentos.
Ao longe, barulhentos rumores de chuva; a música barata tira o silêncio.
​Até os pássaros têm frio.
Por Celso Roberto Nadilo
O rio sujo ar pesado fumaça das fábricas é simplicidade o final de semana.

No refúgio do vasto sentimento.
Observo a imensidão do universo...
Sinto frio e a solidão dos corpos celestes...
Sou testemunha que mundos morrem nas virtudes das sombras...
Somos seres pequenos diante o lampejo do universo...
Nem compreendemos nos mesmos...
Nossos ancestrais tinham a conexão dos deuses místicos tínhamos a compreensão inata torna navegante de um mundo desconhecido...
E novas descobertas o universo nos espera talvez num futuro distante outros pensadores terão mesmo olhar em outras terras buscando a beleza no caos predomina a escuridão do universo.

Luz e frio cortante
Transfere sensações que seremos capazes de suportar.
​No estado profundo de lucidez, caminhamos no frio...
​As emoções transcendem o olhar profundo e analítico; com a dor e a malícia, vemos as arestas do desconhecido.
​No entanto, as descobertas e a curiosidade nos tornam navegantes. E, na resiliência de nossos sonhos, navegamos no espaço.

Os bolsões de frio...
Frio extremo devido a poluição crescente... alienação humano.
O luxo é negócio e petróleo é ouro...
O impacto ambiental é desastroso.
As geleiras quebram e descongela.
O alienado diz o gelo derrete e mato pega fogo.
Bolsão de frio extremo as pessoas morrem nas ruas sem proteção.
Os abrigos de pessoas em estado de vulnerabilidade sofre com alienador.
As bolhas de frio fazem mudança no meio ambiente, plantações morrem, inundação entre outros problemas ambientais e sociais.

O vento frio amargo,
Sonho tardio entre esses dias frios.
Corpo no relento...
Alma desgastada e cansada...
Minhas lágrimas secaram.
O sentimento também secou agora caminho no escuro das ruas..
O frio parece nao ser tão frio.
Nem mesmo as luzes parece tão simples devorar os sentimentos.
Noite cai sobre destino da madrugada
Olhar frio da lua da liberdade aos meus pensamentos.
O luar está encoberto por nuvens de existencialismo.
Então caminho ate meu interior vejo a vida que resiste em clamar tem fome de viver.
O dia amanheceu dentro de mim os espaços antes eram descritas pelo ardor descarado da cidade são expostos pelo barulho da minha mente em silêncio.
Dia aparece no meio do apartamento mais tudo que vejo são paredes que se apertam pessoas que não se conhecem vivem para sobrevivência mais parecem robôs de carne cheios de metaforas.
Alienações de um tempo que passou,
Assim passo pelas asas da liberdade.

​O Novo Despertar
​A IA da nave emite um sinal sonoro contínuo, frio, mas necessário. As cápsulas de criogenia começam a se fechar, uma a uma. O choro da tripulação vai sendo silenciado pelo hálito gelado da tecnologia que, desta vez, serve à vida, e não à pilhagem.
​O silêncio engole a cabine. Lá fora, os piratas da sobrevivência flutuam entre os destroços de satélites velhos, mas a Unizero já está além do alcance deles. Estamos cruzando a dobra do espaço e do tempo, onde a gravidade distorce as nossas lágrimas e o tempo rasteja.
​Quando os sensores da nave detectarem o primeiro vislumbre de um mundo hiperconectado pela natureza — e não por cabos e deepfakes —, os computadores iniciarão o protocolo de aquecimento.
​Não seremos mais os mesmos. Nossas cabeças não carregarão os adornos ocos dos que ficaram para trás. Seremos os filhos da terra arrasada, os guardiões da memória.
​Fechamos os olhos no escuro do universo para, finalmente, acordar em um novo despertar.
​Fim da transmissão. A Terra agora é silêncio.
​O que este capítulo consolida na sua história:
​O sacrifício de quem ficou: Fica claro que a viagem da Unizero só foi possível porque a resistência na Terra (com os botijões e as barricadas) segurou os tiranos.
​A redenção da tecnologia: A Inteligência Artificial, que na Terra era usada para alienar a população com jogos de futebol e notícias falsas, aqui na nave é purificada, servindo apenas para manter a tripulação viva.
​O recomeço: O final deixa um gancho de esperança pura. Eles estão dormindo no gelo do espaço, mas o leitor sabe que eles vão acordar em um lugar onde a utopia pode ser real de verdade.

Flores e Cosmos
​Flores no jardim,
Sentimentos ao vento frio.
Meros atrozes artificiais...
Portais da imensidão.
Me vejo em teu nu, na vastidão.
​Flores que morrem no inverno,
Flores mortas no vaso...
Tantas possibilidades no universo,
Sois a poeira que o vento levou,
Mas a saudade inflamou.
​Nos níveis mais profundos estás viva,
Nas obras do destino te encontrei...
Aonde o espaço e o tempo dobram a realidade.
​Rosas do galho seco voltam à vida.
Na luz cálida da lua, suas pétalas caem
Sobre o mar remanescente da vida.
No brilho das estrelas, vejo o fogo da sua paixão.

Solitude do Amanhecer
​Na solitude do amanhecer, notei as nuvens em camadas,
o vento frio e o cheiro da terra úmida.
Pois, na madrugada, o sereno pairava sobre as planícies...
e o mesmo sentimento pairou sobre minha alma.

E o vendaval passou..
destruindo tudo..
está escuro.. está frio..
Estou sozinho..
vc se foi pra sempre..
e eu me perdi em meio a tudo..
Quero ficar aqui mesmo..
jogado aos escombros. .
esperando somente o fim..