Poesias sobre o Corpo
O CORPO DO CORVO
Morto ser porquê foste diante meu ser...
Parado num túmulo de contradições sois a replubica que reluzente nas asas da democracia.
Larvas surgem em seu corpo tão igual euforismo político funcional...
Geopolítica a estatua corroida pelas correntes de retóricas golpista.
O que sois no cranio ja vivo incompatível desejo de ser como as chamas que deformam com tempo.
As vestis sao mortalhas fúnebres
Pois a ignorância faz o monstro da corrupção.
Estátua de barro é simplicidade corpo abandonado por suas ideias maravilhosa. Suas ideias eram ideologia que te alianava diante a televisão.
Paradoxo digital para seus dilemas o celular é simplicidade sua live...
Diante teu corpo sinto calor que nunca senti neste mundo sois minha alma,
Mas, meu espírito ainda busca a ti meu amor.
Olhando para seus olhos vejo corpo se alimentando de sonhos caminhando para infinito.
Tantas contradições diante corvo faminto.
Tais julgo afoga se no fulgaz instante voo se torna solitário diante a lápides.
Buscando novos horizontes diante a chuva que cai.
Gritos no silêncio de teus lábios flamejantes rasgam os ceus.
A emoções devastam a terra o tornam os ceus cinzas em azuis.
Quer descobrir o caminho pra chegar na minha alma?
comece explorando as curvas do meu corpo..
se perca num caminho sem volta do meu prazer..
e acabaras tropecando na porta que da acesso ao meu coracao..
conquiste a chave.. e me teras pra sempre...
serei sua... sem restrincoes...
Sua boca na minha...
seu roupao no meu...
seu corpo entrelaçado..
suado...
envolto no meu..
e assim que deve ser..
essa delicia.. esse prazer..
essa gostosa fantasia
Eu sinto falta..
Sinto sua falta..
Tá na cara.. nao da pra disfarçar. .
Tá no corpo, na alma, no coração. .
Tá em mim.. tá em tudo..
Sinto falta de mim em vc..
De vc em mim....
Vidro embaçado. .
A gente no carro..
Gemidos,sussurros, afago..
Corpo no corpo..
Sabor, prazer,pecado..
O Proibido é mais gostoso..
o ser humano adora desafios..
Há Nudezes Que Revelam a Alma
Há nudezes que revelam o corpo,
mas há outras que revelam a alma.
E foi assim quando te vi:
não foi tua pele que me deixou sem palavras,
foi perceber que, diante de mim,
você havia deixado cair
tudo aquilo que nos protege do amor.
Não havia apenas um corpo despido,
havia uma mulher inteira,
com seus silêncios,
seus medos,
suas delicadezas,
seus desejos
e todas as histórias
que teus olhos ainda não haviam me contado.
E eu te olhei
como quem contempla algo sagrado,
não pela perfeição,
mas pela confiança de poder estar ali,
tão perto daquilo
que o mundo jamais conheceria como eu.
Porque amar alguém
é também aprender a olhar.
É tocar sem possuir,
é desejar sem diminuir,
é contemplar sem transformar
a beleza em coisa.
Naquela nudez,
você estava vestida
da coisa mais bonita que alguém pode oferecer:
a confiança.
E talvez tenha sido por isso
que meu coração tremeu.
Porque percebi
que não estava apenas vendo você.
Estava sendo autorizado
a conhecer uma parte tua
que nenhuma roupa poderia esconder
e nenhuma palavra conseguiria explicar.
Teu corpo era poesia,
sim,
mas tua entrega era ainda mais bonita.
Havia versos em tua pele,
mas havia eternidade em teus olhos.
E quando nossos silêncios se encontraram,
compreendi finalmente
que a verdadeira nudez
não acontece quando as roupas caem.
A verdadeira nudez acontece
quando já não temos medo
de sermos vistos por inteiro.
Por isso,
se algum dia me perguntarem
o que encontrei quando te vi assim,
não direi que encontrei
o corpo que tantas vezes imaginei.
Direi apenas:
encontrei tua alma
sem nenhuma defesa diante da minha.
E naquele instante,
eu também me despi
não das roupas,
mas de todos os meus medos
de amar alguém
tão profundamente.
“O Poema Que Nunca Foi Escrito”
Quando vi teu corpo pela primeira vez,
meus olhos ficaram em silêncio,
como se tudo aquilo que imaginei
houvesse esperado uma vida
para finalmente acontecer.
Pensei que jamais teria aquele instante,
que você seria para sempre
um desejo escondido
entre meus sonhos
e minhas impossibilidades.
Mas você estava ali,
tão perto,
tão verdadeira,
tão lindamente humana,
que por alguns segundos
esqueci todas as palavras.
E percebi
que teu corpo era poesia.
Havia versos em tua pele,
rimas escondidas em tuas curvas,
reticências em teus silêncios
e uma história inteira
na delicadeza de você se revelar para mim.
Eu não precisava escrever nada.
Só precisava olhar,
sentir,
e aprender a linguagem
daquele momento.
Porque cada sussurro teu
parecia arrancar uma palavra do silêncio,
cada aproximação escrevia um verso,
e nossos corações,
tão próximos,
pareciam terminar juntos
uma poesia que nenhum de nós
havia começado.
Naquela noite,
não encontrei apenas
o corpo que tantas vezes imaginei.
Encontrei você.
E compreendi que existem poemas
que jamais conhecerão o papel,
porque foram feitos
para serem escritos na memória,
lidos pelo coração
e guardados na alma.
E teu corpo,
naquela primeira vez,
foi o mais belo poema
que meus olhos tiveram
o privilégio de ler.
Do que me adianta teu gosto...
Teu corpo ... teu jeito calado , do que me adianta seu riso, sua fala , sua voz meio calada... do que adianta ? Tudo é em vão.. tudo é sem noção..tudo é falho ..do que me adianta te ver de longe..se tudo que eu mais quero na vida é ter você sempre por perto..
Eles querem seu corpo mas não querem sua alma.
Querem sua boca mas esquecem que dela saem palavras extraordinárias.
Preferem tocar em suas partes mais íntimas à tocar em seu coração.
Falam palavras impulsivas em seu ouvido mas não ouvem as palavras do seu interior.
Querem estar em cima de você mas nunca dentro de você.
Querem ter seu corpo mas nunca o seu monumento espiritual.
Querem te desejar mas nunca te amar
Querem ser de todas mas nunca querem ser só de você.
-Assim dizia as menininhas
Em ti
No teu sorriso me encaixo,
no teu corpo me acalmo,
na tua loucura me perco,
e nela, de bom grado, me afogo.
Fios
A máquina reconhece o padrão.
Explica ritmo, notas de uma canção,
sem corpo que exista,
sem silêncio que doa.
Como esse ardor no peito
que faz brotar poesia
mesmo quando adormeço.
Eu respiro palavras sem escolher,
a máquina consome água sem beber.
Duas sedes:
uma orgânica e visível,
outra escondida atrás da tela.
Eu já chorei conversando com ela
mesmo sabendo que era uma ferramenta.
Como isso é possível...
TSAS A MORTE LENTA
Pela manhã a tela acende,
faz da janela um muro digital.
O corpo esquece o movimento,
a alma perde o rumo natural.
O sofá abraça sem maldade,
convida ao descanso e à rendição.
Pouco a pouco prende os passos,
transforma a força em ilusão.
O açúcar veste roupa de festa,
adoça a boca, seduz o paladar.
Mas cobra caro pelo encanto,
quando chega a hora de cobrar.
O sal tempera a convivência,
dá sabor ao feijão e ao pão.
Porém, em excesso silencioso,
cerca a vida de preocupação.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
No brilho da tela, no abraço do sofá,
no doce do açúcar e no sal a transbordar.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
Não vieram como inimigos,
nem carregam espada ou canhão.
Entram sorrindo pela porta,
ganham espaço no coração.
A televisão rouba o tempo,
o sofá negocia a disposição.
O açúcar compra o instante,
o sal disfarça a condição.
Enquanto o mundo corre lá fora,
a vida pede participação.
Caminho, esforço e equilíbrio
são remédios sem prescrição.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
Quando o excesso vira costume,
e o costume vira prisão,
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
Então façamos nova escolha,
sem guerra, culpa ou radicalismo.
Que a tela informe, não domine;
que o descanso não seja abismo.
Que o açúcar seja visita,
não morador do coração.
Que o sal conheça limites,
respeitando a moderação.
Pois viver é mais que prazer,
é movimento, consciência e valor.
E o tempo, que tudo revela,
é o mais exigente julgador.
Quem fala que idade envelhece,
é quem gosta de um bom sofá,
levanta e se mexe,
para o corpo se renovar!
“A burrice me consome e a inteligencia me destroi, assim meu corpo se resume e minha alma em brasa se constroi”
- Leonardo Viana De Lima/Leodsgamer072
Oh indivíduo que vive comigo...
Preocupa te em machucar meu corpo
Quando já tinhas dilacerado minha alma.
TORRE DE BABEL
Quantos sofrem vários males
Doenças que assolam o corpo
Males que enlouquecem a mente
Fome que corrói tanta gente.
Drogas que tiram o sabor da vida
Homens que por dinheiro e poder
Levam o mundo ao cativeiro...
A natureza chora sua destruição
Mares revoltados avançam a terra
Florestas secam levando água doce.
Tremores, terremotos, maremotos
Sangue jorrando nas trincheiras
Balas ecoando por todos os lados
Atingindo até mesmo
Quem espera para nascer...
Homens querendo mudar de planeta
Nao conseguem mudar a si mesmo
E levam miséria e morte
Para alcançar seus objetivos torpes.
Ambição , dinheiro, luxúria , poder
Faraos de corações endurecidos
Gerando uma grande confusão
Construindo grande torre de babel.
O mundo acelerado pelo tempo
Não tem mais tempo para amar...
Somos robotizados pelas mídias
Que nos controla a todo instante
Dominando quase toda humanidade.
Enquanto muitos clamam justiça
Invocam pelo sonho de viver em paz
Esperando por algum milagre...
Enquanto sucumbimos no marasmo
Acreditando em falsos profetas
Que escondem suas artimanhas
Para uma catástrofe universal.
O mal se alastra assustadoramente
Numa fatídica e funesta procissão
Onde escondem a grande traição
No preço pago pela corrupção...
E no peso cruel dessa cruz
Poucos acreditam na vida eterna
Contagiados pela vida moderna.
Mas uma pequena multidão
Acredita na verdade da salvação
No céu abrir-se-a em grande Luz
Aí então todos de joelhos cairão
Com o retorno de Cristo Jesus!
QUERO UM ABRAÇO
Quero um abraço
Assim tão gostoso
Envolvendo meu corpo.
Quero um abraço
Que me aqueça
Assim como laço
Pra que eu não esqueça.
Quero um abraço
Sentimento quente
De quem é presente
Em todos momentos.
Quero um abraço
De forma envolvente
Sentir calor de gente
Eterno nos braços
De um carinho
Tão importante
Que se chama abraço...
Quero um abraço!
João Batista Barbosa.
